{"id":4659,"date":"2020-08-31T18:25:10","date_gmt":"2020-08-31T21:25:10","guid":{"rendered":"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/?p=4659"},"modified":"2020-08-31T18:25:10","modified_gmt":"2020-08-31T21:25:10","slug":"o-inconsciente-freudiano-e-o-sujeito-do-inconsciente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/o-inconsciente-freudiano-e-o-sujeito-do-inconsciente\/","title":{"rendered":"O inconsciente freudiano e o sujeito do inconsciente \u00a0"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-4375 size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/new\/sp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/banner_jornada_2020-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"258\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/banner_jornada_2020-1.jpg 1024w, https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/banner_jornada_2020-1-300x76.jpg 300w, https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/banner_jornada_2020-1-768x194.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<figure id=\"attachment_4643\" aria-describedby=\"caption-attachment-4643\" style=\"width: 170px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4643\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/new\/sp\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/boletim_fora_da_serie_002_003_002-1.png\" alt=\"Imagem: Instagram @francis_bacon_daily\" width=\"170\" height=\"213\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-4643\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Instagram @francis_bacon_daily<\/figcaption><\/figure>\n<h6>Camila Popadiuk (Associada ao CLIN-a)<\/h6>\n<p>Minha pontua\u00e7\u00e3o sobre a \u201cSubvers\u00e3o\u201d repousa sobre o \u201c<em>no inconsciente freudiano<\/em>\u201d contido no t\u00edtulo do escrito \u201cSubvers\u00e3o do sujeito e dial\u00e9tica do desejo no inconsciente freudiano\u201d<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[1]<\/a>. Pretendo destacar que a subvers\u00e3o do sujeito proposta por Lacan \u00e9 efeito do inconsciente freudiano fundado em uma hi\u00e2ncia. Assim, me servirei tanto do escrito \u201cPosi\u00e7\u00e3o do inconsciente\u201d<a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[2]<\/a>, contempor\u00e2neo ao \u201cSubvers\u00e3o do sujeito&#8230;\u201d, quanto do <em>Semin\u00e1rio XI<a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\"><strong>[3]<\/strong><\/a>,<\/em> pois Lacan, ao retomar os conceitos fundamentais da psican\u00e1lise, serve-se daquele texto para enfatizar esta dimens\u00e3o do inconsciente que ficara esquecida.<\/p>\n<p>Em sua fala introdut\u00f3ria no Col\u00f3quio \u201cPsican\u00e1lise e subvers\u00e3o das normas\u201d<a href=\"#_edn4\" name=\"_ednref4\">[4]<\/a>, Aur\u00e9lie Pfauwadel ressalta a import\u00e2ncia de desmentir algumas doxas que qualificam a psican\u00e1lise freudiana e lacaniana como uma pr\u00e1tica normativa. Ela lhe confere, ao contr\u00e1rio, um car\u00e1ter at\u00edpico, na medida em que a psican\u00e1lise se interessa por aquilo que est\u00e1 fora de qualquer domestica\u00e7\u00e3o, distanciando-a tanto do paradigma do normal e do patol\u00f3gico, quanto de qualquer objetivo adaptativo, seja ele pautado nas concep\u00e7\u00f5es biol\u00f3gica e\/ou social do normal.<\/p>\n<p>A. Pfauwadel assinala que o ponto subversivo da psican\u00e1lise \u00e9 a maneira atrav\u00e9s da qual a distin\u00e7\u00e3o entre o sujeito do inconsciente e o eu narc\u00edsico foi introduzida, subvertendo a psicologia ordin\u00e1ria e a representa\u00e7\u00e3o que o ser falante se faz dele mesmo, acreditando ser mestre de seu ser. Ela relembra que a repeti\u00e7\u00e3o freudiana \u00e9 um fator de inadapta\u00e7\u00e3o do sujeito porque ela o conduz a comportamentos que desobedecem \u00e0s exig\u00eancias da vida e ao bem estar do corpo, de onde resulta seu aspecto anti-vital. T\u00e3o logo, ela relan\u00e7a a descoberta do inconsciente como a especificidade do campo freudiano a fim de reafirmar a psican\u00e1lise como uma pr\u00e1tica fora da norma<a href=\"#_edn5\" name=\"_ednref5\">[5]<\/a>, isto \u00e9, apartada de um dever ser sempre pautado em um ideal.<\/p>\n<p>Ir ao fato da experi\u00eancia freudiana<a href=\"#_edn6\" name=\"_ednref6\">[6]<\/a>, como assinala Lacan, estabelece uma diferen\u00e7a entre as a\u00e7\u00f5es ortop\u00e9dicas que psicologizaram a teoria anal\u00edtica [&#8230;], suturando essa hi\u00e2ncia e fechando o inconsciente em sua mensagem<a href=\"#_edn7\" name=\"_ednref7\">[7]<\/a> e a pr\u00e1xis psicanal\u00edtica, cuja opera\u00e7\u00e3o repousa na dimens\u00e3o da falha. Lacan afirma que \u201c&#8230; o abra-te s\u00e9samo do inconsciente \u00e9 de ter efeito de fala, de ser estrutura de linguagem, mas exige do analista que ele retorne sobre o seu modo de fechamento. Hi\u00e2ncia, batimento, uma altern\u00e2ncia de suc\u00e7\u00e3o para seguir certas indica\u00e7\u00f5es de Freud, eis do que devemos nos dar conta, e \u00e9 isso que procedemos para fund\u00e1-lo em uma topologia\u201d<a href=\"#_edn8\" name=\"_ednref8\">[8]<\/a>.<\/p>\n<p>Para Lacan, a hi\u00e2ncia \u00e9 caracter\u00edstica da fun\u00e7\u00e3o de causa do inconsciente, uma causa intrinsecamente ligada a algo que manca, que claudica<a href=\"#_edn9\" name=\"_ednref9\">[9]<\/a>. Em seu texto inaugural da psican\u00e1lise, Freud aponta, atrav\u00e9s da famosa cena da carne informe da garganta de Irma, algo de inomin\u00e1vel, sem significa\u00e7\u00e3o alguma, e que ele chamar\u00e1 de umbigo do sonho. Para Lacan, esse \u201ccentro de desconhecido n\u00e3o \u00e9 outra coisa sen\u00e3o essa hi\u00e2ncia da qual falamos\u201d<a href=\"#_edn10\" name=\"_ednref10\">[10]<\/a>. Temos, portanto, uma dupla face do inconsciente: de um lado, produtor de sentidos, de outro, revelador de um furo estrutural, l\u00e1 onde o significante n\u00e3o tem alcance.<\/p>\n<p>Em consequ\u00eancia, o sujeito do inconsciente ser\u00e1 caracterizado por aquele que \u201cnem sequer sabe que ele fala\u201d<a href=\"#_edn11\" name=\"_ednref11\">[11]<\/a>, pois a fun\u00e7\u00e3o de causa que o sustenta torna \u201cdif\u00edcil design\u00e1-lo em qualquer lugar como sujeito de um enunciado [&#8230;] Da\u00ed o conceito da puls\u00e3o, onde o designamos por uma localiza\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, oral, anal, etc. que satisfaz essa exig\u00eancia de estar t\u00e3o mais longe do falar quanto mais ele fala\u201d<a href=\"#_edn12\" name=\"_ednref12\">[12]<\/a>. Lacan introduz assim um sujeito apreendido no n\u00edvel das puls\u00f5es e que se distingue do sujeito hegeliano o qual \u201cdesde a origem e at\u00e9 o fim sabe o que ele quer\u201d<a href=\"#_edn13\" name=\"_ednref13\">[13]<\/a>. No lugar do sujeito absoluto de Hegel, ou seja, de um sujeito identificado a si mesmo e cujo saber repousa sobre o absoluto, Lacan institui um sujeito barrado, cujo saber se constitui em torno do enigma da sexualidade. \u00c9, portanto, um saber n\u00e3o totalizante, j\u00e1 que nele est\u00e1 inclu\u00eddo o furo da estrutura.<\/p>\n<p>Logo, a subvers\u00e3o do sujeito \u00e9 o sujeito dividido pela linguagem e cujas opera\u00e7\u00f5es de causa\u00e7\u00e3o que o constituem inauguram um corpo recortado em zonas er\u00f3genas atrav\u00e9s do qual a puls\u00e3o se satisfaz ao realizar seu circuito. Trata-se, ao mesmo tempo, de um sujeito articulado ao significante e \u00e0 puls\u00e3o. Lacan precisa que \u201ca puls\u00e3o, como representante da sexualidade no inconsciente, nunca \u00e9 sen\u00e3o puls\u00e3o parcial. Est\u00e1 a\u00ed a car\u00eancia essencial, isto \u00e9, aquela que poderia representar no sujeito o modo em seu ser do que nele \u00e9 macho ou f\u00eamea\u201d<a href=\"#_edn14\" name=\"_ednref14\">[14]<\/a>. Dito de outra forma, o trajeto da puls\u00e3o em torno de um orif\u00edcio do corpo visa recuperar a perda original produzida pelo encontro do sujeito com o Outro, revelando a aus\u00eancia de refer\u00eancia ao sexo na dial\u00e9tica do sujeito. Raz\u00e3o pela qual a bissexualidade biol\u00f3gica n\u00e3o determina ser homem ou ser mulher.<\/p>\n<p>Assim, quando Lacan posiciona o inconsciente como o corte entre o sujeito e o Outro<a href=\"#_edn15\" name=\"_ednref15\">[15]<\/a>, ele situa a sexualidade como limiar do inconsciente, na medida em que ela \u201cse reparte de um lado a outro de nossa <em>borda<\/em>\u201d<a href=\"#_edn16\" name=\"_ednref16\">[16]<\/a>. De um lado, temos ent\u00e3o o vivente, isto \u00e9, o ser sexuado que somente tem acesso ao Outro do sexo oposto atrav\u00e9s das puls\u00f5es parciais. De outro lado, temos o campo da linguagem, onde o sujeito pode encontrar uma ordem ou uma norma para dizer o que ele deve fazer como homem ou mulher<a href=\"#_edn17\" name=\"_ednref17\">[17]<\/a>, ou seja, \u00e9 apenas no n\u00edvel do significante, pela via discursiva, que ele tem a chance de se contar de um lado ou de outro. \u00c9 precisamente porque estamos submetidos \u00e0 linguagem que a anatomia como destino pode ser subvertida.<\/p>\n<p>A psican\u00e1lise, portanto, enquanto uma pr\u00e1xis que n\u00e3o est\u00e1 referida a um crit\u00e9rio de normalidade pr\u00e9-estabelecido, torna trat\u00e1vel, em contrapartida, isso que \u00e9 da ordem do incur\u00e1vel, isto \u00e9, a falha estrutural que funda o pr\u00f3prio inconsciente e inaugura um sujeito que padece da linguagem. Como relembrou A. Pfauwadel, \u201csomos animais doentes da linguagem\u201d e a pr\u00e1tica da psican\u00e1lise opera em dire\u00e7\u00e3o ao que constitui o princ\u00edpio de normatividade de cada um, de tal maneira que o sujeito possa alcan\u00e7ar uma concep\u00e7\u00e3o de normatividade subjetiva naquilo que ela comporta de criativa e subversiva<a href=\"#_edn18\" name=\"_ednref18\">[18]<\/a>.<\/p>\n<h6><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\"><\/a><strong>P.S.<\/strong> As cita\u00e7\u00f5es aqui realizadas s\u00e3o tradu\u00e7\u00f5es livres.<\/h6>\n<hr \/>\n<h6>[1] Jacques Lacan. \u201cSubversion du sujet et dialectique du d\u00e9sir dans l\u00b4inconscient freudien\u201d. In: <em>\u00c9crits<\/em>, Paris: \u00c9ditions du Seuil, 1966.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a> J. Lacan. \u201cPosition de l\u00b4inconscient\u201d. In: <em>\u00c9crits<\/em>, Paris: \u00c9ditions du Seuil, 1966.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[3]<\/a> J. Lacan. <em>Le S\u00e9minaire, livre XI &#8211; Les quatre concepts fondamentaux de la psychanalyse<\/em>. Paris: \u00c9ditions du Seuil, 1973.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref4\" name=\"_edn4\">[4]<\/a> Aur\u00e9lie Pfauwadel. \u201cVie et subversion des normes\u201d. <em>Colloque\u00a0: Psychanalyse et subversion des normes<\/em>. D\u00e9partement de Psychanalyse \u2013 Universit\u00e9 Paris 8. Dispon\u00edvel em\u00a0: &lt;<a href=\"https:\/\/vimeo.com\/386182476\">https:\/\/vimeo.com\/386182476<\/a>&gt;<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref5\" name=\"_edn5\">[5]<\/a> A. Pfauwadel. <em>Ibid<\/em>.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref6\" name=\"_edn6\">[6]<\/a> J. Lacan. \u201cPosition de l\u00b4inconscient\u201d. <em>Op. Cit<\/em>., p.830.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref7\" name=\"_edn7\">[7]<\/a> J. Lacan. <em>Le S\u00e9minaire, livre XI &#8211; Les quatre concepts fondamentaux de la psychanalyse<\/em>. <em>Op. Cit<\/em>., p.26.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref8\" name=\"_edn8\">[8]<\/a> J. Lacan. \u201cPosition de l\u00b4inconscient\u201d. <em>Op. Cit<\/em>., p.838.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref9\" name=\"_edn9\">[9]<\/a> J. Lacan. <em>Le S\u00e9minaire, livre XI &#8211; Les quatre concepts fondamentaux de la psychanalyse<\/em>. <em>Op.cit.<\/em>, p.25.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref10\" name=\"_edn10\">[10]<\/a> <em>Ibid., <\/em>p.26.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref11\" name=\"_edn11\">[11]<\/a> J. Lacan. \u201cLa subversion du sujet et la dialectique du d\u00e9sir dans l\u00b4inconscient freudien\u201d. <em>Op. Cit.,<\/em> p.816.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref12\" name=\"_edn12\">[12]<\/a> <em>Ibid<\/em>.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref13\" name=\"_edn13\">[13]<\/a> <em>Ibid<\/em>.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref14\" name=\"_edn14\">[14]<\/a> J. Lacan. \u201cPosition de l\u00b4inconscient\u201d. <em>Op. Cit<\/em>., p.849.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref15\" name=\"_edn15\">[15]<\/a> <em>Ibid.,<\/em> p.839.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref16\" name=\"_edn16\">[16]<\/a> <em>Ibid., <\/em>p. 849.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref17\" name=\"_edn17\">[17]<\/a><em> Ibid.<\/em><\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref18\" name=\"_edn18\">[18]<\/a> A. Pfauwadel. \u201cVie et subversion des normes\u201d. <em>Op. Cit<\/em>.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Camila Popadiuk (Associada ao CLIN-a) Minha pontua\u00e7\u00e3o sobre a \u201cSubvers\u00e3o\u201d repousa sobre o \u201cno inconsciente freudiano\u201d contido no t\u00edtulo do escrito \u201cSubvers\u00e3o do sujeito e dial\u00e9tica do desejo no inconsciente freudiano\u201d[1]. Pretendo destacar que a subvers\u00e3o do sujeito proposta por Lacan \u00e9 efeito do inconsciente freudiano fundado em uma hi\u00e2ncia. 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