{"id":5355,"date":"2025-04-29T09:12:05","date_gmt":"2025-04-29T12:12:05","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?p=5355"},"modified":"2025-04-29T10:01:41","modified_gmt":"2025-04-29T13:01:41","slug":"todo-contato-e-crise1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/todo-contato-e-crise1\/","title":{"rendered":"Todo contato \u00e9 crise[1]"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 13px;\"><em><strong>Gresiela Nunes da Rosa[2] (EBP\/AMP)\u00a0<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_5356\" aria-describedby=\"caption-attachment-5356\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5356\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/modos_de_usa_007_003-300x263.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"263\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/modos_de_usa_007_003-300x263.jpg 300w, https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/modos_de_usa_007_003.jpg 364w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5356\" class=\"wp-caption-text\">Wassily Kandinsky<\/figcaption><\/figure>\n<p>H\u00e1 pouco mais de um ano uma amiga me dizia que eu devia fazer o pedido para me tornar membro da Escola e eu respondia que eu estava contente com meu trabalho de forma\u00e7\u00e3o, que estava fazendo minha an\u00e1lise, minhas supervis\u00f5es, estudando bastante, inclusive em cart\u00e9is e que n\u00e3o tinha vontade nenhuma de perder meu tempo com reuni\u00f5es intermin\u00e1veis e improdutivas, com os efeitos de grupo, com ter que lidar com gente que, se achando importante, confunde autoridade com autoritarismo. E j\u00e1 com um tom um pouco mais inflamado eu ia dizendo: a Escola \u00e9 uma coisa que atrapalha demais o desejo. Mas o que saiu, o que eu disse, foi: a Escola \u00e9 uma coisa que atrapalha demais o gozo. Uma semana depois eu estava encaminhando meu pedido para me tornar membro da Escola. E aqui estou.<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o estava, desde o princ\u00edpio, localizada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Escola, dirigida pela l\u00f3gica do Sujeito Suposto Saber. A Escola alojada neste lugar do sujeito suposto saber como se faz uma forma\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise. Para al\u00e9m da dire\u00e7\u00e3o que \u00e9 o trip\u00e9 freudiano, ainda faltava que se dissesse estudar o que? Com quem se analisar? Com quem e como supervisionar o pr\u00f3prio trabalho? (perguntas que implicam o para onde se dirige uma an\u00e1lise).\u00a0 A orienta\u00e7\u00e3o lacaniana ent\u00e3o funcionava como o nome para o Sujeito Suposto Saber. Se isso n\u00e3o se constr\u00f3i apenas no mist\u00e9rio em que parte da transfer\u00eancia se sustenta, \u00e9 porque, como em algum dia fora anunciado por Lacan, \u201cTu podes saber o que pensa a Escola\u201d. Podemos saber o que pensa a Escola a partir da produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rica que adv\u00e9m de seus membros, do que se debate nos eventos, na maneira como se l\u00ea os casos cl\u00ednicos e a presen\u00e7a do psicanalista nas Jornadas e Conversa\u00e7\u00f5es Cl\u00ednicas, nos testemunhos de passe.<\/p>\n<p>Mas o inconsciente \u00e9 int\u00e9rprete. Lacan diz que o equ\u00edvoco \u00e9 uma arma contra o sintoma e \u00e9 com ele que alguma verdade do sujeito poderia se mostrar. Ainda que o equ\u00edvoco n\u00e3o seja em si um enunciado, ele faz furo no dito, perturba aquilo que parecia estabelecido, permitindo ent\u00e3o um deslocamento da pr\u00f3pria posi\u00e7\u00e3o em que se encontra o sujeito. O equ\u00edvoco, na medida em que n\u00e3o \u00e9 um enunciado, aponta para o lugar da enuncia\u00e7\u00e3o, assim como tamb\u00e9m pode abrir caminho para o ato.<\/p>\n<p>Em \u201cDesejo e sujeira: ensaio sobre a fenomenologia da polui\u00e7\u00e3o feminina na antiguidade\u201d, Anne Carson diz:<\/p>\n<blockquote><p>Enquanto membros da sociedade humana, nossa tarefa cotidiana mais dif\u00edcil \u00e9, provavelmente, o toque. Podemos tocar uns aos outros de modo f\u00edsico, emocional, moral ou imagin\u00e1rio. Todo contato \u00e9 crise. Como dizem os antrop\u00f3logos, \u2018o toque \u00e9 sempre um golpe modificado\u2019. A complica\u00e7\u00e3o que qualquer n\u00edvel de contato instaura \u00e9 a viola\u00e7\u00e3o de um limite estabelecido, a transgress\u00e3o de uma categoria fechada, \u00e0 qual n\u00e3o se pertence. (CARSON, 2023, p. 11)<\/p><\/blockquote>\n<p>Trago aqui essa cita\u00e7\u00e3o como convite para pensar esse ponto em que a alteridade, aquilo que vem do outro e tamb\u00e9m do estranho em si mesmo, produz crise. Todo contato \u00e9 crise. Penso que podemos chamar de contato aquilo que toca a partir da alteridade. N\u00e3o seria a alteridade esse lugar enigm\u00e1tico que mant\u00e9m a pertin\u00eancia da pergunta: quem fala? E essa pergunta j\u00e1 n\u00e3o p\u00f5e em relevo o fato de que h\u00e1 um outro que fala? A alteridade n\u00e3o poderia ser tomada como um tipo de espelho em que reflete justamente aquilo que sobra do que n\u00e3o se identifica?<\/p>\n<p>Se a pergunta \u201cquem fala?\u201d \u00e9 uma pergunta pelo autor do dito, a pergunta \u201conde estou no dizer\u201d, aponta para o lugar desde onde se diz. \u00c9 um deslocamento interessante na medida em que n\u00e3o p\u00f5e a quest\u00e3o no campo do sujeito, que de certa forma procura por sua unidade no dizer, mas coloca \u00eanfase na posi\u00e7\u00e3o em que se est\u00e1 quando se diz, permitindo pensar que h\u00e1 a\u00ed um tipo de desaparecimento do sujeito, que s\u00f3 volta a aparecer na medida em que se localiza em algum lugar. O foco passa a ser o lugar e n\u00e3o o sujeito. Creio que isso implica uma nova volta em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o da autoria. Permite pensar a enuncia\u00e7\u00e3o como distinta do enunciado, n\u00e3o porque \u00e9 outro quem diz, mas que quem diz, diz de certo lugar, de certa posi\u00e7\u00e3o. Importa assim, menos o que diz e mais se o que diz est\u00e1 dito desde o lugar do mestre, do analista, da hist\u00e9rica, do universit\u00e1rio, conforme S\u00e9rgio Mattos nos lembrou em seu testemunho na \u00faltima Jornada da Se\u00e7\u00e3o. O lugar desvela ent\u00e3o o gozo implicado a\u00ed.<\/p>\n<p>Mas a proposta de Miller em sua teoria de Turim \u00e9 que tomemos a Escola como um sujeito. Isso parece interessante, visto que o mais comum seria tom\u00e1-la como lugar. N\u00e3o deixa de ser um lugar, me parece. Um lugar em que se aloja uma ideia do que \u00e9 a psican\u00e1lise, de como se sustenta a forma\u00e7\u00e3o do analista. Um lugar implica pensar numa geografia, em alguma coisa que tem limites. No entanto essas ideias, e talvez esses limites, no que concerne \u00e0 Escola, paradoxalmente se sustentam no n\u00e3o saber: n\u00e3o saber o que \u00e9 um psicanalista. N\u00e3o saber onde se encontra a borda. Isso inclusive implica em sustentar o n\u00e3o saber em tudo que se derivar da\u00ed. O n\u00e3o saber como centro para que nada ganhe a consist\u00eancia r\u00edgida.<\/p>\n<p>N\u00e3o seria esse n\u00e3o saber o pr\u00f3prio do que constitui o sujeito como dividido? O sujeito dividido entre um significante e outro, o sujeito que n\u00e3o conquista jamais a consist\u00eancia de ser. O n\u00e3o saber como esse furo que produz o pr\u00f3prio movimento da cadeia de significantes que faz existir, nunca de maneira completa, o sujeito.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o o que \u00e9 a Escola? Temos algumas respostas dadas por Lacan: um ref\u00fagio para o mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o, uma base de opera\u00e7\u00f5es. Duas ideias que bem parecem contradit\u00f3rias. Isso, a contradi\u00e7\u00e3o, ou os muitos nomes que se pode colocar a\u00ed, diz sobre a concep\u00e7\u00e3o de Escola como sujeito dividido? Ou ser\u00e1 que a Escola \u00e9 um sujeito dividido porque o que est\u00e1 em jogo \u00e9 o m\u00faltiplo que comp\u00f5e seu conjunto? Cada um dos que comp\u00f5em a Escola, membros e tamb\u00e9m os n\u00e3o-membros, colocam sua pr\u00f3pria interpreta\u00e7\u00e3o em jogo e tensionam esse imposs\u00edvel de fazer unidade no coletivo.<\/p>\n<p>Como lugar, a Escola me parece um lugar privilegiad\u00edssimo em que se pode colocar em jogo justamente essa tens\u00e3o entre o Um e o coletivo sem que isso desemboque na guerra. N\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o entramos em guerra, por suposto. Mas se isso ocorre, creio que podemos dizer que o que mobiliza a presen\u00e7a do Um talvez n\u00e3o seja de fato o Um e sim a fantasia do sujeito, aquilo que quer fazer consistir a rela\u00e7\u00e3o, a tese, a consist\u00eancia, a unidade. O falso um que se sustenta a partir da fantasia, que em \u00faltima inst\u00e2ncia visa a completude com o Outro.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 preciso ent\u00e3o que se possa saber algo daquilo que uma an\u00e1lise \u00e9 capaz de ensinar. Miller diz que se<\/p>\n<blockquote><p>(&#8230;)sabe algo \u00e0 medida que \u00e9 analisado, que se analisa, que conceitualmente captou o que ensina uma an\u00e1lise, que cada um est\u00e1 s\u00f3 \u2013 s\u00f3 com o Outro do significante, s\u00f3 com sua fantasia, da qual \u201cum p\u00e9 est\u00e1 no Outro\u201d, s\u00f3 com seu gozo, \u00eaxtimo. (MILLER, 2016, p. 7).<\/p><\/blockquote>\n<p>A pergunta que, no entanto, me fa\u00e7o \u00e9 a se a experi\u00eancia de Escola n\u00e3o permite, n\u00e3o convida, a que possamos, se a experi\u00eancia da an\u00e1lise tamb\u00e9m permitir, ir al\u00e9m da fantasia? Al\u00e9m desse lugar que visa fazer-se um com o outro?<\/p>\n<p>Volto a ideia de Anne Carson de que todo contato \u00e9 crise. Todo contato (com a alteridade) fura a borda que faz limite. Todo contato \u00e9 crise porque o gozo do outro \u00e9 sempre estranho ou porque a presen\u00e7a do outro \u00e9 capaz de fazer aparecer o gozo pr\u00f3prio como estranho.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o que me interessa e creio que interessa ao pr\u00f3prio funcionamento da Escola \u00e9 qual \u00e9 a consequ\u00eancia desta crise, deste impacto que \u00e9 a presen\u00e7a da alteridade. Se a crise \u00e9 respondida a partir da fantasia creio que \u00e9 o lugar em que o mal-estar se instala podendo provocar o pior. A\u00ed est\u00e1 em jogo o n\u00e3o querer saber nada sobre isso, sobre o fato de que h\u00e1 Um. Sobre o fato de que \u00e9 imposs\u00edvel fazer consistir a rela\u00e7\u00e3o. A\u00ed, temos \u201co sujeito que se prop\u00f5e ele mesmo como Ideal\u201d (MILLER, 2016, p. 5). Por outro lado, dirigidos pelo ideal, pela causa, pela causa freudiana, pela orienta\u00e7\u00e3o lacaniana, o Um pode fazer da crise um movimento, o deslocamento da cadeia significante e tamb\u00e9m mais que isso, o la\u00e7o mesmo e tamb\u00e9m o ato. A\u00ed temos \u201cum sujeito que tem rela\u00e7\u00e3o com um Ideal, como os outros que convida a se reunir em sua Escola\u201d (Idem). Como o Um faz la\u00e7o?<\/p>\n<p>Dizemos que o que faz la\u00e7o \u00e9 o discurso, mas como seria poder fazer la\u00e7o fora do enquadre discursivo? Ainda pergunto sobre o que no discurso faz o la\u00e7o? E tamb\u00e9m o que seria o la\u00e7o? O que \u00e9 capaz de produzir este la\u00e7o que nos interessa propriamente na Escola que \u00e9 o la\u00e7o de trabalho? Lacan disse que o gozo feminino \u00e9 capaz de produzir desejo. Poder\u00edamos tomar essa proposi\u00e7\u00e3o para pensar que tanto o que faz la\u00e7o como o que transmite alguma coisa no n\u00edvel do desejo de saber (ser\u00e1 que n\u00e3o \u00e9 a mesma coisa?), por exemplo quando pensamos o ensino da psican\u00e1lise, \u00e9 o gozo enquanto tal, o feminino?<\/p>\n<p>Creio que podemos pensar a quest\u00e3o do gozo em uma dupla vertente. A do gozo veiculado pela fantasia, que p\u00f5e em jogo o f\u00e1lico, o n\u00e3o querer saber nada do furo, do n\u00e3o h\u00e1. Mas h\u00e1 tamb\u00e9m o outro gozo que n\u00e3o busca completude no e para o Outro, mas que a partir do Outro encontra um lugar. Acho que esta faceta do gozo n\u00e3o tem voca\u00e7\u00e3o para a tirania e neste sentido \u00e9 o que coloca a si mesmo e ao outro a trabalho a partir do lugar pr\u00f3prio, ainda que orientados pelo Ideal, produzindo a\u00ed um la\u00e7o de trabalho. Esse ent\u00e3o seria o gozo que conv\u00e9m a um lugar que se prop\u00f5e a funcionar a partir da l\u00f3gica do S(\u023a).<\/p>\n<p>Miller diz que que para que esta comunidade chamada Escola seja poss\u00edvel, sup\u00f5e-se a presen\u00e7a de<\/p>\n<blockquote><p>sujeitos que sabem sobre a natureza dos semblantes, e sobre que a do Ideal, igual para todos, n\u00e3o \u00e9 outra coisa sen\u00e3o uma causa para cada um experimentada no n\u00edvel de sua solid\u00e3o subjetiva, como uma escolha subjetiva pr\u00f3pria, uma escolha alienante, inclusive for\u00e7ada, e que implica uma perda. (MILLER, 2016, p. 6).<\/p><\/blockquote>\n<p>A Escola \u00e9 ent\u00e3o uma experi\u00eancia. Como dizer sobre ela? Experi\u00eancia e enuncia\u00e7\u00e3o s\u00e3o dois elementos separados. Que alguma coisa que aconte\u00e7a ganhe o status de experi\u00eancia n\u00e3o \u00e9 qualquer coisa. Sustentaria a ideia de que a experi\u00eancia pode ser o que decorre do contato. A experi\u00eancia como crise, aquilo a partir do qual n\u00e3o se pode voltar ao estado anterior. A Escola \u00e9 um lugar privilegiado neste sentido. \u00c9 um lugar prop\u00edcio \u00e0 experi\u00eancia. Que se possa dizer a partir deste lugar \u00e9 outra coisa, e que esse dizer seja causa do la\u00e7o \u00e9 ainda outra. Um dizer que causa desejo de trabalho seria ent\u00e3o esse ponto em que enunciado e enuncia\u00e7\u00e3o, e porque n\u00e3o dizer, forma e conte\u00fado se encontram melhor articulados?<\/p>\n<p>A Escola \u00e9 uma for\u00e7a contra o cinismo, disse Laurent. Eu diria que a Escola de fato \u00e9 uma coisa que atrapalha demais o gozo. Que a experi\u00eancia de Escola \u00e9 crise. Atrapalha o gozo de n\u00e3o querer saber nada sobre o \u201cn\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d. Mas por outro lado, \u00e9 com o gozo, outro gozo, que cada um pode sustentar na coletividade a causa que \u00e9 capaz de constituir uma comunidade.<\/p>\n<p>\u201cPreservar sua inconsist\u00eancia como seu bem mais precioso, seu agalma.\u201d (MILLER, 2016, p. 13). Est\u00e1 a\u00ed o ponto em que forma e conte\u00fado bem poderiam se articular na experi\u00eancia de Escola. Como contar essa experi\u00eancia?<\/p>\n<p>Que o esp\u00edrito da psican\u00e1lise sopre sobre n\u00f3s!<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">[1] Texto apresentado no Semin\u00e1rio de Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana: Onde estou no dizer. Ensino e enuncia\u00e7\u00e3o, coordenado pelo Conselho da EBP-Sul. No dia 30 de outubro de 2024.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">[2] Membro da EBP\/AMP.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gresiela Nunes da Rosa[2] (EBP\/AMP)\u00a0 H\u00e1 pouco mais de um ano uma amiga me dizia que eu devia fazer o pedido para me tornar membro da Escola e eu respondia que eu estava contente com meu trabalho de forma\u00e7\u00e3o, que estava fazendo minha an\u00e1lise, minhas supervis\u00f5es, estudando bastante, inclusive em cart\u00e9is e que n\u00e3o tinha&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"post_series":[],"class_list":["post-5355","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-boletim-modos-de-usar","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5355","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5355"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5355\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5380,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5355\/revisions\/5380"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5355"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5355"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5355"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=5355"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}