{"id":5147,"date":"2024-09-18T06:21:24","date_gmt":"2024-09-18T09:21:24","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?p=5147"},"modified":"2024-09-18T06:21:24","modified_gmt":"2024-09-18T09:21:24","slug":"a-henologia-em-lacan-ha-um","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/a-henologia-em-lacan-ha-um\/","title":{"rendered":"A Henologia em Lacan: H\u00e1-Um!\u00a0\u00a0"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 13px;\"><strong>Teresa Pavone ( EBP\/AMP)<\/strong><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_5148\" aria-describedby=\"caption-attachment-5148\" style=\"width: 980px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-5148\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/corpografias-004-009-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"980\" height=\"654\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/corpografias-004-009-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/corpografias-004-009-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/corpografias-004-009-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/corpografias-004-009-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/corpografias-004-009-1-2048x1366.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5148\" class=\"wp-caption-text\">Fotografia de Lina Sumizono &#8211; T\u00e1, Sobre ser Grande &#8211; Festival de Teatro de Curitiba &#8211; 2024<\/figcaption><\/figure>\n<blockquote><p>H\u00e1-um no lugar de onde ele vem. Ou seja, n\u00e3o h\u00e1 outra exist\u00eancia do Um a n\u00e3o ser a exist\u00eancia matem\u00e1tica. H\u00e1 um argumento que satisfaz uma formula, \u00e9 um esvaziado<br \/>\nde sentido: \u00e9 simplesmente o Um como Um<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p><\/blockquote>\n<p>Como chegar \u00e0 quest\u00e3o do Um e distingui-lo do ser em Lacan a partir da teoria dos conjuntos, mais especificamente a teoria do conjunto vazio que inicia a s\u00e9rie dos n\u00fameros naturais? Como se d\u00e1 o desenvolvimento l\u00f3gico dessa premissa onde se funda o Um?<\/p>\n<p>Podemos come\u00e7ar pensando que existe uma s\u00e9rie de negativos em psican\u00e1lise:\u00a0 a castra\u00e7\u00e3o (o menos phi); o sujeito barrado ($); a falta a ser; o des-ser; o Outro que n\u00e3o existe; o \u023a (A Mulher n\u00e3o existe); a rela\u00e7\u00e3o sexual que n\u00e3o existe. E, finalmente, pensando nesse trilhamento de f\u00f3rmulas lacanianas, ca\u00edmos na an\u00e1lise da fun\u00e7\u00e3o do vazio que n\u00e3o \u00e9 o nada. Frisemos isto, na l\u00f3gica matem\u00e1tica do ultim\u00edssimo ensino de Lacan.<\/p>\n<p>A ontologia se encarrega do estudo, da doutrina do Ser e, justamente, n\u00e3o \u00e9 disso do que se trata em Lacan ao final da constru\u00e7\u00e3o de seu ensino. A leitura do curso de Miller <em>O Ser e o Um<\/em>, esclarece muitos pontos para entendermos a rela\u00e7\u00e3o do ser com o Um do gozo, a rela\u00e7\u00e3o da estrutura de linguagem com o real.\u00a0 Permite pensarmos o real em rela\u00e7\u00e3o ao seu peso de exist\u00eancia, relacionado ao <em>Gozo<\/em> e ao <em>Um sozinho.<\/em> Especialmente, na aula VII, de 16 de mar\u00e7o de 2011, em que Miller discorre sobre a henologia em Lacan.<\/p>\n<p>Estaria a\u00ed a import\u00e2ncia da fun\u00e7\u00e3o do vazio que convoca o S1 a se colocar em posi\u00e7\u00e3o de semblante?<\/p>\n<p>Lacan d\u00e1 import\u00e2ncia \u00e0 obra de Frege<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>. Desde a os anos 50 j\u00e1 o citava e dialogava com o logicismo fregeano, o que o fez deslanchar em seu ensino, justamente em um caminho cont\u00ednuo no sentido de isolar a articula\u00e7\u00e3o existente entre a estrutura do significante e a economia pulsional; entre significante e corpo; entre linguagem e gozo&#8230;\u00a0 Demonstrando como estes dois elementos se articulam e se desarticulam. A formula\u00e7\u00e3o do conceito de\u00a0<em>Um,<\/em> vem precisamte em resposta a esta busca de Lacan que, em seu \u00faltimo ensino, falar\u00e1 do <em>falasser <\/em>que enla\u00e7a significante e corpo \u2013 Sujeito e exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Lacan encontra, no logicismo de Frege, os instrumentos te\u00f3ricos para elaborar sua pr\u00f3pria concep\u00e7\u00e3o da g\u00eanese simb\u00f3lica do real da puls\u00e3o, o <em>Um.<\/em> O primeiro destaque que podemos abordar \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o ao objeto, quando Lacan recorre a Frege e j\u00e1 o cita desde o semin\u00e1rio, livro 4, \u201cA rela\u00e7\u00e3o de objetos\u201d, tratando da quest\u00e3o do referente e do objeto como um exemplo de uma teoria que recusa situar o estatuto e a g\u00eanese da dimens\u00e3o simb\u00f3lica a partir da abstra\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia. Situando o imposs\u00edvel da apreens\u00e3o do objeto por um sentido. Assim, com rela\u00e7\u00e3o ao sentido, e pensando na materialidade da palavra, ele explicita que a mesma palavra pode se referir a dois objetos distintos. O mesmo objeto pode ter dois sentidos diferentes ou v\u00e1rios, dependendo do referente.\u00a0 A informa\u00e7\u00e3o \u00e9 a mesma, mas a refer\u00eancia pode ser diferente, o referente \u00e9 distinto, ent\u00e3o como pensar o real?<\/p>\n<p>Outro destaque da teoria fregeana para pensarmos o <em>Um<\/em> em Lacan, \u00e9 recorrer, em especial, \u00e0 g\u00eanese fregeana do n\u00famero e da sucess\u00e3o dos n\u00fameros inteiros para extrapolar ao funcionamento dos significantes, em uma cadeia de significantes (exist\u00eancia do Sujeito), e da exist\u00eancia do <em>Um <\/em>na origem e em sua itera\u00e7\u00e3o na fala. O 111111 -{0}- <a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> , conjunto vazio que se constitui como primordial para instituir a sequ\u00eancia num\u00e9rica\/cadeia significante.\u00a0 Assim, Lacan explicita a fun\u00e7\u00e3o desse <em>Um<\/em>, que se revela constituir propriamente o lugar da falta, um lugar vazio, mas que tem uma unidade, o zero.<\/p>\n<p>Tanto para Frege como para Lacan, o n\u00famero tem independ\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o a toda origem emp\u00edrica. O n\u00famero n\u00e3o tem por fun\u00e7\u00e3o primordial representar um fato f\u00edsico (como designando extensivamente um simples agregado de objetos), da mesma maneira que ele n\u00e3o pode ser engendrado a partir da abstra\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia. Para Lacan, contar n\u00e3o \u00e9 emp\u00edrico e \u00e9 imposs\u00edvel deduzir este ato unicamente de dados emp\u00edricos. \u00c9 precisamente isto que Lacan extrai da reflex\u00e3o de Frege: o n\u00famero n\u00e3o pode ser nem o representante de uma cole\u00e7\u00e3o, nem simplesmente a abstra\u00e7\u00e3o da propriedade de um agregado. Em outros termos, o n\u00famero n\u00e3o \u00e9 um conceito emp\u00edrico.<\/p>\n<p>O que ent\u00e3o responde pela origem da cadeia funcional do n\u00famero?\u00a0 \u00c9 necess\u00e1rio existir uma ordem aut\u00f4noma e autorreferencial de determina\u00e7\u00e3o, capaz de responder tanto pela origem quanto pelo estatuto funcional do n\u00famero. Lacan compartilha com Frege a cren\u00e7a de que a dimens\u00e3o da determina\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica n\u00e3o pode proceder, por abstra\u00e7\u00e3o, sob pena de desenvolver uma perspectiva psicologista da simboliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Lacan apropria-se do trabalho de Frege a fim de interrogar as caracter\u00edsticas fundamentais desta ordem e do objeto que lhe \u00e9 pr\u00f3prio; a fim de demonstrar que <em>a subst\u00e2ncia do vivido \u00e9<\/em> <em>o l\u00f3gico.<\/em>\u00a0 Esta subst\u00e2ncia l\u00f3gica do vivido como lugar do real pulsional insepar\u00e1vel da ordem simb\u00f3lica, encontrar\u00e1 sua express\u00e3o conceitual maior sob a forma da no\u00e7\u00e3o de Um. Ou, melhor dizendo: o interesse da l\u00f3gica por Lacan na aplica\u00e7\u00e3o \u00e0 teoria psicanal\u00edtica, repousa no fato de concebe-la como \u201ca ci\u00eancia do real\u201d. E o acesso ao real, ao modo do imposs\u00edvel, somente \u00e9 pens\u00e1vel, pela l\u00f3gica, pela matem\u00e1tica. O que se encontra na l\u00f3gica matem\u00e1tica. Este\u00a0<em>imposs\u00edvel\u00a0<\/em>n\u00e3o \u00e9 outra coisa sen\u00e3o o\u00a0que Lacan utiliza para designar o modo de presen\u00e7a da insist\u00eancia pulsional no seio da ordem simb\u00f3lica.<\/p>\n<p>A identidade do objeto \u00e9, para Frege, ligada \u00e0s no\u00e7\u00f5es de\u00a0<em>Um<\/em>\u00a0e de\u00a0<em>Unidade<\/em>. Assim, ele postula que o\u00a0<em>Um,<\/em>\u00a0enquanto n\u00famero cardinal, \u00e9 um objeto; j\u00e1 o<em>\u00a0Um\u00a0<\/em>enquanto cifra pode ser um\u00a0<em>nome pr\u00f3prio<\/em>\u00a0(que designa o objeto n\u00famero <em>Um<\/em>); e, finalmente, a\u00a0<em>Unidade<\/em>\u00a0\u00e9 um conceito. Para Frege um n\u00famero \u00e9 um objeto independente; \u00e9\u00a0<em>isto que recai sob um conceito<\/em>. O objeto, n\u00e3o \u00e9 uma propriedade emp\u00edrica de um agregado. Se estamos tratando de uma dimens\u00e3o essencialmente l\u00f3gica, ele deve ser determinado simplesmente como\u00a0<em>isto que recai sob a extens\u00e3o de um conceito<\/em>. Assim, podemos ver que o conceito n\u00e3o \u00e9 nada mais que a determina\u00e7\u00e3o de um conjunto preciso e delimitado dos objetos l\u00f3gicos que formam a sua extens\u00e3o. O zero n\u00e3o possui extens\u00e3o, nenhum conceito recai sobre ele.\u00a0 Frege afirma que, neste caso, este conceito n\u00e3o possui extens\u00e3o, isto \u00e9, que nenhum objeto recai sob este conceito.<\/p>\n<p>A aproxima\u00e7\u00e3o com a defini\u00e7\u00e3o do 0 (zero), fornecida por Frege, esclarece que \u00e9 um n\u00famero dotado de duas propriedades: por um lado, ele designa o conceito de um objeto imposs\u00edvel; por outro, o zero paradoxalmente se conta como\u00a0<em>Um<\/em>. O 0 (zero) se define ao mesmo tempo como conceito do imposs\u00edvel, \u00e9 o signo num\u00e9rico da contradi\u00e7\u00e3o, funciona\u00a0 como elemento positivo e indica o vazio, ocupando assim uma fun\u00e7\u00e3o precisa na sucess\u00e3o num\u00e9rica. Ao mesmo tempo \u00e9 representado pelo significante e \u00e9 constitu\u00eddo como um signo vazio, e como uma entidade discreta enumer\u00e1vel. H\u00e1 ent\u00e3o, segundo Lacan, uma estreita afinidade entre o sujeito e o zero, o <em>Um<\/em> primordial que n\u00e3o convoca um S2. Trata-se do Um sem o Outro, sem o sentido. \u00c9 o <em>Um<\/em> como um ponto onde o corpo foi marcado pelo real do gozo. Seria este <em>Um<\/em> que procuramos em an\u00e1lise ao ouvirmos o Sujeito?<\/p>\n<p>Miller, em o Ser e O <em>Um, <\/em>vai justamente demostrar que o <em>Um<\/em>, a henologia vem antes da ontologia na constitui\u00e7\u00e3o do Sujeito.\u00a0 Por isso ele grifa o n\u00famero um em algoritmo romano (I), como o primeiro Hum, o zero, o conjunto vazio. O <em>Um<\/em> que n\u00e3o se liga a nada e n\u00e3o tem predicados, distinguindo o Ser desse Um. Miller diz que o <em>Um<\/em> se apaga e deixa vest\u00edgios, pegadas, uma marca que o semblante do saber nos discursos vem a encobrir, e no discurso anal\u00edtico o \u201cdenuncia\u201d.\u00a0 O <em>Um<\/em> \u00e9 a marca origin\u00e1ria a partir da qual se pode contar: um, dois, tr\u00eas, quatro, sob a condi\u00e7\u00e3o de passar primeiro por sua inexist\u00eancia. Para a psican\u00e1lise \u00e9 a marca de um gozo indel\u00e9vel que est\u00e1 na origem de tudo para o ser falante que atingiu o corpo e se apagou, mas, faz resson\u00e2ncias.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><strong>\u00a0<\/strong>LACAN, J. O Semin\u00e1rio, livro 19: &#8230;ou pior (1971-72). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2012.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">FREGE, G.: Frege, Vida e Obra; Em: <em>Peirce e Frege, Os Pensadores<\/em>,\u00a0 S\u00e3o Paulo, Editora Victor Civita, 1983.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">MILLER, J-A.: A Henologia de Lacan, do Curso <em>O Ser e o Um <\/em>(2010\/2011) &#8211; In\u00e9dito, tradu\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> LACAN, J. \u201cO Um Que ele n\u00e3o acesse o dois\u201d, in: O Semin\u00e1rio, livro 19: &#8230;ou pior (1971-72). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2012. p. 181.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> Gottolb Frege foi um fil\u00f3sofo alem\u00e3o que se enquadrava na filosofia anal\u00edtica, a qual se at\u00e9m \u00e0 linguagem analisada pela l\u00f3gica. Um dos fil\u00f3sofos mais importantes de sua \u00e9poca, que tenta aproximar a filosofia da linguagem e da matem\u00e1tica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> Lacan, Jacques- O Um Que ele n\u00e3o acesse o dois \u2013 O Semin\u00e1rio, livro 19: &#8230;ou pior (1971-72). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2012, p. 156.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Teresa Pavone ( EBP\/AMP) H\u00e1-um no lugar de onde ele vem. Ou seja, n\u00e3o h\u00e1 outra exist\u00eancia do Um a n\u00e3o ser a exist\u00eancia matem\u00e1tica. 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