{"id":5866,"date":"2021-08-12T07:04:24","date_gmt":"2021-08-12T10:04:24","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/?p=5866"},"modified":"2021-08-12T07:04:24","modified_gmt":"2021-08-12T10:04:24","slug":"eixo-tematico-1-declinacoes-clinicas-do-ato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/eixo-tematico-1-declinacoes-clinicas-do-ato\/","title":{"rendered":"Eixo tem\u00e1tico 1: Declina\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas do ato"},"content":{"rendered":"<h6>Gustavo Oliveira Menezes (EBP\/AMP)<br \/>\nMaria C\u00e9lia Reinaldo Kato (EBP\/AMP)<br \/>\nR\u00f4mulo Ferreira da Silva (EBP\/AMP)<\/h6>\n<figure id=\"attachment_5867\" aria-describedby=\"caption-attachment-5867\" style=\"width: 553px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5867\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/new\/sp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/boletim002_006-1.png\" alt=\"Imagem: Instagram @contemporary_art\" width=\"553\" height=\"591\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/boletim002_006-1.png 553w, https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/boletim002_006-1-281x300.png 281w\" sizes=\"auto, (max-width: 553px) 100vw, 553px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5867\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Instagram @contemporary_art<\/figcaption><\/figure>\n<p>A partir do ato, o que o psicanalista institui como experi\u00eancia anal\u00edtica? Ao abordar o tema do ato e suas declina\u00e7\u00f5es na perspectiva da cl\u00ednica, nos deparamos, primeiramente, com o <strong>ato falho<\/strong>, forma\u00e7\u00e3o do inconsciente que pode escapar \u00e0 escuta e que chamou a aten\u00e7\u00e3o de Freud. O ato falho \u00e9 interpret\u00e1vel, est\u00e1 na ordem do simb\u00f3lico e transmite algo do desejo. \u00c9 o que emerge e que ultrapassa o sujeito, o surpreende. Segundo Jacques-Alain Miller, \u201co que \u00e9 o ato falho, sen\u00e3o o&#8230; que emerge no pensamento consciente, na fala, no corpo, e desloca o ato, faz com que diga outra coisa?\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. Da descoberta freudiana, Lacan localiza a \u201clinguagem, na medida em que ela determina esta outra coisa na qual o sujeito se constitui como ser falante\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, e prossegue afirmando que \u201ch\u00e1 uma fun\u00e7\u00e3o da falha da fala no interior da t\u00e9cnica anal\u00edtica\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>.<\/p>\n<p>Para Lacan, a\u00ed se instaura a dimens\u00e3o da perda e introduz a concep\u00e7\u00e3o de que o inconsciente se manifesta \u201ccomo o que vacila num corte do sujeito\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>. \u00c9 pelo equ\u00edvoco, lapso, trope\u00e7os da fala que surge a verdade. O importante no ato nesta perspectiva \u00e9 o que escapa. Ele chegar\u00e1 a formular que n\u00e3o existe ato que n\u00e3o seja fracassado. Se todo ato \u00e9 falho, ele n\u00e3o se repete, n\u00e3o se articula. S\u00f3 h\u00e1 ato onde a cadeia significante falha e da\u00ed sua aproxima\u00e7\u00e3o com a verdade.<\/p>\n<p>Essas sutilezas fornecem ao analista possibilidades de intervir na divis\u00e3o daquele que busca tratar seu sofrimento. Num primeiro momento, essas ocorr\u00eancias se mostram preciosas para que uma an\u00e1lise se instaure, j\u00e1 que a hi\u00e2ncia que se apresenta denuncia a dist\u00e2ncia do corpo que fala e o discurso do sujeito dividido pela linguagem. Pode-se pensar em uma particularidade dessa incid\u00eancia, j\u00e1 que o corpo entra em jogo na tentativa de dizer algo do seu pr\u00f3prio gozo? Como o advento do\u00a0ato falho\u00a0d\u00e1 abertura para o ato do analista?<\/p>\n<p>Podemos localizar outras duas declina\u00e7\u00f5es: a <strong>passagem ao ato<\/strong> e o <strong><em>acting out<\/em><\/strong>, que se aproximam muito na pr\u00e1tica cl\u00ednica. Lacan nos orienta na diferencia\u00e7\u00e3o dessas duas ocorr\u00eancias ao formular que, como regra anal\u00edtica, pede-se \u201c\u00e0quele que entra em an\u00e1lise que evite a passagem ao ato, exatamente para privilegiar o lugar do <em>acting out<\/em>, do qual o analista, sozinho, assu\u00adme e conserva o encargo\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. Como entender o ato como aquilo que engaja uma an\u00e1lise? Sua rela\u00e7\u00e3o com a transfer\u00eancia? Com a interpreta\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>No <em>acting out<\/em>, o que est\u00e1 em jogo \u00e9 seu car\u00e1ter de mostra\u00e7\u00e3o, sua rela\u00e7\u00e3o com o Outro a quem clama por interpreta\u00e7\u00e3o. A transfer\u00eancia sem interpreta\u00e7\u00e3o \u00e9 o <em>acting out<\/em> e por isso se dirige ao analista. O que \u00e9 ininterpret\u00e1vel na an\u00e1lise \u00e9 a presen\u00e7a do analista, e interpret\u00e1-la \u00e9 dar lugar ao <em>acting out<\/em>. Se o analista n\u00e3o for capaz de interpretar o que ocorre fora do dispositivo anal\u00edtico, <em>acting out<\/em>, justamente por ter faltado interpreta\u00e7\u00e3o, o <em>acting<\/em> est\u00e1 sujeito a adentrar a sess\u00e3o, <em>acting in<\/em>, tornando-a cen\u00e1rio prop\u00edcio ao gozo, \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o da puls\u00e3o sob a presen\u00e7a do analista?<\/p>\n<p>Nessa mesma perspectiva, o que o\u00a0<em>acting out<\/em> esclarece sobre o recuo do analista diante do horror ao seu ato? Como ligar o ato \u00e0 dimens\u00e3o da ang\u00fastia? Ao objeto <em>a<\/em>? H\u00e1 aqui uma diferen\u00e7a importante a fazer com o <em>ato falho<\/em>, pois na incid\u00eancia do <em>acting out<\/em> a transfer\u00eancia ao analista j\u00e1 se encontra instaurada de forma mais ordenada pela via do simb\u00f3lico. Podemos dizer que o <em>acting out<\/em> ocorre porque o analista n\u00e3o foi capaz de incidir sobre um ato falho ocorrido no interior da an\u00e1lise? Afinal, foi esse apontamento que Lacan<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a> fez em rela\u00e7\u00e3o ao caso do <em>Homem dos miolos frescos <\/em>apresentado por Ernest Cris.<\/p>\n<p>Por outro lado, a passagem ao ato \u00e9 o momento de maior embara\u00e7o do sujeito, que identificado com o objeto <em>a,<\/em> precipita-se para fora da cena. A passagem ao ato est\u00e1 no limite entre o discurso e o real. Se n\u00e3o h\u00e1 intermedia\u00e7\u00e3o do analista nesse ponto de disjun\u00e7\u00e3o, o sujeito se precipita como objeto que cai. Na\u00a0passagem ao ato, cabe ao analista impor seu ato, ou a\u00ed se imp\u00f5e o inverso?<\/p>\n<p>\u00c9 preciso ressaltar que a passagem ao ato n\u00e3o \u00e9 paradigma da psicose, mas \u00e9 nessa estrutura que podemos melhor observar que n\u00e3o h\u00e1 uma cena a ser realizada. N\u00e3o h\u00e1 posi\u00e7\u00e3o subjetiva a ser sustentada. N\u00e3o seria aqui interessante distinguir a passagem ao ato da estrutura cl\u00ednica, levando em conta o \u00faltimo ensino de Lacan e as consequ\u00eancias do movimento LGBTQIA+ que nos interroga a respeito das interven\u00e7\u00f5es sobre os corpos biol\u00f3gicos na cl\u00ednica contempor\u00e2nea?<\/p>\n<p>Assim, torna-se importante esclarecer do que se trata o <strong>ato anal\u00edtico<\/strong> para coloc\u00e1-lo \u00e0 prova diante dessas declina\u00e7\u00f5es \u2013 ato falho, <em>acting out<\/em>, passagem ao ato.<\/p>\n<p>Segundo Miller, Lacan faz do ato suicida o modelo do ato, tomando-o como paradigma do ato propriamente dito. Todo ato verdadeiro implica o \u201csuic\u00eddio do sujeito\u201d<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>, marcando um antes e um depois. \u00c9 uma transgress\u00e3o, na medida que ultrapassa o simb\u00f3lico, que infringe uma lei. No ato suicida h\u00e1 uma disjun\u00e7\u00e3o entre o ideal de bem-estar e algo que habita o sujeito e o destr\u00f3i, sua vontade de gozo. Nesta disjun\u00e7\u00e3o o ato suicida aponta o \u201ctriunfo da puls\u00e3o de morte\u201d<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a> descoberta por Freud. Dessa maneira, para Lacan, o ato visa o cerne do ser, o gozo.<\/p>\n<p>Se no in\u00edcio de seu ensino, Lacan parte de Freud para enfatizar que <em>um ato \u00e9 uma palavra<\/em>, constata-se que a pr\u00e1tica freudiana n\u00e3o era conforme o ato anal\u00edtico. Lacan passar\u00e1 cada vez mais de uma perspectiva de o inconsciente como verdade ao inconsciente como saber. No semin\u00e1rio 16, ele afirma que \u201co ato psicanal\u00edtico se apresenta como uma incita\u00e7\u00e3o ao saber\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>. Para o neur\u00f3tico, o caminho leva a instituir o sujeito suposto saber, incita\u00e7\u00e3o ao saber que o conduz \u00e0 verdade. Ao final da opera\u00e7\u00e3o, h\u00e1 um esvaziamento do objeto <em>a<\/em> abrindo a perspectiva do inconsciente real<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>. A quest\u00e3o ent\u00e3o se coloca: o que falamos quando nos referimos ao ato anal\u00edtico? O analista sabe o que faz no ato anal\u00edtico? O que ele tem a dizer sobre seu ato?<\/p>\n<p>Numa primeira aproxima\u00e7\u00e3o, podemos dizer que o ato anal\u00edtico \u00e9 corte. Mas pode ser sutura em situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas? Corte e sutura nos conduzem ao imposs\u00edvel de dizer o que \u00e9 o psicanalista.<\/p>\n<p>Se a psican\u00e1lise revela que a dimens\u00e3o pr\u00f3pria do ato \u00e9 o fracasso, como compreender o ato a partir do \u00faltimo ensino de Lacan? Qual a rela\u00e7\u00e3o entre a conting\u00eancia do ato e a inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual? \u00c9 preciso passar da concep\u00e7\u00e3o do ato enquanto palavra que busca reconhecimento do Outro para a perspectiva de que o ato \u00e9 sem o Outro, o que separa deste. Quando estamos na dimens\u00e3o do ato, n\u00e3o h\u00e1 sujeito, este est\u00e1 subvertido. Deve-se situar o Outro para ir al\u00e9m.<\/p>\n<p>Desde sua destitui\u00e7\u00e3o subjetiva, o analista faz ato a partir de sua escuta, com a rea\u00e7\u00e3o de corpo disjunta do ser falante \u2013 \u201cdiz-se <em>loquor\u201d<\/em><a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>. O analista se agita com seu corpo na disjun\u00e7\u00e3o da fala do sujeito para que ela seja descartada do corpo que se goza. \u00c9 preciso fazer surgir o gozo desvinculado da palavra para que o sintoma, al\u00e9m de escutado, possa ser lido. Mas pode-se esbarrar nas dificuldades do psicanalista. \u00c9 importante que o <strong>controle do ato<\/strong> esteja em causa na forma\u00e7\u00e3o infinita do analista. Como a pr\u00e1tica da supervis\u00e3o pode servir para interrogar o ato anal\u00edtico na dire\u00e7\u00e3o do tratamento?<\/p>\n<p>S\u00e3o essas as principais quest\u00f5es que o eixo 1 pretende levar \u00e0s X Jornadas da EBP S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Miller, J-A. (mar 2014) \u201cJacques Lacan: observa\u00e7\u00f5es sobre seu conceito de passagem ao ato\u201d. In: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online<\/em>, n.13, ano 5, p.8.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Lacan, J. (1966-1967). <em>O Semin\u00e1rio, livro 14: A l\u00f3gica da fantasia<\/em>. In\u00e9dito. Aula de 14\/12\/1966.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Idem, <em>ibidem<\/em>.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Lacan, J. (1985\/1964). <em>O Semin\u00e1rio, livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, p.32.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Lacan, J. (2008 [1968-1969]). <em>O Semin\u00e1rio, livro 16: de um Outro a outro<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, p.338.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Lacan, J. (1998\/1966). \u201cA dire\u00e7\u00e3o do tratamento e os princ\u00edpios de seu poder\u201d. In: <em>Escritos<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, p.605.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Miller, J-A. (mar 2014). <em>Op.cit.<\/em>, p.5.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Idem, <em>ibidem<\/em>, p.6.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Lacan, J. (2008 [1968-1969]). <em>Op.cit.<\/em>, p.333.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Miller, J-A. (2009). <em>Perspectivas do Semin\u00e1rio 23 de Lacan: O sinthoma<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> Lacan, J. (1966-1967). <em>Op.cit<\/em>. O termo <em>loquor<\/em> diz respeito ao \u201cser falante\u201d e demonstra a falha da fala nessa conforma\u00e7\u00e3o da voz m\u00e9dia, nem voz ativa e nem passiva. Pareceu-nos importante destacar esse termo por sugerir os passos de Lacan para propor um pouco mais tarde o termo <em>falasser<\/em>.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gustavo Oliveira Menezes (EBP\/AMP) Maria C\u00e9lia Reinaldo Kato (EBP\/AMP) R\u00f4mulo Ferreira da Silva (EBP\/AMP) A partir do ato, o que o psicanalista institui como experi\u00eancia anal\u00edtica? 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