{"id":5367,"date":"2020-11-17T16:14:22","date_gmt":"2020-11-17T19:14:22","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/?p=5367"},"modified":"2020-11-17T16:14:22","modified_gmt":"2020-11-17T19:14:22","slug":"breves-notas-inspiradas-na-subversao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/breves-notas-inspiradas-na-subversao\/","title":{"rendered":"Breves notas inspiradas na subvers\u00e3o&#8230;."},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_5382\" aria-describedby=\"caption-attachment-5382\" style=\"width: 596px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5382\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/new\/sp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/002-001-1.jpg\" alt=\"Imagem: Instagram @divicoangelo\" width=\"596\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/002-001-1.jpg 596w, https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/002-001-1-298x300.jpg 298w, https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/002-001-1-150x150.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 596px) 100vw, 596px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5382\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Instagram @divicoangelo<\/figcaption><\/figure>\n<h6>C\u00e1ssia Guardado (EBP\/AMP)<\/h6>\n<p>De in\u00edcio, um elogio \u00e0 clareza com que Lacan exp\u00f5e nesse escrito o que cont\u00e9m seu ensino de um lustro, em articula\u00e7\u00f5es precisas quanto ao inconsciente estruturado como uma linguagem e \u00e0 l\u00f3gica e \u00e0 import\u00e2ncia do significante para a subvers\u00e3o do sujeito a\u00ed promovida. \u00c9 um prazer acompanhar a elucida\u00e7\u00e3o de Lacan desses pontos, culminando com a apresenta\u00e7\u00e3o sucinta e rigorosa da constru\u00e7\u00e3o do grafo do sujeito, elaborada por ele no Semin\u00e1rio &#8211; livro V &#8211; As forma\u00e7\u00f5es do inconsciente, de 1957-1958.<\/p>\n<p>E por falar em prazer, destaco nesse texto, o par\u00e1grafo em que Lacan afirma: \u201cMas n\u00e3o \u00e9 a Lei em si que barra o acesso do sujeito ao gozo; ela apenas faz de uma barreira quase natural um sujeito barrado. Pois \u00e9 o prazer que introduz no gozo seus limites, o prazer como liga\u00e7\u00e3o da vida, incoerente, at\u00e9 que uma outra proibi\u00e7\u00e3o, esta incontest\u00e1vel, se eleve da regula\u00e7\u00e3o descoberta por Freud como processo prim\u00e1rio e pertinente lei do prazer\u201d<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[1]<\/a>.<\/p>\n<p>Em dois par\u00e1grafos seguintes, Lacan explicita que \u201c\u00c9 a simples indica\u00e7\u00e3o desse gozo em sua infinitude que comporta a marca de sua proibi\u00e7\u00e3o e, para constituir essa marca, implica um sacrif\u00edcio: o que cabe num \u00fanico e mesmo ato, com a escolha de seu s\u00edmbolo, o falo. Essa escolha \u00e9 permitida porque o falo, ou seja, a imagem do p\u00eanis, \u00e9 negativizado em seu lugar na imagem especular. \u00c9 isso que predestina o falo a dar corpo ao gozo, na dial\u00e9tica do desejo.\u201d<a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[2]<\/a> Vemos a\u00ed como \u00e9 o prazer que regula o gozo em sua infinitude, em contraponto a uma interdi\u00e7\u00e3o como forma consagrada pela educa\u00e7\u00e3o severa e tradicional de \u201climitar\u201d o gozo que excede ou n\u00e3o tem exatamente uma medida universal v\u00e1lida para todos. O gozo em sua rela\u00e7\u00e3o com a puls\u00e3o e sua forma \u201cextra-ordin\u00e1ria\u201d de satisfa\u00e7\u00e3o, o que est\u00e1 na parte superior do grafo em sua forma completa. O falo, tampouco, consegue regular totalmente o gozo em sua infinitude. Da\u00ed seu \u201csacrif\u00edcio\u201d.<\/p>\n<p>Destaco ent\u00e3o a subvers\u00e3o de Lacan, relativa \u00e0 regula\u00e7\u00e3o do gozo, com os matemas da sexua\u00e7\u00e3o, j\u00e1 apresentados por ele em L\u00b4Etourdit, mas elucidados no Semin\u00e1rio &#8211; livro XX &#8211; Encore, de 1972-1973. O grande passo de Lacan a\u00ed foi negativizar os quantificadores universal e existencial do lado feminino, subvertendo a l\u00f3gica cl\u00e1ssica, aristot\u00e9lica, l\u00f3gica, como ele bem diz em L\u00b4Etourdit, totalit\u00e1ria. Afirma tamb\u00e9m nesse escrito que inventou essa l\u00f3gica, e com raz\u00e3o. Conhecemos os matemas da sexua\u00e7\u00e3o: x\u03a6x e x\u03a6\/x (para todo x fi mai\u00fasculo x, e existe x n\u00e3o fi mai\u00fasculo x), do lado masculino, tendo abaixo o S\/ (sujeito barrado) e \u03a6 (fi mai\u00fasculo). Do lado feminino, a subvers\u00e3o da l\u00f3gica cl\u00e1ssica, aristot\u00e9lica, totalit\u00e1ria: \/x\u03a6x e x\u03a6\/x&#8230;.ou seja, para n\u00e3o todo x fi mai\u00fasculo x e n\u00e3o existe x n\u00e3o fi mai\u00fasculo x&#8230;. Do lado masculino, onde a negativiza\u00e7\u00e3o recai sobre \u03a6 fi mai\u00fasculo (predicado, n\u00e3o quantificador), afirmando que existe uma exce\u00e7\u00e3o, um que escapou \u00e0 castra\u00e7\u00e3o do lado da exist\u00eancia, a lei que rege essa inscri\u00e7\u00e3o, todos s\u00e3o castrados, continua valendo: todos s\u00e3o castrados, para todo x \u03a6\u00a0 x, com o quantificador universal, tanto quanto o existencial, em sua plena fun\u00e7\u00e3o. \u00c9 o famoso \u201ca exce\u00e7\u00e3o confirma a regra\u201d. Ou seja, h\u00e1 uma lei que rege, regula, comanda, o que a\u00ed se inscreve. No caso, a lei f\u00e1lica, o falo simb\u00f3lico.<\/p>\n<p>J\u00e1 do lado feminino, com a negativiza\u00e7\u00e3o dos quantificadores universal e existencial (\/ ), o que isso implica em l\u00f3gica \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 uma lei que rege, comanda, regula o que a\u00ed se inscreve. Ou seja, n\u00e3o vigora a lei f\u00e1lica, o falo simb\u00f3lico, o qual \u00e9 buscado do lado masculino, como mostra a parte inferior do quadro da sexua\u00e7\u00e3o, que assim representa as rela\u00e7\u00f5es poss\u00edveis entre os dois lados. Eis a\u00ed, com a negativiza\u00e7\u00e3o dos quantificadores, a subvers\u00e3o da l\u00f3gica totalit\u00e1ria promovida por Lacan com sua l\u00f3gica do n\u00e3o todo, corol\u00e1rio de suas asser\u00e7\u00f5es t\u00e3o importantes e fundamentais \u201ca mulher n\u00e3o existe\u201d e \u201cn\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d. A mulher n\u00e3o existe porque n\u00e3o se inscreve na lei f\u00e1lica, sendo n\u00e3o toda f\u00e1lica, tamb\u00e9m n\u00e3o toda louca, porque tem acesso ao falo simb\u00f3lico pela rela\u00e7\u00e3o com o lado masculino. Quanto ao n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual, v\u00ea-se que al\u00e9m da diferen\u00e7a do que rege e n\u00e3o rege cada lado (quantificador universal), uma vez que n\u00e3o h\u00e1 lei que regule o lado feminino, e portanto por essa mesma raz\u00e3o n\u00e3o se trata de binarismo &#8211; a mulher n\u00e3o \u00e9 a bainha virada, o avesso, do lado masculino \u2013 h\u00e1 um outro detalhe important\u00edssimo, em matem\u00e1tica, quanto ao n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o&#8230; N\u00e3o s\u00f3 os conjuntos n\u00e3o se completam, n\u00e3o se complementam, formando um todo, como tamb\u00e9m, detalhe fundamental, um conjunto n\u00e3o deriva do outro&#8230; Eva, de fato, n\u00e3o surgiu da costela de Ad\u00e3o&#8230;, a mulher n\u00e3o existe, e em sua exist\u00eancia \u00fanica, uma a uma, n\u00e3o \u00e9 a bainha virada, o avesso do homem, ou uma parte dele&#8230;.Ou seja, s\u00e3o conjuntos inexoravelmente diferentes e separados, podendo, no entanto, estabelecer rela\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s dos elementos de cada conjunto de forma contingente. Foi preciso a ma\u00e7\u00e3 e a serpente para o pecado original acontecer&#8230;Do lado feminino est\u00e3o o objeto a, o S(A\/) (o gozo tal como em Subvers\u00e3o do Sujeito) e A\/ mulher, sendo\u00a0 A, o artigo feminino, em letra mai\u00fascula, barrado (La\/, em franc\u00eas), e n\u00e3o o grande Outro barrado (A\/).<a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\">[3]<\/a> A\/ mulher tem acesso ao \u03a6 (fi mai\u00fasculo), do lado masculino, e ao S(A\/), gozo suplementar, do lado feminino. E o homem, acesso ao objeto a, do lado feminino. V\u00ea-se bem que as rela\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o biun\u00edvocas e\/ou complementares.<\/p>\n<p>E last but not least&#8230;e o gozo? Considero que Lacan encaminha uma excelente articula\u00e7\u00e3o, sen\u00e3o uma solu\u00e7\u00e3o, para a quest\u00e3o do gozo, e mesmo do n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual, com o n\u00f3 borromeano, onde figuram o sentido (na interse\u00e7\u00e3o entre Simb\u00f3lico e Imagin\u00e1rio), o gozo f\u00e1lico (J\u03a6, na interse\u00e7\u00e3o entre Simb\u00f3lico e Real), e o gozo do A\/ (J(A\/), na interse\u00e7\u00e3o entre Imagin\u00e1rio e Real), no n\u00f3 de tr\u00eas, com os registros j\u00e1 enla\u00e7ados.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5351 aligncenter\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/new\/sp\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/002-002-1.jpg\" alt=\"\" width=\"297\" height=\"211\" \/><\/p>\n<p>Quero destacar da aula de 13 de maio de 1975, do Semin\u00e1rio XXII \u2013 RSI, como Lacan explicita o que \u00e9 seu \u201cn\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d quanto ao n\u00f3: \u201c&#8230;dois c\u00edrculos enquanto n\u00e3o enla\u00e7ados. Cada um em sua forma de girar em c\u00edrculo como sexo n\u00e3o \u00e9 ao outro enla\u00e7ado\u201d, concluindo ao final que \u201c\u00e9 por n\u00e3o serem enla\u00e7ados, que eles se enla\u00e7am\u201d, e que \u201csem o quarto (la\u00e7o), nada, propriamente falando, \u00e9 posto em evidencia do que \u00e9 verdadeiramente o n\u00f3 borromeano.\u201d<a href=\"#_edn4\" name=\"_ednref4\">[4]<\/a> \u00c9 s\u00f3 com o quarto la\u00e7o que aparece a diferen\u00e7a entre os tr\u00eas registros, evidenciando-se sua descontinuidade \u2013 s\u00e3o desenla\u00e7ados por princ\u00edpio, n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o <em>a priori<\/em> entre eles, tanto quanto n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual. S\u00e3o heterog\u00eaneos, embora equivalentes, n\u00e3o havendo medida comum ou rela\u00e7\u00e3o que os enlacem. O que far\u00e1 o enlace ser\u00e1 o quarto n\u00f3 &#8211; o sinthoma \u2013 marca singular do parl\u00eatre. Portanto, haver\u00e1 tantos n\u00f3s de quatro quanto forem os parl\u00eatres a\u00ed implicados, j\u00e1 que para Lacan n\u00e3o s\u00f3 a experi\u00eancia anal\u00edtica se estrutura borromeanamente, como tamb\u00e9m toda experi\u00eancia humana.<\/p>\n<p>Ainda na via da necessidade prec\u00edpua do quarto la\u00e7o, Lacan afirma mais adiante nessa aula, \u201cque o tr\u00eas imp\u00f5e, n\u00e3o a distin\u00e7\u00e3o, mas, ao contr\u00e1rio, a identidade entre os tr\u00eas termos \u2013 simb\u00f3lico, imagin\u00e1rio e real\u201d e que fomentou, \u201cpara dar conta disso, os termos ex-sist\u00eancia, consist\u00eancia e furo.\u201d E esclarece: \u201cDa ex-sist\u00eacia, a saber daquilo que se joga at\u00e9 um certo limite no n\u00f3, fa\u00e7o o suporte do real. O que faz consist\u00eancia \u00e9 da ordem do imagin\u00e1rio, visto que se h\u00e1 algo de que se nota a ruptura \u00e9 bem a consist\u00eancia, a lhe dar o sentido mais reduzido. Resta, ent\u00e3o \u2013 mas, resta? \u2013 para o simb\u00f3lico o uso do termo furo.\u201d<a href=\"#_edn5\" name=\"_ednref5\">[5]<\/a><\/p>\n<p>Sublinho aqui a ex-sist\u00eancia como suporte do real e o J(A\/) na interse\u00e7\u00e3o entre real e imagin\u00e1rio (o corpo no n\u00f3 borromeano \u00e9 imagin\u00e1rio, n\u00e3o especular) para dizer que se sabemos que o A (o Grande Outro) n\u00e3o existe, podemos dizer, no entanto, que o J(A\/) ex-siste, ou seja, ex-siste fora da articula\u00e7\u00e3o entre simb\u00f3lico e imagin\u00e1rio &#8211; lugar do sentido \u2013 como tamb\u00e9m fora daquela entre simb\u00f3lico e real, lugar do J(\u03a6). Ex-siste, mas n\u00e3o pode ser dito, mas sim re-sentido, ressoado, experimentado no corpo, <em>en corps, encore<\/em>, como uma satisfa\u00e7\u00e3o Outra. Um acontecimento, um evento, que n\u00e3o se reproduz a partir de um desejo ou voto explicito, mas aparece, acontece independente da vontade do parl\u00eatre, como tamb\u00e9m do saber e do c\u00e1lculo. \u00c9 experimentado no corpo como experi\u00eancia do real. Um corpo que goza, que se goza&#8230;Poder\u00edamos dizer com Miller, em seu sexto paradigma, ser o gozo do Um? Ou com Lacan, o gozo suplementar feminino? A mim, me parece que sim, com o exposto aqui&#8230;.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a> Lacan J. Escritos, Subvers\u00e3o do sujeito e dial\u00e9tica do desejo no inconsciente freudiano, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed. 1998, p\u00e1g.836.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a> Idem.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[3]<\/a> Lacan, J. Le Seminaire \u2013 livre XX \u2013 Encore, cap. VII, Une Lettre d\u00b4\u00c2mour, Paris, \u00c8ditions du Seuil, 1975, pag. 73.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref4\" name=\"_edn4\">[4]<\/a> Lacan J. Le Seminaire \u2013 livre XXII &#8211; RSI (in\u00e9dito), aula de 13 de maio de 1975.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref5\" name=\"_edn5\">[5]<\/a> Idem.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>C\u00e1ssia Guardado (EBP\/AMP) De in\u00edcio, um elogio \u00e0 clareza com que Lacan exp\u00f5e nesse escrito o que cont\u00e9m seu ensino de um lustro, em articula\u00e7\u00f5es precisas quanto ao inconsciente estruturado como uma linguagem e \u00e0 l\u00f3gica e \u00e0 import\u00e2ncia do significante para a subvers\u00e3o do sujeito a\u00ed promovida. \u00c9 um prazer acompanhar a elucida\u00e7\u00e3o de&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"post_series":[],"class_list":["post-5367","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-boletim-fora-da-serie","entry","no-media"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5367","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5367"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5367\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5367"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5367"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5367"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=5367"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}