{"id":2985,"date":"2021-06-27T10:28:09","date_gmt":"2021-06-27T13:28:09","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?page_id=2985"},"modified":"2021-06-27T10:28:09","modified_gmt":"2021-06-27T13:28:09","slug":"textos_referencias-2a-jornada-da-secao-sul","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/textos_referencias-2a-jornada-da-secao-sul\/","title":{"rendered":"Textos de Orienta\u00e7\u00e3o &#8211; 2\u00aa Jornada da Se\u00e7\u00e3o Sul"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2975\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Banner-Site_Prancheta-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1109\" height=\"317\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #993300;\"><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/argumento-2a-jornada-da-secao-sul\/\">ARGUMENTO<\/a> <\/span><span style=\"color: #993300;\">| <\/span><span style=\"color: #993300;\"><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/eixos-de-trabalho-2a-jornada-da-secao-sul\/\">EIXOS DE TRABALHO<\/a> |<\/span><\/strong><span style=\"color: #993300;\">\u00a0<\/span><strong><span style=\"color: #993300;\"><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/referencias-2a-jornada-da-secao-sul\/\">REFER\u00caNCIAS<\/a> |<\/span><span style=\"color: #993300;\">\u00a0<a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/textos_referencias-2a-jornada-da-secao-sul\/\">TEXTOS DE ORIENTA\u00c7\u00c3O<\/a> | <a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/programa-2a-jornada-da-secao-sul\/\">PROGRAMA<\/a> | <\/span><span style=\"color: #993300;\"><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/inscricoes-2a-jornada-da-secao-sul-cadastro\/\">INSCRI\u00c7\u00d5ES<\/a> |<\/span><span style=\"color: #993300;\">\u00a0<\/span><span style=\"color: #993300;\"><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/boletim-bricolagens-2a-jornada-da-secao-sul\/\">BOLETIM BRICOLAGENS<\/a> | <a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/ex-peri-encias-1a-jornada-da-secao-sul\/\">EX.PERI.\u00caNCIA(S)<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][eikra-vc-text-title style=&#8221;style2&#8243; title=&#8221;TEXTOS DE ORIENTA\u00c7\u00c3O&#8221;][\/eikra-vc-text-title][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\">Com quantos elementos se faz uma inven\u00e7\u00e3o?\u00a8<\/span><\/h3>\n<h6>Marcus Andr\u00e9 Vieira<\/h6>\n<p>H\u00e1 momentos em que, abandonados de toda teoria, de toda poesia, esfaceladas humanidades, direitos, causas, acossa-nos a necessidade de inventar.<\/p>\n<p>Inventar, hoje, parece vital. S\u00f3 usarei, por\u00e9m, o termo no sentido mais restrito que lhe d\u00e1 J. A. Miller para se referir \u00e0s inven\u00e7\u00f5es \u00e0quela condi\u00e7\u00e3o que se costuma chamar de <em>esquizofrenia<\/em>. Partindo desse contexto bem concreto, acredito que possamos fazer da inven\u00e7\u00e3o uma ferramenta mais que um vago anseio.<\/p>\n<p>Miller retoma o termo a partir de sua leitura de uma passagem de Lacan, em &#8220;O aturdito&#8221;, quando caracteriza a esquizofrenia como um modo radical de ex\u00edlio da linguagem comum.3\u00a0A experi\u00eancia corporal de base \u00e9 de pura fragmenta\u00e7\u00e3o e n\u00e3o h\u00e1 como contar com nada do que a comunidade lingu\u00edstica (qualquer discurso estabelecido) oferece como meio comum para se constituir algum corpo ou subjetividade. \u00c9 preciso fazer sua pr\u00f3pria constru\u00e7\u00e3o para estabilizar um \u201csi-mesmo\u201d corporal e um lugar em um discurso. A isso chamaremos de <em>inven\u00e7\u00e3o<\/em>.[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia+&#8221; color=&#8221;juicy-pink&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fcom-quantos-elementos-se-faz-uma-invencao%25c2%25a8%2F|title:Fic%C3%A7%C3%B5es%20e%20real%20na%20psican%C3%A1lise%20e%20na%20cultura%3A%20do%20ser%20%C3%A0%20ex-sist%C3%AAncia&#8221;][vc_separator][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Fic\u00e7\u00f5es e real na psican\u00e1lise e na cultura: do ser \u00e0 ex-sist\u00eancia<\/strong><\/span><\/h3>\n<h6>Fabi\u00e1n Fajnwaks. Membro da EOL, da ECF e da AMP<\/h6>\n<p>Falar sobre o que n\u00e3o existe: o analisando n\u00e3o faz nada al\u00e9m disso, por vezes, durante longos anos de an\u00e1lise. Que os unic\u00f3rnios existem, que no Universo h\u00e1 c\u00edrculos que s\u00e3o quadrados e que 2+2 pode ser igual a 5. \u00c9 exatamente isso que pode levar algu\u00e9m a consultar um analista. Que tais coisas \u201cvistas e ouvidas\u201d, como escreveu Freud, possam constituir a origem do trauma; que o analisando suponha a exist\u00eancia de um Outro, um Outro mau que deseja sua castra\u00e7\u00e3o ou que quer gozar dele ou dela; que os homens ou as mulheres t\u00eam tal ou tal caracter\u00edstica que impede ou dificulta abord\u00e1-los \u2013 s\u00e3o essas coisas que se estruturam a partir da fantasia fundamental e sobre as quais se sustentam os sintomas.[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia+&#8221; color=&#8221;juicy-pink&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fficcoes-e-real-na-psicanalise-e-na-cultura-do-ser-a-ex-sistencia%2F|title:Fic%C3%A7%C3%B5es%20e%20real%20na%20psican%C3%A1lise%20e%20na%20cultura%3A%20do%20ser%20%C3%A0%20ex-sist%C3%AAncia&#8221;][vc_separator][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>O mist\u00e9rio do corpo falante<\/strong><\/span><\/h3>\n<h6>Elisa Alvarenga (AME EBP-AMP)<\/h6>\n<p><em>\u00a0<\/em>Agrade\u00e7o o convite de Nohem\u00ed Brown e dos colegas da Se\u00e7\u00e3o Sul para participar deste Semin\u00e1rio Preparat\u00f3rio em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 II Jornada de voc\u00eas, sobre um tema t\u00e3o pertinente e atual. Nohem\u00ed me pediu que abordasse o quarto eixo, &#8220;Qual o estatuto do que faz falar?&#8221;. Retomando o argumento e a proposta deste eixo, pensei que poderia trazer-lhes algo que estou trabalhando no Semin\u00e1rio 20, fato este que me levou a um retorno, inicialmente, ao Semin\u00e1rio 19, para aproximar a quest\u00e3o do ser e da exist\u00eancia abordados por Lacan atrav\u00e9s dos aforismos &#8220;n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual&#8221; e &#8220;H\u00e1 Um&#8221;. Minha primeira hip\u00f3tese ent\u00e3o \u00e9: o que faz falar tem a ver com o encontro do significante com o corpo, furando o corpo e produzindo marcas de gozo. N\u00e3o sabemos por que, no banho de lal\u00edngua em que nasce um falasser, um significante marca o corpo de maneira privilegiada, introduzindo o inconsciente no corpo do ser falante. Assim, como diz Lacan no Semin\u00e1rio 20, &#8220;o real \u00e9 o mist\u00e9rio do corpo falante, \u00e9 o mist\u00e9rio do inconsciente&#8221;.<\/p>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia+&#8221; color=&#8221;juicy-pink&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fo-misterio-do-corpo-falante%2F|title:Fic%C3%A7%C3%B5es%20e%20real%20na%20psican%C3%A1lise%20e%20na%20cultura%3A%20do%20ser%20%C3%A0%20ex-sist%C3%AAncia&#8221;][vc_separator][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\">Sobre grupos<\/span><\/h3>\n<h6>Romildo do R\u00eago Barros (AME, EBP\/AMP)<\/h6>\n<p>De onde podemos partir para falar de grupo? Qualquer ideia de grupo em psican\u00e1lise \u00e9 devedora, caudat\u00e1ria, da ideia de que o sujeito encerra em si uma alteridade. Cada sujeito, em certo sentido, \u00e9 Outro dele mesmo, tendo uma abertura para o exterior que faz com que n\u00e3o exista sozinho. Homem algum \u00e9 uma ilha, como dizia o t\u00edtulo do livro de Thomas Merton.[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia+&#8221; color=&#8221;juicy-pink&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsul%2Fsobre-grupos%2F|title:Fic%C3%A7%C3%B5es%20e%20real%20na%20psican%C3%A1lise%20e%20na%20cultura%3A%20do%20ser%20%C3%A0%20ex-sist%C3%AAncia&#8221;][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] ARGUMENTO | EIXOS DE TRABALHO |\u00a0REFER\u00caNCIAS |\u00a0TEXTOS DE ORIENTA\u00c7\u00c3O | PROGRAMA | INSCRI\u00c7\u00d5ES |\u00a0BOLETIM BRICOLAGENS | EX.PERI.\u00caNCIA(S) [\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][eikra-vc-text-title style=&#8221;style2&#8243; title=&#8221;TEXTOS DE ORIENTA\u00c7\u00c3O&#8221;][\/eikra-vc-text-title][vc_column_text] Com quantos elementos se faz uma inven\u00e7\u00e3o?\u00a8 Marcus Andr\u00e9 Vieira H\u00e1 momentos em que, abandonados de toda teoria, de toda poesia, esfaceladas humanidades, direitos, causas, acossa-nos a necessidade de inventar. 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