{"id":5580,"date":"2025-09-19T09:41:44","date_gmt":"2025-09-19T12:41:44","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?p=5580"},"modified":"2025-09-19T09:41:44","modified_gmt":"2025-09-19T12:41:44","slug":"referencias-e-citacoes-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/referencias-e-citacoes-3\/","title":{"rendered":"Refer\u00eancias e Cita\u00e7\u00f5es #3"},"content":{"rendered":"<p>Para este Boletim, o trabalho da Comiss\u00e3o centrou-se sobre as refer\u00eancias do eixo 2 e 3 da Jornada, a partir dos argumentos aportados por C\u00e9lia Winter e Luis Francisco Camargo, recolhendo-as dos textos de Freud, Lacan e Miller e tamb\u00e9m de alguns testemunhos de passe.<\/p>\n<p>Do eixo 3, nos interessou destacar a chave de leitura centrada sobre o gozo excesso e o gozo satisfa\u00e7\u00e3o para tratar o paradoxo entre o prazer e o gozo. Lemos em Jesus Santiago que o &#8220;Gozo-excesso se caracteriza pela irrup\u00e7\u00e3o e transbordamento desse equil\u00edbrio, gerando um desequil\u00edbrio que se manifesta no sujeito de modo penoso e dispendioso [&#8230;]. O gozo conflui para o sofrimento e o sublime se converte no horr\u00edvel&#8221;, e ele acrescenta que [o] gozo-satisfa\u00e7\u00e3o pode incluir o excesso e sintomatiz\u00e1-lo uma vez que se mostra perme\u00e1vel aos poderes da fala<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>SIGMUND FREUD<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u00a0\u201cNos momentos mais importantes da narrativa percebe-se nele uma express\u00e3o facial muito peculiar, que posso entender apenas como de horror ante um prazer seu que ele pr\u00f3prio desconhecia\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Freud, S. Obras completas, volume 9: observa\u00e7\u00f5es sobre um caso de neurose obsessiva [\u201cO homem dos ratos \u201c]&#8230; [1909-1910] Companhia das letras p\u00e1g. 26-27<\/p>\n<p><strong>\u201cA for\u00e7a desse desejo logrou renovar o vest\u00edgio mn\u00eamico de uma cena desde muito tempo esquecida, que lhe podia mostrar como era a satisfa\u00e7\u00e3o sexual passando pelo pai; e o resultado foi susto, pavor, diante da realiza\u00e7\u00e3o desse desejo, recalcamento da mo\u00e7\u00e3o figurada por esse desejo e, por esse motivo, fuga para longe do pai em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 bab\u00e1, mais inofensiva!\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Freud, S. Da Hist\u00f3ria de Uma Neurose Infantil. Caso Homem dos Lobos (1918) In: Hist\u00f3rias Cl\u00ednicas. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2021- (Obras Incompletas de Sigmund Freud). p. 664.<\/p>\n<p><strong>\u201c&#8230; Se Dora se sentia incapaz de ceder ao amor que sentia pelo homem, se afinal reprimia este amor em vez de render-se a ele, n\u00e3o havia um fator sobre o qual sua decis\u00e3o pudesse depender mais diretamente do que seu gozo sexual prematuro e suas consequ\u00eancias \u2013 o fato de urinar na cama, o catarro, e sua avers\u00e3o\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Freud, S.Fragmento da an\u00e1lise de um caso de histeria. Edi\u00e7\u00e3o Standart Brasileira das obras completas de Sigmund Freud. Vol VII \u2013 Rio de Janeiro. Imago Editor. 1972\u00a0 p. 84-85<\/p>\n<p><strong>\u201c(&#8230;) a sexualidade n\u00e3o se limita a interferir(&#8230;) em algum ponto do andamento dos processos que caracterizam a histeria, mas que fornece a for\u00e7a motivadora para cada sintoma isolado, e para cada manifesta\u00e7\u00e3o isolada de um sintoma. Os sintomas das doen\u00e7as nada mais s\u00e3o do que a atividade sexual do paciente. (&#8230;) a sexualidade \u00e9 a chave do problema das psiconeuroses e das neuroses em geral.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Freud, S. Fragmento da an\u00e1lise de um caso de histeria. Edi\u00e7\u00e3o Standart Brasileira das obras completas de Sigmund Freud. Vol. VII 1972\u2013 Rio de Janeiro. Imago Editor, 1972, p. 111-112<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>JACQUES LACAN<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u00a0\u201cA gente o recalca, o tal gozo, porque n\u00e3o conv\u00e9m que ele seja dito, e isto justamente pela raz\u00e3o de que o dizer n\u00e3o pode ser sen\u00e3o isto &#8211; como gozo, ele n\u00e3o conv\u00e9m. J\u00e1 adiantei isto ha\u0301 pouco pelo vi\u00e9s de ele n\u00e3o ser aquele que e\u0301 preciso, mas o que n\u00e3o e\u0301 preciso\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. O semin\u00e1rio, livro 20: mais, ainda. 2 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985, p. 83<\/p>\n<p><strong>\u201c\u00c9 no simb\u00f3lico, na medida em que \u00e9 lal\u00edngua que o suporta, que o saber inscrito de lal\u00edngua, que, falando propriamente constitui o inconsciente, se elabora, ganha do sintoma. (&#8230;) Isto n\u00e3o impede que o c\u00edrculo marcado com S n\u00e3o corresponda a algo desse saber que jamais ser\u00e1 reduzido. Isto \u00e9, a saber, a <em>Urverdrangt <\/em>de Freud, ou seja, o que do inconsciente jamais ser\u00e1 interpretado.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. A terceira. Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, n\u00ba 62. S\u00e3o Paulo: E\u00f3lia, dez. 2011, p. 31<\/p>\n<p><strong>\u201cTanto o gozo f\u00e1lico est\u00e1 fora do corpo, quanto o gozo do Outro est\u00e1 fora da linguagem, fora do simb\u00f3lico. (&#8230;) a partir do momento em que captamos o que h\u00e1 (&#8230;) de mais vivo ou de mais morto na linguagem, a saber, a letra, \u00e9 unicamente a partir da\u00ed que temos acesso ao real\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. A terceira. Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, n\u00ba 62. S\u00e3o Paulo: E\u00f3lia, dez. 2011, p. 32<\/p>\n<p><strong>\u201cNem por isso deixa de acontecer que se ela [a mulher] esta\u0301 exclu\u00edda pela natureza das coisas, e\u0301 justamente pelo fato de que, por ser na\u0303o-toda, ela tem, em rela\u00e7\u00e3o ao que designa de gozo a fun\u00e7\u00e3o f\u00e1lica, um gozo suplementar. Voc\u00eas notar\u00e3o que eu disse suplementar. Se estivesse dito complementar, aonde e\u0301 que estar\u00edamos! Recair\u00edamos no todo\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. O semin\u00e1rio, livro 20: mais, ainda. 2 ed. Jorge Zahar, 1985. p. 99<\/p>\n<p><strong>\u201cHa\u0301 homens que l\u00e1 est\u00e3o tanto quanto as mulheres. Isto acontece. E que, ao mesmo tempo, se sentem l\u00e1 muito bem. Apesar, n\u00e3o digo de seu Falo, apesar daquilo que os atrapalha quanto a isso, eles entreveem, eles experimentam a ideia de que deve haver um gozo que esteja mais al\u00e9m. E\u0301 isto que chamamos os m\u00edsticos.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. O semin\u00e1rio, livro 20: mais, ainda. 2 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985, p.102<\/p>\n<p><strong>\u201cO gozo dito f\u00e1lico n\u00e3o \u00e9 certamente, em si mesmo, o gozo peniano. (&#8230;) O gozo peniano adv\u00e9m a prop\u00f3sito do imagin\u00e1rio, isto \u00e9, do gozo do duplo, da imagem especular, do gozo do corpo. Ele constitui propriamente os diferentes objetos que ocupam as hi\u00e2ncias das quais o corpo \u00e9 suporte do imagin\u00e1rio. O gozo f\u00e1lico, em contrapartida, situa-se na conjun\u00e7\u00e3o do simb\u00f3lico com o real. Isso na medida em que, no sujeito que se sustenta no <em>falasser,<\/em> que \u00e9 o que designo como sendo o inconsciente, h\u00e1 a capacidade de conjugar a fala e o que concerne a um certo gozo, aquele dito do falo, experimentado como parasit\u00e1rio, devido a essa pr\u00f3pria fala, devido ao <em>falasser.<\/em>\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. O Semin\u00e1rio, livro 23: o sinthoma, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007, p. 54-55<\/p>\n<p><strong>\u201cQuando fazemos essa emenda [entre S e I], fazemos ao mesmo tempo uma outra, precisamente entre o que \u00e9 simb\u00f3lico e o real. Isso quer dizer que, por algum lado, ensinamos o analisante a emendar, a fazer emenda entre seu sinthoma e o real parasita do gozo. O que \u00e9 caracter\u00edstico de nossa opera\u00e7\u00e3o, tornar esse gozo poss\u00edvel, \u00e9 a mesma coisa que o que escreverei como <em>gou\u00e7o-sentido<\/em> [<em>j\u00b4ouis-sens<\/em>]. \u00c9 a mesma coisa que ouvir um sentido.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Lacan, J. O semin\u00e1rio, livro 23: O sinthoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007, p. 70-71<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>JACQUES-ALAIN MILLER<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u00a0\u201cOcorre que no come\u00e7o da an\u00e1lise se pode perceber, j\u00e1 no sujeito candidato a antecipa\u00e7\u00e3o, o pressentimento da satisfa\u00e7\u00e3o, do gozo que ele encontrar\u00e1 na an\u00e1lise. Evocamos aqui casos surpreendentes em que a an\u00e1lise dura muito, ao passo que a elabora\u00e7\u00e3o \u00e9 nula, em que o sujeito n\u00e3o apresenta uma implica\u00e7\u00e3o na sua fala. Esses casos evidenciam a satisfa\u00e7\u00e3o encontrada pelo sujeito no modo de dizer que a an\u00e1lise lhe permite. Tratar-se-\u00e1 de cernir como, na an\u00e1lise, essa puls\u00e3o \u00e9 satisfeita no plano em que o sujeito \u00e9 feliz. A puls\u00e3o nunca fracassa. Ela pode errar o alvo, mas sempre chega ao seu objetivo.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J-A. Come iniziano le analizi. XI ENAPOL. tradu\u00e7\u00e3o: Teresinha N. M. Prado, 1994, p. 13.<\/p>\n<p><strong>\u201cLa entrada en an\u00e1lisis, en tanto distinta de la entrada en el consultorio del analista, significa que la primera investidura se ha cumplido, que el analista, al que uno ha venido a ver quiz\u00e1s `por azar\u00b4, se ha convertido en el objeto, que ha habido elecci\u00f3n de objeto. (\u2026) La elecci\u00f3n del objeto anal\u00edtico es, como toda elecci\u00f3n de objeto, propiamente transferencial en el sentido de Freud, el de la repetici\u00f3n. No hay amor que no est\u00e9 fundado en una transferencia de libido a partir de los objetos primarias que son ed\u00edpicos\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J.-A., (1989) \u201cVisto desde la salida\u201d. En: C\u00f3mo terminan los an\u00e1lisis. Buenos Aires: Grama ediciones, 2022, p. 88.<\/p>\n<p><strong>\u201cel objeto <em>a <\/em>hace al an\u00e1lisis finito: el <em>a<\/em> se puede separar de la cadena significante. el objeto <em>a<\/em> es lo que finalmente suplementa la cadena significante y su valor cambia seg\u00fan la trayectoria de la cura anal\u00edtica. Sesi\u00f3n tras sesi\u00f3n, el valor propio del objeto <em>a <\/em>cambia seg\u00fan lo dicho antes.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Miller, J-A. (1989) L\u00f3gicas de la vida amorosa. Em: Conferencias porte\u00f1as, Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2010, p. 19.<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>TESTEMUNHOS DE PASSE<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><u><strong>Elisa Alvarenga<\/strong> <\/u><\/span><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u201c\u00c9 assim que chega \u00e0 an\u00e1lise, devastada, se podemos diz\u00ea-lo, pelo imperativo de gozo do supereu. O primeiro ato do analista, que permitiu que essa an\u00e1lise pudesse acontecer, foi dizer-lhe n\u00e3o. (&#8230;). P\u00f4s-se a trabalho, descobrindo a l\u00f3gica implac\u00e1vel do inconsciente, cujo efeitos, sobre o corpo e nos afetos, a surpreendeu.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Alvarenga, Elisa. \u00abA f\u00f3rmula que n\u00e3o existe\u00bb. In: Miller, J-A. SANTIAGO, Ana Lydia (Org.). Aposta no passe. Rio de Janeiro: ContraCapa, 2018. p.158.<\/p>\n<p><strong>\u201c&#8230; passagem al\u00e9m do pai, &#8230; uma emerg\u00eancia pulsional, um retorno da libido at\u00e9 ent\u00e3o profundamente mortificada ao longo do trabalho de an\u00e1lise, que agora exige satisfa\u00e7\u00e3o, passa al\u00e9m da satisfa\u00e7\u00e3o masoquista&#8230;\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Idem, op cit, p. 159.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong><u>R\u00f4mulo Ferreira da Silva<\/u><\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>\u201cObjeto oral colocava-se como objeto privilegiado \u2013 comer, beber, fumar-, mas o falar p\u00f4s em evid\u00eancia o objeto voz.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Silva, R\u00f3mulo Ferreira. \u00abToma!\u00bb. In: Miller, J-A. SANTIAGO, Ana Lydia (Org.). Aposta no passe. Rio de Janeiro: ContraCapa, 2018. p.201<\/p>\n<p><strong>\u201c&#8230; um esvaziamento da satisfa\u00e7\u00e3o (&#8230;) perda da consist\u00eancia do gozo, que insistia em fazer com que a rela\u00e7\u00e3o sexual existisse.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Idem, op cit. 203.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><u><strong>Luiz Fernando Carrijo da Cunha<\/strong> <\/u><\/span><\/p>\n<p><strong>\u201cNo entanto quanto mais o ideal do saber avan\u00e7ava, mais eu me via preso nas malhas do gozo. A an\u00e1lise me mostrou, muito cedo, que o t\u00e9dio que eu experimentava no exerc\u00edcio da profiss\u00e3o estava intimamente ligado \u00e0 teia do sacrif\u00edcio.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Cunha, Luiz Fernando Carrijo. \u00ab\u00c1 sombra de uma sombra\u00bb. In: Miller, J-A. SANTIAGO, Ana Lydia (Org.). Aposta no passe. Rio de Janeiro: ContraCapa, 2018. p.231<\/p>\n<p><strong>\u201cNa an\u00e1lise, a interpreta\u00e7\u00e3o que recaiu sobre os meus desencantos por um posicionamento de interdi\u00e7\u00e3o me despertou uma lembran\u00e7a que fez s\u00e9rie com a fixa\u00e7\u00e3o do gozo pelo olhar\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Idem, op cit, p.232.<\/p>\n<p><strong>\u201c&#8230; calar a voz do Outro \u00e9 fundamental, mas n\u00e3o o suficiente para uma nomea\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que nessa medida, algo da puls\u00e3o permanece anestesiado!\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Idem, op cit p.233.<\/p>\n<p><strong>\u201c(&#8230;) cada sess\u00e3o era coroada por um vazio quase insuport\u00e1vel e um corte de sentido como al\u00edvio.\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Idem, op cit, p.234<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong><u>\u00a0Maria Josefina Sota Fuentes<\/u><\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>\u201cOs excessos da puls\u00e3o concentrados na demanda de amor desaguaram sobre a analista (&#8230;)\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Fuentes, Maria Josefina Sota. \u00abDeixar-se escrever\u00bb. In: Miller, J-A. SANTIAGO, Ana Lydia (Org.). Aposta no passe. Rio de Janeiro: ContraCapa, 2018. p.. 239<\/p>\n<p><strong>\u201cAfinal, por que insistir na demanda de amor \u00e0 m\u00e3e-analista, se desde esse lugar \u00e9 a voz do supereu quem responde, transformando o enunciado (&#8230;) em imperativo de gozo (&#8230;).\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Idem, op cit, p. 240<\/p>\n<p><strong>\u201cum vazio f\u00e9rtil se foi aninhando, desestabilizando as identidades do sentido fixo conferido pela fantasia, incluindo, em sonhos, vazios no corpo e no saber da analista\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Idem, op cit, p. 240<\/p>\n<p><strong>\u201cEis o Outro que desaparece, mas de um modo que era imposs\u00edvel imputar-lhe a carga do gozo que me concernia, da fantasia do Outro que me abandona cobrando meu sacrif\u00edcio mortal. Inconsistente, o Outro desvanecia em sua real inexist\u00eancia\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Idem, op cit, p. 242<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Santiago, J\u00e9sus. \u201cO empuxo \u00e0s adic\u00e7\u00f5es e a itera\u00e7\u00e3o do Um do gozo\u201d. In: Gurgel, Iordan; Horne, Bernardino (orgs.). O campo uniano: o \u00faltimo ensaio de Lacan e suas consequ\u00eancias. Goi\u00e2nia: Editora Ares, 2022, p. 295.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para este Boletim, o trabalho da Comiss\u00e3o centrou-se sobre as refer\u00eancias do eixo 2 e 3 da Jornada, a partir dos argumentos aportados por C\u00e9lia Winter e Luis Francisco Camargo, recolhendo-as dos textos de Freud, Lacan e Miller e tamb\u00e9m de alguns testemunhos de passe. 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