{"id":3568,"date":"2018-10-21T09:07:47","date_gmt":"2018-10-21T11:07:47","guid":{"rendered":"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/?p=3568"},"modified":"2018-10-21T09:07:47","modified_gmt":"2018-10-21T11:07:47","slug":"orientacao-de-que-conexao-se-trata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/orientacao-de-que-conexao-se-trata\/","title":{"rendered":"#Orienta\u00e7\u00e3o \u2013 De que conex\u00e3o se trata?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_3547\" aria-describedby=\"caption-attachment-3547\" style=\"width: 250px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3547\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/new\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/002-1.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"249\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/002-1.jpg 250w, https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/002-1-150x150.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-3547\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Louise Bourgeois, Instagram @power.to.art<\/figcaption><\/figure>\n<h6><em>Por Heloisa Prado Rodrigues da Silva Telles<\/em><\/h6>\n<p>O t\u00edtulo das nossas Jornadas exige um trabalho pr\u00e9vio em torno de um significante que orienta a perspectiva por meio da qual se deseja abordar os temas do amor e do sexo \u2013 refiro-me ao significante <em>(des)conex\u00e3o<\/em>. Introduzido no t\u00edtulo para levar a um debate do tema em conson\u00e2ncia com a \u201csubjetividade da \u00e9poca\u201d, tal como proposto no argumento das jornadas, este significante porta em si mesmo uma problem\u00e1tica que alude tanto a quest\u00f5es de estrutura, tal como a psican\u00e1lise nos ensina, como \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es que supomos existir nos modos de se estar no mundo e com os outros. Ou seja, nos coloca em uma fronteira onde temos de saber ler alguns fen\u00f4menos da \u00e9poca e ao mesmo tempo nos interrogarmos quais as perspectivas da psican\u00e1lise frente a eles.<\/p>\n<p>Em outras palavras: o que muda na pr\u00e1tica anal\u00edtica, orientada por um discurso que pode, diferentemente de todos os outros, acolher o sintoma &#8211; naquilo que este revela que n\u00e3o h\u00e1 inscri\u00e7\u00e3o no real de um saber sobre a sexualidade<sup>1<\/sup> &#8211; e admitir o gozo como causa?<\/p>\n<p>Adoto o termo \u201cconex\u00e3o\u201d aqui com certa liberdade, sem buscar refer\u00eancias nos campos que lhe s\u00e3o pr\u00f3prios, e arrisco a dizer que ele domina os tempos atuais e, justamente por ser abrangente ao extremo e arraigado na cultura, seu significado deixa de ser questionado \u2013 permitindo-se, ainda, o neologismo (des)conex\u00e3o para aludir ao efeito contr\u00e1rio do que a tecnologia ou o discurso corrente pretendiam.<\/p>\n<p>Se estes fen\u00f4menos \u2013 alinhados pelo empuxo a \u201cestar conectado\u201d- resultam da presen\u00e7a de recursos introduzidos na cultura pela ci\u00eancia e pela tecnologia, cujo uso supostamente pode operar nos h\u00e1bitos e modos de vida, temos que a pretendida \u201cconex\u00e3o\u201d transmutada em \u201c(des)conex\u00e3o\u201d revela que h\u00e1 um real em jogo, o qual \u00e9 preciso ler.<\/p>\n<p>De imediato, diria que quando pretendemos abordar fen\u00f4menos que tangem os la\u00e7os sociais, ou o que estamos aqui tamb\u00e9m livremente chamando de \u201csubjetividade da \u00e9poca\u201d, \u00e9 a pr\u00f3pria psican\u00e1lise, enquanto discurso, que temos de saber sustentar.<\/p>\n<p>Desde o lan\u00e7amento do t\u00edtulo das Jornadas, pensei em uma refer\u00eancia, a \u201cteoria do parceiro\u201d<sup>2<\/sup>, de Jacques-Alain Miller, da qual destacarei alguns pontos essenciais para seguir a discuss\u00e3o.<\/p>\n<p>O primeiro ponto a extrair desta refer\u00eancia \u00e9 a <em>conting\u00eancia decidindo sobre o modo de gozo do sujeito<\/em>. Cito Miller: \u201cO que a experi\u00eancia nos ensina em cada caso que se submete \u00e0 experi\u00eancia anal\u00edtica [\u2026.] \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o determinante de um encontro, de um aleat\u00f3rio, um certo acaso, um certo \u201cn\u00e3o estava escrito\u201d. E \u00e9 justamente esta conting\u00eancia, ao decidir sobre o modo de gozo, \u201cque torna evidente a aus\u00eancia de um saber no real no que diz respeito ao gozo e \u00e0 sexualidade\u201d<sup>3<\/sup>.<\/p>\n<p>Segundo: \u201co amor quer dizer que a rela\u00e7\u00e3o com o Outro n\u00e3o \u00e9 estabelecida por qualquer instinto. Ela <em>n\u00e3o \u00e9 direta e sim mediada pelo sintoma\u201d.<\/em> E Lacan definir\u00e1 o amor justamente como \u201co encontro no parceiro, dos sintomas, dos afetos, de tudo o que nele e em cada um<em> marca o rastro de seu ex\u00edlio da rela\u00e7\u00e3o sexual<\/em>\u201d<sup>3<\/sup>.<\/p>\n<p>Terceiro: <em>o parceiro fundamental do sujeito jamais \u00e9 o Outro, <\/em>nem como pessoa, nem como lugar da verdade. \u201cAo contr\u00e1rio, o parceiro do sujeito, o que a psican\u00e1lise sempre percebeu, \u00e9 algo dele pr\u00f3prio: sua imagem, seu objeto <em>a, <\/em>seu mais-de-gozar e fundamentalmente o sintoma\u201d.<\/p>\n<p>A partir destas coordenadas dadas pela \u201cteoria do parceiro\u201d, tal como Miller a formula a partir do ensino de Lacan, podemos interrogar: quando nos propomos debater o amor e o sexo, na atualidade, na perspectiva da \u201cconex\u00e3o\u201d ou da \u201cdesconex\u00e3o\u201d, quais problemas queremos e podemos formular?<\/p>\n<p>As diretrizes apresentadas por Veridiana Marucio, no argumento das Jornadas, nos auxiliam a tra\u00e7ar alguns caminhos. Destaco: \u201cEm tempos de (des)conexa\u0303o, o impossi\u0301vel de ser escrito, ou seja, a inexiste\u0302ncia da relac\u0327a\u0303o sexual, na\u0303o apenas se mostra mas tambe\u0301m se coloca como mate\u0301ria e objeto de fetiche e de consumo\u201d<sup>5<\/sup>. Assim, h\u00e1 uma indica\u00e7\u00e3o, neste texto, de que a inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual mostrar-se-ia de um modo pr\u00f3prio, com determinada especificidade, nos tempos de (des)conex\u00e3o; e, ainda, que esta mesma inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual coloca-se como mat\u00e9ria e objeto de fetiche e de consumo.<\/p>\n<p>Dois pontos cruciais que certamente instalam-se no centro do debate, uma vez que n\u00e3o resultam evidentes e merecem de nossa parte um esfor\u00e7o de demonstra\u00e7\u00e3o. Uma chave de leitura dada por Veridiana \u00e9 que \u201ctodo discurso que se aparenta ao capitalismo deixa de fora, foraclui, isso que chamaremos as coisas do amor, ou seja, a castrac\u0327a\u0303o\u201d; ou ainda, \u201co amor e o sexo poderiam ser medidos, mercantilizarem-se, fazerem parte das coisas da vida as quais usamos quando nos conv\u00eam\u201d<sup>6<\/sup>.<\/p>\n<p>Portanto, como efeito de discurso, amor e sexo assumiriam a face de objeto e teriam seu valor no uso que deles se poderia fazer. Uma perspectiva que, para se sustentar como tal, nos faz pensar estar apoiada no recha\u00e7o da dimens\u00e3o do inconsciente e na possibilidade de que os discursos assemelhados ao capitalismo poderiam determinar o modo como se relacionar com o Outro \u2013 ou seja, diferentemente do que prop\u00f5e o discurso anal\u00edtico, fora da dimens\u00e3o da castra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim, cabe-nos perguntar: esta opera\u00e7\u00e3o torna-se bem-sucedida, pelo que podemos recolher em nossa pr\u00e1tica como analistas? N\u00e3o \u00e9 justamente o que resta da incid\u00eancia destes discursos sobre o falasser que escutamos e devemos escutar?<\/p>\n<p>A ideia presente no argumento da jornada, a qual destacamos, permite um desdobramento do problema, isto que agora queremos tocar: se o amor, para a psican\u00e1lise, pode ser definido como o encontro de tudo que no parceiro e em cada um <em>marca o tra\u00e7o de seu ex\u00edlio da rela\u00e7\u00e3o sexual<\/em>, e se tomamos isto como um fato de estrutura, de que maneira podemos pensar que isto sofre mudan\u00e7as em fun\u00e7\u00e3o dos tempos que vivemos?<\/p>\n<p>Serge Cottet escreveu um texto de orienta\u00e7\u00e3o<sup>7<\/sup> para o Congresso da AMP de 2016, no qual h\u00e1 uma passagem a prop\u00f3sito da pornografia que tem todo valor por esclarecer algo na via que nos interessa. Situa, inicialmente, a refer\u00eancia ao erotismo barroco como a sublima\u00e7\u00e3o art\u00edstica mais oposta \u00e0 pornografia e nos diz:<\/p>\n<p>Constatamos a\u00ed aparentemente uma atividade sexual sem tabu, sem interdi\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m sem semblante. Uma super abund\u00e2ncia de gozo a excluir toda falta (<em>manque<\/em>); nem v\u00e9u, nem castra\u00e7\u00e3o; um falo sempre em atividade. Tamb\u00e9m nenhuma transgress\u00e3o, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 nem leis nem regras. E, sobretudo, um tabu da fala.<\/p>\n<p>\u00c9 o c\u00famulo da antinomia entre o gozo e a fala. Dizer que efetivamente n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual, \u00e9 dizer que todo corpo pode substituir outro, sem singularidade pr\u00f3pria, sem identidade.<\/p>\n<p>Esse limite que \u00e9 o espet\u00e1culo do gozo pornogr\u00e1fico indica algo do apelo a um gozo separado do inconsciente, e \u00e0 fic\u00e7\u00e3o de um controle do ser [&#8230;.]. Aqui tamb\u00e9m se obt\u00e9m a nega\u00e7\u00e3o do inconsciente atrav\u00e9s da qual o falasser \u00abimagina-se o senhor de seu ser, isto \u00e9, n\u00e3o ser linguagem \u00bb (Ornicar, n\u00b029, Compte-rendu d\u2019enseignement, p. 14).<\/p>\n<p>Esta cita\u00e7\u00e3o de Jacques Lacan se aplica aqui ao sentido em que o \u00abeu penso\u00bb, assim como a fala, parecem in\u00fateis e sup\u00e9rfluos para um gozo do corpo suposto bastar a si mesmo. Signo dos tempos, que desconhece a fun\u00e7\u00e3o da pervers\u00e3o, a instrumentaliza\u00e7\u00e3o de um gozo que n\u00e3o \u00e9 o do perverso, mas o de um Outro suposto.<\/p>\n<p>Alguns elementos discretos, nesta passagem do texto de Serge Cottet, servem como pontos de orienta\u00e7\u00e3o muito valiosos. O primeiro elemento \u00e9 o <em>aparentemente,<\/em> referido \u00e0 atividade de pornografia como uma atividade sexual, <em>aparentemente<\/em>, sem tabu, sem interdi\u00e7\u00e3o, sem semblante. O segundo \u00e9 o \u201cc\u00famulo da antinomia entre gozo e fala\u201d, ou seja, como se <em>pretende<\/em> um gozo destacado da fala ou colocado em contradi\u00e7\u00e3o com ela. E, finalmente, o terceiro elemento, bastante discreto, est\u00e1 no momento em que \u00e9 dito: \u201cEsse limite que \u00e9 o espet\u00e1culo do gozo pornogr\u00e1fico, <em>indica algo do apelo<\/em> a um gozo separado do inconsciente, e \u00e0 <em>fic\u00e7\u00e3o<\/em> de um controle do ser\u201d.<\/p>\n<p>Destaca-se, a partir destes elementos, que a pornografia \u2013 cujo estudo interessa ao nosso tema, uma vez que ela est\u00e1 a\u00ed em oferta por meio das conex\u00f5es eletr\u00f4nicas &#8211; pode nos ensinar que o espet\u00e1culo perform\u00e1tico &#8211; ou seja, no sentido daquilo que se pretende realizar &#8211; n\u00e3o se confunde com o real em jogo ou, ainda, n\u00e3o exclui este real.<\/p>\n<p>Quando Cottet diz que <em>indica algo do apelo <\/em>a um gozo separado do inconsciente, ele nos lembra que gozo e inconsciente s\u00e3o indissoci\u00e1veis e que a tentativa de uma disjun\u00e7\u00e3o n\u00e3o elimina este fato de estrutura. Ou ainda, que \u00e9 \u00e0 custa da <em>nega\u00e7\u00e3o do inconsciente<\/em> (<em>nega\u00e7\u00e3o<\/em>, insisto) que o falasser <em>imagina-se<\/em> outro, como \u201csenhor do seu ser\u201d, ou seja, n\u00e3o dividido (\u201c<em>fic\u00e7\u00e3o <\/em>de um controle do ser\u201d), se quisermos retomar as refer\u00eancias de Lacan no in\u00edcio de seu ensino.<\/p>\n<p>Estas balizas t\u00eam todo alcance para interrogarmos o que se transforma no amor e no sexo em fun\u00e7\u00e3o dos objetos oferecidos pela tecnologia ou a partir dos modos de vida, e como devemos localizar aquilo que se repete por estrutura quando aparentemente as causas parecem ser outras.<\/p>\n<p>Tomando emprestado o significante \u201cconex\u00e3o\u201d e transladando-o para nosso campo, a psican\u00e1lise nos ensina que n\u00e3o podemos nunca nos furtar da conex\u00e3o fundamental referida \u00e0 \u201cconting\u00eancia que decide sobre nosso modo de gozo\u201d e que o parceiro do sujeito sempre est\u00e1 determinado pelo objeto <em>a, <\/em>pelo mais-de-gozar e pelo sintoma, o que implica inexoravelmente o Outro \u2013 a ang\u00fastia n\u00e3o deixa de demonstr\u00e1-lo quando est\u00e3o em jogo as quest\u00f5es do desejo e do amor.<\/p>\n<p>Cabe-nos, como analistas, a importante tarefa de poder dar lugar ao que insiste do inconsciente, mediante as diferentes formas de seu aparente desaparecimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6><sup>1<\/sup> Miller, J.-A. \u201cA teoria do parceiro\u201d. In: <em>Os circuitos do desejo na vida e na an\u00e1lise.<\/em> Escola Brasileira de Psican\u00e1lise. Rio de Janeiro: Contracapa, 2000. p. 154.<\/h6>\n<h6><sup>2<\/sup> Miller, J-A. <em>op. cit. <\/em>Este texto, \u201cA teoria do parceiro\u201d, retoma parte do semin\u00e1rio proferido, em colabora\u00e7\u00e3o com \u00c9ric Laurent, em 1996-97, intitulado <em>O outro que n\u00e3o existe e seus comit\u00eas de \u00e9tica.<\/em><\/h6>\n<h6><sup>3<\/sup> Miller, J.-A. <em>op. cit. <\/em>p. 155. Ver Lacan, <em>J. O Semin\u00e1rio, livro 20, mais, ainda<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. p. 156. \u201cPois a\u00ed n\u00e3o j\u00e1 outra coisa sen\u00e3o encontro, o encontro, no parceiro, dos sintomas, dos afetos, de tudo que em cada um marca o <em>tra\u00e7o<\/em> do seu ex\u00edlio, n\u00e3o como sujeito, mas como falante, do seu ex\u00edlio da rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d.<\/h6>\n<h6><sup>4<\/sup> Miller, J.-A. op. cit. p. 156.<\/h6>\n<h6><sup>5<\/sup> Marucio, V. <em>O amor e o sexo em tempos de (des)conex\u00e3o<\/em>. Argumento das VIII Jornadas da EBP-S\u00e3o Paulo, 2018. Dispon\u00edvel em ebp.org.br\/sp.<\/h6>\n<h6><sup>6<\/sup> <em>Ibid.<\/em><\/h6>\n<h6><sup>7<\/sup> Cottet, S. \u201cAs refer\u00eancias freudianas sobre o corpo\u201d. Texto de orienta\u00e7\u00e3o X Congresso da AMP, <em>O corpo falante \u2013 sobre o inconsciente no s\u00e9culo XXI,<\/em> Rio de Janeiro, 2016. Dispon\u00edvel em: congressoamp2016\/tema\/textos de orienta\u00e7\u00e3o.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Heloisa Prado Rodrigues da Silva Telles O t\u00edtulo das nossas Jornadas exige um trabalho pr\u00e9vio em torno de um significante que orienta a perspectiva por meio da qual se deseja abordar os temas do amor e do sexo \u2013 refiro-me ao significante (des)conex\u00e3o. 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