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HOMEM DE PANO
Késia Ramos EBP/AMP
Inauguro as Crônicas Delirantes escrevendo a minha surpresa ao ler uma matéria de jornal.¹ Fui conferir se era fake — a matéria estava inclusive em jornais internacionais.² É um fato.
Meirivone Rocha Moraes dança forró e mora no interior de Minas Gerais. Veio a pandemia. Foi embora o baile, o par, o suor. Foi então que pediu à mãe um homem de pano. A mãe era costureira — não é detalhe, é destino.

DELÍRIOS COTIDIANOS
Karynna Nóbrega (EBP/AMP)
Durante a infância, meu primogênito era acometido por vários e diferentes sintomas respiratórios: otite, sinusite, rinite dentre outras ites próprias da tenra idade, de alérgicos que residem em cidades de clima frio.
Era quase rotina mensal, quando adoecia, lá íamos para mais uma consulta com o otorrino da família – Dr. Bandeira. Ele próprio já sabia quando ia adoecer e me pedia: – Mamãe, me leva para Dr. Bandeira.

