{"id":5994,"date":"2021-09-03T15:25:09","date_gmt":"2021-09-03T18:25:09","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/?p=5994"},"modified":"2021-09-03T15:25:09","modified_gmt":"2021-09-03T18:25:09","slug":"flashes-da-comissao-de-orientacao-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/flashes-da-comissao-de-orientacao-2\/","title":{"rendered":"Flashes da comiss\u00e3o de orienta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_row_inner][vc_column_inner][vc_column_text]\n<figure id=\"attachment_5995\" aria-describedby=\"caption-attachment-5995\" style=\"width: 583px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5995 size-full\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/new\/sp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/travessias_003_002-1.png\" alt=\"Imagem: Instagram @itsreuben\" width=\"583\" height=\"429\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/travessias_003_002-1.png 583w, https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/travessias_003_002-1-300x221.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 583px) 100vw, 583px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5995\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Instagram @itsreuben<\/figcaption><\/figure>\n[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_column_text]\n<h3><strong><span style=\"color: #993300;\">Ato anal\u00edtico e um dizer que subverte o sujeito<\/span> <\/strong><\/h3>\n<h6><strong>Por Fabiola Ramon (EBP\/AMP)<\/strong><\/h6>\n<p>A suspens\u00e3o radical do campo do Outro simb\u00f3lico, furo radicalmente necess\u00e1rio para que uma passagem ao ato tenha de fato estatuto de ato. Lacan extraiu desse ponto preciso e l\u00f3gico um princ\u00edpio fundamental da psican\u00e1lise: o ato anal\u00edtico.<\/p>\n<p>A passagem ao ato se d\u00e1 em um tempo de suspens\u00e3o do Outro simb\u00f3lico, na qual \u00e9 o objeto que irrompe, operando um curto-circuito em que o sujeito cai da cena. Cai sujeito e tamb\u00e9m o Outro, para se recomporem em um segundo tempo. Esse gozo mort\u00edfero fora do la\u00e7o, a depender do circuito pulsional em jogo e da s\u00e9rie que posteriormente esse circuito reenla\u00e7ar\u00e1 ao Outro, pode-se tornar continuamente um mecanismo que tende \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cO ato anal\u00edtico tem estrutura tal na qual o objeto \u00e9 ativo e o sujeito, subvertido \u2013 fundamento do discurso anal\u00edtico\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Me parece que est\u00e1 a\u00ed, nessa subvers\u00e3o do sujeito, um dos pontos que diferencia o estatuto da passagem ao ato e o ato anal\u00edtico. Este \u00faltimo se articula a um dizer<em>. \u201c<\/em><em>O ato tem lugar por um dizer, e pelo qual modifica o sujeito<\/em><em>\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><strong>[2]<\/strong><\/a>.<\/em> Um dizer que, a partir da opera\u00e7\u00e3o do discurso anal\u00edtico, consente com o s(\u023a), com o significante do Outro que n\u00e3o existe.<\/p>\n<p>Em tempos de prolifera\u00e7\u00e3o das passagens ao ato, o discurso anal\u00edtico pode incidir a\u00ed, na medida em que interv\u00e9m n\u00e3o no sentido de restitui\u00e7\u00e3o do Outro no circuito da repeti\u00e7\u00e3o, mas de apostar que a partir do dizer pode-se aceder ao furo no campo do Outro, tanto do Outro simb\u00f3lico quanto o Outro do gozo, podendo romper com o empuxo ao gozo mort\u00edfero implicado na passagem ao ato.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Holguin, C. M (2019). \u201cUm la\u00e7o \u00eaxtimo: solid\u00e3o com la\u00e7o \u2013 Sobre o ato anal\u00edtico e a garantia\u201d. In: <a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/um-laco-extimo-solidao-com-laco-sobre-o-ato-analitico-e-a-garantia\/\">https:\/\/ebp.org.br\/sp\/um-laco-extimo-solidao-com-laco-sobre-o-ato-analitico-e-a-garantia\/<\/a><\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> <em>Ibid<\/em>.<\/h6>\n[\/vc_column_text][vc_separator border_width=&#8221;3&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>A interpreta\u00e7\u00e3o e o tempo<\/strong><\/span><\/h3>\n<h6><strong>Por Maria C\u00e9lia Reinaldo Kato (EBP\/AMP)<\/strong><\/h6>\n<p>Miller, em <em>A er\u00f3tica do tempo<\/em><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, faz a seguinte quest\u00e3o: \u201cde que forma a interpreta\u00e7\u00e3o se inscreve no tempo?\u201d e, responde: \u201cmesmo havendo um status atemporal do inconsciente, a interpreta\u00e7\u00e3o, por sua vez, \u00e9 essencialmente temporal. A interpreta\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser dita em qualquer momento ou em qualquer contexto, ou seja, ela se inscreve no tempo\u201d. A partir dessa dimens\u00e3o temporal da interpreta\u00e7\u00e3o, Miller introduz a surpresa, em fun\u00e7\u00e3o de que a interpreta\u00e7\u00e3o \u00e9 um acontecimento imprevisto. \u00c9 justamente ali onde o analisante espera algo que a interpreta\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve estar. Ela precisa se dar na conting\u00eancia do tempo.<\/p>\n<p>\u201cO tempo tem uma linha infinita que jamais encontra o ponto no infinito\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. Esse ponto no infinito n\u00e3o cessa de se escrever, portanto \u00e9 da ordem do imposs\u00edvel, \u00e9 da ordem do real. E \u00e9 nesse ponto que a interpreta\u00e7\u00e3o enquanto acontecimento imprevisto deve incidir.<\/p>\n<p>Miller prop\u00f5e que o analista ocupe uma posi\u00e7\u00e3o fora do tempo, fora do lugar onde ele \u00e9 esperado. Assim, como podemos pensar uma interpreta\u00e7\u00e3o em que o analista ocupe um lugar fora do tempo? Como introduzir a dimens\u00e3o da surpresa? Como pensar uma interpreta\u00e7\u00e3o que vise o real? Essas s\u00e3o algumas quest\u00f5es que gostaria de introduzir em nosso debate!<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> MILLER, J. A. <em>A er\u00f3tica do tempo<\/em>. Escola Brasileira de Psican\u00e1lise \u2013 Rio de Janeiro. 2000.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Idem.<\/h6>\n[\/vc_column_text][vc_separator border_width=&#8221;3&#8243;][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\">Psican\u00e1lise, civiliza\u00e7\u00e3o e pol\u00edtica<\/span><\/h3>\n<h6><strong>Por Maria Bernadette Soares de Sant\u2019Ana Pitteri <\/strong>(<strong>EBP\/AMP)<\/strong><\/h6>\n<p>Com sua emerg\u00eancia, a psican\u00e1lise mudou o mundo; com seu ato, Freud mudou o mundo; com o \u201cato de funda\u00e7\u00e3o\u201d, Lacan mudou os rumos da psican\u00e1lise. Lacan funda sua\u00a0Escola para restaurar o \u201cfio cortante\u201d da verdade de Freud, e foi al\u00e9m, servindo-se do existente para um passo a mais. Em 1980, Lacan dissolve sua cria\u00e7\u00e3o por desrespeitar os princ\u00edpios para os quais havia sido criada. Miller, em 24\/6\/2017, surpreendeu ao propor o \u201cAno Zero\u201d, um novo come\u00e7o para o Campo Freudiano, <em>aufhebung<\/em> que implicaria a \u201cEscola-Sujeito\u201d<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[1]<\/a>.<\/p>\n<p>A dial\u00e9tica hegeliana pressup\u00f5e conservar o que existe para super\u00e1-lo, em uma sempre ascendente espiral. No momento em que o \u201cEsp\u00edrito Universal\u201d gera contradi\u00e7\u00f5es, a dial\u00e9tica tenta absorv\u00ea-las e gerar o advento do novo. O esp\u00edrito de nosso tempo, prenhe de contradi\u00e7\u00f5es, leva Miller a provocar um movimento dial\u00e9tico na Escola de Lacan, conservando algo para al\u00e7ar a um n\u00edvel superior, <em>aufhebung<\/em> \u2013 \u201cAno Zero\u201d da Psican\u00e1lise que traz em seu bojo a \u201cEscola-Sujeito\u201d.<\/p>\n<p>Miller prop\u00f5e tamb\u00e9m a dial\u00e9tica do compromisso que, originalmente, aparece no Heidegger de <em>Ser e<\/em>\u00a0<em>Tempo<\/em>, bastante explorada pela filosofia existencialista. Compromisso sup\u00f5e escolha, o que faz her\u00e9tico aquele que escolhe: no sentido das prefer\u00eancias do sujeito, a heresia<a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\"><strong>[2]<\/strong><\/a> enra\u00edza as escolhas no gozo do corpo, no sinthoma.<\/p>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o her\u00e9tica e o compromisso contradizem a\u00a0ideia de uma posi\u00e7\u00e3o anal\u00edtica neutra. O analista\u00a0n\u00e3o\u00a0escolhe no exerc\u00edcio da escuta, mas n\u00e3o \u00e9 indiferente no tratamento; seu desejo &#8220;n\u00e3o \u00e9 um desejo puro&#8221;, diz Lacan no <em>semin\u00e1rio 11<\/em>. O analista escolhe visando n\u00e3o uma moral, mas a \u00e9tica, incluindo a\u00ed a pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Se Lacan diz que &#8220;&#8230; antes renuncie a isso, portanto, quem n\u00e3o conseguir alcan\u00e7ar em seu horizonte a subjetividade de sua \u00e9poca&#8221;<a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\">[3]<\/a>, \u00e9 porque, para ele (como para Hegel), cada \u00e9poca tem sua subjetividade, implicando em um la\u00e7o discursivo que abrange a vida social, intelectual e cultural em um mesmo esp\u00edrito \u2013 a \u00e9poca \u00e9 um limite, constrange o pensamento, e a coer\u00eancia deste conjunto aponta para a subjetividade. Antecipa\u00e7\u00f5es podem ocorrer, especialmente quando um sujeito interpreta a subjetividade de sua \u00e9poca, caso de Nietzsche, ao anunciar a \u201cMorte de Deus\u201d<a href=\"#_edn4\" name=\"_ednref4\">[4]<\/a>.<\/p>\n<p>\u00c9 <strong>da<\/strong> subjetividade e n\u00e3o de <strong>uma<\/strong> subjetividade que se trata, visto o\u00a0sujeito\u00a0n\u00e3o ser um indiv\u00edduo: o conceito lacaniano de sujeito, que sup\u00f5e o \u201cinconsciente estruturado como uma linguagem\u201d remete \u00e0 pol\u00edtica, \u201co inconsciente \u00e9 a pol\u00edtica\u201d. Ao falar da &#8220;realidade transindividual do sujeito&#8221;, Lacan mostra que a subjetividade de uma \u00e9poca tem sentido\u00a0por ser transindividual, o que acarreta que o um e o outro sejam prisioneiros da mesma \u00e9poca, imersos que est\u00e3o na mesma dial\u00e9tica temporal, o que impede a todos ausentar-se da pol\u00edtica.<\/p>\n<p>O ato de Miller, ao propor a \u201cEscola-Sujeito\u201d, ocorre no momento em que, no movimento dial\u00e9tico de nossa \u00e9poca, emergiu o totalitarismo, coibindo a\u00a0liberdade de fala, o que inviabilizaria a experi\u00eancia da psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>Esta experi\u00eancia distancia o sujeito das identifica\u00e7\u00f5es de massa, sem desconsiderar as m\u00faltiplas escolhas do desejo ou do gozo. A pol\u00edtica importa para a psican\u00e1lise pois, na experi\u00eancia anal\u00edtica, chega-se ao ponto em que o Outro n\u00e3o existe, momento de empalidecimento do simb\u00f3lico, o que exige um retorno ao la\u00e7o social com o Outro, na inven\u00e7\u00e3o de um Outro. Pode-se apostar ent\u00e3o nos recursos trazidos pelos discursos, \u201co la\u00e7o entre os que falam\u201d e Lacan sublinha que \u201cs\u00f3 existe isso, o la\u00e7o social\u201d<a href=\"#_edn5\" name=\"_ednref5\">[5]<\/a>\u00a0a manter juntos os corpos, enquanto, ao contr\u00e1rio, o puro gozo, solit\u00e1rio, gera a segrega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma an\u00e1lise n\u00e3o leva do pai (p\u00e8re) ao pior (pire), ao contr\u00e1rio do que presentifica um regime ditatorial; o desejo de saber que permite e provoca, na transmuta\u00e7\u00e3o do amor ao saber, torna-se essencial para os tempos atuais, para a civiliza\u00e7\u00e3o que recebe novos sopros nunca antes aspirados.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a><strong>MILLER, J-A. \u201cTeoria de Turim\u201d.<\/strong> In: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online<\/em> nova s\u00e9rie Ano 7 &#8211; N\u00ba 21, novembro de 2016.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a>Do grego airesis (\u03b1\u03af\u03c1\u03b5\u03c3\u03b7), tem o sentido de assumir, tirar, pegar, escolher por voto; prefer\u00eancia, inclina\u00e7\u00e3o, gosto particular; prefer\u00eancia por doutrina, escola, seita religiosa, partido pol\u00edtico, fac\u00e7\u00e3o. (Dicion\u00e1rio Grego\/Franc\u00eas A. Bailly).<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[3]<\/a>LACAN, J. \u201cFun\u00e7\u00e3o e Campo da fala e da linguagem\u201d. In: <em>Escritos.<\/em> Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998, p. 322.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref4\" name=\"_edn4\">[4]<\/a>NIETZSCHE, F. <em>A Gaia Ci\u00eancia<\/em>. SP: Ed. Martin Claret, 2005, aforismo 25.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref5\" name=\"_edn5\">[5]<\/a>LACAN, J., <em>O Semin\u00e1rio livro 20: Mais Ainda<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985, p. 74.<\/h6>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_row_inner][vc_column_inner][vc_column_text] [\/vc_column_text][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][vc_column_text] Ato anal\u00edtico e um dizer que subverte o sujeito Por Fabiola Ramon (EBP\/AMP) A suspens\u00e3o radical do campo do Outro simb\u00f3lico, furo radicalmente necess\u00e1rio para que uma passagem ao ato tenha de fato estatuto de ato. Lacan extraiu desse ponto preciso e l\u00f3gico um princ\u00edpio fundamental da psican\u00e1lise: o ato anal\u00edtico. 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