Skip to content

 

 

SEXTA-FEIRA  30.10.2026

09h00 – CREDENCIAMENTO


10h00 – ABERTURA

  • Margarida Assad (EBP/AMP) – Diretora da EBP Nordeste
  • Cláudia Formiga (EBP/AMP) – Coordenadora Geral da VI Jornada da EBP Nordeste
  • Liège Uchôa (EBP/AMP)  e Vânia Ferreira – Coordenadoras da Comissão Científica

11h00 – PLENÁRIA I

Conversando com os “Mais-Um”

Tem mais presença em mim o que me falta[1]

Apresentações:

  • Graciela Bessa (EBP/AMP)
  • Niraldo Oliveira (EBP/AMP)
  • Marcelo Veras (AME EBP/AMP)

Conversam:

  • Bibiana Poggi (EBP/AMP)
  • Cleide Monteiro (EBP/AMP)
  • Karynna Nóbrega (EBP/AMP)

Coordenação: Vânia Ferreira


12h30 – 14h30 – ALMOÇO


14h30 – PLENÁRIA II

Asas Analíticas e Patas Sociais

Como o rio aqueles homens são como cães sem plumas...[2]

  • Entre o delírio coletivo e a interpretação na cidade: Zadig – José Ronaldo de Paulo
  • Com-porte-se: sobre a segregação e o imperativo de gozo –  André Lucas Guedes
  • O que escuta e lê a psicanálise frente à medicalização da infância? – Ana Aparecida Rocha
  • Zonas de borda: uma leitura psicanalítica dos sintomas corporais contemporâneos e seus modos de gozo – Lhaís Cabral
  • O analista como intérprete de sua época e a resistência crítica na pólis – Romero Ouriques

Coordenação: Cleyton Andrade (EBP/AMP)


16h00–16h30 – INTERVALO


16h30 – SEMINÁRIO GRACIELA BRODSKY (AME da EOL/AMP)

“El sueño de la razón…” (O sonho da razão…) – Parte 1

Coordenação: Glacy Gorski (AME da EBP/AMP)


SÁBADO 31.10.26

8h00 – 12h30 – MESAS SIMULTÂNEAS

SALA A

08h00 – Quando o delírio inventa uma solução

Tudo que não invento é falso…só a poesia é verdadeira[3]

  • O delírio como invenção: intervenções do analista na psicose – Ana Cláudia Cardoso Marinho
  • A interpretação delirante do amor: manobras em um caso de erotomania – Antônio Júlio Garcia
  • O mestre das regras: o que não interpretar? – Marcela Brandão
  • Um delírio não tão discreto – Marina Fragoso (EBP/AMP)

Coordenação: Elizabete Siqueira (EBP/AMP)

09h30 – Do barulho à ficção, da ficção ao dizer

Não pode haver ausência de boca nas palavras[4]

  • Onde o filho chora e a mãe não vê – Cecília Albino
  • Da intervenção à interpretação: a leitura do dizer da criança – Isadora Grego
  • Um barulho que se torna ficção – Liana Feldman
  • Quando a língua faz barulho no corpo – efeitos da interpretação na clínica com crianças – Thayse Borges

Coordenação: Juliana Ribeiro

11h00 – Do Outro à singularidade

Mas um dia afinal eu toparei comigo…[5]

  • Um laço além da mãe – Paulo Medeiros
  • Interpretar a instituição? – Marina Cursino (NPJ – EBP/NE)
  • Há lugar para o sonhador na instituição – Luma Tertuliano Oliveira
  • Do delírio à interpretação singular – Maria Gorete Sarmento

Coordenação: Susane Zanotti (EBP/AMP)


SALA B

08h00 – Refrear, ancorar, estabilizar o gozo

Entre a ânsia e a distância onde me ocultar?[6]

  • Refrear o maquinário interpretativo – Anderson José da Silva
  • Ser encontrada em um lugar onde não há lugar – Williany Cardoso
  • O peso da âncora – Caio Varela
  • Do ideal ao Real: A interpretação e o delírio na Atenção Primária à Saúde – João Victor Cosme

Coordenação: Késia Ramos (EBP/AMP)

09h30 – A Interpretação e o impossível de dizer

“…aranha-oráculo cavouca a carne do Impossível…”[7]

  • Palavras andarilhas – Fernanda Vasconcelos
  • A tela quebrada – Janayna Bomfim
  • Da interpretação que visa um real – Luíza Domingues
  • A dose da interpretação – Marcella Ribeiro

Coordenação: José Augusto Rocha (NPJ – EBP/NE)

11h00 – Quando a interpretação toca o corpo

“O corpo guarda a memória da primeira rasura”[8]

  • Do não dar trabalho a não ter para dar – Liliane Sales
  • Um pai de palavra – Nelson Matheus Silva (NPJ – EBP/NE)
  • A bolsa ou a vida, e retorno – Socorro Soares
  • Encontrar só de vez em quando – Maria Lídia Pessoa (EBP/AMP)

Coordenação: Marina Fragoso (EBP/AMP)


SALA C

08h00 – O sintoma entre o corpo e o laço

“…sou retalho carne dilacerada fragmento escuridão…”[11] 

  • O que pode a interpretação diante da dor de existir – Larissa Souto Maior
  • O lugar da interpretação na clínica lacaniana diante do imperativo do bem-estar – Ana Carolina Amorim
  • Uma mulher eclipsada pela mãe – Silvia Gusmão
  • Conferir. Com ferir. Ferir-se. – Wilker França (EBP/AMP)

Coordenação: Marina Cursino (NPJ – EBP/NE)

09h30 – Cortar o que insiste

“a cicatriz, talvez não indelével o sangue agora estigma.”[10]

  • Tateando a vida – Anderson Barbosa
  • Um fiel angustiado – Érick Leonardo
  • Analista, o interpretado – Josiane Gomes Soares
  • Cortar sem se cortar – Rosemarie Mooneyhan

Coordenação: Paulo Carvalho

11h00 – Fazer borda ao Real

“…a palavra é densa e nos fere”[9]

  • “Tio, você gosta de Rock?” – Glauber Dantas
  • Que Outro é este – um analista? – Isa Gontijo
  • Da porta de saída à porta do encontro – Raíssa Nóbrega
  • Delírio e neoborda: dois modos de tratar o real – Cristina Maia (EBP/AMP)

Coordenação: Tatiana Schefer

12h30 –15h00 – ALMOÇO


15h00 –  “PROSA POÉTICA com MARIZE CASTRO”

Os fios que teci na sua escuridão tornaram-me seta e luz.[12]

  • Cassandra Dias (EBP/AMP)  e Cláudia Formiga (EBP/AMP)

16h00 –16h30 – INTERVALO 


16h30 – SEMINÁRIO GRACIELA BRODSKY (AME da EOL/AMP)

“El sueño de la razón…” (O sonho da razão…) – Parte 2

Coordenação: Margarida Assad (EBP/AMP)


 18h00 – ENCERRAMENTO

A vida só é possível reinventada[13]

  • Susanne Zanotti (EBP/AMP) – Presidente do Conselho da EBP Nordeste
  • Cláudia Formiga (EBP/AMP) – Coordenação Geral da VI Jornada da EBP Nordeste

 19h00 – FESTA DELIRô

O verbo tem que pegar delírios[14]

 


[1]              Manoel de Barros, poema “O livro sobre nada”, publicado em Livro sobre Nada (1996)
[2]              João Cabral de Melo Neto, poema “O cão sem plumas”, no Livro O cão sem plumas (1950)
[3]              Manoel de Barros, Livro sobre nada (1996)
[4]              Manoel de Barros, Livro sobre nada (1996)
[5]              Mario de Andrade, no poema “Eu sou trezentos” do livro Remate de Males (1930)
[6]              Zila Mamede, poema “Onde”, do livro Corpo a corpo (1967).
[7]              Anna Apolinário, poema “Grimório”publicado no livro Zarabatana (2016).
[8]              Micheliny Verunschk, poema “Caligrafia”” publicado no livro Geografia Íntima do deserto (2003)
[9]              Orides Fontela, poema “Fala” no livro Transposição (1969).
[10]             Orides Fontela, Poema “Memória”, no livro Teia. (1996)
[11]             Cida Pedrosa, poema “Diáspora”, do livro Gris (2018).
[12]             Marize Castro, poema “Estrangeira”, do livro Lábios-espelhos (2009).
[13]             Cecília Meireles, do poema “Reinvenção”, do livro Vaga Música (1942).
[14]             Manoel de Barros, do poema “Uma didática da invenção”, O Livro das Ignorãças (1993).
Back To Top