{"id":6382,"date":"2022-06-01T17:24:08","date_gmt":"2022-06-01T20:24:08","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/?p=6382"},"modified":"2022-06-01T17:24:08","modified_gmt":"2022-06-01T20:24:08","slug":"acervo-vivo-inicio-do-nosso-percurso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/acervo-vivo-inicio-do-nosso-percurso\/","title":{"rendered":"Acervo vivo: in\u00edcio do nosso percurso"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<h6><em>Marisa Nubile (integrante da comiss\u00e3o de Biblioteca da EBPSP) \u00a0<\/em><\/h6>\n<p>A biblioteca da Se\u00e7\u00e3o SP recebeu uma parte significativa do acervo particular do saudoso psicanalista, membro da EBP\/AMP, Carlos Augusto Nic\u00e9as. Uma doa\u00e7\u00e3o que \u00e9 expressiva pelo volume e cat\u00e1logo de livros e revistas nacionais e internacionais, mas \u00e9 expressiva tamb\u00e9m pelo fato do acervo vir com a marca da trajet\u00f3ria de forma\u00e7\u00e3o desse analista que tanto contribuiu para nosso campo.<\/p>\n<p>A comiss\u00e3o de biblioteca formou, ent\u00e3o, um subgrupo<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>para pensar e propor a\u00e7\u00f5es que vivificassem as letras ofertadas. Nascia o <em>Acervo vivo.<\/em> Entusiasmados com a proposta, nosso grupo teve que criar alternativas diante da dist\u00e2ncia que a pandemia nos imp\u00f4s, uma vez que se tratava de trabalhar com livros e revistas que convidam a entrar em contato direto com eles.<\/p>\n<p>Foi preciso um tempo para que o corpo pudesse estar presente na biblioteca da se\u00e7\u00e3o e, enquanto isso, usamos recursos digitais, n\u00e3o sem que v\u00e1rias interroga\u00e7\u00f5es sobre o caminho a ser tomado tomassem conta de nossas reuni\u00f5es. Todo material estava l\u00e1 \u00e0 espera de olhos que pudessem explor\u00e1-lo e difundi-lo. Mas, por onde come\u00e7ar? o que fazer? como fazer? Primeira descoberta: nosso trabalho n\u00e3o estava definido <em>a priori<\/em>, est\u00e1vamos diante de um \u201cobjeto n\u00e3o localiz\u00e1vel, coisa fugidia&#8230;\u201d. Nosso objeto era a causa com a biblioteca e o caminho seria uma constru\u00e7\u00e3o conjunta.<\/p>\n<p>Alguns significantes pulsavam de maneira inquietante: Biblioteca \u2013 Acervo \u2013 Vivo. A partir deles, algumas quest\u00f5es se impuseram, a come\u00e7ar pelas mais singelas: o que \u00e9 uma biblioteca? qual sua rela\u00e7\u00e3o com o acervo? A resposta, de maneira ainda intuitiva e \u00f3bvia, \u00e9 que toda biblioteca tem seu acervo, mas uma biblioteca n\u00e3o se resume ao seu acervo. Para al\u00e9m do espa\u00e7o f\u00edsico que acomoda o acervo, uma biblioteca se faz pelas diferentes atividades que ela se prop\u00f5e a executar com objetivo de disponibilizar, divulgar e levar informa\u00e7\u00f5es para que pessoas usufruam e participem daquilo que a biblioteca promove.<\/p>\n<p>Sem d\u00favida, esse \u00e9 o desafio de toda biblioteca, mas tamb\u00e9m \u00e9 o desafio de todo lugar\u00a0 que re\u00fane obras constru\u00eddas pela humanidade, como museus, por exemplo, onde a mem\u00f3ria \u00e9 preservada para ser difundida e n\u00e3o simplesmente guardada.<\/p>\n<p>Tal pensamento sobre as bibliotecas de maneira geral n\u00e3o deixa de estar em conson\u00e2ncia com aquilo que prop\u00f5em as Bibliotecas do Campo freudiano. No site da EBP sobre a <em>Biblioteca Una da EBP<\/em> podemos ler que, longe de ser um lugar onde se guardam livros empoeirados, ela \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o lacaniana que tem como objetivo levar o conhecimento da pr\u00e1tica lacaniana para quem se interessa por psican\u00e1lise (dentro e fora do campo), assim como articular o trabalho em intens\u00e3o e extens\u00e3o. A biblioteca \u00e9 tamb\u00e9m um lugar onde se prop\u00f5e uma interface com diferentes disciplinas promovendo debates, apresenta\u00e7\u00f5es e demais atividades onde se possa transmitir a psican\u00e1lise e se deixar ensinar.<\/p>\n<p>Uma segunda constata\u00e7\u00e3o desses primeiros tempos de nosso percurso foi que seria imposs\u00edvel pensar o acervo de Nic\u00e9as sem pensarmos que ele se insere em um acervo j\u00e1 existente, de maneira que o vivo abarca a concep\u00e7\u00e3o de biblioteca.<\/p>\n<p>Ainda em um sobrevoo inicial pela busca do nosso caminho, nos deparamos com os n\u00fameros do <em>Bibli\u00f4<\/em> dispon\u00edveis no site da EBP. E, outra descoberta: h\u00e1 neles uma riqueza de saberes e propostas que nos ajudaram a pensar o vivo das letras.<\/p>\n<p>Nosso esfor\u00e7o \u00e9 de fazer uma bricolagem vivificante com aquilo que poderia ser apenas um objeto solto na estante \u00e0 espera do dep\u00f3sito de p\u00f3. O objeto livro, como n\u00e3o poderia deixar de ser, est\u00e1 no cerne dos nossos questionamentos, da\u00ed ter chamado aten\u00e7\u00e3o o n\u00famero 28 do <em>Bibli\u00f4<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup><strong>[2]<\/strong><\/sup><\/a><\/em>, que traz como mote: <em>O que \u00e9 um livro?<\/em> Interessante quest\u00e3o que d\u00e1 consist\u00eancia a propostas de a\u00e7\u00f5es que j\u00e1 despontavam em nossas entusiasmadas reuni\u00f5es.<\/p>\n<p>A princ\u00edpio a aten\u00e7\u00e3o se voltou para o artigo da colega Perp\u00e9tua Medrado<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>, que comentou sobre uma visita feita ao museu Lasar Segal.\u00a0 O vivo tem a ver com o corpo, \u00e9 o corpo vivo que participa da feitura da biblioteca, da\u00ed que encontrar neste artigo men\u00e7\u00e3o \u00e0 obra da artista pl\u00e1stica Lygia Clark veio ao encontro de nossas quest\u00f5es.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-6277 size-medium\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/new\/sp\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/acervo001-1-300x208.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"208\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/acervo001-1-300x208.png 300w, https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/acervo001-1.png 367w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Tal artista fez parte do movimento neoconcretista que interrogou o estatuto de expectador da obra, de maneira que para esse movimento art\u00edstico a obra \u00e9 o seu ato. S\u00e3o artistas que, j\u00e1 nos anos 60, fizeram experi\u00eancias que convocavam aquele que se prop\u00f5e a entrar em contato com a obra n\u00e3o s\u00f3 a interagir com ela, mas a fazer parte dela. Perp\u00e9tua lembra a obra <em>Caminhando<\/em>, de Lygia Clark, onde o sujeito \u00e9 convidado a caminhar por uma fita de moebius cortando-a com uma tesoura. Como podemos perceber, o importante n\u00e3o \u00e9 o resultado, mas o ato que faz a obra, um ato n\u00e3o do artista, mas do participante.<\/p>\n<p>No artigo, Perp\u00e9tua comenta que no Museu Lasar Segal, a exposi\u00e7\u00e3o <em>Al\u00e9m da biblioteca,<\/em> realizada em 2011, selecionou 11 artistas e suas obras com o intuito de lan\u00e7ar um olhar sobre obras de arte que s\u00e3o livros \u2013 <em>O livro de artista<\/em>. S\u00e3o experi\u00eancias, comenta Jorge Schwartz, que d\u00e3o oportunidade ao artista se converter em autor de um livro fora dos padr\u00f5es de pagina\u00e7\u00e3o ou da escrita linear, projetando-se no universo que oscila entre a letra, a p\u00e1gina, o livro e a escultura tradicional de livro. Dentre os artistas desta exposi\u00e7\u00e3o estava Lygia Clark com seu <em>Livro-obra<\/em>, uma compila\u00e7\u00e3o do seu trabalho com o neoconcreto, desde os quadros, a descoberta da linha org\u00e2nica, at\u00e9 a s\u00e9rie Bichos, onde <em>Caminhando<\/em> se insere.<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia do sujeito fazer parte da obra aparece tamb\u00e9m no texto de Teresinha Meirelles do Prado<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><em><sup><strong>[4]<\/strong><\/sup><\/em><\/a>\u2013 ainda no <em>Bibli\u00f4<\/em> 28 \u2013 mas, dessa vez, endere\u00e7ando a reflex\u00e3o sobre o livro, tradicionalmente composto.<\/p>\n<p>Ela traz a discuss\u00e3o de Blanchot<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>, para quem o livro necessita do leitor para se realizar como tal, chegando a fazer uma diferen\u00e7a entre o grau de exig\u00eancia para um ouvinte de m\u00fasica, um contemplador de quadros e um leitor.\u00a0 Para ele, a obra pl\u00e1stica e a musical parecem prescindir daquele que a contempla. A partir daquilo que acabamos de comentar sobre algumas obras de arte contempor\u00e2nea, nos parece que elas questionam exatamente este ponto, uma vez que provocam o participante a fazer parte da obra.<\/p>\n<p>Mas, fato \u00e9 que o livro, desde sempre, e sem precisar de questionamentos, tem essa particularidade de n\u00e3o se realizar se n\u00e3o tiver um leitor: \u201cO que \u00e9 um livro que n\u00e3o se l\u00ea? Algo que ainda n\u00e3o est\u00e1 escrito. Ler seria, pois, n\u00e3o escrever de novo o livro, mas fazer com que o livro se escreva ou que seja escrito \u2013 desta vez sem a intermedia\u00e7\u00e3o do escritor, sem ningu\u00e9m que o escreva\u201d, esclarece Blanchot.<\/p>\n<p>Na mesma dire\u00e7\u00e3o, Teresinha cita Jorge Luis Borges<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a> que nos deixa a seguinte p\u00e9rola: \u201co que \u00e9 um livro em si mesmo? Um livro \u00e9 um objeto f\u00edsico num mundo de objetos f\u00edsicos. \u00c9 um conjunto de s\u00edmbolos mortos. E ent\u00e3o aparece o leitor certo, e as palavras \u2013 ou antes a poesia por tr\u00e1s das palavras, pois as pr\u00f3prias palavras s\u00e3o meros s\u00edmbolos \u2013 saltam para a vida e temos a ressurrei\u00e7\u00e3o da palavra\u201d.<\/p>\n<p>A partir destas considera\u00e7\u00f5es sobre o livro enquanto tal, Teresinha recupera aquilo que se entende por escrita em psican\u00e1lise que, seguindo at\u00e9 o \u00faltimo Lacan, aponta para a escrita como marca de gozo, algo que se destaca do corpo a partir da opera\u00e7\u00e3o da linguagem: acontecimento de corpo. Al\u00e9m da escrita, tamb\u00e9m sabemos da import\u00e2ncia da fun\u00e7\u00e3o da leitura e do lugar do analista como leitor: \u201co analista corta ao ler o que ele (analisante) quer dizer\u201d. Ou ainda<em>, <\/em>\u201co psicanalista \u00e9 por ele (analisante) designado como um sujeito suposto saber ler de outro modo\u201d, diz Lacan no <em>Semin\u00e1rio 25<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><strong>[7]<\/strong><\/a><\/em>.<\/p>\n<p>Teresinha termina destacando que a raiz etimol\u00f3gica de escrever \u2013 <em>scribere<\/em>, que significa tra\u00e7ar caracteres \u2013 remete a uma raiz indo-europeia que det\u00eam a ideia de cortar, incisar, rasgar&#8230;. Parece, ressalta ela, que escrita e corpo-falante t\u00eam muita proximidade.<\/p>\n<p>Mas, a pergunta que se imp\u00f5e a cada descoberta \u00e9: afinal, como vivificar o que poderia ser s\u00f3 letra morta? como tornar viva uma biblioteca, um acervo, um livro? Aquilo que te\u00f3ricos e artistas nos ensinam \u00e9 que esses objetos, simb\u00f3licos por natureza, necessitam do <em>falasser<\/em> para existirem. O vivo se faz na medida em que o corpo (vivo) entra em contato, interage, transforma e se transforma com as letras.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6278\" aria-describedby=\"caption-attachment-6278\" style=\"width: 297px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-6278\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/new\/sp\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/acervo002-1.png\" alt=\"Henri Matisse \u2013 A dan\u00e7a (1910)\" width=\"297\" height=\"170\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6278\" class=\"wp-caption-text\">Henri Matisse \u2013 A dan\u00e7a (1910)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Logo que come\u00e7amos nosso percurso, o bibliotec\u00e1rio da EBPSP, Felipe Salles Silva, nos apresentou o acervo de Nic\u00e9as destacando aquilo que para ele eram joias: dedicat\u00f3rias, tra\u00e7os feitos pelo Nic\u00e9as, margin\u00e1lias, marcas da leitura, rel\u00edquias da psican\u00e1lise p\u00f3s freudiana e outros. Cada gesto delicado folheando livros, cada palavra exultante diante do material que estava sendo catalogado, cada explica\u00e7\u00e3o que nos dava, trazia a marca do amor de Nic\u00e9as pelos livros. Assim, nesse encontro inaugural, Felipe nos transmitiu seu entusiasmo e, ao fazer isso, nos convocou a nos tornarmos exploradores daquele acervo.<\/p>\n<p>Mas, nossa tarefa n\u00e3o para a\u00ed&#8230;. para vivificar o acervo \u00e9 preciso convocar leitores, outros \u201cfazedores\u201d de livros, seguindo Blanchot. Para isso, h\u00e1 que se inventar vias, fabricar estrat\u00e9gias que promovam encontros e toquem outros corpos pulsantes a entrarem na roda.<\/p>\n<p>Estamos trabalhando nisso!<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Este subgrupo \u00e9 composto por Emelice Prado, Fab\u00edola Ramon (Diretora de Biblioteca EBP-SP), Jos\u00e9 Danilo Canesin, Jovita Carneiro de Lima, Marisa Nubile, Mirmila Musse e Perp\u00e9tua Medrado.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> <em>BIBLI\u00d4<\/em>: Boletim Eletr\u00f4nico das Bibliotecas da EBP. \u00a0Fevereiro\/mar\u00e7o 2016, n. 28.<\/h6>\n<h6>Acesso: https:\/\/www.ebp.org.br\/flip\/biblio_referencias\/XIICM\/assets\/basic-html\/page-41.html<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> MEDRADO, P. Al\u00e9m da Biblioteca<em>. In: BIBLI\u00d4<\/em>, Fevereiro\/mar\u00e7o 2016, n. 28<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> PRADO, T. M. Um livro s\u00f3 existe porque leitores h\u00e1. In: <em>BIBLI\u00d4<\/em>, Fevereiro\/mar\u00e7o 2016, n. 28<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> BLANCHOT, M. <em>O espa\u00e7o liter\u00e1rio<\/em>. RJ: Rocco, 1977<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> BORGES, J. L. <em>Esse of\u00edcio do verso<\/em>. RJ: Cia das Letras, 2000<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> LACAN, J. <em>Semin\u00e1rio 25: O momento de concluir<\/em>. (In\u00e9dito)<\/h6>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia+&#8221; color=&#8221;danger&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fbiblioteca-em-tempo-real%2F&#8221;][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] Marisa Nubile (integrante da comiss\u00e3o de Biblioteca da EBPSP) \u00a0 A biblioteca da Se\u00e7\u00e3o SP recebeu uma parte significativa do acervo particular do saudoso psicanalista, membro da EBP\/AMP, Carlos Augusto Nic\u00e9as. 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