{"id":4813,"date":"2024-05-03T08:59:23","date_gmt":"2024-05-03T11:59:23","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?page_id=4813"},"modified":"2024-05-17T17:48:03","modified_gmt":"2024-05-17T20:48:03","slug":"5a-jornada-da-ebp-secao-sul-discursos-e-corpos-a-causa-do-dizer-argumento","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/5a-jornada-da-ebp-secao-sul-discursos-e-corpos-a-causa-do-dizer\/5a-jornada-da-ebp-secao-sul-discursos-e-corpos-a-causa-do-dizer-argumento\/","title":{"rendered":"5\u00aa Jornada da EBP \u2013 Se\u00e7\u00e3o Sul \u2013 Discursos e corpos: a causa do dizer &#8211; Argumento"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;4814&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><em><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-4901 size-medium alignright\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/03.-argumento-3-240x300.png\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/03.-argumento-3-240x300.png 240w, https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/03.-argumento-3.png 494w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/>Discursos e corpos: a causa do dizer<\/em><a style=\"color: #993300;\" href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/span><\/h3>\n<p><em>\u00a0<\/em><strong><em>Discursos e corpos<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Partimos de uma conjun\u00e7\u00e3o de dois termos colocados no plural. Trata-se de um par? De uma articula\u00e7\u00e3o ou de uma separa\u00e7\u00e3o em uma conjun\u00e7\u00e3o for\u00e7ada? A qual dos dois termos devemos dar mais \u00eanfase?<\/p>\n<p><strong><em>Sobre os discursos<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Por que nos interessa a quest\u00e3o dos discursos justamente em uma \u00e9poca que pode ser nomeada como a dos Uns sozinhos<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, do individualismo? Podemos dizer que quanto mais se faz presente o gozo do Um sozinho, mais imprescind\u00edvel torna-se o discurso. O discurso como o que possibilita restabelecer o la\u00e7o com o Outro.<\/p>\n<p>Os discursos, que s\u00e3o quatro, instauram um semblante que sustenta de diferentes modos, por um tempo, um la\u00e7o social. Tomo aqui o discurso como la\u00e7o social<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>, cabendo destacar que, mesmo sendo designado pontualmente por Lacan, o discurso capitalista n\u00e3o faz la\u00e7o.<\/p>\n<p>Os discursos implicam uma opera\u00e7\u00e3o sobre o gozo. O lugar do agente \u00e9 sempre um semblante que tem como parceiro o gozo. E o produto vai ser sempre um mais-de-gozar<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>. Um resto, um \u201cres\u00edduo de gozo\u201d, como indica Graciela Brodsky<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>.<\/p>\n<p>No discurso anal\u00edtico, o agente \u00e9 um semblante, mas que se sabe semblante. O analista o sabe e o obt\u00e9m de sua pr\u00f3pria an\u00e1lise, desse resto que vem do trabalho inconsciente. Um resto que se extrai da pr\u00f3pria an\u00e1lise, da qual por experi\u00eancia pr\u00f3pria pode se constatar que o referente \u00e9 sempre vazio e a linguagem n\u00e3o d\u00e1 conta de dizer tudo o que \u00e9 do real. O analista \u00e9 atravessado pelo discurso anal\u00edtico porque ele mesmo consentiu com o lugar de analisante e com sua rela\u00e7\u00e3o com o inconsciente. Por isso, sabe-se semblante e n\u00e3o se toma pela verdade do discurso.<\/p>\n<p>O discurso anal\u00edtico \u00e9 uma exce\u00e7\u00e3o aos outros discursos, pois \u00e9 o \u00fanico que n\u00e3o visa \u00e0 domina\u00e7\u00e3o. Quando falamos de domina\u00e7\u00e3o, estamos nos referindo \u00e0 domina\u00e7\u00e3o de gozo. Nesse sentido, o discurso anal\u00edtico n\u00e3o domina. A associa\u00e7\u00e3o livre leva ao imposs\u00edvel de dominar: \u00e0 puls\u00e3o, ao objeto <em>a<\/em> que \u00e9 o gozo. \u00c9 com a linguagem que contamos, n\u00e3o sa\u00edmos dela, mas em an\u00e1lise, \u00e9 como semblante que seu uso pode ser verificado. \u00c9 desse ponto que o analista o suporta e opera, no discurso.<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><strong><em>Corpos afetados<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Os corpos falantes gozam. Tornam-se corpos aprisionados, afetados<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a> pelo discurso. Se anteriormente propus os discursos como la\u00e7o social, podemos nos servir de outro termo tamb\u00e9m de Lacan: \u201cOs discursos [&#8230;] n\u00e3o s\u00e3o nada mais do que uma articula\u00e7\u00e3o significante, o aparelho, cuja mera presen\u00e7a [&#8230;] domina e governa tudo o que eventualmente pode surgir de palavras.\u201d<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a><\/p>\n<p>Parece-me que podemos tomar essa <em>afeta\u00e7\u00e3o<\/em> dos corpos a partir de diferentes dimens\u00f5es: 1) Os corpos afetados por significantes que s\u00e3o oferecidos pelos discursos, que podem, por um lado, deles receber uma nomea\u00e7\u00e3o ou uma identifica\u00e7\u00e3o, mas, por outro, estarem a eles submetidos. Temos casos nos quais uma identifica\u00e7\u00e3o, mais do que orientar, cristaliza o sujeito em uma posi\u00e7\u00e3o de sofrimento agudo. 2) Tamb\u00e9m temos os corpos afetados pelos avan\u00e7os da ci\u00eancia. Corpos f\u00edsicos que se modificam, se produzem, se enfeitam, se alteram a partir do que a ci\u00eancia e a tecnologia introduzem na subjetividade, deslocando inclusive a dimens\u00e3o da procria\u00e7\u00e3o, como vemos em muitos casos em que recebemos os pais ou as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Podemos prescindir dos discursos? Trata-se de liberar os corpos do discurso? Os corpos sempre t\u00eam sido modificados pelo discurso, pelo la\u00e7o social. A conjun\u00e7\u00e3o de discursos e corpos \u00e9 importante. Da\u00ed a relev\u00e2ncia do discurso do mestre e do discurso anal\u00edtico como seu avesso. Mas, qual \u00e9 a novidade hoje? Como os corpos s\u00e3o afetados pelos discursos hoje e seus efeitos cl\u00ednicos? O que o Mestre da \u00e9poca oferece como significantes privilegiados para fisgar o gozo que captura os seres falantes? Bom, esse \u00e9 um ponto a explorar a partir dos trabalhos enviados para nossa 5\u00aa Jornada da EBP &#8211; Se\u00e7\u00e3o Sul.<\/p>\n<p>Podemos partir da afirma\u00e7\u00e3o: \u00e9 o discurso o que faz do corpo um corpo. Um corpo que vai al\u00e9m da imagem do corpo. Como coloca Mauricio Tarrab, Lacan era realista e considerava que o corpo deve ser \u201ccapturado\u201d pelo discurso para ser um corpo, para se regular como corpo, para existir como corpo<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>. Isto \u00e9, se, por um lado, o discurso regula, ordena uma dimens\u00e3o do corpo, por outro, a consist\u00eancia corporal finca suas ra\u00edzes no acontecimento de corpo e na incid\u00eancia de <em>lalingua<\/em> no corpo.<\/p>\n<p>Portanto, h\u00e1 algo do corpo que \u00e9 capturado pelo discurso, mas n\u00e3o todo. E a\u00ed nos interessa o tema. H\u00e1 um <em>caro\u00e7o<\/em> do corpo que sempre escapa. Isso nos permite localizar que o discurso \u00e9 da ordem do significante e h\u00e1 uma dimens\u00e3o do corpo que implica o real. Algo que escapa, que n\u00e3o se domina, introduzindo o lugar do dizer.<\/p>\n<p><strong><em>A causa do dizer<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O que n\u00e3o se domina. Quando o dito que emitimos nos surpreende, surge a quest\u00e3o: <em>o que se quis dizer?<\/em> Recolher a palavra ou a frase que se disse sem pensar pode nos colocar em rela\u00e7\u00e3o com uma estranheza que, a partir do discurso anal\u00edtico, se torna trabalho, elabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>H\u00e1 um deslocamento, a partir do discurso anal\u00edtico, que implica o interpretador nisso que escapa. N\u00e3o se trata simplesmente de um <em>o que quer dizer?<\/em>, mas sim da dimens\u00e3o da interpreta\u00e7\u00e3o, como diz Lacan: \u201cQuando interpretamos um sonho, o que nos orienta certamente n\u00e3o \u00e9 <em>o que quer dizer isso?,<\/em> nem tampouco <em>o que ele quer, para dizer isso?<\/em>, e sim, <em>o que \u00e9 que, ao dizer, isso quer?<\/em> Isso n\u00e3o sabe o que isso quer, aparentemente\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>. Mas h\u00e1 um dizer.<\/p>\n<p>\u00c9 esse vazio entre corpo e discurso e o que rateia que faz com que o discurso anal\u00edtico acolha, equivoque para poder recolher: <em>O que \u00e9 que, ao dizer, isso quer?<\/em><\/p>\n<p>O discurso anal\u00edtico visa tocar essa dimens\u00e3o do dizer, h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o da linguagem a esse ponto que nomeia o que morde o corpo. Extrair um S1 que se destaca para introduzir o singular que permite nomear e tocar o mais vivo do corpo e n\u00e3o a submiss\u00e3o mortificada. O dizer que permite tratar a maneira como o corpo encontra o significante que o fisga. \u00c9 na experiencia anal\u00edtica que se constr\u00f3i o que vivifica o corpo tomando em conta a l\u00f3gica pulsional. A partir disto, o la\u00e7o social \u00e9 diferente do que fazer la\u00e7o social submetido a essa dimens\u00e3o mort\u00edfera do discurso que mantem o corpo em um certo anonimato. O dizer ao tirar o corpo do anonimato d\u00e1 uma possibilidade ao sujeito de suportar a alteridade do gozo de outra maneira. Uma outra forma de lidar com a alteridade que vem do corpo.<\/p>\n<p>Mas como nos indica Miller, o dizer tem a ver com o tempo. Ele se pergunta: \u201cO que quer dizer <em>dizer<\/em>? Dizer tem algo a ver com o tempo\u201d<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>. O instante, o imprevisto, o tempo da elabora\u00e7\u00e3o, da fuga, do que escapa. E como analistas, atentos a essa fuga do sentido.<\/p>\n<p>Retomo uma orienta\u00e7\u00e3o que me parece preciosa de Marcus Andr\u00e9 Vieira: \u201c[&#8230;] o analista talvez valha hoje menos por sua interpreta\u00e7\u00e3o no sentido que lhe deu Lacan [&#8230;] do que pela surpresa que provoca ao propiciar, com as nomea\u00e7\u00f5es que acolhe, um lugar para o real\u201d<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>. Destaco \u201cas nomea\u00e7\u00f5es que acolhe, para dar um lugar para o real\u201d. Portanto, abre-se uma pergunta sobre, como nos casos, o valor da interpreta\u00e7\u00e3o e as modalidades da interpreta\u00e7\u00e3o tocam o real? Capturar como surpresa, como acontecimento?<\/p>\n<p>Este tema nos convoca a um trabalho em suas dimens\u00f5es cl\u00ednica, epist\u00eamica e pol\u00edtica que se enla\u00e7am nos eixos que orientar\u00e3o o envio dos trabalhos.<\/p>\n<p>Eixo 1: O interpretador \u00e9 o analisando<\/p>\n<p>Eixo 2: Estar \u00e0 altura do acontecimento imprevisto<\/p>\n<p>Eixo 3: O discurso faz do corpo um corpo<\/p>\n<p>Convidamos a todos a participar deste trabalho que implicar\u00e1 cart\u00e9is, j\u00e1 em funcionamento em torno dos eixos, mas que, como Gresiela pontuou, \u00e9 um convite extenso para os que desejarem. Isso permitir\u00e1 o avan\u00e7o da elabora\u00e7\u00e3o j\u00e1 nas atividades preparat\u00f3rias, mas poderemos refin\u00e1-la a partir dos casos nas mesas da Jornada.<\/p>\n<p>At\u00e9!<\/p>\n<h6>Nohem\u00ed Brown (EBP\/AMP)<br \/>\n<em>Coordenadora da comiss\u00e3o epist\u00eamica<br \/>\n<\/em><em>\u00a0da 5\u00aa Jornada da EBP-Sul<br \/>\n<\/em>Maio de 2024<\/h6>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> O par <em>Discursos e corpos<\/em> foi decantado a partir da abertura das atividades da Se\u00e7\u00e3o, em mar\u00e7o, pela Diretoria da EBP &#8211; Se\u00e7\u00e3o Sul, que contou com a participa\u00e7\u00e3o de Patricia Badari, diretora da EBP, e que toca no tema do XXV EBCF. J\u00e1 <em>a causa do dizer<\/em> foi um acr\u00e9scimo que leva em conta desde onde interessa \u00e0 Se\u00e7\u00e3o Sul o tema. O recorte que nos orienta e, ao mesmo tempo, nos permite situar o ponto original de nossa leitura. A quest\u00e3o da enuncia\u00e7\u00e3o e do dizer tem sido um tema que tem interessado \u00e0 nossa comunidade, inclusive com algumas propostas do Conselho da Se\u00e7\u00e3o.<\/h6>\n<h6>Agrade\u00e7o uma conversa com Helenice de Castro que me permitiu afinar alguns pontos do argumento.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Laurent, \u00c9. El uno solo. <em>Freudiana, Revista de Psicoan\u00e1lisis de la ELP-Catalunya<\/em>, Barcelona, n. 83, 2018. Dispon\u00edvel em: https:\/\/freudiana.com\/el-uno-solo\/.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Lacan, J. <em>O semin\u00e1rio<\/em>, livro 20: <em>Mais, ainda<\/em>. (1972-1973) Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985. p. 24.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Lacan, J. <em>O semin\u00e1rio<\/em>, livro 17: <em>O avesso da psican\u00e1lise<\/em>. (1969-1970) Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1992.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Brodsky, G. Hay cuatro discursos. In: Brodsky, G. <em>Los psicoanalistas y el deseo de ense\u00f1ar<\/em>. Buenos Aires: Grama, 2023. p. 69.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Lacan, J. <em>O semin\u00e1rio<\/em>, livro 19: <em>&#8230; ou pior<\/em>. (1971-1972) Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Zahar, 2012. p. 220: \u201cEntre o corpo e o discurso h\u00e1 algo que os analistas se deleitam, chamando-o pretensiosamente, de afetos.\u201d<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Lacan, 1969-1970\/1992, <em>op. cit<\/em>., p. 158-159.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Tarrab, M. Esplendor de los cuerpos y de los discursos. In: Tarrab, M. <em>El decir y lo real<\/em>. Buenos Aires: Grama, 2023. p. 78.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Lacan, J. <em>O semin\u00e1rio<\/em>, livro 16: <em>De um Outro ao outro<\/em>. (1968-1969) Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. p. 196.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Miller, J.-A. <em>El ultim\u00edsimo Lacan<\/em>. (2006-2007) Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2013. p. 262.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> Vieira, M. A. O acontecimento do dizer. <em>Agente, Revista de Psican\u00e1lise<\/em>, Salvador, ano XXI, n. 20, p. 75, mar. 2023.<\/h6>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;4814&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text] Discursos e corpos: a causa do dizer[1] \u00a0Discursos e corpos Partimos de uma conjun\u00e7\u00e3o de dois termos colocados no plural. 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