{"id":5401,"date":"2025-05-26T20:11:33","date_gmt":"2025-05-26T23:11:33","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?page_id=5401"},"modified":"2025-05-26T20:14:33","modified_gmt":"2025-05-26T23:14:33","slug":"6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica-argumento","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica\/6a-jornada-da-ebp-secao-sul-cade-o-gozo-o-que-diz-a-epoca-e-a-clinica-argumento\/","title":{"rendered":"6\u00aa Jornada da EBP \u2013 Se\u00e7\u00e3o Sul &#8211; Cad\u00ea o gozo? O que diz a \u00e9poca e a cl\u00ednica &#8211; Argumento"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5398&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<h3><strong>Argumento para a VI Jornada da Se\u00e7\u00e3o Sul<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><strong>Cad\u00ea o gozo?<br \/>\n<\/strong><strong>O que diz a \u00e9poca e a cl\u00ednica<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O t\u00edtulo constru\u00eddo para a VI Jornada da Se\u00e7\u00e3o Sul \u201cCad\u00ea o gozo? O que diz a \u00e9poca e a cl\u00ednica\u201d, traz uma quest\u00e3o que nos aproxima dos ditos que recolhemos em supervis\u00f5es de casos que circulam entre os praticantes da psican\u00e1lise. Como numa busca para operar sobre o que \u00e9 mais pr\u00f3prio de cada um, emaranhado nos ditos e nas atua\u00e7\u00f5es, surge: Cad\u00ea o gozo? E, a fim de orientar a quest\u00e3o, propusemos um subt\u00edtulo: O que diz a \u00e9poca e a cl\u00ednica.<\/p>\n<p>Como um modo de instigar a pesquisa e a elabora\u00e7\u00e3o de textos, delineando por onde caminharemos, vamos nos centrar no que recolhemos da \u00e9poca e no que a cl\u00ednica psicanal\u00edtica nos leva a considerar sobre a inscri\u00e7\u00e3o da linguagem nos corpos.<\/p>\n<p>Assim lan\u00e7amos um convite para nos debru\u00e7armos sobre o social &#8211; enquanto analistas praticantes- e para nos centrarmos no que h\u00e1 de mais \u00edntimo em cada falasser, ao longo de um percurso anal\u00edtico.<\/p>\n<p><strong>O lugar<\/strong><\/p>\n<p>Um primeiro ponto de escans\u00e3o do t\u00edtulo me remete \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o, porque s\u00f3 se pergunta onde est\u00e1, quando se pressup\u00f5e uma presen\u00e7a que ocupa um lugar.<\/p>\n<p>Ao formalizar a estrutura de quatro discursos, no Semin\u00e1rio XVII, Lacan prop\u00f4s dimens\u00f5es por meio das quais \u00e9 poss\u00edvel verificar o lugar onde o gozo se instala. Por se tratarem de discursos, afinal Lacan salienta quatro neste Semin\u00e1rio, pressupomos que h\u00e1 um trato diferenciado em rela\u00e7\u00e3o ao gozo, conforme o discurso em quest\u00e3o. A\u00ed j\u00e1 temos pistas: o gozo ocupa um lugar. Ele acontece no corpo ou toca o corpo, que \u00e9 suporte do discurso<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Ent\u00e3o, nada \u201c\u00e9 mais candente do que aquilo que, do discurso, faz refer\u00eancia ao gozo. O discurso toca nisso sem cessar, uma vez que \u00e9 dali que ele se origina. E o agita de novo desde que tenta retornar a essa origem.\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a><\/p>\n<p>Na confer\u00eancia <em>Uma fantasia <\/em>(2001)<em>, <\/em>Jacques-Alain Miller destaca a ascens\u00e3o do mais-de-gozar, salientando em outro discurso \u2013 o do capitalista-, no qual o objeto a sobe ao Z\u00eanite do social.<\/p>\n<p>Vinte e um anos depois desta confer\u00eancia, as mudan\u00e7as no mundo s\u00e3o evidentes. As dimens\u00f5es atingidas pela tecnologia ampliaram, trazendo novas configura\u00e7\u00f5es nos modos de vida e de conviv\u00eancia, inclusive para a psican\u00e1lise. Os termos g\u00eanero, identidade, trans, empoderamento, dentre outros, tornaram-se significantes mestres na atualidade. A viol\u00eancia e o racismo, mergulhados em afetos, trazem resson\u00e2ncias devastadoras no cotidiano.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, cad\u00ea o gozo?<\/p>\n<p>Esta pergunta nos permite pin\u00e7ar o que vem do social, mas que aparece na forma de sintoma ao longo de uma an\u00e1lise. \u00c9 um modo de tratarmos pela via da Psican\u00e1lise o que reconhecemos no social. Ent\u00e3o, ler um sintoma e interpret\u00e1-lo \u00e9 a possibilidade de nos direcionarmos, por meio da pol\u00edtica da psican\u00e1lise, e com isso tocar o gozo? Ou seja, o modo como cada um sofre e obt\u00e9m satisfa\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Consideramos o gozo da fala, aquele que inclui o sentido, toca o corpo e possibilita que o sujeito lide com as limita\u00e7\u00f5es da linguagem. Mas a pr\u00f3pria \u00e9poca aponta para corpos que, ainda que afetados pela linguagem, salientam algo al\u00e9m da elocubra\u00e7\u00e3o de saber. Ent\u00e3o, se o gozo f\u00e1lico est\u00e1 fora do corpo, mesmo assim o afeta<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>. Seguindo seu ensino, Lacan destaca o gozo pela via de um acontecimento de corpo. Isto marcaria uma passagem do deciframento do inconsciente, enquanto triunfo do significante, para a constata\u00e7\u00e3o de Lacan de que h\u00e1 um gozo opaco ao sintoma?<\/p>\n<p>Como situar, em cada caso estas modalidades de gozo? Este \u00e9 um dos desafios que a pergunta \u201ccad\u00ea o gozo?\u201d pode nos convocar. Por certo, outras quest\u00f5es se decantar\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>O que diz a \u00e9poca e a cl\u00ednica<\/strong><\/p>\n<p>A segunda parte do t\u00edtulo me direciona para uma amplia\u00e7\u00e3o, \u00e0 medida que recorro \u00e0 cita\u00e7\u00e3o de Lacan: \u201cque se diga fica esquecido por tr\u00e1s do que se diz no que se ouve.\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a> Considerar \u201co que diz\u201d \u00e9 dar espa\u00e7o ao que da \u00e9poca chega na cl\u00ednica, pela via de enunciados. Mas n\u00e3o nos cabe considerar s\u00f3 isto.<\/p>\n<p>Pelo fato de que \u201ca psican\u00e1lise visa o real, que causa o dizer [&#8230;]\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>, somos conduzidos ao longo do ensino de Lacan a considerar que o dizer encontra-se \u201centre as fun\u00e7\u00f5es de discurso e o suporte corporal.\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a><\/p>\n<p>Diante do exposto, vale questionar: como o dizer \u00e9 extra\u00eddo a partir dos ditos do falasser \u2013 que \u00e9 ser de fala e gozo?\u00a0 Dizendo de outra forma, o que da materialidade do significante se articula na fala do falasser, repercutindo no seu corpo? O que as performances e os semblantes evidenciam do gozo?<\/p>\n<p>Enquanto analistas praticantes, nos cabe investigar o que se mant\u00e9m e o que muda na cl\u00ednica, desde o princ\u00edpio de um percurso anal\u00edtico, assim como nas an\u00e1lises que duram.<\/p>\n<p>Se a ordem n\u00e3o \u00e9 dada pelo Nome-do-Pai, o Outro do Outro, o que assume o ordenamento \u00e9 o dizer. Com isso, a leitura da \u00e9poca assume valor de relev\u00e2ncia por que o dizer, que inclui o corpo, \u00e9 tamb\u00e9m o que favorece os la\u00e7os entre os corpos falantes? \u201cEnquanto o dizer inclui o engate social\u201d<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>, \u00e9 poss\u00edvel considerar que h\u00e1 uma diferen\u00e7a entre rela\u00e7\u00e3o e la\u00e7o entre os corpos? \u00a0E o que poderemos dizer da presen\u00e7a e do valor da leitura e da interpreta\u00e7\u00e3o anal\u00edtica, em diferentes momentos de uma an\u00e1lise? Afinal, \u201c[&#8230;] o que se diz s\u00f3 pode ser capturado no que se ouve.\u201d<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a><\/p>\n<p>Os ponteiros da b\u00fassola indicam uma cl\u00ednica orientada pelo axioma \u201cn\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d, que traz o gozo como uma evid\u00eancia. Fundando-se na presen\u00e7a do \u201cisso falha\u201d, \u00e9 uma cl\u00ednica que marca a incid\u00eancia do sintoma, testemunhando uma rela\u00e7\u00e3o contingente com o imposs\u00edvel. Por esta via, o sintoma se inscreve a partir de um encontro traum\u00e1tico, no qual se expressa a aus\u00eancia de propor\u00e7\u00e3o sexual entre aqueles inscritos na cena.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o \u00e9 uma cl\u00ednica que nos instiga estar \u00e0 altura da \u00e9poca, instrumentalizados com os efeitos do discurso do analista, advindos de uma forma\u00e7\u00e3o continuada? At\u00e9 onde o movimento desta cl\u00ednica pode nos remeter ao trabalho na Escola, instigando uma forma\u00e7\u00e3o que leva em conta a posi\u00e7\u00e3o analisante?<\/p>\n<p>Enquanto na V Jornada da Se\u00e7\u00e3o Sul question\u00e1vamos como os corpos eram afetados pelos discursos, quais efeitos cl\u00ednicos disso e a dimens\u00e3o do dizer pr\u00f3prio ao discurso anal\u00edtico, com a proposta da VI Jornada visamos aprofundar na dire\u00e7\u00e3o do gozo. Para tanto, consideraremos duas perspectivas. Por uma via, questionamos onde est\u00e1 o gozo, incluindo o movimento da psican\u00e1lise na dire\u00e7\u00e3o da cidade, para que possamos localizar o que h\u00e1 de sintoma no social. Por outra via, tal pergunta nos conduz \u00e0 cl\u00ednica da psican\u00e1lise<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>. Eis um modo de focar a leitura e a interpreta\u00e7\u00e3o do sintoma, salientando at\u00e9 onde o trabalho de transfer\u00eancia poder\u00e1 levar cada um e no que ele poder\u00e1 repercutir na Escola.<\/p>\n<p>Temos alguns meses de prepara\u00e7\u00e3o, at\u00e9 a Jornada que acontecer\u00e1 dias 24 e 25 de outubro. Ser\u00e3o dois dias de intenso trabalho, durante os quais teremos uma atividade do ensino do AE, com a Analista da Escola Ondina Machado (nossa colega da EBP), uma confer\u00eancia da AME Marina Recalde (nossa colega da EOL) e uma plen\u00e1ria abordando quest\u00f5es de Escola e o gozo. Mas como nossa proposta \u00e9 tamb\u00e9m escutar e conversar sobre a pr\u00e1tica de voc\u00eas, aguardaremos as contribui\u00e7\u00f5es elaboradas com base nos seguintes eixos:<\/p>\n<p># O gozo e a \u00e9poca<\/p>\n<p># O gozo desde o in\u00edcio das an\u00e1lises;<\/p>\n<p># As vicissitudes do gozo nas \u201can\u00e1lises que duram\u201d.<\/p>\n<p>Com base nestes eixos, poderemos escrever textos para serem apresentados na Jornada. J\u00e1 se sintam convidados a revisitar os casos cl\u00ednicos e aparatos epist\u00eamicos da Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana, que em muito contribuir\u00e3o para a elabora\u00e7\u00e3o dos textos.<\/p>\n<p><em>Marcia Stival<\/em><br \/>\n<em>Coordenadora da VI Jornada da EBP-Se\u00e7\u00e3o Sul<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> LACAN, J. <em>O Semin\u00e1rio, livro 19: &#8230; ou pior. <\/em>Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p.221<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> LACAN, J. <em>O Semin\u00e1rio, livro 17: o avesso da psican\u00e1lise. <\/em>Rio de Janeiro: Zahar, 1992, p.13-14, 66.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> LACAN, J. A Terceira <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana N. 62 <\/em>Edi\u00e7\u00f5es E\u00f3lia: S\u00e3o Paulo, 2011.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Lacan, J. O aturdito\u00a0<em>Outros Escritos<\/em>. Rio de Janeiro. Jorge Zahar, 2003, p. 448.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> ALBERTI, C. Corpos aprisionados pelo discurso <em>Correio N. 94, Corpo Escola <\/em>S\u00e3o Paulo: \u00a0Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, abril 2025, p. 18<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> LACAN, J. <em>O Semin\u00e1rio, livro 19: &#8230; ou pior. <\/em>Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p.221<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> ALBERTI, C. Corpos aprisionados pelo discurso <em>Correio N. 94, Corpo Escola <\/em>S\u00e3o Paulo: \u00a0Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, abril 2025, p. 19.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> ALBERTI, C. Corpos aprisionados pelo discurso <em>Correio N. 94, Corpo Escola <\/em>S\u00e3o Paulo: \u00a0Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, abril 2025.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> TUDANCA, LU\u00cdS. Vizinhan\u00e7a: um comum n\u00e3o rec\u00edproco <em>Revista Derivas anal\u00edticas ed. 16 <\/em>In: revistaderivasanaliticas.com.br<\/span>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5398&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text] Argumento para a VI Jornada da Se\u00e7\u00e3o Sul Cad\u00ea o gozo? 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