Conexões com a cidade

Com o título Conexões com a cidade, esta rubrica é dedicada a trazer para nossos leitores uma amostra da agenda cultural da cidade, curiosidades e a possibilidade de explorar museus, obras temáticas que se destacam por seu caráter único.

Desejo imaginante – MARIA MARTINS | MASP

Imagem: Instagram @masp
Imagem: Instagram @masp

No dia 27de agosto, o MASP abriu a mostra Maria Martins: desejo imaginante, que faz parte da 34ª Bienal de São Paulo com o tema Faz escuro mas eu canto. A mostra tem a curadoria de Isabella Rjeille, reúne 45 trabalhos da artista e busca mostrar como Maria Martins revolucionou a ideia de “trópicos”, sua luta contra expectativas e estereótipos projetados sobre ela enquanto mulher, artista e brasileira. “Suas mulheres, que aparecem devorando o parceiro e surgem contorcidas, sinuosas e selvagens em suas esculturas, falam muito sobre o desejo feminino, algo extremamente transgressor para a época”.

Na exposição teremos a oportunidade de visitar esculturas, gravuras, desenhos e pinturas produzidas entre as décadas de 1940 e 1950, além de documentos, publicações e fotografias que narram à trajetória de vida da artista.

Saiba mais: https://masp.org.br/exposicoes/maria-martins

https://vogue.globo.com/lifestyle/cultura/Arte/noticia/2021/08/exposicao-maria-martins-masp.html

Ocupação Paulo Freire

Foto: Márcio Novaes / Divulgação / CP
Foto: Márcio Novaes / Divulgação / CP

 “A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem”.

A 53ª Ocupação Itaú Cultural homenageia Paulo Freire, o filósofo, escritor e educador pernambucano que ensinou a leitura da palavra escrita. Esta exposição, também integra a programação da 34ª Bienal de São Paulo, que nos convida a conhecer – e reinventar – a redescobrir as palavras e a reescrever o mundo com Paulo Freire.

“Toda leitura da palavra pressupõe uma leitura anterior do mundo, e toda leitura da palavra implica a volta sobre a leitura do mundo, de tal maneira que ‘ler mundo’ e ‘ler palavra’ se constituam um movimento em que não há ruptura, em que você vai e volta. E ‘ler mundo’ e ‘ler palavra’, no fundo, para mim, implicam ‘reescrever’ o mundo. Reescrever com aspas, quer dizer, transformá-lo. A leitura da palavra deve ser inserida na compreensão da transformação do mundo, que provoca a leitura dele e deve remeter-nos, sempre, à leitura de novo do mundo.” 

 Essa escola chamada vida: depoimentos ao repórter Ricardo Kotscho

Ocupação Paulo Freire de 18 de setembro a 5 de dezembro 2021.

Saiba mais: https://www.itaucultural.org.br/secoes/agenda-cultural/paulo-freire-ocupacao-itau-cultural

110 anos doTheatro Municipal de São Paulo 

Imagem: Instagram @theatromunicipal
Imagem: Instagram @theatromunicipal

Daniela Thomas e Felipe Hirsch prepararam “Fantasmagoria Theatro Municipal de São Paulo”, contam a história do teatro através de uma instalação performática com peças do acervo de cenários, figurinos e adereços do teatro. É uma espécie de visita guiada e os visitantes andam pelos bastidores, palco e a área técnica do Teatro. No final da visita, integrantes do: Coral Lírico, Coral Paulistano, Balé da Cidade, Quarteto de Cordas e a Orquestra Sinfônica Municipal – aparecem em pequenos grupos, para apresentar ao público alguns dos muitos momentos vividos no palco.

O espetáculo tem 1h20 de duração de terça a domingo, em diversos horários pré-definidos e divulgados pelo site Complexo TMSP (theatromunicipal.org.br)

Balé da Cidade de São Paulo reapresenta “A Casa”, coreografia de Marisa Bucoff, em conjunto com a remontagem da coreografia Árvore do Esquecimento, de Jorge Garcia. O espetáculo será apresentado em outubro na Praça das Artes, estreando duas coreografias inéditas de Henrique Rodovalho, com trilha sonora de Leo Justi e criação em vídeo de Cauã Csik,do coletivo Heavy Baile.

Saiba mais:  https://theatromunicipal.org.br/pt-br/evento/bale-da-cidade-apresenta-isso-da-um-baile/