{"id":998,"date":"2016-10-27T09:08:33","date_gmt":"2016-10-27T09:08:33","guid":{"rendered":"http:\/\/ebpsp.org.br\/institucional\/?p=998"},"modified":"2016-10-27T09:08:33","modified_gmt":"2016-10-27T09:08:33","slug":"publicado-na-csp-online-no-9","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/publicado-na-csp-online-no-9\/","title":{"rendered":"Publicado na CSP online &#8211; N\u00ba 9"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]M\u00eddias<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o de Biblioteca da EBP-SP est\u00e1 traduzindo textos do Colofon os quais, \u00e0 medida que passarem por revis\u00e3o ser\u00e3o publicados na CSP-ONLINE. No Editorial de Colofon 30 Feminidades, &#8220;A Diversas voces\u201d- assinado por Judith Miller, Adriana Testa, Jes\u00fas Ambel &#8211; lemos que o plural &#8220;Feminilidades\u201d \u00e9 inevit\u00e1vel, pois &#8220;trata-se da quest\u00e3o do sexo sempre Outro que faz com que, estruturalmente, n\u00e3o haja homossexualidade poss\u00edvel para uma mulher\u201d e cabe aos psicanalistas &#8220;&#8230;ocupar o lugar que lhes corresponde nos debates da cidade\u201d, valorizando &#8220;&#8230;a singularidade do ser falante que escolhe\u201d colocar-se &#8220;&#8230; do lado feminino da diferen\u00e7a dos sexos.\u201d Entre os textos que privilegiam o feminino, temos O Riso de Helena de Gis\u00e8le Ringuelet, Helena o modelo de todas as mulheres, cuja tradu\u00e7\u00e3o vem em seguida.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">O Riso de Helena<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Gis\u00e8le Ringuelet<\/p>\n<p>Sabemos que Freud era leitor principalmente de Goethe, mas tamb\u00e9m de Nietzsche. Partindo da ideia de que ambos os escritores traziam a Freud um saber que se articulava \u00e0 sua pr\u00f3pria busca e interroga\u00e7\u00f5es, interessa-me considerar um sintagma que Freud n\u00e3o desconhecia e que ambos os autores utilizaram: Helena o modelo de todas as mulheres. O prop\u00f3sito \u00e9 tentar cernir o uso que cada um dos tr\u00eas escritores formulou sobre o mesmo.<\/p>\n<p>No livro de Goethe, o personagem principal descr\u00ea de todo o saber constitu\u00eddo. E \u00e9, com uma posi\u00e7\u00e3o pessimista frente ao mundo, que v\u00ea em um espelho, como envolta em neblina, a mais formosa miragem de mulher!<\/p>\n<p>Mas \u00e9 Mefist\u00f3feles, o diabo, quem \u2013 depois do pacto que faz com Fausto \u2013 diz: com essa bebida no corpo, presto, ver\u00e1s uma Helena em cada mulher.<\/p>\n<p>Na primeira parte do livro, o amor de Fausto fixa-se na personagem de Margarida, e a trag\u00e9dia se desenrola produzindo em seu decorrer diversos valores que a nomeiam (de bela mulher a prostituta). Pouco instru\u00edda e criatura muito inocente precipita o desejo de Fausto que, dirigindo-se a Mefist\u00f3feles de modo imperativo, diz: &#8230; se esta doce jovem n\u00e3o repousar hoje em meus bra\u00e7os, quando chegar a meia-noite, tudo fica desfeito entre n\u00f3s.<\/p>\n<p>Podemos afirmar, como o faz Germ\u00e1n Garc\u00eda (sobre a distin\u00e7\u00e3o amor\/sexualidade) , que um homem ou uma mulher que ama relaciona-se com o amor, e o sexo de uma pessoa a p\u00f5e em rela\u00e7\u00e3o com o sexual. Ent\u00e3o, Fausto se dirige ao amor, mas o que h\u00e1 de Helena em Margarida?<\/p>\n<p>Ser\u00e1 Lacan a estabelecer uma l\u00f3gica da vida amorosa ao ler Freud e desmistificar a pergunta formulada por este sobre o querer da mulher. O objeto a converte-se, para Lacan, na causa do desejo e do amor, sendo este objeto o que o substitui o -\u03c6 que Margarida encarna, o v\u00e9u que mascara a pr\u00f3pria falta.<\/p>\n<p>Nietzsche em seu livro O Nascimento da Trag\u00e9dia, coloca um novo pensamento tr\u00e1gico que comporta a exist\u00eancia de duas tend\u00eancias opostas: o apol\u00edneo e o dionis\u00edaco. Nesta obra, embora o autor se remeta \u00e0 cultura grega, articula em sua escritura uma vis\u00e3o particular de mundo, que se op\u00f5e a um pensamento religioso (moral que relega a mentira) e cientificista (medo ao pessimismo).<\/p>\n<p>Nietzsche escreve, referindo-se aos gregos, que estes se chocavam a cada vez que olhavam, com o riso de Helena, imagem et\u00e9rea e sensual de uma exist\u00eancia ideal. O riso de Helena \u00e9 visto por homens que sabem gozar da vida, espet\u00e1culo que deixa sem palavras a sua testemunha-espectador. Para Nietzsche o riso n\u00e3o tenta contra-argumentar, mas prop\u00f5e-se a parodiar e dessacralizar.<\/p>\n<p>Lacan no Semin\u00e1rio V As Forma\u00e7\u00f5es do Inconsciente [2], ao falar do riso, diz que &#8220;se trata sempre de uma libera\u00e7\u00e3o da imagem e que a gargalhada concerne a tudo o que \u00e9 imita\u00e7\u00e3o, dublagem, s\u00f3sia, m\u00e1scara, e se o observamos atentamente, n\u00e3o se trata s\u00f3 da m\u00e1scara, mas do desmascaramento&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>Os homens que Nietzsche menciona aparecem como homens privilegiados que, diferente da maioria dos ocidentais, desacreditam de racioc\u00ednios religiosos, de princ\u00edpios universais e sabem algo dos semblantes que governam a sociedade. Mas \u00e9 justamente o riso de Helena, modelo de mulher o que desmascara, o que libera de uma imagem na qual muitas pessoas ficam aprisionadas.<\/p>\n<p>Se nos remetermos \u00e0 m\u00edtica Helena de Troia, esta mulher que, pela sedu\u00e7\u00e3o e beleza, causa uma guerra, encontramo-nos em um contexto onde \u2013 diferente das atuais guerras an\u00f4nimas \u2013 quem luta conhece seu advers\u00e1rio, conhece seus nomes. Na antiguidade, como o indica Jacques-Alain Miller [3], a l\u00f3gica do &#8220;para todos\u201d n\u00e3o estava constitu\u00edda, porque havia senhores e escravos e a moralidade era uma moralidade dirigida pelos senhores e para eles pr\u00f3prios, e n\u00e3o para os escravos. Mas Helena atravessa os tempos e inscreve-se na sociedade dos fins do s\u00e9culo XVIII (Goethe) e XIX (Nietzsche), para ser mencionada logo depois por Freud no come\u00e7o do s\u00e9culo XX, \u00e9poca na qual a ci\u00eancia moderna imp\u00f5e o &#8220;para todos\u201d.<\/p>\n<p>A cita\u00e7\u00e3o de Freud, &#8220;ver Helena em cada mulher\u201d, interv\u00e9m, como indica B\u00e1rbara Cassin [4] em uma carta de Freud a Jung, datada de abril de 1909. Helena \u00e9 o nome que indica para Freud, o trabalho de interpreta\u00e7\u00e3o de seu pr\u00f3prio inconsciente. O inquietante (real) para o mestre vienense causa a produ\u00e7\u00e3o de um del\u00edrio singular que leva o nome de mulher. M\u00e9todo que se op\u00f5e \u00e0 hip\u00f3tese de causalidade eficiente que Jung estabelece entre ocultismo e Psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, por que esses tr\u00eas autores que atravessam conhecimentos institu\u00eddos, em sua busca por desvelar zonas desconhecidas, nomeiam como Helena, o nome de cada mulher?<\/p>\n<p>Goethe<\/p>\n<p>Na primeira parte do livro, Goethe fala do amor de Fausto por Margarida, amor que \u00e9 substitu\u00eddo na segunda parte, por Helena. Ambas funcionam como semblantes que velam um nada. Mas \u00e9 na segunda parte, que se coloca em evid\u00eancia que o que existe s\u00e3o os objetos agalm\u00e1ticos e o discurso, o dizer (at\u00e9 mesmo sem falar). Uma presen\u00e7a na aus\u00eancia que se op\u00f5e a uma exist\u00eancia tang\u00edvel, a uma ess\u00eancia.<\/p>\n<p>Averiguamos, como nos indica Let\u00edcia Garcia [5], que no amor est\u00e1 em jogo o n\u00e3o-saber: o amante n\u00e3o sabe o que lhe falta e o amado n\u00e3o sabe o que tem. O amante \u00e9 o que, carecendo de algo, pode desejar um objeto precioso, o agalma.<\/p>\n<p>O desconhecimento de Fausto op\u00f5e-se ao saber de Mefist\u00f3feles sobre as palavras . O diabo, denominado pelo pr\u00f3prio Fausto como um sofista, provoca e ironiza o personagem enamorado, que busca numa mulher algo inapreens\u00edvel.<\/p>\n<p>O paradoxo de Zenon de Eleiaa, utilizado por Lacan no Semin\u00e1rio 20, demonstra que Aquiles pode ultrapassar a tartaruga, mas n\u00e3o alcan\u00e7\u00e1-la, ela \u00e9 n\u00e3o-toda sua.<\/p>\n<p>Quer dizer, n\u00e3o alcan\u00e7amos o Outro \u2013 n\u00e3o h\u00e1 Outro gozo a n\u00e3o ser no infinito [7], de maneira que o espa\u00e7o entre os sexos requer certas inven\u00e7\u00f5es do amor, para fazer poss\u00edvel a suplementaridade entre os sexos.<\/p>\n<p>Nietzsche<\/p>\n<p>Seguindo uma l\u00f3gica similar, Nietzsche fala do riso de Helena como um signo que desprestigia o discurso totalizante, mas que, no entanto, \u00e9 efeito da articula\u00e7\u00e3o significante e como tal provoca o desejo e um saber sobre o gozo. E ao incluir o apol\u00edneo e o dionis\u00edaco como &#8220;tend\u00eancia para&#8230;\u201d a possibilidade de criar (algo novo) introduz os paradoxos como constitutivos de todo ser que fala. Falando em outros termos, este autor sabe algo sobre o paradoxo do mentiroso que Lacan utiliza no Semin\u00e1rio 23 O Sinthoma, quando se pergunta:O que pode haver de mais verdadeiro do que a enuncia\u00e7\u00e3o \u2018eu minto\u2019? E continuando, interroga-se: Quem n\u00e3o sabe que, ao dizer \u2018eu n\u00e3o minto\u2019 n\u00e3o se est\u00e1 em absoluto a salvo de sustentar algo falso? Eu \u00e9 para Lacan, um significante no qual se evidencia o semblante constitutivo de todo discurso.<\/p>\n<p>Freud<\/p>\n<p>Coloca, por seu lado, um inconsciente at\u00e9 ent\u00e3o desconhecido, um inconsciente vari\u00e1vel, que \u00e9 insepar\u00e1vel da no\u00e7\u00e3o de transfer\u00eancia (sujeito suposto saber). J\u00e1 n\u00e3o se trata de um princ\u00edpio religioso, nem de uma chave universal. Sen\u00e3o que, como coloca Lacan, \u00e9 um saber ligado ao objeto causa, um saber ligado ao desejo, ao objeto perdido de Freud. O del\u00edrio de interpreta\u00e7\u00e3o, tal como o denomina Freud, implica a novidade pela qual um significante articulado com outros (s) faz surgir uma significa\u00e7\u00e3o at\u00e9 o momento n\u00e3o sabida. Para Freud, a ideia de modelo est\u00e1 inscrita em um modo de funcionamento (pulsional); mas \u00e9 s\u00f3 no momento em que (como Freud mesmo se localizou) o sujeito se pergunta sobre a causa de si, que aparece o desejo (sua divis\u00e3o). Surge, como indica Miller [8], um semblante, um semblante operativo, cujo saber se marca no ato mesmo, mas n\u00e3o se consegue capturar, apreender, como acontece com um conhecimento universit\u00e1rio. Ele escapa como uma mulher, \u00e0 qual \u00e9 imposs\u00edvel alcan\u00e7ar em sua totalidade. Podemos concluir, que tanto para Goethe quanto para Nietzsche, uma bebida m\u00e1gica funciona como pharmacon \u2013 rem\u00e9dio\/veneno [9], e por consequ\u00eancia, modifica aos que falam e aos que calam. Quer dizer, ambos incursionam sobre como opera a linguagem, como a linguagem pode transformar ao outro e a si pr\u00f3prio [10] e n\u00e3o apenas comunicar ou informar, demonstrando, como posteriormente o explicita Lacan, que o ser \u00e9 efeito do dizer. Helena opera como met\u00e1fora de todo objeto cobi\u00e7ado que precipita para a guerra e para o amor. Mas tamb\u00e9m \u2013 como os tr\u00eas autores o indicam \u2013 Helena nomeia o objeto de desejo, o gozo falido, e \u00e9 por isso mesmo que causa \u00e0queles que a percebem, que a escutam, ainda em sua aus\u00eancia.<\/p>\n<p>*Publicado com a am\u00e1vel autoriza\u00e7\u00e3o da autora.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Maria Bernadette Soares de Sant\u00b4AnaPitteri<\/p>\n<p>Revis\u00e3o: Marcela Antelo.<\/p>\n<p>*Investiga\u00e7\u00e3o iniciada no m\u00f3dulo do Centro Descartes: &#8220;Sofistiquer\u00eda, entre sofisma e sofisticaci\u00f3n\u201d,cuja respons\u00e1vel \u00e9 Graciela Musachi.<\/p>\n<p>Bibliografia: Colof\u00f3n N\u00ba 30, Bolet\u00edn de la Federaci\u00f3n Internacional de Bibliotecas de la Orientaci\u00f3n lacaniana, Novembro 2010, Edi\u00e7\u00e3o Espa\u00f1a-Argentina (p. 10-12)<\/p>\n[1]Garc\u00eda, Germ\u00e1n. Em torno de las Identificaciones, chave para la cl\u00ednica. Otium Editiones 2.009. Tucum\u00e1n, Argentina pag.21.<\/p>\n[2] Lacan\u00b8 Jacques Semin\u00e1rio V \u2013 Las formaciones del Inconciente (1967-1958) Paid\u00f3s. Bs As. Argentina P\u00e1gs. 256-257.<\/p>\n[3] Miller, Jacques-Alain. &#8220;Uma charla sobre el amor\u201d (1988) in Conferencias portenhas. Bs. As. Argentina P\u00e1gs. 256-257.<\/p>\n[4] Cassin, B\u00e1rbara &#8220;L\u2019inconscient, qui voit H\u00e9l\u00e8ne em toute femme\u201d em Voir H\u00e9l\u00e8ne em toute femme. Collection: Les empecheurs de penser em sond. Paris.<\/p>\n[5] Garc\u00eda, Let\u00edcia. &#8220;Causa y Agalma\u201d em las revista Las paradojas del objeto em psicon\u00e1lisis. Edulp. A\u00f1o 2007. La Plata-Argentina.<\/p>\n[6] Musachi, Graciela &#8220;Una mujeres um aglomerado de albumin\u00f3ides\u201d, em revista de psicoan\u00e1lisis, Dispar 2010. Editorial Tr\u00eas Haches, Bs.As, Argentina.<\/p>\n[7] Acu\u00f1a, Enrique. &#8220;H, soledad Del sintoma\u201d. Resonancia y silencio. Edulp. A\u00f1o 2009. La Plata-Argentina.<\/p>\n[8] Miller, &#8220;De mujeres y semblante\u201d. Cuademos Del pasador. A\u00f1o 1993. BsAs. Argentina, p.16.<\/p>\n[9] Testa, Adriana. &#8220;Como fue posible que la adiccion diera com la droga?&#8221; in revista Conceptual N7. Publicaci\u00f3n de la APLP. A\u00f1o 2006. La Plata-Argentina.<\/p>\n[10] Nota 10: Cassin, B\u00e1rbara &#8220;Lacan y lasofistiea: Aun, aun Helena\u201d , El efecto sofistico. Fondo de Cultura Econ\u00f4mica. A\u00f1o 2008. Bs.As. Argentina.<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><strong>Publica\u00e7\u00f5es do Campo Freudiano<\/strong><\/span><br \/>\nScilicet \u2013 A Ordem simb\u00f3lica n\u00e3o \u00e9 mais o que era \u2013 quais as consequ\u00eancias para o tratamento? Preparando o VIII Congresso da AMP a edi\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o do Campo Freudiano organizada por Angelina Harari e Vera Avellar Ribeiro, editada pela Scriptum\/EBP. Pode-se adquirir Scilicet na Livraria das Jornadas da EBP-SP nos dias 25 e 26 de novembro, ou pedir diretamente aos distribuidores: E-mails: <a href=\"mailto:editora@scriptum.com.br\">editora@scriptum.com.br<\/a> \/ <a href=\"mailto:scriptum@scriptum.com.br\">scriptum@scriptum.com.br<\/a> Facebook: Livraria e Editora Scriptum e Livraria Scriptum<\/p>\n<p>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana 60 \u2013 setembro de 2011 tamb\u00e9m poder\u00e1 ser adquirida na Livraria das Jornadas EBP-SP, al\u00e9m de alguns n\u00fameros anteriores.<\/p>\n<p>Correio 69 \u2013 setembro de 2011. Revista da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, poder\u00e1 ser adquirida na Livraria das Jornadas: temos ainda alguns n\u00fameros anteriores que estar\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online \u2013 nova s\u00e9rie \u2013 Ano II \u2013 novembro de 2011 \u2013 n\u00ba 6 acaba de ser publicada e pode ser acessada pelo site: http:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/<\/p>\n<p>Os n\u00fameros 5 e 6 trazem o texto Intui\u00e7\u00f5es Milanesas I e II de Jacques-Alain Miller, que demonstra como as modifica\u00e7\u00f5es de nossa cl\u00ednica na \u00e9poca da globaliza\u00e7\u00e3o se relacionam com a m\u00e1quina do n\u00e3o-todo.<\/p>\n<div><\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]M\u00eddias A Comiss\u00e3o de Biblioteca da EBP-SP est\u00e1 traduzindo textos do Colofon os quais, \u00e0 medida que passarem por revis\u00e3o ser\u00e3o publicados na CSP-ONLINE. 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