{"id":5628,"date":"2025-10-17T15:49:10","date_gmt":"2025-10-17T18:49:10","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?p=5628"},"modified":"2025-10-17T15:50:39","modified_gmt":"2025-10-17T18:50:39","slug":"referencias-e-citacoes-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/referencias-e-citacoes-4\/","title":{"rendered":"Refer\u00eancias e Cita\u00e7\u00f5es #4"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u201cO ato anal\u00edtico \u00e9 um punhal afiado, que permite atrav\u00e9s da palavra o corte delicado entre o gozo vivificante e o gozo mortificante, entre o gozo feminino e o gozo superegoico. Permite separar o gozo feminino de seu algoz, de seu sonho mentiroso, de um parceiro que convida \u00e0 eternidade, de seu pre\u00e7o impag\u00e1vel, de seu mart\u00edrio sadomasoquista, de seu Deus-Diabo, de seu dono escravizador &#8211; daquele que n\u00e3o \u00e9 nenhum \u2018Ele\u2019 encarnado e que tem um nome formulado conceitualmente por Freud como \u2018Supereu\u2019\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Guimar\u00e3es, L\u00eada. Gozos da mulher &#8211; da devasta\u00e7\u00e3o \u00e0 vivifica\u00e7\u00e3o. Petr\u00f3polis; KBR editora digital ltda, 2014, quarta capa.<\/p>\n<p>Com a preciosa cita\u00e7\u00e3o de nossa saudosa colega L\u00eada Guimar\u00e3es finalizamos a contribui\u00e7\u00e3o da equipe de refer\u00eancia para a constru\u00e7\u00e3o da VI Jornada. Registramos essa e outras cita\u00e7\u00f5es que nos saltaram aos olhos esperando que possam ser \u00fateis para a compreens\u00e3o do palpitante tema que tem nos colocado em trabalho: o gozo e suas vicissitudes.<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>SIGMUND FREUD<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u201cEstabelecemos o conceito de libido como uma for\u00e7a quantitativamente vari\u00e1vel que poderia medir os processos e transforma\u00e7\u00f5es no \u00e2mbito da excita\u00e7\u00e3o sexual [&#8230;] essa excita\u00e7\u00e3o sexual \u00e9 fornecida n\u00e3o s\u00f3 pelas chamadas partes sexuais, mas por todos os \u00f3rg\u00e3os do corpo.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>FREUD, Sigmund (1901 \u2013 1905). Tr\u00eas ensaios sobre a teoria da sexualidade (1905). In: _____. Um caso de histeria, tr\u00eas ensaios sobre a teoria da sexualidade e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1980 (Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud, v. 7, p. 204<\/p>\n<p><strong>\u201cO conceito de \u2018sexualidade\u2019 e, ao mesmo tempo, de puls\u00e3o sexual, teve, \u00e9 verdade, de ser ampliado de modo a abranger muitas coisas que n\u00e3o podiam ser classificadas sob a fun\u00e7\u00e3o reprodutora, e isso provocou n\u00e3o pouco alarido num mundo austero, respeit\u00e1vel, ou simplesmente hip\u00f3crita.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>FREUD, Sigmund (1925 \u2013 1926). Al\u00e9m do princ\u00edpio do prazer (1920). In: _____. Al\u00e9m do princ\u00edpio de prazer, psicologia de grupo e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1976 Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud, v. 18, p.71<\/p>\n<p><strong>\u201cDos tr\u00eas fatores que reconhecemos como sendo decisivos para o sucesso ou n\u00e3o do tratamento anal\u00edtico \u2013a influ\u00eancias dos traumas, a for\u00e7a constitucional das puls\u00f5es e as altera\u00e7\u00f5es do eu\u2013 o que nos interessa aqui \u00e9 apenas a segunda, a for\u00e7a das puls\u00f5es [\u2026]. N\u00e3o, queremos dizer outra coisa, algo que pode ser grosseiramente descrito como um \u2018amansamento\u2019 (domestica\u00e7\u00e3o) da puls\u00e3o. [&#8230;] Se nos perguntarem por quais m\u00e9todos e meios esse resultado \u00e9 alcan\u00e7ado, n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil achar uma resposta. Podemos apenas dizer: \u201cSo muss denn doch die Hexe dran\u201d \u2013 a Metapsicologia da Feiticeira [remete-se \u00e0 frase do Fausto de Goethe: \u201ctemos de convocar a feiticeira em nosso aux\u00edlio].\u201d<\/strong><\/p>\n<p>FREUD, Sigmund (1937 \u2013 1939). An\u00e1lise termin\u00e1vel e intermin\u00e1vel (1937). In: _____. Mois\u00e9s e o monote\u00edsmo, esbo\u00e7o de psican\u00e1lise e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1976 (Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud, v. 23, p.256<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>JACQUES LACAN<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u201cIsso quer dizer que h\u00e1 alguma coisa da qual n\u00e3o podemos gozar. Chamemos isso de o gozo de Deus, estando a\u00ed inclu\u00eddo o sentido de gozo sexual.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (1975-1976) Semin\u00e1rio: O livro 23: o sinthoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007,\u00a0 p.59<\/p>\n<p><strong>\u201cO masoquismo \u00e9 o \u00e1pice do gozo dado pelo real.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (1975-1976) Semin\u00e1rio: O livro 23: o sinthoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007,\u00a0 p.76<\/p>\n<p><strong>\u201cO que se escreve, em suma, o que seria isso? As condi\u00e7\u00f5es de gozo. E o que se conta, o que seria? Os res\u00edduos do gozo.\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. O semin\u00e1rio: mais ainda, livro 20 (1972 -1973). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985, p. 177<\/p>\n<p><strong>\u201cBasta que voc\u00eas v\u00e3o olhar em Roma a est\u00e1tua de Bernini para compreenderem logo que ela est\u00e1 gozando, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida. E do que \u00e9 que ela goza? E claro que o testemunho essencial dos m\u00edsticos \u00e9 justamente o de dizer que eles o experimentam, mas n\u00e3o sabem nada dele.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (1972-1973) O Semin\u00e1rio, livro 20: Mais, ainda. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985, p. 103<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Gozo do Outro<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u201cE por isso que o superego, tal como apontei h\u00e1 pouco com o <em>Goza!, <\/em>\u00e9 correlato da castra\u00e7\u00e3o que \u00e9 signo com o que se paramenta a confiss\u00e3o de que o\u00a0 gozo do Outro, do corpo do Outro, s\u00f3 se promove pela infinitude.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (1972-1973) Semin\u00e1rio: O livro 20: Mais, ainda. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985, p.16<\/p>\n<p><strong>\u201cN\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual porque o gozo do Outro, tornado como corpo, e sempre inadequado &#8211; perverso de um lado, no que o Outro se reduz a objeto <em>a<\/em>, e do outro, eu direi louco, enigm\u00e1tico.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (1972-1973) Semin\u00e1rio: O livro 20: Mais, ainda. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985, p.197<\/p>\n<p><strong>\u201cO gozo do Outro do Outro, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel pelo simples fato de que ele n\u00e3o existe.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (1975-1976) Semin\u00e1rio: O livro 23: o sinthoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007, p.54<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Gozo F\u00e1lico<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u201cH\u00e1 por outro lado, o gozo dito do falo, na medida em que ele sai da rela\u00e7\u00e3o do simb\u00f3lico com o real\u201d.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. O Semin\u00e1rio, livro 23: o sinthoma, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007. p. 54.<\/p>\n<p><strong>\u201cO gozo dito f\u00e1lico n\u00e3o \u00e9 certamente, em si mesmo, o gozo peniano. O gozo peniano adv\u00e9m a prop\u00f3sito do imagin\u00e1rio, isto \u00e9, do gozo do duplo, da imagem especular, do gozo do corpo. Ele constitui propriamente os diferentes objetos que ocupam as hi\u00e2ncias das quais o corpo e o suporte imagin\u00e1rio. [&#8230;] <em>Isso <\/em>na medida em que, no sujeito que se sustenta no falasser, que \u00e9 o\u00a0 que designo como sendo o inconsciente, h\u00e1 a capacidade de conjugar a fala e o que concerne a um certo gozo, aquele dito do falo, experimentado como parasit\u00e1rio, devido a essa pr\u00f3pria fala, devido ao falasser.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (1975-1976) Semin\u00e1rio: O livro 23: o sinthoma.Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007, p.55.<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Gozo Feminino<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u201c[&#8230;] por ser n\u00e3o-toda, ela tem, em rela\u00e7\u00e3o ao que designa de gozo a fun\u00e7\u00e3o f\u00e1lica, um gozo suplementar\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (1973) Semin\u00e1rio: O livro 20: mais, ainda. Rio de Janeiro: Zahar Ed. 1985. p. 99<\/p>\n<p><strong>\u201cH\u00e1 um gozo, j\u00e1 que nos atemos ao gozo, gozo do corpo, que \u00e9 [..] <em>para al\u00e9m do Falo\u201d<\/em>.<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (1973) Semin\u00e1rio: O livro 20: mais, ainda. Rio de Janeiro: Zahar Ed. 1985. p. 100<\/p>\n<p><strong>\u201c[&#8230;] H\u00e1 um gozo dela sobre o qual talvez ela mesma n\u00e3o saiba nada a n\u00e3o ser que o experimenta &#8211; isto ela sabe. Ela sabe disso, certamente, quando isso acontece. Isso n\u00e3o acontece a elas todas\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. (1973) Semin\u00e1rio: O livro 20: mais, ainda. Rio de Janeiro: Zahar Ed. 1985. p. 100<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>JACQUES-ALAIN MILLER<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u201cen el an\u00e1lisis que dura [\u2026] es algo del orden de la cesi\u00f3n de libido, la retirada de la libido, de algunos elementos trazables que se extrajeron en la \u00e9poca de la revelaci\u00f3n\u201d.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J-A. Sutilezas anal\u00edticas. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2025, p.115<\/p>\n<p><strong>\u201cEl ojo puede -y deber\u00eda- servir al cuerpo para orientarse en el mundo, para ver, y helo aqu\u00ed que comienza a servir a lo que Freud llama la <em>Schaulust, <\/em>el placer de ver. Este es un placer en absoluto regulado, que desborda la finalidad vital e incluso conduce a anularla. Por eso, el <em>Lust. <\/em>Se dir\u00eda que es el placer vuelto goce, y que el placer en sentido propio, seg\u00fan nuestro uso de los t\u00e9rminos, se transforma en goce cuando desborda el saber del cuerpo, cuando deja de obedecerle.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J-A. La experiencia de lo real en la cura psicoanal\u00edtica. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2011, p. 368<\/p>\n<p><strong>\u201cPrecisamente, seg\u00fan mi experiencia, la Coca-Cola tiene la propiedad de que beberla da sed, y as\u00ed captamos la caracter\u00edstica esencial de este plus de gozar: al mismo tiempo que da una satisfacci\u00f3n, profundiza la \u00abfalta en gozar\u00bb.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J-A. La experiencia de lo real en la cura psicoanal\u00edtica. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2011, p.256<\/p>\n<p><strong>&#8220;El rostro verdadero de aquello que se presenta como sacrificio, es goce.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J-A. L\u00f3gicas de la vida amorosa. Buenos Aires: Manantial: 2009, p.48<\/p>\n<p><strong>\u201cDecir que las pulsiones son m\u00edticas es considerar m\u00e1s bien que son un mito de lo real. Hay real bajo el mito, y ese real es el goce.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J-A. El ser, es el deseo. Aula\u00a0 do 11 de maio de 2011 do curso de J.-A.Miller<em>, L\u00b4Un tout seul,<\/em> in\u00e9dito. Estabelecimento do texto: Christiane Alberti y Philippe Hellebois.<\/p>\n<p><strong>\u201cAhora bien, al escrutar m\u00e1s adelante el goce propio de la mujer (\u2026) a\u00edsla una parte de goce (\u2026) Y lo plante\u00f3 como no-simbolizable, como indecible y como teniendo afinidad con el infinito. Se trata de un goce que no ha sido triturado por la \u201cm\u00e1quina no-s\u00ed\u201d de la que les habl\u00e9 antes. A ese goce se lo encuentra, a veces, en los sue\u00f1os.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J-A. El ser y el Uno (in\u00e9dito). \u00bfQu\u00e9 es lo real? (clase del 2 de marzo de 2011). En <em>Freudiana<\/em>, n. 61. Barcelona. ELP- Catalunya. 2011.<\/p>\n<p><strong>\u201cEl pase del parl\u00eatre no es, pues, el testimonio de una traves\u00eda del fantasma, sino la elucidaci\u00f3n de la relaci\u00f3n con el goce, de c\u00f3mo el sujeto cambi\u00f3 respecto de lo que no cambia, su modo de gozar, y c\u00f3mo se elaboraron para \u00e9l las variaciones de su verdad, su camino de mentira.\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J-A. Sutilezas anal\u00edticas. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2025, p.146<\/p>\n<p><strong>\u201c[\u2026] Lacan retoma al comienzo de su Seminario A\u00fan: el gozar del cuerpo del Otro va al lugar de cierto gozar del cuerpo propio. Es decir que lo que funda eso que llamamos acto sexual es esta transferencia de goce. [\u2026] lo que se transfiere en la forma de objeto de goce es la sustracci\u00f3n de goce en el nivel del uso del \u00f3rgano y, m\u00e1s generalmente, en el nivel del cuerpo propio.\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J-A. Donc. La l\u00f3gica de la cura (1993 \u2013 1994). Buenos Aires, Ed. Paid\u00f3s, 2011,\u00a0 p. 475<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO ato anal\u00edtico \u00e9 um punhal afiado, que permite atrav\u00e9s da palavra o corte delicado entre o gozo vivificante e o gozo mortificante, entre o gozo feminino e o gozo superegoico. 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