{"id":5538,"date":"2025-08-04T16:08:06","date_gmt":"2025-08-04T19:08:06","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?p=5538"},"modified":"2025-08-04T16:08:25","modified_gmt":"2025-08-04T19:08:25","slug":"referencias-e-citacoes-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/referencias-e-citacoes-2\/","title":{"rendered":"Refer\u00eancias e cita\u00e7\u00f5es #2"},"content":{"rendered":"<p>A equipe da Comiss\u00e3o de Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas da VI Jornada da Se\u00e7\u00e3o Sul, acompanha a pulsa\u00e7\u00e3o do Boletim desta vez a partir do eixo <em>O gozo e a \u00e9poca<\/em>. Conhecemos a frase de Lacan, \u201cque antes renuncie a isso portanto quem n\u00e3o conseguir alcan\u00e7ar em seu horizonte a subjetividade de sua \u00e9poca. Pois, como poderia fazer de seu ser o eixo de tantas vidas quem nada soubesse da dial\u00e9tica que o compromete com essas vidas num movimento simb\u00f3lico. Que ele conhe\u00e7a bem a espiral a que o arrasta sua \u00e9poca na obra cont\u00ednua da Babel e que conhe\u00e7a sua fun\u00e7\u00e3o de int\u00e9rprete na disc\u00f3rdia das l\u00ednguas.\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Se nos deparamos com a \u00e9poca e o gozo que entra pela porta de nossos consult\u00f3rios, como podemos ent\u00e3o, pensar essa espiral?<\/p>\n<p>Miller<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> esclarece que a espiral se refere \u00e0 expans\u00e3o a partir de um ponto central de uma curva que vai se distanciando, mas que passa sempre pelo mesmo ponto. Quer dizer que implica o desenvolvimento, mas tamb\u00e9m a repeti\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se trata de um movimento circular, mas de uma espiral, que h\u00e1 o que se renova e ao mesmo tempo, h\u00e1 um eixo central. Encontramos nisto o impulso pr\u00f3prio destas refer\u00eancias e sua leitura para movimentar um desejo de pesquisa, a transmiss\u00e3o tamb\u00e9m diz respeito a passar novamente pelo que j\u00e1 foi escrito, para introduzir algo novo. Aqui trabalhamos ao redor de determinadas extra\u00e7\u00f5es de Freud, Lacan e Miller, \u00e0 espera de que possam ser parte da espiral, num convite a faz\u00ea-las corpo e repens\u00e1-las, no que tange a nossa \u00e9poca hoje.<\/p>\n<p>Em adendo tamb\u00e9m contamos com a elabora\u00e7\u00e3o de um breve texto que fez corpo neste trabalho de extra\u00e7\u00f5es a partir de Televis\u00e3o de Lacan. Mais, ainda, poder\u00e3o encontrar cita\u00e7\u00f5es outras que nos fisgaram ao redor do tema de nossa Jornada, atrav\u00e9s das redes sociais.<\/p>\n<p>Quer compartilhar algum achado com a gente? Escreva-nos a <a href=\"mailto:paulanocquet@hotmail.com\">paulanocquet@hotmail.com<\/a>, os aguardamos!<\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>SIGMUND FREUD<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>\u201cO contraste entre a psicologia individual e a psicologia social ou de grupo, que a\u0300 primeira vista pode parecer pleno de significac\u0327a\u0303o, perde grande parte de sua nitidez quando examinado mais de perto. E\u0301 verdade que a psicologia individual relaciona-se com o homem tomado individualmente e explora os caminhos pelos quais ele busca encontrar satisfac\u0327a\u0303o para seus impulsos instintuais; contudo, apenas raramente e sob certas condic\u0327o\u0303es excepcionais, a psicologia individual se acha em posic\u0327a\u0303o de desprezar as relac\u0327o\u0303es desse indivi\u0301duo com os outros. Algo mais esta\u0301 invariavelmente envolvido na vida mental do indivi\u0301duo, como um modelo, um objeto, um auxiliar, um oponente, de maneira que, desde o comec\u0327o, a psicologia individual, nesse sentido ampliado, mas inteiramente justifica\u0301vel das palavras, e\u0301, ao mesmo tempo, tambe\u0301m psicologia social.\u201d<\/p>\n<p><strong>Freud, S. <em>Psicologia de grupo e a ana\u0301lise do ego. <\/em>In: Obras Completas, vol. XVIII: Ale\u0301m do princi\u0301pio do prazer, Psicologia de grupo e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1976, p.91<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA religi\u00e3o estorva esse jogo de escolha e adapta\u00e7\u00e3o, ao impor igualmente a todos seu caminho para conseguir felicidade e guardar-se do sofrimento. Sua t\u00e9cnica consiste em rebaixar o valor da vida e deformar delirantemente a imagem do mundo real, o que tem por pressuposto a intimida\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia. A este pre\u00e7o, pela veemente fixa\u00e7\u00e3o de um infantilismo ps\u00edquico e inser\u00e7\u00e3o num del\u00edrio de massa, a religi\u00e3o consegue poupar a muitos homens a neurose individual\u201d.<\/p>\n<p><strong>Freud, S. Obras completas volume 18 &#8211; O mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o (1930-1936). S\u00e3o Paulo: Companhia das letras, 2010, p.42\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO fato de a educa\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a poder exercer uma poderosa influ\u00eancia, em favor ou em detrimento da disposi\u00e7\u00e3o \u00e0 doen\u00e7a a ser considerada nessa soma, \u00e9, no m\u00ednimo, muito prov\u00e1vel, mas aquilo a que a educa\u00e7\u00e3o deve aspirar e onde ela deve intervir, isso ainda parece inteiramente discut\u00edvel. At\u00e9 o momento, ela apenas estabeleceu como tarefa a domina\u00e7\u00e3o, mais corretamente com frequ\u00eancia a repress\u00e3o das puls\u00f5es; o sucesso n\u00e3o foi satisfat\u00f3rio, e, onde se viu \u00eaxito, isso ocorreu em favor de um pequeno n\u00famero de seres humanos privilegiados de quem n\u00e3o exige nenhuma repress\u00e3o pulsional.\u201d<\/p>\n<p><strong>Freud, S. Hist\u00f3rias Cl\u00ednicas. An\u00e1lise da fobia de um garoto de 5 anos. (Caso Pequeno Hans) (1909). In: Hist\u00f3rias cl\u00ednicas. Cinco casos paradigm\u00e1ticos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Belo Horizonte. Aut\u00eantica, 2021. p.324<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>JACQUES LACAN<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>\u201c\u2026 se continuamos seguindo Freud num texto como o <em>Mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o<\/em>, devemos formular isto, que o gozo \u00e9 um mal. Quanto a isso Freud nos guia pela m\u00e3o &#8211; ele \u00e9 um mal porque comporta o mal do pr\u00f3ximo. (&#8230;) \u00e9 o que Freud diz. E o diz no princ\u00edpio mesmo de nossa experi\u00eancia. Ele escreve o <em>Mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o<\/em> para nos dizer isso (&#8230;) \u00e9 o que ele chama de para al\u00e9m do princ\u00edpio do prazer.\u201d<\/p>\n<p><strong>Lacan, J. O semin\u00e1rio, livro 7:A \u00e9tica da psican\u00e1lise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1991.p.225<\/strong><\/p>\n<p>\u201cSe h\u00e1 uma \u00e9tica da psican\u00e1lise &#8211; a quest\u00e3o se coloca-, \u00e9 na medida em que, de alguma maneira, por menos que seja, a an\u00e1lise fornece algo que se coloca como medida de nossa a\u00e7\u00e3o. (&#8230;) ela implica, propriamente falando, a dimens\u00e3o que se expressa no que se chama de experi\u00eancia tr\u00e1gica da vida.(&#8230;) Ali\u00e1s, \u00e9 tamb\u00e9m na dimens\u00e3o c\u00f4mica\u2026\u201d<\/p>\n<p><strong>Lacan, J. O semin\u00e1rio, livro 7:A \u00e9tica da psican\u00e1lise . Rio de Janeiro: JZE, 1991.p.374-376.<\/strong><\/p>\n<p>\u201ca felicidade (&#8230;) ningu\u00e9m sabe o que \u00e9. Se acreditarmos em Saint-Just, que o disse ele pr\u00f3prio, a felicidade se tornou desde essa \u00e9poca um fator da pol\u00edtica. Trataremos aqui de dar corpo a essa no\u00e7\u00e3o mediante um outro enunciado abrupto, que \u00e9 (&#8230;) central para a teoria freudiana \u2013 n\u00e3o h\u00e1 felicidade a n\u00e3o ser do falo (&#8230;) no entanto o que a teoria freudiana mais acentua \u00e9 que s\u00f3 o falo pode ser feliz \u2013 n\u00e3o o portador do dito cujo.\u201d.<\/p>\n<p><strong>Lacan, J. O Semina\u0301rio, Livro 17: o avesso da psicana\u0301lise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1992, p.69<\/strong><\/p>\n<p>\u201cQuem pode, em nossa e\u0301poca, sonhar sequer por um instante em deter o movimento de articulac\u0327a\u0303o do discurso da cie\u0302ncia em nome do que quer que possa acontecer? As coisas, meu Deus, ja\u0301 esta\u0303o ai\u0301. Elas mostraram aonde vamos, de estrutura molecular a fissa\u0303o ato\u0302mica. Quem pode pensar sequer por um instante que se poderia deter aquilo que, do jogo de signos, de inversa\u0303o de conteu\u0301dos a mudanc\u0327a de lugares combinato\u0301rios, provoca a tentativa teo\u0301rica de po\u0302r-se a\u0300 prova do real da maneira que, revelando o impossi\u0301vel, faz dele brotar uma nova pote\u0302ncia? E\u0301 impossi\u0301vel deixar de obedecer ao mandamento que esta\u0301 ai\u0301, no lugar do que e\u0301 a verdade da cie\u0302ncia \u2014 <em>Vai, continua. Na\u0303o pa\u0301ra. Continua a saber sempre mais<\/em>.\u201d<\/p>\n<p><strong>Lacan, J. O Semina\u0301rio, Livro 17: o avesso da psicana\u0301lise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1992, p.97<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>JACQUES-ALAIN MILLER<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>\u201cO que se esbo\u00e7ava em 1973, e que Lacan apontava, hoje nos \u00e9 plenamente contempor\u00e2neo. E pode-se constatar um esbo\u00e7o de que, em breve, s\u00f3 haver\u00e1 o mesmo, com a rebeli\u00e3o das diferen\u00e7as. E esse universo homog\u00eaneo, ou em vias de homogeneiza\u00e7\u00e3o, deixa sem refer\u00eancia o modo de gozo. (&#8230;) O que \u00e9 especialmente contempor\u00e2neo \u00e9 o fato de estarmos embara\u00e7ados pelos modos outros de gozo.\u201d<\/p>\n<p><strong>Miller, J-A. Silet: os paradoxos da pulsa\u0303o, de Freud a Lacan. traduc\u0327a\u0303o: Celso Renno\u0301 Lima; texto estabelecido por Angelina Harari e Je\u0301sus Santiago. \u2014 Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2005,p.154<\/strong><\/p>\n<p>\u201cCreio haver duas no\u00e7\u00f5es. Primeira: fundamentalmente, o modo de gozo \u00e9 relativo ao Outro e se situa sempre em rela\u00e7\u00e3o a ele. Segunda: h\u00e1 um deslocamento hist\u00f3rico que vai do Outro ao pequeno outro, como objeto <em>a, <\/em>e, com o modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista, o gozo de hoje \u00e9 mais extraviado que um outro. \u00a0Para poder situar nosso modo de gozo em rela\u00e7\u00e3o ao Outro, \u00e9 preciso estar separado dele. Ora, um tra\u00e7o do universo contempor\u00e2neo \u00e9 que o Outro desaparece. E o que est\u00e1 no diagn\u00f3stico, na profecia lacaniana sobre o racismo, que evoca o colonialismo como imposi\u00e7\u00e3o do modo de gozo, digamos, ocidental, aos povos que gozavam de outra maneira, que tinham outro modo de gozo.\u201d<\/p>\n<p><strong>Miller, J-A. Silet: os paradoxos da pulsa\u0303o, de Freud a Lacan. traduc\u0327a\u0303o: Celso Renno\u0301 Lima; texto estabelecido por Angelina Harari e Je\u0301sus Santiago. \u2014 Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2005, p.154<\/strong><\/p>\n<p>\u201cLacan dec\u00eda que la ley del mercado nos impone cierta dimensi\u00f3n del Otro &#8211; el Otro que calcula &#8211; en la que el goce se anula, pero se produce un plus. Se intercambia goce por significante y el Otro se desertifica, pero queda algo (\u2026) \u00a0\u00a1Hablad, hablad, siempre quedar\u00e1 algo!\u201d<\/p>\n<p><strong>Miller, J-A. Respuestas de lo real. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2024, p.67<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u201cCad\u00ea o gozo?\u201d e Televis\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Em 1974, Lacan se endere\u00e7a \u00e0 televis\u00e3o no mesmo tom e estilo de seus semin\u00e1rios, n\u00e3o diferencia o p\u00fablico. \u00c9 surpreendente a quantidade de assuntos abordados nessa entrevista que nos faz pensar sobre a nossa \u00e9poca e sobre a cl\u00ednica atual.<\/p>\n<p>De in\u00edcio, Lacan responde a uma pergunta sobre o inconsciente, sem deixar de fora o gozo a\u00ed implicado.\u00a0 Diferencia a psican\u00e1lise da psicoterapia, colocando esta \u00faltima como algo que leva ao pior. Chama a aten\u00e7\u00e3o para a suposta caridade do Santo, dizendo que este sim faz <em>descaridade<\/em>, pois presta-se a bancar o dejeto. Lacan comenta sobre o discurso da ci\u00eancia que irrompe o real e sobre o discurso capitalista que n\u00e3o comporta nada de progresso. Discursos que influenciam o modo de gozar no mundo. O t\u00e9dio, a morosidade dos jovens entregues a rela\u00e7\u00f5es sem repress\u00e3o, a tristeza e a depress\u00e3o s\u00e3o alguns dos sintomas situados nesse texto. Sintomas que continuam atuais e bem presentes na cl\u00ednica. Lacan chama a aten\u00e7\u00e3o para outro sintoma, a escalada do racismo que, ao impor o gozo pr\u00f3prio em outrem, toma-se assim o Outro como subdesenvolvido.<\/p>\n<p>Por fim, essa entrevista, t\u00e3o densa quanto atual, aborda diversos assuntos no que tange o gozo na cl\u00ednica e no social. Transcrita e compilada nos <em>Outros Escritos<\/em>, Televis\u00e3o, torna-se leitura imprescind\u00edvel para nos ajudarmos a refletir sobre o tema da VI jornada da EBP, Se\u00e7\u00e3o-Sul: \u201cCad\u00ea o gozo?\u201d e seu eixo \u201co que diz a \u00e9poca e a cl\u00ednica?\u201d.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Lacan, J. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1998, p.322<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Miller, J-A. <em>Punto de Capit\u00f3n<\/em> em: Pol\u00e9mica Pol\u00edtica. Espa\u00f1a: Ed. Gredos, 2021, p. 31<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A equipe da Comiss\u00e3o de Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas da VI Jornada da Se\u00e7\u00e3o Sul, acompanha a pulsa\u00e7\u00e3o do Boletim desta vez a partir do eixo O gozo e a \u00e9poca. Conhecemos a frase de Lacan, \u201cque antes renuncie a isso portanto quem n\u00e3o conseguir alcan\u00e7ar em seu horizonte a subjetividade de sua \u00e9poca. 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