{"id":5352,"date":"2025-04-29T09:10:18","date_gmt":"2025-04-29T12:10:18","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?p=5352"},"modified":"2025-04-29T09:10:18","modified_gmt":"2025-04-29T12:10:18","slug":"onde-estou-no-dizer-enunciacao-e-experiencia1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/onde-estou-no-dizer-enunciacao-e-experiencia1\/","title":{"rendered":"\u201cOnde estou no dizer?\u201d Enuncia\u00e7\u00e3o e experi\u00eancia[1]"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 13px;\"><em><strong>Artur Cipriani da Silva[2]<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_5353\" aria-describedby=\"caption-attachment-5353\" style=\"width: 280px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5353\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/modos_de_usa_007_004-280x300.jpg\" alt=\"\" width=\"280\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/modos_de_usa_007_004-280x300.jpg 280w, https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/modos_de_usa_007_004.jpg 328w\" sizes=\"auto, (max-width: 280px) 100vw, 280px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5353\" class=\"wp-caption-text\">Wassily Kandinsky<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: right;\">Desde aquele tempo enquanto o resto da turma<br \/>\nse juntava pra bater uma bola<br \/>\nEu pulava o muro com Zezinho<br \/>\nno fundo do quintal da escola[1]\n<p>Desde a conversa com os participantes da Nova Pol\u00edtica da Juventude, denominada \u201cExperi\u00eancia de Escola\u201d, j\u00e1 fomos convidados, nos convidamos a dizer de nossos percursos e transfer\u00eancias com a Escola, esse ideal ao qual cada um de n\u00f3s, t\u00e3o sozinho como se est\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 causa anal\u00edtica, se remete. Um segundo passo, uma consequ\u00eancia poss\u00edvel \u00e9 uma enuncia\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria a respeito <em>da<\/em> Escola. Poderia a forma\u00e7\u00e3o \u201cacompanhada\u201d dos participantes da NPJ ter fun\u00e7\u00e3o interpretativa?<\/p>\n<p>Partir da Teoria de Turim me parece um interessante caminho na via de saber mais da Escola, da AMP, enquanto participante da NPJ. Afinal, ali Miller est\u00e1 justamente dizendo o que constitui uma Escola de psican\u00e1lise. Deixemos este texto aberto para em seguida a ele nos voltarmos.<\/p>\n<p>H\u00e1 um desenvolvimento do conceito de Escola a partir dos pr\u00e9-socr\u00e1ticos, sendo que a Academia de Arist\u00f3teles marca um momento decisivo do significante \u201cEscola\u201d. Esse conceito aparentemente vem de antes, dos eg\u00edpcios. A origem etimol\u00f3gica do significante \u201cEscola\u201d \u00e9 o grego <em>schol\u0113 <\/em>[ou <em>skhol\u0113<\/em>?], que originalmente significava \u201clazer\u201d, e tamb\u00e9m <em>aquilo em que o lazer \u00e9 empregado<\/em>[2] [3], quer dizer, aquilo de que o homem livre (do trabalho servil), com \u00f3cio, poderia se ocupar. Evidentemente, j\u00e1 com os gregos \u201cescola\u201d passou a denominar uma institui\u00e7\u00e3o de ensino. Por agora, o significante tamb\u00e9m pode dizer do lugar f\u00edsico, edif\u00edcio onde esse ensino \u00e9 praticado; de uma doutrina ou sistema de pensamento; de um m\u00e9todo e estilo de um autor ou artista.<\/p>\n<p>Sobre a Escola de Psican\u00e1lise, \u00e0 qual fui levado como institui\u00e7\u00e3o em que se supunha saber e j\u00e1, tamb\u00e9m, desejo de saber, pergunto-me: por que a proposta de Lacan foi de uma Escola, n\u00e3o de uma associa\u00e7\u00e3o, sociedade, gr\u00eamio, confraria, irmandade, etc.? A decis\u00e3o certamente teve que ver com sua cr\u00edtica \u00e0 IPA\/SAMCDA e sua hierarquiza\u00e7\u00e3o, burocratiza\u00e7\u00e3o, formalismo, rigidez etc. Talvez tenha tamb\u00e9m a ver com o retorno ao tipo de grupo que Freud formara nos prim\u00f3rdios da psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>Cito o <em>Pre\u00e2mbulo de 22 de janeiro de 2000:<\/em><\/p>\n<blockquote><p>Em 21 de junho de 1964, reafirmando, ao mesmo tempo, a validade da experi\u00eancia psicanal\u00edtica e a necessidade de estabelecer-lhe o princ\u00edpio freudiano na teoria e na pr\u00e1tica, Jacques Lacan introduzia, simultaneamente, a no\u00e7\u00e3o de uma forma associativa at\u00e9 ent\u00e3o in\u00e9dita: no lugar da Sociedade que se tornou tradicional, baseada sobre o reconhecimento m\u00fatuo dos didatas, ele prop\u00f4s a Escola, cujos membros encontrariam no reconhecimento de um n\u00e3o saber irredut\u00edvel \u2013 S(A), que \u00e9 o pr\u00f3prio inconsciente, o ponto de partida para prosseguir um trabalho de elabora\u00e7\u00e3o orientada pelo desejo de uma inven\u00e7\u00e3o de saber e de sua transmiss\u00e3o integral, o que Lacan devia chamar, mais tarde, de matema[4].<\/p><\/blockquote>\n<p>Por \u201cuma forma associativa at\u00e9 ent\u00e3o in\u00e9dita\u201d consideramos seu ineditismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s institui\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas, mas, por que n\u00e3o, tamb\u00e9m ao conceito de Escola.<\/p>\n<blockquote><p>Reconhecemos nesta enuncia\u00e7\u00e3o fundante de Jacques Lacan o que faz da Escola uma experi\u00eancia in\u00e9dita, em sua elabora\u00e7\u00e3o e em sua transmiss\u00e3o, sem igual nas formas de saber constitu\u00eddo de nossa \u00e9poca[5].<\/p><\/blockquote>\n<p>Para al\u00e9m de uma institui\u00e7\u00e3o formativa, que tamb\u00e9m envolve ensino, a Escola de Lacan \u00e9 um conglomerado de solid\u00f5es, de um-a-um referenciados nesse ideal que \u00e9 a Escola, e\/ou ent\u00e3o a Causa Freudiana. Uma elabora\u00e7\u00e3o a fim de saber do lugar de onde se diz (que n\u00e3o \u00e9 dado de antem\u00e3o, visto que a cada vez \u00e9 preciso ver o lugar do dizer e do dito, da enuncia\u00e7\u00e3o e do enunciado) s\u00f3 se pode fazer a partir desse lugar solit\u00e1rio, desse lugar de <em>um<\/em> que tem <em>uma<\/em> rela\u00e7\u00e3o com esse ideal.<\/p>\n<p>Ref\u00fagio contra o mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o \u00e0 qual fui apresentado, a Escola se me chegou com as cores do saber suposto; a este podemos agora adicionar a qualidade de sujeito, pois a teoria de Turim propriamente dita \u00e9: a Escola \u00e9 sujeito. Os fen\u00f4menos dos grupos s\u00e3o interpret\u00e1veis como um sujeito o \u00e9; por conseguinte, tamb\u00e9m a Escola.<\/p>\n<blockquote><p>As fun\u00e7\u00f5es e os fen\u00f4menos postos em evid\u00eancia no plano do coletivo s\u00e3o os mesmos que as fun\u00e7\u00f5es que se revelam e os fen\u00f4menos que se desdobram no tratamento. Nos termos de Freud s\u00e3o a fun\u00e7\u00e3o do Eu, a do Ideal do Eu, o fen\u00f4meno da identifica\u00e7\u00e3o[6].<\/p><\/blockquote>\n<p>A entrada e a participa\u00e7\u00e3o na Escola dependem de um envolvimento e de um trabalho singular, solit\u00e1rio, em rela\u00e7\u00e3o a esse ideal; mas essas tamb\u00e9m s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es para o funcionamento da pr\u00f3pria Escola. Isto remete diretamente ao que Miller fala a respeito de: 1) que, em uma Escola, \u201ctudo \u00e9 da ordem do anal\u00edtico\u201d; de que ali \u201c(\u2026) n\u00e3o h\u00e1 nada que n\u00e3o tenha o g\u00eanio psicanal\u00edtico, que n\u00e3o participe do esp\u00edrito da psican\u00e1lise, certamente que pode ser a t\u00edtulo de se defender dele, de reprimi-lo, de neg\u00e1-lo\u201d[7]; e 2) a Escola ser n\u00e3o-toda:<\/p>\n<blockquote><p>Neste sentido, a Escola \u00e9 um conjunto logicamente inconsistente. \u00c9 um conjunto de Russell, o dos cat\u00e1logos que n\u00e3o cont\u00e9m a si pr\u00f3prios, um conjunto sem universal, \u201cfora do Universo\u201d, no qual n\u00e3o vale o \u201cpara todo <em>x<\/em>\u201d. \u00c9 \u201cn\u00e3o-todo\u201d, o que n\u00e3o quer dizer que seja incompleto, que lhe falte sempre um peda\u00e7o, como se entende habitualmente. \u00c9 \u201cn\u00e3o-todo\u201d no sentido em que \u00e9 logicamente inconsistente, e se apresenta sob a forma de uma s\u00e9rie na qual falta uma lei de forma\u00e7\u00e3o. \u00c9 tamb\u00e9m a raz\u00e3o da estrutura que faz com que o movimento lacaniano se apresente sob uma forma essencialmente dispersa; a AMP n\u00e3o \u00e9 ela mesma, mas uma entre outras[8].<\/p><\/blockquote>\n<p>Interessa-me comentar a dificuldade de \u201cfazer\u201d uma escola de psican\u00e1lise nessa condi\u00e7\u00e3o de portadora de um modo de enuncia\u00e7\u00e3o n\u00e3o alienante (via sugest\u00e3o, opondo \u201cn\u00f3s\u201d a \u201celes\u201d, intensificando a aliena\u00e7\u00e3o subjetiva ao Ideal), mas interpretativo. Falamos aqui de enunciar interpreta\u00e7\u00f5es \u00e0 pr\u00f3pria Escola: \u201cInterpretar o grupo \u00e9 dissoci\u00e1-lo, e remeter cada um dos membros da comunidade \u00e0 sua solid\u00e3o, \u00e0 solid\u00e3o de sua rela\u00e7\u00e3o ao Ideal\u201d. Todas as solid\u00f5es na Escola \u201c(\u2026) s\u00e3o tratadas cada uma como exce\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o s\u00e3o sindicaliz\u00e1veis\u201d[9].<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) a cada vez nascida de crises, [a psican\u00e1lise] <em>sempre <\/em>est\u00e1 em crise porque ela permanece com o Real, e, portanto com o imposs\u00edvel no cerne de qualquer grupo anal\u00edtico\u201d[10]. Quanto mal-estar, quanta incerteza, quanta claudica\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao ideal n\u00e3o h\u00e1 em um movimento essencialmente disperso, um conjunto logicamente inconsistente, um grupo cujo funcionamento consiste mesmo em sua pr\u00f3pria e constante dissocia\u00e7\u00e3o \u2013 e n\u00e3o est\u00e1 aqui tamb\u00e9m o g\u00e9rmen do cartel, grupo-n\u00facleo do trabalho de Escola, fundado sob a premissa de sua pr\u00f3pria dissolu\u00e7\u00e3o? Estamos falando aqui de dispositivos que n\u00e3o pretendem destruir os ideais de grupo, institui\u00e7\u00e3o, causa etc.; mas que nos primeiros cap\u00edtulos de seu funcionamento buscam garantir que esses ideais, essas transfer\u00eancias, diga-se tamb\u00e9m, portanto: essas resist\u00eancias, n\u00e3o sejam totais a ponto de cegar o tal fio cortante. Uma fun\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>Se o passe \u00e9 a caracter\u00edstica pr\u00f3pria da Escola de Lacan, seu singular, est\u00e1 a\u00ed tamb\u00e9m, apontando atrav\u00e9s da tal doutrina do final de an\u00e1lise, uma orienta\u00e7\u00e3o para o sujeito na Escola e para o sujeito Escola.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><strong>Bibliografia<br \/>\n<\/strong>BASSOLS, Miquel. <em>O campo e a causa \u2013 aos 20 anos da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise<\/em>.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">MILLER, Jacques-Alain. <em>Teoria de Turim: sobre o sujeito da Escola<\/em>. <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online<\/em>, nova s\u00e9rie, ano 7, n. 21, nov. 2016, pg. 03, 09. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/edicao\/21\/teoria-de-turim-sobre-o-sujeito-da-escola\/. Acesso em: 26 abr. 2025.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">PERSEUS DIGITAL LIBRARY. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.perseus.tufts.edu\/hopper\/text?doc=Perseus%3Atext%3A1999.04.0057%3Aentry%3Dsxolh%2F\">https:\/\/www.perseus.tufts.edu\/hopper\/text?doc=Perseus%3Atext%3A1999.04.0057%3Aentry%3Dsxolh%2F<\/a>. Acesso em: 26 abr. 2025.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">Pre\u00e2mbulo da Escola Una. Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, 22 jan. 2000. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.ebp.org.br\/ebp\/preambulo\/. Acesso em: 26 abr. 2025.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">SEIXAS, Raul. <em>No fundo do quintal da escola<\/em>. Excerto da m\u00fasica.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">WRIGHT, C. <em>Negative Transference as Fertile Crises in the School<\/em>. In: <em>Psychoanalytical Notebooks of the London Society of the NLS<\/em>, n. 40, 2023, pg. 131\u2013132. Tradu\u00e7\u00e3o do autor.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">Online Etymology Dictionary. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.etymonline.com\/word\/school\">https:\/\/www.etymonline.com\/word\/school<\/a>. Acesso em: 26 abr. 2025.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">[1] Excerto de \u201cNo fundo do quintal da escola\u201d, m\u00fasica de Raul Seixas.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">[2] Perseus Digital Library. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.perseus.tufts.edu\/hopper\/text?doc=Perseus%3Atext%3A1999.04.0057%3Aentry%3Dsxolh%2F.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">[3] Online Etymology Dictionary. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.etymonline.com\/word\/school.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">[4] Pre\u00e2mbulo da Escola Una. Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, 22 jan. 2000. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.ebp.org.br\/ebp\/preambulo\/. Acesso em: 26 abr. 2025.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">[5] BASSOLS, M. \u201cO campo e a causa \u2013 aos 20 anos da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise\u201d.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">[6] MILLER, Jacques-Alain. <em>Teoria de Turim: sobre o sujeito da Escola<\/em>. <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online<\/em>, nova s\u00e9rie, ano 7, n. 21, nov. 2016, p. 3. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/edicao\/21\/teoria-de-turim-sobre-o-sujeito-da-escola\/. Acesso em: 26 abr. 2025.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">[7] Idem, pg. 12.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">[8] Idem. pg. 09.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">[9] Idem.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">[10] Wright, C. \u201cNegative Transference as Fertile Crises in the School\u201d. In: <em>Psychoanalytical Notebooks of the London Society of the NLS<\/em>, no 40, 2023, pp 131-32. Tradu\u00e7\u00e3o do autor.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artur Cipriani da Silva[2] Desde aquele tempo enquanto o resto da turma se juntava pra bater uma bola Eu pulava o muro com Zezinho no fundo do quintal da escola[1] Desde a conversa com os participantes da Nova Pol\u00edtica da Juventude, denominada \u201cExperi\u00eancia de Escola\u201d, j\u00e1 fomos convidados, nos convidamos a dizer de nossos percursos&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"post_series":[],"class_list":["post-5352","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-boletim-modos-de-usar","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5352","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5352"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5352\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5354,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5352\/revisions\/5354"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5352"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5352"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5352"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=5352"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}