{"id":5176,"date":"2024-09-18T11:32:02","date_gmt":"2024-09-18T14:32:02","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?p=5176"},"modified":"2024-09-18T14:16:08","modified_gmt":"2024-09-18T17:16:08","slug":"boletim-corpografias-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/boletim-corpografias-4\/","title":{"rendered":"Boletim Corpografias #4"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;4914&#8243;][vc_empty_space][vc_column_text]#04 &#8211; SETEMBRO\u00a0 2024[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">EDITORIAL<\/span><\/h3>\n<p>A duas semanas da 5\u00aa Jornada de Psican\u00e1lise da EBP &#8211; Se\u00e7\u00e3o Sul, o boletim Corpografias #4 traz uma s\u00e9rie de textos que foram produtos da \u00faltima preparat\u00f3ria, em torno do eixo \u201cO discurso faz do corpo um corpo\u201d. As quest\u00f5es giraram entre enuncia\u00e7\u00e3o, enunciado, dizer, dito e discurso, convocando a uma distin\u00e7\u00e3o dos tempos l\u00f3gicos, que inclui lal\u00edngua e a letra. Conceitos que certamente voltar\u00e3o a circular nas apresenta\u00e7\u00f5es de trabalhos e conversa\u00e7\u00f5es nos dias 4 e 5 de outubro.<\/p>\n<p>A duas semanas da 5\u00aa Jornada de Psican\u00e1lise da EBP &#8211; Se\u00e7\u00e3o Sul, o boletim Corpografias #4 traz uma s\u00e9rie de textos que foram produtos da \u00faltima preparat\u00f3ria, em torno do eixo \u201cO discurso faz do corpo um corpo\u201d. As quest\u00f5es giraram entre enuncia\u00e7\u00e3o, enunciado, dizer, dito e discurso, convocando a uma distin\u00e7\u00e3o dos tempos l\u00f3gicos, que inclui lal\u00edngua e a letra. Conceitos que certamente voltar\u00e3o a circular nas apresenta\u00e7\u00f5es de trabalhos e conversa\u00e7\u00f5es nos dias 4 e 5 de outubro.[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Feditorial-boletim-corpografias-4%2F|title:Editorial%20%20Boletim%20Corpografias%20%234|rel:nofollow&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5161&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">EIXO 3: O DISCURSO FAZ DO CORPO UM CORPO<\/span><\/h3>\n<h6><em>Cinthia Busato (EBP\/AMP)<\/em><\/h6>\n<p>No Semin\u00e1rio 19,\u00a0<em>&#8230;ou pior<\/em>, Lacan aponta que foi a partir da fala das hist\u00e9ricas que Freud fez surgir \u201ca constata\u00e7\u00e3o de que o que se produzia no n\u00edvel do suporte tinha a ver com o que se articulava pelo discurso. O suporte \u00e9 o corpo\u201d. O discurso faz do corpo um corpo que funciona, se regula, se orienta e se inscreve no la\u00e7o discursivo pelo efeito significante. Mas, h\u00e1 um resto que Lacan j\u00e1 definiu como uma marca, um estigma do real que n\u00e3o se liga a nada. Esse real que n\u00e3o se liga a nada ser\u00e1 o ponto de opacidade do gozo, que poder\u00e1 ser acolhido no sintoma. Ent\u00e3o, como pode ser tocado esse caro\u00e7o de real?[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Feixo-3-o-discurso-faz-do-corpo-um-corpo%2F&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5162&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">O enigma e a enuncia\u00e7\u00e3o<\/span><\/h3>\n<h6><em>Eneida M. Santos (EBP\/AMP) \u2013 Cartel Fulgurante<br \/>\nEIXO 3: O DISCURSO FAZ DO CORPO UM CORPO<\/em><\/h6>\n<p>Partirei de um trecho do texto do argumento de C\u00ednthia no qual ela destaca a express\u00e3o \u201cum dizer novo\u201d, como uma interpreta\u00e7\u00e3o que faz emenda entre o simb\u00f3lico e o real, para situar a quest\u00e3o do enigma e da\u00a0 enuncia\u00e7\u00e3o.\u00a0 Uma vez que o ato da enuncia\u00e7\u00e3o reinaugura\u00a0 esse \u201cnovo\u201d, o sujeito do enunciado se v\u00ea transformado e o enigma\u00a0 que o ato cont\u00e9m, daquilo que o causa, pode ser , de certa forma, preservado.<\/p>\n<p>O discurso faz do corpo um corpo, t\u00edtulo dado a esse eixo, marca esse encontro traum\u00e1tico com\u00a0 \u201ca palavra que fere\u201d, o choque do encontro da l\u00edngua com o corpo. J\u00e1 a enuncia\u00e7\u00e3o refere-se\u00a0 a um processo mais articulado e sofisticado da linguagem, mais tardio, vamos dizer assim&#8230;[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fo-enigma-e-a-enunciacao%2F|title:O%20enigma%20e%20a%20enuncia%C3%A7%C3%A3o&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5163&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">Um saber-fazer que perturbe o discurso<\/span><\/h3>\n<h6><em>Juan C. Galigniana \u2013 Cartel Fulgurante<br \/>\nEIXO 3: O DISCURSO FAZ DO CORPO UM CORPO<\/em><\/h6>\n<p>Ao ler o texto do 3\u00b0 eixo da 5\u00aa Jornada EBP-Sul, detive-me, momentaneamente, sobre um aspecto do primeiro par\u00e1grafo. Ao t\u00edtulo escolhido \u2013<em>\u00a0O discurso faz do corpo um corpo\u00a0<\/em>\u2013, Cinthia Busato acrescenta, logo a seguir:\u00a0<em>\u201c<\/em>um corpo que funciona, se regula, se orienta e se inscreve no la\u00e7o discursivo pelo efeito significante\u201d<em>.<\/em>\u00a0A pausa se deu sobre o verbo funcionar. Vou me permitir isol\u00e1-lo do resto da frase, um pouco arbitrariamente, pois da\u00ed surgiram minhas perguntas.<\/p>\n<p>Como entender um corpo que funcione? Por um lado, de que corpo estar\u00edamos falando? E, por outro, como o la\u00e7o discursivo faz um corpo funcionar?[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fum-saber-fazer-que-perturbe-o-discurso%2F|title:Um%20saber-fazer%20que%20perturbe%20o%20discurso&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5164&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">Dos encontros poss\u00edveis: corpo, discurso e acontecimento<\/span><\/h3>\n<h6><em>Juliana Rego Silva \u2013 Cartel Fulgurante<br \/>\nEIXO 3: O DISCURSO FAZ DO CORPO UM CORPO<\/em><\/h6>\n<p>O trabalho no cartel fulgurante para pensar as quest\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o propostas no terceiro eixo da nossa 5\u00aa Jornada tem sido precioso. A orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 a de nos debru\u00e7ar sobre a b\u00fassula de pesquisa descrita por Cinthia Busato (EBP\/AMP) no terceiro eixo em\u00a0<em>O discurso faz do corpo um corpo,\u00a0<\/em>acolhendo e identificando o que ali, para cada um de n\u00f3s, pode produzir um certo tipo de causa. O car\u00e1ter fulgurante deste cartel diz respeito n\u00e3o s\u00f3 ao curto tempo de trabalho, mas tamb\u00e9m ao seu estilo v\u00edvido de produ\u00e7\u00e3o. Neste modelo de pesquisa, parece-me ser preciso aprender a tecer trilhos abrindo caminho a uma fugaz inquieta\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m das riqu\u00edssimas contribui\u00e7\u00f5es dos colegas, o efeito de desejo de saber consequente das interven\u00e7\u00f5es do mais-um Ant\u00f4nio Teixeira (EBP\/AMP) nos traz aqui para compartilhar um pouco deste processo &#8211; que ainda est\u00e1 em andamento.[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fdos-encontros-possiveis-corpo-discurso-e-acontecimento%2F|title:Editorial%20%20Boletim%20Corpografias%20%231&#8243;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5165&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">Quest\u00e3o<\/span><\/h3>\n<h6><em>Rafael Marques Longo \u2013 Cartel Fulgurante<br \/>\nEIXO 3: O DISCURSO FAZ DO CORPO UM CORPO<\/em><\/h6>\n<p>Cinthia tratou do discurso do analisante na sua rela\u00e7\u00e3o com o ato anal\u00edtico, tecendo uma quest\u00e3o precisa: no ato anal\u00edtico o vivo, como o vivo do corpo do analisante em seu ato, tamb\u00e9m est\u00e1 inclu\u00eddo?<\/p>\n<p>Servindo-me de suas pr\u00f3prias considera\u00e7\u00f5es, parece poss\u00edvel indicar que, sim, o vivo tamb\u00e9m est\u00e1 inclu\u00eddo. Tanto do analisante, que produz o discurso em jogo; quanto do analista, que, embora seu fantasma esteja de fora, o vivo de seu corpo est\u00e1.<\/p>\n<p>Com isso, minha quest\u00e3o \u00e9 a seguinte: o gozo do analista \u00e9 suporte e efeito do discurso do analisante?[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fquestao%2F|title:O%20corpo%20na%20interpreta%C3%A7%C3%A3o&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5166&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5167&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\"><strong>FARIA, Francisco<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: center;\">Moradas IV &#8211; T\u00e9cnica Mista 80&#215;60 cm &#8211; 1992<br \/>\nIN: Baptista, J.V &amp; Faria, F. Corpografias: Aut\u00f3psia po\u00e9tica das passagens. S\u00e3o Paulo, Ed. Iluminuras, 1992, p.79<\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">Ensinar\u00a0<em>a<\/em>\u00a0dizer?<\/span><\/h3>\n<h6><em>Fernanda N. Baptista<\/em><\/h6>\n<p>No seu universo particular, acompanho em sil\u00eancio a narrativa do brincar da pequena cozinheira: &#8220;Prontinho, agora est\u00e1 indo para o forno. Vou fazer o pr\u00f3ximo macarr\u00e3o. Aperta um pouquinho, vou tirar com cuidado. Mais um macarr\u00e3ozinho. Agora vai para o forno. Tic-tac, tic-tac, tic-tac, tic-tac. Mais um macarr\u00e3o. Enrola, enrola, enrola. Corta, corta, corta.&#8221; Ao final da s\u00e9rie de fornadas feitas, decide empanturrar a sua boneca com todo o macarr\u00e3o que produziu na dura\u00e7\u00e3o do tempo transcorrido, e a analista interrompe:\u00a0<em>para que tudo isso?<\/em>\u00a0Ao que ela responde:\u00a0<em>Mas como eu vou parar, se ela est\u00e1 pedindo?<\/em>[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fensinar-a-dizer%2F|title:A%20dura%C3%A7%C3%A3o%20do%20ato&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5168&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">Arrancar o obsessivo do dom\u00ednio do olhar<\/span><\/h3>\n<h6><em>J\u00e9sus Santiago<br \/>\nAnalista Membro da Escola (AME) pela Escola Brasileira de Psican\u00e1lise (EBP) e Associa\u00e7\u00e3o Mundial de Psican\u00e1lise (AMP) E-mail: jesussan.bhe@terra.com.br<\/em><\/h6>\n<p>N\u00e3o \u00e9 nada seguro que a neurose hist\u00e9rica exista, mas h\u00e1 certamente uma neurose que existe, \u00e9 o que se denomina neurose obsessiva (LACAN, 1979). Lacan p\u00f4de fazer esta declara\u00e7\u00e3o, em 1978, durante o Congresso da Escola Freudiana de Paris, sobre a quest\u00e3o da\u00a0<em>transmiss\u00e3o<\/em>\u00a0em psican\u00e1lise. \u00c9 certo que essa quest\u00e3o remete \u00e0 concep\u00e7\u00e3o psicanal\u00edtica dos discursos; visto que sob esse ponto vista, n\u00e3o somos filhos dos pais, tampouco de Deus, \u201csomos filhos dos discursos\u201d (LACAN, 1971-72\/2012, p. 226). Se a histeria deixa de existir como neurose, ela torna-se discurso. A histeria deixa de ser neurose desde o momento em que perde&#8230;[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Farrancar-o-obsessivo-do-dominio-do-olhar1%2F|title:A%20dura%C3%A7%C3%A3o%20do%20ato&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5169&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">A Henologia em Lacan: H\u00e1-Um!<\/span><\/h3>\n<h6><em>Teresa Pavone (EBP\/AMP)<\/em><\/h6>\n<p style=\"padding-left: 80px;\">H\u00e1-um no lugar de onde ele vem. Ou seja, n\u00e3o h\u00e1 outra exist\u00eancia do Um a n\u00e3o ser a exist\u00eancia matem\u00e1tica. H\u00e1 um argumento que satisfaz uma formula, \u00e9 um esvaziado<br \/>\nde sentido: \u00e9 simplesmente o Um como Um<\/p>\n<p>Como chegar \u00e0 quest\u00e3o do Um e distingui-lo do ser em Lacan a partir da teoria dos conjuntos, mais especificamente a teoria do conjunto vazio que inicia a s\u00e9rie dos n\u00fameros naturais? Como se d\u00e1 o desenvolvimento l\u00f3gico dessa premissa onde se funda o Um?[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fa-henologia-em-lacan-ha-um%2F|title:A%20Henologia%20em%20Lacan%3A%20H%C3%A1-Um!%C2%A0%C2%A0&#8243;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5170&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">O analista e seu corpo: suporte para que o objeto se encarne<\/span><\/h3>\n<h6><em>Rafaela Maester<\/em><\/h6>\n<p>Para que uma an\u00e1lise aconte\u00e7a \u00e9 necess\u00e1rio que o analista exista como uma presen\u00e7a, como uma posi\u00e7\u00e3o que possa operar alheia ao sentido. \u00c9 poss\u00edvel afirmar que a escuta cl\u00ednica testemunha uma s\u00e9rie de eventos corporais que escapam de uma interpreta\u00e7\u00e3o pela busca de sentido e que se direciona para al\u00e9m da narrativa apresentada pelo analisante.<\/p>\n<p>Na cl\u00ednica do falasser o analista ocupa o lugar de semblante de objeto<em>\u00a0a<\/em>, ele se faz presente para ocupar um lugar de objeto e n\u00e3o para ser tomado como um semelhante.[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fo-analista-e-seu-corpo-suporte-para-que-o-objeto-se-encarne%2F|title:A%20dura%C3%A7%C3%A3o%20do%20ato&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5171&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">Acolher<\/span><\/h3>\n<h6><em>Maria Luiza Rovaris Cidade<\/em><\/h6>\n<p><strong>Porvires<\/strong><\/p>\n<p>Habitar uma Comiss\u00e3o de Acolhimento em tempos de individualismos \u00e9 tarefa, no m\u00ednimo, inquietante. Falamos tanto no\u00a0<em>radical da singularidade<\/em>\u00a0do que diz um analisante e no\u00a0<em>trabalho solit\u00e1rio<\/em>\u00a0do analista que, quando somos convocadas a um trabalho de acolhimento, perguntamo-nos: seria um trabalho coletivo? Como afirmou Lacan: \u201cEu poderia dizer que continuei a abra\u00e7ar esse imposs\u00edvel no qual se re\u00fane o que \u00e9 para n\u00f3s, no discurso anal\u00edtico, fundament\u00e1vel como real\u201d.[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Facolher%2F&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5172&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=&#8221;black&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #808000;\">A paisagem e seus mist\u00e9rios: uma conversa com Francisco Faria<\/span><\/h3>\n<p>Bianca Dias* entrevista o artista Francisco Faria, que se destaca por seus desenhos feitos com l\u00e1pis grafite sobre papel, instala\u00e7\u00f5es e projetos de arte visual com a participa\u00e7\u00e3o de poetas. Os desenhos, frequentemente em grandes dimens\u00f5es, versam sobre estrat\u00e9gias gr\u00e1ficas e pict\u00f3ricas do g\u00eanero da paisagem, notadamente a brasileira e a da Am\u00e9rica Meridional.<\/p>\n<p><strong>Bianca Dias: Francisco, sua rela\u00e7\u00e3o com o desenho, t\u00e3o precisa e minuciosa, come\u00e7ou quando? Conte um pouco de seu percurso at\u00e9 se autorizar artista. Fico pensando nesse gesto de autoriza\u00e7\u00e3o que passa pela radicalidade de um percurso, estudo e dedica\u00e7\u00e3o. Assim como um analista se autoriza, um artista, antes de mais nada, precisa se autorizar.<\/strong>[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia mais&#8221; color=&#8221;black&#8221; size=&#8221;xs&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fa-paisagem-e-seus-misterios-uma-conversa-com-francisco-faria%2F|title:A%20paisagem%20e%20seus%20mist%C3%A9rios%3A%20uma%20conversa%20com%20Francisco%20Faria&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/6&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5173&#8243; add_caption=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;4915&#8243;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1719394787224{background-color: #514330 !important;}&#8221;]\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\"><br \/>\nDiretoria &#8211; C<strong>\u00e9lia Ferreira Carta Winter, Mariana Zelis, Teresa Pavone, Adriana Rodrigues<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">Coordena\u00e7\u00e3o &#8211; <strong>Gresiela Nunes da Rosa (EBP\/AMP)<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">Comiss\u00e3o de Boletim: <strong>Juan Cruz Galigniana (coord.), Andrea Tochetto, Luciana Romagnolli, Paula Nocquet e S\u00edlvia Lazarini.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">Cria\u00e7\u00e3o e Editora\u00e7\u00e3o: <strong>Bruno Senna<\/strong> &#8211; sennabruno@gmail.com<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;4914&#8243;][vc_empty_space][vc_column_text]#04 &#8211; SETEMBRO\u00a0 2024[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;5\/6&#8243;][vc_column_text] EDITORIAL A duas semanas da 5\u00aa Jornada de Psican\u00e1lise da EBP &#8211; Se\u00e7\u00e3o Sul, o boletim Corpografias #4 traz uma s\u00e9rie de textos que foram produtos da \u00faltima preparat\u00f3ria, em torno do eixo \u201cO discurso faz do corpo um corpo\u201d. 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