{"id":716,"date":"2016-07-28T21:35:21","date_gmt":"2016-07-28T21:35:21","guid":{"rendered":"http:\/\/ebpsp.org.br\/institucional\/?p=716"},"modified":"2016-07-28T21:35:21","modified_gmt":"2016-07-28T21:35:21","slug":"o-supereu-contemporaneo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/o-supereu-contemporaneo\/","title":{"rendered":"O supereu contempor\u00e2neo"},"content":{"rendered":"<h5>Resenha: Roy, Daniel. (juin &#8211; 2006). &#8220;Le surmoi contemporain&#8221;. <em>La petite girafe: Psychanalyse avec les enfants: L&#8217; autorit\u00e9<\/em>. Paris: Agalma, p. 31-38.<\/h5>\n<p>Daniel Roy come\u00e7a seu texto construindo o cen\u00e1rio da modernidade contempor\u00e2nea para confrontar-nos com a descoberta freudiana de uma nova criatura cheia de poder e pot\u00eancia, o supereu, o principal ator. Mas, ele n\u00e3o atua sozinho, precisa de atores coadjuvantes: a fun\u00e7\u00e3o do pai, o Outro, as identifica\u00e7\u00f5es, os significantes, o S1, o <em>a<\/em>.<\/p>\n<p>Aos deuses da antiguidade, enganados ou desafiados, a sobreposi\u00e7\u00e3o da nova criatura, produto da ascens\u00e3o da ci\u00eancia. Dela, criatura toda-poderosa, o ser humano se torna v\u00edtima, a ela sacrifica sua liberdade, oferecendo-lhe servid\u00e3o volunt\u00e1ria, obedi\u00eancia, permitindo, assim, por ela ser tiranizado. Mas, por que obedecer a um tirano? Sua liberdade, seu desejo? Disso o homem parece n\u00e3o querer saber! Ren\u00fancia ao desejo, \u00e0 liberdade, submiss\u00e3o \u00e0 lei inexor\u00e1vel, os melhores nutrientes do supereu tirano, que se torna exigente, mau e \u201cguloso\u201d.<\/p>\n<p>O sujeito pensa poder gozar legitimamente, por\u00e9m o supereu se apresenta interditando-o. Roy explica que mesmo diante da promessa do significante \u00e0 libido, promessa de manter o lugar que ela merece, n\u00e3o pode mant\u00ea-la, por ser interditado, por sua pr\u00f3pria ruptura. Ent\u00e3o, Roy aponta tr\u00eas caracter\u00edsticas de manifesta\u00e7\u00e3o do supereu marcadas por Freud com refer\u00eancia ao Outro: primeiro, o vitimizado pela culpa e impot\u00eancia do Outro; segundo, o deprimido, pela acusa\u00e7\u00e3o de que o Outro culpado o fez crer em promessas n\u00e3o cumpridas que o levam ao sucesso pela transgress\u00e3o; terceiro, os criminosos por sentimento de culpa, cujas \u201cpatologias sociais\u201d sustentam a lei como \u201cimbecil\u201d, separada do lugar que a norma do pai assegura &#8211; adolescentes s\u00e3o um bom exemplo dos que respondem a essa l\u00f3gica.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s Freud, cujo supereu \u00e9 o herdeiro do complexo de \u00c9dipo, literalmente o supereu do papai, Daniel Roy nos traz Lacan, cujo ponto de partida \u00e9 o significante como marca viva do tra\u00e7o de identifica\u00e7\u00e3o \u2013 o acontecimento de corpo traum\u00e1tico, poder\u00edamos inferir -, recebido do Outro que polariza o sujeito e o afeta na escolha de sua posi\u00e7\u00e3o frente \u00e0 vida. O supereu, absolutamente contempor\u00e2neo, \u00e9 o conjunto dos tra\u00e7os significantes da hist\u00f3ria do sujeito aos quais o mais de gozar, pelo qual o sujeito n\u00e3o se responsabiliza, permanece acoplado, e dos quais n\u00e3o consegue se separar. \u00c9 o pai que aprova essas identifica\u00e7\u00f5es que respondem pela exist\u00eancia do sujeito.<\/p>\n<p>Temos ent\u00e3o, ressalta Roy, de um lado os <em>gadgets<\/em> do desejo e da demanda oferecidos pelo mestre capitalista, do outro a fun\u00e7\u00e3o do pai em decl\u00ednio. Esse cen\u00e1rio parece deslocar a quest\u00e3o do supereu. Sua pot\u00eancia se encontra na fus\u00e3o dos significantes identificat\u00f3rios coletivizantes e os objetos mais-de-gozar dispon\u00edveis no mercado, ou seja, S1 + <em>a<\/em>, dois elementos que localizam o gozo.<\/p>\n<p>Culturalmente, Roy v\u00ea que h\u00e1 uma tend\u00eancia para essa fus\u00e3o e nos d\u00e1 tr\u00eas exemplos: a exig\u00eancia da \u201ccomunica\u00e7\u00e3o\u201d que localiza cada um e todos no Outro imediatamente, como se estiv\u00e9ssemos em um <em>reality show<\/em> coletivo; a depress\u00e3o elevada ao z\u00eanite social, \u00e0 qual corresponde uma oferta de produtos farmac\u00eauticos, que disponibilizam subst\u00e2ncias gozantes, capazes de tamponar a perda inerente ao gozo do ser falante; o direito \u00e0 crian\u00e7a &#8211; \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de um beb\u00ea -, viabilizada pela interven\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, qualquer que seja a idade ou sexo, gerando irrup\u00e7\u00e3o de real traum\u00e1tico com consequ\u00eancias para essa crian\u00e7a.<\/p>\n<p>Daniel Roy finaliza seu texto frisando que na sociedade as alian\u00e7as entre as identifica\u00e7\u00f5es e o mais-de-gozar comandam o que os sujeitos devem ou n\u00e3o fazer, coletivamente. Verdadeira epifania do supereu. Para lidar com esse contexto social, Roy ressalta que \u00e9 poss\u00edvel se orientar pelos \u201ctr\u00eas pontos de sa\u00edda\/<em>fuite<\/em> que est\u00e3o no horizonte da psican\u00e1lise em extens\u00e3o\u201d, propostos por Lacan em de 9 de outubro de 1967: o primeiro, no registro simb\u00f3lico, concerne \u00e0 fam\u00edlia nos moldes edipianos e ao direito de crian\u00e7a; o segundo, no registro imagin\u00e1rio, diz respeito \u00e0 \u00eanfase sobre a fun\u00e7\u00e3o do grupo, e aqui podemos inserir os adolescentes e o lugar dado ao pai ideal; por \u00faltimo, no registro real, a vigil\u00e2ncia necess\u00e1ria gerada pelo remanejamento social devido \u00e0 universaliza\u00e7\u00e3o dos significantes, cuja causa \u00e9 eliminada pelo discurso da ci\u00eancia, o endurecimento dos processos de segrega\u00e7\u00e3o, que levam ao surgimento de campos de concentra\u00e7\u00e3o onde o ser humano \u00e9 reduzido, cientificamente, ao estado de objeto.<\/p>\n<p>Bem mais no in\u00edcio do texto, Daniel Roy aponta que, segundo Freud, cabe ao analista levar o paciente a trocar a ren\u00fancia a um ganho de prazer por outro modo de satisfa\u00e7\u00e3o, a possibilitar o enodamento do amor com uma cess\u00e3o de gozo, demonstrando sua efic\u00e1cia. Para combater a tal criatura poderosa, o uso in\u00e9dito da palavra, numa parceria com a transfer\u00eancia. Hoje em dia, por\u00e9m, a palavra est\u00e1 a servi\u00e7o do discurso do mestre da ci\u00eancia e do capitalismo, para, em parceria com a ind\u00fastria farmac\u00eautica, fazer calar o sintoma, tornando o homem v\u00edtima de \u201cabusos\u201d em v\u00e1rias categorias: v\u00edtima do trabalho, da ansiedade, da depress\u00e3o, da persegui\u00e7\u00e3o, dos acontecimentos. A psican\u00e1lise possibilita que se encontre uma solu\u00e7\u00e3o sem causar impasse sobre essa fus\u00e3o do significante e mais-de-gozar, diz Roy antes de encerrar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><em>Cl\u00e1udia Aldigueri \u2013 comiss\u00e3o de biblioteca\/boletins<\/em><\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resenha: Roy, Daniel. (juin &#8211; 2006). &#8220;Le surmoi contemporain&#8221;. La petite girafe: Psychanalyse avec les enfants: L&#8217; autorit\u00e9. Paris: Agalma, p. 31-38. 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