EIXO II – A prática da interpretação nas instituições
A psicanálise em instituições: a interpretação e a causa analítica no avesso da biopolítica
Niraldo de Oliveira Santos Membro da EBPAMP
Agradeço à Cláudia Formiga, Coordenadora Geral das VI Jornadas da Seção Nordeste: “Delírio e Interpretação”, à Liège Uchôa e Vânia Ferreira, Coordenadoras da Comissão Científica, pelo convite para integrar esse cartel para o Eixo II. Essa experiência me proporcionou um encontro especial com os cartelizantes, além de ricas e profícuas interlocuções decorrentes de nossas reuniões em torno do tema. Agradeço especialmente a cada um deles, pela disposição e entusiasmo.
Da psicanálise na instituição ao analista, em seu ato
Susane Zanotti
No rastro das discussões sobre a psicanálise aplicada nas Jornadas da Seção Nordeste, a questão sobre o que delimita a ação do analista em hospitais, escolas, no encontro com outras práticas e saberes1 é atualizada este ano à luz da ‘interpretação’. Das indagações presentes no argumento quanto ao eixo ‘A PRÁTICA DA INTERPRETAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES’, privilegio a seguinte questão: “Como a Psicanálise pode sustentar a clínica do sujeito em instituições atravessadas por múltiplos discursos?”
Demandas de Eficácia
Tatiana Schefer
Agradeço à Cláudia Formiga, coordenadora da VI Jornada da Seção Nordeste, e à comissão científica, nos nomes de Liège e Vânia, o convite para participar do cartel que tem por objetivo investigar e abrir as questões referentes ao eixo II: a prática da interpretação nas instituições. Agradeço, imensamente, aos componentes do cartel, pela generosidade das trocas, nesses encontros de trabalho.
Psicanálise na aldeia
José Augusto Rocha
Como pensar nossa prática para além do refúgio de uma “extraterritorialidade imaginária”, do analista longe da cidade e de seus impasses? Como recolher os efeitos psicanalíticos instalados em espaços, por vezes, às avessas de uma anuência com o estabelecimento do lugar analítico?
O analista na universidade: um peixe fora d’água?
Notas sobre a experiência como supervisor no contexto de uma universidade pública
Karynna Nóbrega (EBP/AMP)
Este texto é efeito das reflexões sobre o meu fazer como supervisora no contexto da universidade — reflexões essas, alimentadas pelas pesquisas e conversações realizadas ao longo do trabalho do cartel sobre A prática da interpretação nas instituições, cujo mais-um é Niraldo de Oliveira Santos (EBP/AMP), e os cartelizantes: Susane Zanotti (EBP/AMP), Tatiana Schefer, José Augusto Rocha e eu, Karynna Nóbrega (EBP/AMP).
