{"id":5592,"date":"2025-09-19T10:22:03","date_gmt":"2025-09-19T13:22:03","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?page_id=5592"},"modified":"2025-09-26T16:31:33","modified_gmt":"2025-09-26T19:31:33","slug":"6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica-boletim-pulsar-03","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica\/boletim-pulsar\/6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica-boletim-pulsar-03\/","title":{"rendered":"6\u00aa Jornada da EBP \u2013 Se\u00e7\u00e3o Sul &#8211; Cad\u00ea o gozo? O que diz a \u00e9poca e a cl\u00ednica &#8211; Boletim Pulsar 03"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221;][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5478&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;]\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>n\u00ba3<\/strong><\/h2>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space height=&#8221;20px&#8221;][vc_separator][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;]\n<h3><em><strong>EDITORIAL<\/strong><\/em><\/h3>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]<span style=\"font-size: 13px;\"><em>Comiss\u00e3o editorial do boletim P U L S <span style=\"color: #ff0000;\">a<\/span> R<\/em><\/span><\/p>\n<p>Esta terceira edi\u00e7\u00e3o do boletim P U L S\u00a0<em>a R\u00a0<\/em>contempla, logo nas\u00a0<em>Ancoragens<\/em>, dois eixos tem\u00e1ticos de nossa jornada, a saber:\u00a0<em>o gozo desde o in\u00edcio da an\u00e1lise<\/em>, escrito por C\u00e9lia Ferreira Carta Winter, e\u00a0<em>as vicissitudes do gozo nas an\u00e1lises que duram<\/em>, elaborado por Lu\u00eds Francisco Esp\u00edndola Camargo. Neste espa\u00e7o que permeia o in\u00edcio, o meio e qui\u00e7\u00e1 o fim de uma an\u00e1lise, o farol que nos ilumina, aqui, entre outros poss\u00edveis, \u00e9 o tempo, uma vez que, ao falar sobre o espa\u00e7o falamos em realidade do tempo, j\u00e1 que nos referimos ao movimento, como aponta Miller em\u00a0<em>A er\u00f3tica do tempo<\/em>. Trata-se de uma er\u00f3tica que inscreve as rela\u00e7\u00f5es temporais do gozar pr\u00f3prio de cada ser falante. \u00a0\u00a0[\/vc_column_text][vc_empty_space height=&#8221;20px&#8221;]<a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/editorial-p-u-l-s-a-r-3\/\" class=\"vcex-button theme-button inline\" style=\"background:#ff3a3a;color:#ffffff;border-radius:var(--wpex-rounded);\" data-wpex-hover='{&quot;background&quot;:&quot;#d33030&quot;,&quot;color&quot;:&quot;#ffffff&quot;}'><span class=\"vcex-button-inner theme-button-inner\">Leia mais<\/span><\/a> [\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;]\n<h3><em><strong>Eixo 2: O gozo desde o in\u00edcio da an\u00e1lise<\/strong><\/em><\/h3>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]<span style=\"font-size: 13px;\">C\u00e9lia Ferreira Carta Winter (EBP\/AMP)<\/span><\/p>\n<p>Quando algu\u00e9m procura an\u00e1lise, na maioria das vezes, o que busca \u00e9 al\u00edvio. O dito t\u00e3o difundido de que &#8220;falar faz bem&#8221; propicia in\u00edcios com falas angustiadas, queixas, insatisfa\u00e7\u00f5es, recrimina\u00e7\u00f5es dirigidas ao Outro: &#8220;o parceiro que n\u00e3o escuta, o chefe insuport\u00e1vel, a fam\u00edlia que sufoca, o mundo injusto&#8221;. O sujeitodemanda, muitas vezes, implicitamente: &#8220;escute meu sofrimento, confirme minha dor, d\u00ea sentido ao meu caos, alivie-me&#8221;. Ele busca, no analista, um Outro supostamente saber, capaz de decifrar e sanar.<\/p>\n<p><em><strong>Pontos de investiga\u00e7\u00e3o EIXO 2<\/strong><\/em><\/p>\n<ul>\n<li>Como recolher as manifesta\u00e7\u00f5es do gozo na queixa inicial, nos sintomas expressos por quem procura uma an\u00e1lise e nas forma\u00e7\u00f5es do inconsciente?<\/li>\n<li>Quais seriam as modaliza\u00e7\u00f5es do dito, demonstrando implica\u00e7\u00e3o do falasser na queixa com a qual goza?<\/li>\n<li>Como fazer emergir uma demanda de an\u00e1lise, quando h\u00e1 descren\u00e7a no inconsciente?<\/li>\n<li>A respeito do la\u00e7o transferencial e da acolhida da demanda de an\u00e1lise, o que se manifesta do gozo?<\/li>\n<li>Como se apresenta a rela\u00e7\u00e3o entre o gozo e a \u00e9tica da psican\u00e1lise no momento da entrada em an\u00e1lise?<\/li>\n<li>Como se apresenta a fun\u00e7\u00e3o do analista em identificar e manejar o gozo para al\u00e9m da terap\u00eautica?<\/li>\n<\/ul>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space height=&#8221;20px&#8221;]<a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica\/6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica-eixo-2-o-gozo-desde-o-inicio-da-analise\/\" class=\"vcex-button theme-button inline\" style=\"background:#ff3a3a;color:#ffffff;border-radius:var(--wpex-rounded);\" data-wpex-hover='{&quot;background&quot;:&quot;#d33030&quot;,&quot;color&quot;:&quot;#ffffff&quot;}'><span class=\"vcex-button-inner theme-button-inner\">Leia mais<\/span><\/a> [\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;]\n<h3><em><strong>Eixo 3: As vicissitudes do gozo nas &#8220;an\u00e1lises que duram&#8221;<\/strong><\/em><\/h3>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]Luis Francisco Esp\u00edndola Camargo (<span class=\"selectable-text copyable-text xkrh14z\">EBP\/AMP)<\/span><\/p>\n<p>Ao ler pela primeira vez o t\u00edtulo deste eixo &#8211; <em>As vicissitudes do gozo nas an\u00e1lises que duram <\/em>&#8211; pensei ser inevit\u00e1vel articular a palavra &#8220;vicissitudes&#8221; ao t\u00edtulo da Jornada, <em>Cad\u00ea o gozo?<\/em><\/p>\n<p>O adv\u00e9rbio &#8220;cad\u00ea&#8221; \u00e9 uma palavra genuinamente brasileira, cujo primeiro registro se encontra no livro &#8220;Contos do Sert\u00e3o&#8221; (1912) de Viriato Correa <sup>1<\/sup>. Trata-se de uma varia\u00e7\u00e3o bem-sucedida de &#8220;quede&#8221;, express\u00e3o da qual surgiu o &#8220;cad\u00ea&#8221;. Um estudo realizado por Ara\u00fajo<sup>2<\/sup> em cartas do s\u00e9culo XX demonstrou que essa express\u00e3o \u00e9 uma contra\u00e7\u00e3o constitu\u00edda por aglutina\u00e7\u00e3o, assumindo a carga enf\u00e1tica&#8230;<\/p>\n<p><em><strong>Pontos de investiga\u00e7\u00e3o EIXO 3<\/strong><\/em><\/p>\n<ul>\n<li>Como se relacionam o sintoma anal\u00edtico e a palpita\u00e7\u00e3o do gozo?<\/li>\n<li>O que ensinam as an\u00e1lises que duram com rela\u00e7\u00e3o aos impasses na transfer\u00eancia?<\/li>\n<li>Em rela\u00e7\u00e3o ao gozo no corpo, como se d\u00e3o seus desdobramentos no prosseguimento da an\u00e1lise?<\/li>\n<li>Como se apresenta a articula\u00e7\u00e3o entre saber e gozo numa an\u00e1lise que dura?<\/li>\n<li>O sujeito suposto saber que instaura a transfer\u00eancia e o suposto ler de outro modo operam de distintas maneiras no modo de gozo?<\/li>\n<li>A respeito da estagna\u00e7\u00e3o gerada pela repeti\u00e7\u00e3o e dos encaminhamentos que apontam seu atravessamento, o que as an\u00e1lises que duram ensinam sobre a repeti\u00e7\u00e3o?<\/li>\n<li>Quais as rela\u00e7\u00f5es entre as vicissitudes do gozo e a presen\u00e7a do analista?<\/li>\n<\/ul>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space height=&#8221;20px&#8221;]<a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica\/6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica-eixo-3-as-vicissitudes-do-gozo-nas-analises-que-duram\/\" class=\"vcex-button theme-button inline\" style=\"background:#ff3a3a;color:#ffffff;border-radius:var(--wpex-rounded);\" data-wpex-hover='{&quot;background&quot;:&quot;#d33030&quot;,&quot;color&quot;:&quot;#ffffff&quot;}'><span class=\"vcex-button-inner theme-button-inner\">Leia mais<\/span><\/a> [\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;]\n<h3><em><strong>ANCORAGENS<\/strong><\/em><\/h3>\n<h3><em><strong>No princ\u00edpio era o gozo: a conting\u00eancia, o real, a transfer\u00eancia&#8230; uma primeira passagem<\/strong><\/em><\/h3>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]<span style=\"font-size: 13px;\">Adriana Rodrigues (EBP\/AMP)<\/span><\/p>\n<p>De maneira geral, a busca por uma an\u00e1lise acontece quando um encontro contingente irrompe e perturba a homeostase de um arranjo sintom\u00e1tico que, at\u00e9 ent\u00e3o, vigorava de forma minimamente exitosa. Podemos dizer que a movimenta\u00e7\u00e3o entre o gozo, a conting\u00eancia, o real e a transfer\u00eancia, operam como os desencadeadores do in\u00edcio de uma an\u00e1lise. O mal-estar que se produz aparece na narrativa e nas primeiras queixas do analisante. Miller, no texto\u00a0<em>Como come\u00e7am as an\u00e1lises<\/em>, afirma que, \u201cpara ir ao analista, \u00e9 preciso j\u00e1 ter interpretado o pr\u00f3prio sintoma, dando a ele um significado inconsciente, ou seja, &#8220;n\u00e3o sei ler isso sozinho&#8221;\u201d.[\/vc_column_text][vc_empty_space height=&#8221;20px&#8221;]<a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/no-principio-era-o-gozo-a-contingencia-o-real-a-transferencia-uma-primeira-passagem\/\" class=\"vcex-button theme-button inline\" style=\"background:#ff3a3a;color:#ffffff;border-radius:var(--wpex-rounded);\" data-wpex-hover='{&quot;background&quot;:&quot;#d33030&quot;,&quot;color&quot;:&quot;#ffffff&quot;}'><span class=\"vcex-button-inner theme-button-inner\">Leia mais<\/span><\/a> [\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;]\n<h3><em><strong>Uma an\u00e1lise que dura<\/strong><\/em><\/h3>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]<span style=\"font-size: 13px;\">Gresiela Nunes da Rosa (EBP\/AMP)<\/span><\/p>\n<p>Quanto tempo precisa se passar para que possamos dizer que uma an\u00e1lise dura? Seria esse um tempo cronol\u00f3gico? Com Lacan aprendemos a \u201ccalcular\u201d o tempo em outra dimens\u00e3o que n\u00e3o a cronol\u00f3gica. Falamos de um tempo l\u00f3gico. O tempo seria ent\u00e3o marcado por um tipo de sucess\u00e3o de acontecimentos que implicam uma consequ\u00eancia. Mas como pensar essa \u201csucess\u00e3o\u201d?[\/vc_column_text][vc_empty_space height=&#8221;20px&#8221;]<a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/uma-analise-que-dura\/\" class=\"vcex-button theme-button inline\" style=\"background:#ff3a3a;color:#ffffff;border-radius:var(--wpex-rounded);\" data-wpex-hover='{&quot;background&quot;:&quot;#d33030&quot;,&quot;color&quot;:&quot;#ffffff&quot;}'><span class=\"vcex-button-inner theme-button-inner\">Leia mais<\/span><\/a> [\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;]\n<h3><em><strong>Osso 1<\/strong><\/em><\/h3>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]<span style=\"font-size: 13px;\">Fernanda Baptista<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">(Participante das atividades da EBP-Sul)<\/span><\/p>\n<p>Em seu texto, C\u00e9lia Winter nos lembra que o analista deve estar advertido que aquele que busca um psicanalista nada sabe do seu gozo, o que ele busca \u00e9 aliviar-se de seu sofrimento, mas que a aposta ser\u00e1 justamente provocar uma tor\u00e7\u00e3o para que se abra uma pergunta para al\u00e9m da queixa. Para uma pergunta sup\u00f5e-se que haja uma resposta, ou muitas. O que implica em um esfor\u00e7o de constru\u00e7\u00e3o. Um sentido que pode se ordenar, um ganho de saber, um tempo de decifra\u00e7\u00e3o do inconsciente.[\/vc_column_text][vc_empty_space height=&#8221;20px&#8221;]<a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/osso-1-2\/\" class=\"vcex-button theme-button inline\" style=\"background:#ff3a3a;color:#ffffff;border-radius:var(--wpex-rounded);\" data-wpex-hover='{&quot;background&quot;:&quot;#d33030&quot;,&quot;color&quot;:&quot;#ffffff&quot;}'><span class=\"vcex-button-inner theme-button-inner\">Leia mais<\/span><\/a> [\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;]\n<h3><em><strong>Osso 2<\/strong><\/em><\/h3>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]<span style=\"font-size: 13px;\">Priscila de S\u00e1 Santos<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">(Participante das atividades da EBP-Sul)<\/span><\/p>\n<p>As vicissitudes do gozo nas an\u00e1lises que duram. O texto de Luis Francisco inicia por um escrut\u00ednio de palavras. Pensa o adv\u00e9rbio da quest\u00e3o do t\u00edtulo da Jornada e encontra na origem da palavra \u201ccad\u00ea\u201d a frase \u201co que \u00e9 feito de\u201d. \u201cCad\u00ea o gozo?\u201d pode ser ouvido como \u201co que \u00e9 feito do gozo?\u201d. Tamb\u00e9m traz as altera\u00e7\u00f5es e mudan\u00e7as contidas na palavra \u201cvicissitude\u201d, o que pode levar \u00e0 varia\u00e7\u00f5es da quest\u00e3o: o que \u00e9 feito do gozo em uma an\u00e1lise que dura? Que muta\u00e7\u00f5es, neste percurso?[\/vc_column_text][vc_empty_space height=&#8221;20px&#8221;]<a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/osso-2-2\/\" class=\"vcex-button theme-button inline\" style=\"background:#ff3a3a;color:#ffffff;border-radius:var(--wpex-rounded);\" data-wpex-hover='{&quot;background&quot;:&quot;#d33030&quot;,&quot;color&quot;:&quot;#ffffff&quot;}'><span class=\"vcex-button-inner theme-button-inner\">Leia mais<\/span><\/a> [\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;]\n<h3><strong>Refer\u00eancias e cita\u00e7\u00f5es \u2013 #3<\/strong><\/h3>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]Para este Boletim, o trabalho da Comiss\u00e3o centrou-se sobre as refer\u00eancias do eixo 2 e 3 da Jornada, a partir dos argumentos aportados por C\u00e9lia Winter e Luis Francisco Camargo, recolhendo-as dos textos de Freud, Lacan e Miller e tamb\u00e9m de alguns testemunhos de passe.<\/p>\n<p>Do eixo 3, nos interessou destacar a chave de leitura centrada sobre o gozo excesso e o gozo satisfa\u00e7\u00e3o para tratar o paradoxo entre o prazer e o gozo. Lemos em Jesus Santiago que o &#8220;Gozo-excesso se caracteriza pela irrup\u00e7\u00e3o e transbordamento desse equil\u00edbrio, gerando um desequil\u00edbrio que se manifesta no sujeito de modo penoso e dispendioso [&#8230;]. O gozo conflui para o sofrimento e o sublime se converte no horr\u00edvel&#8221;, e ele acrescenta que [o] gozo-satisfa\u00e7\u00e3o pode incluir o excesso e sintomatiz\u00e1-lo uma vez que se mostra perme\u00e1vel aos poderes da fala.[\/vc_column_text][vc_empty_space height=&#8221;20px&#8221;]<a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/referencias-e-citacoes-3\/\" class=\"vcex-button theme-button inline\" style=\"background:#ff3a3a;color:#ffffff;border-radius:var(--wpex-rounded);\" data-wpex-hover='{&quot;background&quot;:&quot;#d33030&quot;,&quot;color&quot;:&quot;#ffffff&quot;}'><span class=\"vcex-button-inner theme-button-inner\">Leia mais<\/span><\/a> [\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][\/vc_column][\/vc_row][vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221;][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5479&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221;][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5478&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;] n\u00ba3 [\/vc_column_text][vc_empty_space height=&#8221;20px&#8221;][vc_separator][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text font_family=&#8221;Bookman Old Style, serif&#8221;] EDITORIAL [\/vc_column_text][vc_column_text]Comiss\u00e3o editorial do boletim P U L S a R Esta terceira edi\u00e7\u00e3o do boletim P U L S\u00a0a R\u00a0contempla, logo nas\u00a0Ancoragens, dois eixos tem\u00e1ticos de nossa jornada, a saber:\u00a0o gozo desde o in\u00edcio da an\u00e1lise, escrito por C\u00e9lia&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":5468,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-5592","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5592","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5592"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5592\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5624,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5592\/revisions\/5624"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5468"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5592"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}