{"id":2977,"date":"2021-06-27T10:24:28","date_gmt":"2021-06-27T13:24:28","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/?page_id=2977"},"modified":"2021-06-27T10:24:28","modified_gmt":"2021-06-27T13:24:28","slug":"argumento-2a-jornada-da-secao-sul","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/argumento-2a-jornada-da-secao-sul\/","title":{"rendered":"Argumento &#8211; 2\u00aa Jornada da Se\u00e7\u00e3o Sul"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2975\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Banner-Site_Prancheta-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1109\" height=\"317\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #993300;\"><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/argumento-2a-jornada-da-secao-sul\/\">ARGUMENTO<\/a> <\/span><span style=\"color: #993300;\">| <\/span><span style=\"color: #993300;\"><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/eixos-de-trabalho-2a-jornada-da-secao-sul\/\">EIXOS DE TRABALHO<\/a> |<\/span><\/strong><span style=\"color: #993300;\">\u00a0<\/span><strong><span style=\"color: #993300;\"><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/referencias-2a-jornada-da-secao-sul\/\">REFER\u00caNCIAS<\/a> |<\/span><span style=\"color: #993300;\">\u00a0<a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/textos_referencias-2a-jornada-da-secao-sul\/\">TEXTOS DE ORIENTA\u00c7\u00c3O<\/a> | <a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/programa-2a-jornada-da-secao-sul\/\">PROGRAMA<\/a> | <\/span><span style=\"color: #993300;\"><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/inscricoes-2a-jornada-da-secao-sul-cadastro\/\">INSCRI\u00c7\u00d5ES<\/a> |<\/span><span style=\"color: #993300;\">\u00a0<\/span><span style=\"color: #993300;\"><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/boletim-bricolagens-2a-jornada-da-secao-sul\/\">BOLETIM BRICOLAGENS<\/a> | <a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/eventos\/jornadas\/2a-jornada-da-secao-sul-falar-sobre-o-que-nao-existe-do-gozo-do-sentido-as-bricolagens-possiveis\/ex-peri-encias-1a-jornada-da-secao-sul\/\">EX.PERI.\u00caNCIA(S)<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][eikra-vc-text-title style=&#8221;style2&#8243; title=&#8221;ARGUMENTO&#8221;][\/eikra-vc-text-title][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Falar sobre o que n\u00e3o existe &#8211; <\/strong><strong>Do gozo do sentido \u00e0s bricolagens poss\u00edveis<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/span><\/h3>\n<h6>Por Louise Lhullier [EBP\/AMP]*<\/h6>\n<p>Fala-se sobre o que n\u00e3o existe o tempo inteiro: assim se descrevem \u201cfatos\u201d que jamais aconteceram, se constroem conceitos e teorias, se faz literatura e se associa livremente no \u00a0trabalho anal\u00edtico&#8230; A demonstra\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia n\u00e3o \u00e9 um pr\u00e9-requisito para se falar sobre o ser, sobre o que \u00e9 ou n\u00e3o \u00e9, sobre o que foi, sobre o que ser\u00e1 ou sobre o que talvez seja. Dessa forma, \u00a0como assinalou Miller em seu curso O ser e o Um, \u201cA fala permite p\u00f4r em cena seres que fracassam na prova de l\u00f3gica e se revelam n\u00e3o sendo sen\u00e3o semblantes\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Em outras palavras, \u00e9 perfeitamente poss\u00edvel falar do que n\u00e3o existe, pois a fala faz ser \u201calguma coisa, at\u00e9 mesmo o c\u00edrculo quadrado, o unic\u00f3rnio\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. As fic\u00e7\u00f5es constituem mundos e o encontro entre as dimens\u00f5es simb\u00f3lica e imagin\u00e1ria \u00e9 suficiente para faz\u00ea-las consistir e mesmo para que produzam efeitos reais.<\/p>\n<p>Portanto, e Miller o diz de uma maneira muito bonita, \u201co ser transborda em muito a exist\u00eancia\u201d. Por estar no n\u00edvel do sentido, prolifera na fala, nos ditos. Mas quanto \u00e0 exist\u00eancia, que concerne ao real, s\u00f3 pode ser apreendida no campo da l\u00f3gica, da demonstra\u00e7\u00e3o, recorrendo \u00e0s matem\u00e1ticas, a essa \u201clinguagem sem equ\u00edvoco[&#8230;] pura escrita\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>, como disse Lacan no sem. 16. O que <em>n\u00e3o existe<\/em>, por sua vez, corresponde a um <em>impasse<\/em> da l\u00f3gica, e \u00e9 nessa <em>hi\u00e2ncia<\/em> que Lacan prop\u00f5e designar o real enquanto imposs\u00edvel<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>.<\/p>\n<p>A regra fundamental de uma an\u00e1lise \u2013 <em>fale tudo que lhe vier \u00e0 cabe\u00e7a<\/em> \u2013 est\u00e1 posta desde Freud. \u00a0A resposta do analisante a essa convoca\u00e7\u00e3o vai se desenrolar entre o poss\u00edvel \u00a0e o imposs\u00edvel de dizer, tra\u00e7ando seu caminho singular, nem linear, nem cont\u00ednuo, que vai do ser ao des-ser, ao esvaziamento do sujeito, que \u201cs\u00f3 tem seu ser pelo fato da fala\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup>[5]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>Mas, com Lacan, a psican\u00e1lise foi al\u00e9m do vazio do ser, seguindo aquilo que, do sintoma, n\u00e3o \u00e9 da ordem do interpret\u00e1vel, n\u00e3o \u00e9 da ordem de \u201cuma verdade que podemos sonhar revelar\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>, mas que persiste, que reitera, que <em>n\u00e3o cessa de se escrever, <\/em>que \u00e9 da ordem, portanto, do <em>necess\u00e1rio. <\/em>Essa dimens\u00e3o real do sintoma conduz ao <em>que n\u00e3o cessa de n\u00e3o se escrever, <\/em>ao real como imposs\u00edvel, gozo opaco ao sentido. Assim se distingue das forma\u00e7\u00f5es da fala &#8211; \u00a0o sonho, o chiste, o lapso e o ato falho &#8211; embora somente pela fala tenhamos acesso a ele e aos seus \u201crestos\u201d. \u00a0Essa \u00e9 a perspectiva do sintoma que Lacan grafou com \u201cH\u201d a partir do semin\u00e1rio 23 &#8211; <em>O sinthoma<\/em> -, para diferenci\u00e1-lo do sintoma freudiano, d\u00f3cil ao sentido. O <em>sinthoma<\/em>, <em>acontecimento de corpo,<\/em> n\u00e3o se decifra, apenas se constata<em>. <\/em><\/p>\n<p>O corpo em jogo quando se trata do sinthoma n\u00e3o \u00e9 o das miragens narc\u00edsicas, dos semblantes ou do real da ci\u00eancia, mas, aquele tomado \u00a0na sua dimens\u00e3o real, como corpo que se goza<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><sup>[7]<\/sup><\/a>, um corpo que fala e que goza falando.<\/p>\n<p>Antes de chegar ao estatuto real do corpo, Lacan tomava a fala em sua rela\u00e7\u00e3o ao <em>querer-dizer<\/em>, o que se traduz como querer fazer sentido, dirigir-se\u00a0 ao Outro, comunicar-se. O <em>querer-dizer<\/em>, portanto, est\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o com o desejo. Por outro lado, \u00e0 medida que Lacan resgatava a puls\u00e3o como <em>querer-gozar<\/em>, destacava a fala como \u201cmodo de satisfa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica do corpo falante\u201d<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>.<\/p>\n<p>Embora a resposta \u00e0 regra fundamental envolva um <em>querer-dizer<\/em>, a associa\u00e7\u00e3o livre, como qualquer mon\u00f3logo, \u00e9 <em>animada pelo querer-gozar<\/em><a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><sup>[9]<\/sup><\/a><em>. \u00a0<\/em>O gozo do sentido, como satisfa\u00e7\u00e3o suportada pela linguagem<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>, \u00a0funciona como motor do processo anal\u00edtico. Por outro lado, a satisfa\u00e7\u00e3o assim obtida constitui um obst\u00e1culo para que uma an\u00e1lise v\u00e1 al\u00e9m das <em>sombras e reflexos<\/em> que constituem o mundo dos semblantes.<\/p>\n<p>A interpreta\u00e7\u00e3o anal\u00edtica que vai contra o sentido visa furar a consist\u00eancia imagin\u00e1ria que caracteriza esse dom\u00ednio. <em>Furar a tela da fantasia<\/em>, olhar atrav\u00e9s dessa <em>janela para o real <\/em>s\u00e3o maneiras de dizer sobre a travessia que d\u00e1 acesso a um saber e, no mesmo movimento, abre a passagem ao n\u00e3o-saber, a um lugar vazio de saber. Ante a reitera\u00e7\u00e3o do gozo opaco do sinthoma,\u00a0 onde o saber encontra seu limite, algo pode <em>cessar de n\u00e3o se escrever, <\/em>\u00a0presentificando a dimens\u00e3o do real como <em>conting\u00eancia<\/em>. \u00a0Para a psican\u00e1lise, a\u00ed cabe a aposta na inven\u00e7\u00e3o que porte a marca da singularidade.<\/p>\n<p>Seja na experi\u00eancia anal\u00edtica, seja no trabalho epist\u00eamico ou no campo da pol\u00edtica,\u00a0 n\u00e3o se trata de perseguir as miragens de uma ess\u00eancia, de uma verdade \u00faltima, de uma resposta definitiva, mas de inventar um saber, \u201ca partir de materiais j\u00e1 existentes\u201d, processo ao qual Miller diz que \u201catribuiria de bom grado [&#8230;] o valor de bricolagem\u201d<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\"><sup>[11]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>A 2\u00aa. Jornada da Se\u00e7\u00e3o Sul, orientada pelos <em>n\u00e3o existe <\/em>que fazem s\u00e9rie na psican\u00e1lise, lan\u00e7a sua aposta em bricolagens poss\u00edveis ante o pandem\u00f4nio<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\"><sup>[12]<\/sup><\/a> que vivemos. Precisamos falar sobre isso.<\/p>\n<h6>*Leitora: Nohem\u00ed Brown<\/h6>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Miller, J.-A. Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana III, 13, 2010-2011. <em>O ser e o Um.<\/em> Li\u00e7\u00e3o VII, 16 de\u00a0 mar\u00e7o de 2011. Tradu\u00e7\u00e3o: Vera Avellar Ribeiro. Revis\u00e3o: Carlos Augusto Nic\u00e9as. Vers\u00e3o final e subt\u00edtulos: Marcus Andr\u00e9 Vieira (at\u00e9 li\u00e7\u00e3o 4)<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Idem, \u00a0Li\u00e7\u00e3o VI, 9 de\u00a0 mar\u00e7o de 2011<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Lacan, J. <em>O Semin\u00e1rio, livro 16: De um Outro ao outro<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2008, p. 95<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Lacan, J. O Semin\u00e1rio, livro 19: &#8230;ou pior, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p.40.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Miller, J.-A. O ser e o Um.\u00a0 Li\u00e7\u00e3o IX, 30 de mar\u00e7o de 2011<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Miller, J.-A. O ser e o Um,\u00a0 Li\u00e7\u00e3o VIII, 23 de \u00a0mar\u00e7o de 2011<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Miller, J.-A. O ser e o Um.\u00a0 Li\u00e7\u00e3o IX, 30 de mar\u00e7o de 2011<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> _________. Os seis paradigmas do gozo.\u00a0 <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online nova s\u00e9rie<\/em>, n. 7, mar\u00e7o 2012, p. 45<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> _________. O mon\u00f3logo da aparola. <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online nova s\u00e9rie<\/em>, n. 9, novembro 2012, p. 17<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Miller, J.-A. O ser e o Um,\u00a0 Li\u00e7\u00e3o VIII, 23 de\u00a0 mar\u00e7o de 2011<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> Miller, J.-A. \u00a0A inven\u00e7\u00e3o psic\u00f3tica. <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/em>, n. 36, maio de 2003, p. 6<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> \u00c9ric Laurent trata do <em>Pandem\u00f4nio da pandemia<\/em>, em seu artigo As biopol\u00edticas da pandemia e o corpo, mat\u00e9ria de ang\u00fastia, publicado na revista Correio, n. 84, de outubro de 2020, pp. 39-56<\/h6>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] ARGUMENTO | EIXOS DE TRABALHO |\u00a0REFER\u00caNCIAS |\u00a0TEXTOS DE ORIENTA\u00c7\u00c3O | PROGRAMA | INSCRI\u00c7\u00d5ES |\u00a0BOLETIM BRICOLAGENS | EX.PERI.\u00caNCIA(S) [\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][eikra-vc-text-title style=&#8221;style2&#8243; title=&#8221;ARGUMENTO&#8221;][\/eikra-vc-text-title][vc_column_text] Falar sobre o que n\u00e3o existe &#8211; Do gozo do sentido \u00e0s bricolagens poss\u00edveis\u00a0 Por Louise Lhullier [EBP\/AMP]* Fala-se sobre o que n\u00e3o existe o tempo inteiro: assim se descrevem \u201cfatos\u201d que jamais aconteceram,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":2974,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2977","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2977","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2977"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2977\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2974"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sul\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2977"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}