{"id":5563,"date":"2025-08-19T11:00:06","date_gmt":"2025-08-19T14:00:06","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?page_id=5563"},"modified":"2025-09-20T08:52:33","modified_gmt":"2025-09-20T11:52:33","slug":"6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica-eixo-3-as-vicissitudes-do-gozo-nas-analises-que-duram","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica\/6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica-eixo-3-as-vicissitudes-do-gozo-nas-analises-que-duram\/","title":{"rendered":"6\u00aa Jornada da EBP \u2013 Se\u00e7\u00e3o Sul &#8211; Cad\u00ea o gozo? O que diz a \u00e9poca e a cl\u00ednica &#8211; Eixo 3: As vicissitudes do gozo nas an\u00e1lises que duram"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5398&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<p>EIX03 &#8211; VI Jornadas da EBP Se\u00e7\u00e3o Sul Cad\u00ea o gozo?<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\">As vicissitudes do gozo nas &#8220;an\u00e1lises que duram&#8221;<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><strong><em>Luis Francisco Esp\u00edndola Camargo (EBP\/AMP)<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em>Ao ler pela primeira vez o t\u00edtulo deste eixo &#8211; <em>As vicissitudes do gozo nas an\u00e1lises que duram <\/em>&#8211; pensei ser inevit\u00e1vel articular a palavra &#8220;vicissitudes&#8221; ao t\u00edtulo da Jornada, <em>Cad\u00ea o gozo?<\/em><\/p>\n<p>O adv\u00e9rbio &#8220;cad\u00ea&#8221; \u00e9 uma palavra genuinamente brasileira, cujo primeiro registro se encontra no livro &#8220;Contos do Sert\u00e3o&#8221; (1912) de Viriato Correa <sup>1<\/sup>. Trata-se de uma varia\u00e7\u00e3o bem-sucedida de &#8220;quede&#8221;, express\u00e3o da qual surgiu o &#8220;cad\u00ea&#8221;. Um estudo realizado por Ara\u00fajo<sup>2<\/sup> em cartas do s\u00e9culo XX demonstrou que essa express\u00e3o \u00e9 uma contra\u00e7\u00e3o constitu\u00edda por aglutina\u00e7\u00e3o, assumindo a carga enf\u00e1tica e interrogativa para as seguintes express\u00f5es &#8220;o que \u00e9 de&#8221; ou &#8220;o que \u00e9 feito de&#8221;. Em nosso jarg\u00e3o, &#8220;cad\u00ea&#8221; \u00e9 uma condensa\u00e7\u00e3o em que uma express\u00e3o longa \u00e9 reduzida a uma forma mais curta e econ\u00f4mica, fen\u00f4meno t\u00edpico nas forma\u00e7\u00f5es dos sonhos e dos lapsos. Em suma, &#8220;o que \u00e9 feito do gozo?&#8221; \u00e9 uma quest\u00e3o topol\u00f3gica que interroga a localiza\u00e7\u00e3o do gozo. J\u00e1 o substantivo &#8220;vicissitudes&#8221; deriva do latim <em>vicissituda, <\/em>cuja raiz vem de <em>v\u00edeis, <\/em>o que significa mudan\u00e7a ou altern\u00e2ncia, e com o sufixo <em>itudo <\/em>indica a qualidade de um estado. Em outras palavras, designa a altern\u00e2ncia ou as altera\u00e7\u00f5es de estados de algo ao longo do tempo. Portanto, podemos concluir que o t\u00edtulo deste eixo nos convoca a trabalhar sobre as mudan\u00e7as, transforma\u00e7\u00f5es ou muta\u00e7\u00f5es do gozo, assim como a sua localiza\u00e7\u00e3o, nas an\u00e1lises que duram.<\/p>\n<p>No entanto, esse trabalho \u00e9 desafiador, j\u00e1 que em &#8220;Sobre o in\u00edcio do tratamento&#8221;<sup>3<\/sup>, ao comparar a estrutura de uma an\u00e1lise ao jogo de xadrez, em que apenas as jogadas iniciais e finais permitem uma representa\u00e7\u00e3o exaustiva, Freud adverte que &#8220;as jogadas que come\u00e7am a partir da abertura acabam frustrando tal representa\u00e7\u00e3o&#8221;<sup>4<\/sup>. Por outro lado, em &#8220;Sutilezas Anal\u00edticas&#8221;, Miller<sup>5<\/sup> aborda as caracter\u00edsticas desses tr\u00eas momentos de uma an\u00e1lise &#8211; as que iniciam, as que duram e as que terminam-, relacionadas \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es do gozo. Ele considera que as an\u00e1lises que iniciam s\u00e3o caracterizadas pela oposi\u00e7\u00e3o inconsciente\/consciente e pelo gozo velado na queixa e na culpam, o gozo-excesso. J\u00e1 nas que duram, o eixo se desloca para a oposi\u00e7\u00e3o saber\/gozo. O gozo passa a apresentar uma altern\u00e2ncia entre o gozo-excesso, ligado ao sofrimento, e o gozo-satisfa\u00e7\u00e3o, ligado ao <em>sinthoma. <\/em>Vale lembrar que a perspectiva do gozo como aquilo que excede o simb\u00f3lico e desafia o princ\u00edpio do prazer foi abordada por Lacan ao longo do Semin\u00e1rio 7, sobre &#8220;A \u00e9tica da psican\u00e1lise&#8221;. Ao longo das an\u00e1lises que duram, o mais-de-gozar (o gozo excedente) ser\u00e1 absorvido pelo trabalho de redu\u00e7\u00e3o significante ao gozo-satisfa\u00e7\u00e3o, visto que o trabalho de an\u00e1lise ao desarticular o saber do gozo abre o caminho para uma satisfa\u00e7\u00e3o real, concebida como um gozo fora do sentido, observado nas an\u00e1lises que terminam. Essa altern\u00e2ncia \u00e9 o que caracteriza as an\u00e1lises que duram.<\/p>\n<p>No Semin\u00e1rio &#8220;O osso de uma an\u00e1lise&#8221;, Miller esclarece que num primeiro momento Lacan havia pensado o investimento da libido a partir do imagin\u00e1rio &#8211; era a imagem que atra\u00eda a libido. Posteriormente, a solu\u00e7\u00e3o \u00e9 encontrada sob os tipos de identifica\u00e7\u00e3o que atraem a libido, por exemplo, a identifica\u00e7\u00e3o ao significante f\u00e1lico, o significante do desejo. Assim, a opera\u00e7\u00e3o de redu\u00e7\u00e3o do saber\/gozo conduz a an\u00e1lise para o que se denomina de &#8220;queda&#8221; das identifica\u00e7\u00f5es do sujeito e de travessia da fantasia. A fantasia articula o significante ao gozo, cujo travessia foi denominada por Lacan de <em>des\u00ad ser. <\/em>No entanto, sabemos que isso n\u00e3o \u00e9 tudo. Miller esclarece que a f\u00f3rmula da fantasia fundamental n\u00e3o \u00e9 a mol\u00e9cula exclusiva que a articula o saber e o gozo. O sintoma tamb\u00e9m \u00e9 um ponto de fixa\u00e7\u00e3o entre significante e gozo. Assim, a muta\u00e7\u00e3o do gozo em uma an\u00e1lise \u00e9 decorrente da passagem da articula\u00e7\u00e3o entre saber e gozo na fantasia para a articula\u00e7\u00e3o no <em>sinthoma.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Quais os marcadores do gozo em uma an\u00e1lise que dura?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Lacan<sup>6<\/sup> definiu tr\u00eas registros topol\u00f3gicos: o real (R), o simb\u00f3lico (S) e o imagin\u00e1rio (1) e, igualmente, tr\u00eas tipos de gozo: (1) o gozo f\u00e1lico, J( &lt;I&gt;), entre o (S) e o (R); (2) o sentido, entre o (S) e o (1), do qual cunhou por vizinhan\u00e7a homof\u00f4nica o termo <em>j <\/em><em>&#8216;ouis-sens<sup>7 <\/sup><\/em>e; (3) o gozo do Outro barrado, J (A), entre o (R) e o (I), fora do sentido. O que denominamos de &#8220;gozo feminino&#8221; \u00e9 a composi\u00e7\u00e3o de um gozo bipartido, parte iscada pelo significante f\u00e1lico e parte ligada ao S(A), isto \u00e9, ao regime do gozo como tal.<\/p>\n<p>Lacan apresentou duas perspectivas sobre a localiza\u00e7\u00e3o do gozo. A primeira est\u00e1 no Semin\u00e1rio 1O, onde encontramos o ponto de vista topol\u00f3gico do objeto <em>a <\/em>&#8211; cujos avatares s\u00e3o os objetos das puls\u00f5es parciais. A segunda perspectiva est\u00e1 no Semin\u00e1rio 18, denominada de &#8220;o ponto de vista l\u00f3gico do objeto <em>a&#8221;, <\/em>o objeto <em>mais-de-gozar<sup>8<\/sup><\/em><em>, <\/em>o informe de A. Segundo Miller<sup>9<\/sup>, o furo do Outro tem a mesma estrutura do objeto <em>a <\/em>e por meio dele o sujeito captura o <em>mais-de-gozar. <\/em>Se uma an\u00e1lise que dura implica na articula\u00e7\u00e3o saber\/gozo, podemos supor dois marcadores, o gozo f\u00e1lico e o gozo do sentido, por meio do qual \u00e9 poss\u00edvel localizar a satisfa\u00e7\u00e3o ligada \u00e0 libido. A abordagem sobre o gozo articulado ao furo do Outro, parece-me ser mais apropriada para demarcar as an\u00e1lises que terminam.<\/p>\n<p>Frequentemente, as an\u00e1lises que terminam s\u00e3o caracterizadas pela identifica\u00e7\u00e3o ao sintoma, a este resto irredut\u00edvel denominado <em>sinthoma <\/em>e ao gozo do Outro barrado. Esse \u00faltimo, de acordo com Miller<sup>10<\/sup>, caracteriza a abordagem de Lacan que difere de Freud, pois o termo <em>gozo <\/em>\u00e9 utilizado para se referir tanto \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o relacionada \u00e0 libido quanto a satisfa\u00e7\u00e3o associada \u00e0 puls\u00e3o de morte, ao gozo n\u00e3o-localiz\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong><em>Um exemplo <\/em><em>cl\u00ednico<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em>Carolina Koretzky <sup>11<\/sup> descreveu duas transforma\u00e7\u00f5es do gozo em sua an\u00e1lise. Por <strong>um <\/strong>lado, testemunhou a recupera\u00e7\u00e3o de um gozo perdido nos sintomas que falavam no seu corpo e que &#8220;deveriam [ser] decodificados para fazer deles a sua verdade&#8221;<sup>12<\/sup>. Essa \u00e9 a perspectiva de uma an\u00e1lise que dura, que promove a disjun\u00e7\u00e3o entre significante e gozo. Por exemplo, Koretzky desenvolveu um eczema nas m\u00e3os que foi motivo de queixas constantes, les\u00f5es que a impedia de <em>&#8220;dar <\/em><em>a m\u00e3o&#8221;. <\/em>A satisfa\u00e7\u00e3o neste sintoma estava relacionada ao significante do outro, por meio de uma cumplicidade com o gozo matemo, em menosprezar o pai depressivo e impotente. Por outro lado, o gozo excesso (sofrimento) \u00e9 fruto de uma identifica\u00e7\u00e3o ao pai, que n\u00e3o podia lhes <em>dar uma m\u00e3o. <\/em>Temos nesse sintoma a articula\u00e7\u00e3o entre gozo-excesso (sofrimento) e gozo satisfa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por outro lado, o trabalho de an\u00e1lise a possibilitou circunscrever outro gozo ligado \u00e0 hiperatividade infantil, que a impossibilitava de ficar parada, pois habitava um corpo sempre pronto para partir. Um corpo alerta e sempre \u00e0 espera de uma ordem de despejo decorrente do n\u00e3o pagamento da hipoteca da casa pelos seus pais. No entanto, o gozo que iterava n\u00e3o advinha do imperativo de partir, mas o de ficar em sil\u00eancio&#8221;[&#8230;] at\u00e9 chegar no desamparo absoluto. [&#8230;] Eu tocava, a\u00ed, no umbigo da itera\u00e7\u00e3o, numa outra dimens\u00e3o do gozo para al\u00e9m da sua forma localizada&#8221;<sup>13<\/sup>. Essa \u00e9 a perspectiva do gozo em uma an\u00e1lise que termina, o gozo n\u00e3o localiz\u00e1vel e relacionado \u00e0 puls\u00e3o de morte.<\/p>\n<p>Para Carolina persistia um resto, mesmo depois de ter esvaziado as fic\u00e7\u00f5es, os afetos dolorosos e os mortificantes. Enfim, o n\u00facleo do sintoma sempre estava l\u00e1, escondido e bloqueado. Podemos dizer que encontramos nesse exemplo uma muta\u00e7\u00e3o do gozo de uma an\u00e1lise que dura para uma an\u00e1lise que termina. Essa transforma\u00e7\u00e3o promove uma vitalidade in\u00e9dita para Carolina: &#8220;depois do final de an\u00e1lise, experimento epis\u00f3dios pontuais em que a sensa\u00e7\u00e3o de estar inteiramente ali onde coloco o meu corpo me surpreende, ou seja, n\u00e3o preciso procur\u00e1-lo&#8221;<sup>14<\/sup>. Esse breve extrato do ensino de uma AE nos ilustra as vicissitudes (transforma\u00e7\u00f5es) do gozo nas an\u00e1lises que duram para as an\u00e1lises que terminam.<\/p>\n<p>Bom trabalho!<\/p>\n<p>Luis Francisco Camargo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>1<\/sup> Cf. Rodrigues, S. Cad\u00ea a origem de &#8216;cad\u00ea&#8217;? Sobre Palavras. <em>Veja, <\/em>(Blog) 24 fev. 2015. Dispon\u00edvel em: <u>https<\/u><u>:\/\/<\/u><u>veja<\/u><u>.<\/u><u>abril.com.br<\/u><u>\/<\/u><u>colun<\/u><u>a\/<\/u><u>sobre-palavras<\/u><u>\/<\/u><u>cade-a-origem-de-8216-cade-<\/u><u>82 l 7<\/u><u>\/?<\/u><u>utm source<\/u><u>=<\/u><u>chatgpt.com<\/u>. Acesso em: 10\/07\/2025.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>2<\/sup> Ara\u00fajo, F. J. De &#8220;(o) que \u00e9 feito de&#8221; a &#8220;cad\u00ea que&#8221;: a gramaticaliza\u00e7\u00e3o em cartas pessoais de cearenses ao longo do s\u00e9culo XX. <em>Verbum, <\/em>v. 7, n. 2, p. 161-182, ago. 2018.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>3<\/sup> Freud, S. Sobre o in\u00edcio do tratamento. <em>ln. <\/em>Fundamentos da Cl\u00ednica Psicanal\u00edtica. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017, p. 121-149.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>4<\/sup> Ibid., p. 121.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>5<\/sup> Miller, J.-A. Tres modalidades dei an\u00e1lisis. <em>ln. <\/em>Sutilizas anal\u00edticas. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2012, p. 109-122.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>6<\/sup> Lacan, J. A terceira. <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, <\/em>n\u00ba 62. S\u00e3o Paulo: E\u00f3lia, dez. 2011, p. 11-36<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>7<\/sup> Lacan, J. O <em>semin\u00e1rio, livro 23: o sinthoma. <\/em>Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed., 2007, p. 71.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>8<\/sup> Cf. Miller, J.-A. Uma leitura do Semin\u00e1rio, livro 16: de um Outro ao outro. <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/em><em>, <\/em>v. 1, n. 51, S\u00e3o Paulo: E\u00f3lia, abr. 2008, p. 9-42.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>9<\/sup> Miller, J.-A. Uma leitura do Semin\u00e1rio, livro 16: de um Outro ao outro. <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, <\/em>v.l, n. 48. S\u00e3o Paulo, E\u00f3lia, mar. 2007, p. 20.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">10 Cf. Miller, J.-A. O objeto gozo. <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, <\/em>v. 1, n\u00ba 82, S\u00e3o Paulo, E\u00f3lia, abr. 2020, p. 22.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>11<\/sup> Koretzky, C. Desvelar a rasura. <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/em><em>, <\/em>v. 1, n\u00ba 89, S\u00e3o Paulo, E\u00f3lia, dez. 2024, p. 115-119.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>12<\/sup> Ibid., p. 115.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>1<\/sup><sup>3<\/sup> lbid., p. 116.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><sup>14<\/sup> Ibid., p. 115.<\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text][\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5398&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text] EIX03 &#8211; VI Jornadas da EBP Se\u00e7\u00e3o Sul Cad\u00ea o gozo? 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