{"id":3179,"date":"2018-07-22T05:57:21","date_gmt":"2018-07-22T08:57:21","guid":{"rendered":"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/?p=3179"},"modified":"2018-07-22T05:57:21","modified_gmt":"2018-07-22T08:57:21","slug":"tempos-modernos-rumo-a-uma-questao-sobre-o-supereu-em-tempos-de-desconexao-flavia-machado-seidinger-leibovitz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/tempos-modernos-rumo-a-uma-questao-sobre-o-supereu-em-tempos-de-desconexao-flavia-machado-seidinger-leibovitz\/","title":{"rendered":"#Tempos Modernos &#8211; Rumo a uma quest\u00e3o sobre o Supereu em tempos de (des)conex\u00e3o &#8211; Fl\u00e1via Machado Seidinger Leibovitz"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_3166\" aria-describedby=\"caption-attachment-3166\" style=\"width: 216px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3166\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/new\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/boletim3_006-1.png\" alt=\"\" width=\"216\" height=\"216\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/boletim3_006-1.png 216w, https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/boletim3_006-1-150x150.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 216px) 100vw, 216px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-3166\" class=\"wp-caption-text\">(Foto: Instagram @vivillanova)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O argumento das VIII Jornadas da EBP- Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> nos convida a abordar as consequ\u00eancias cl\u00ednicas da express\u00e3o do desejo e do gozo <em>nos tempos atuais<\/em> e p\u00f5e na mira desenvolver o que os termos <em>conex\u00e3o e (des)conex\u00e3o<\/em> nos convidam a aprender sobre o sujeito e o inconsciente nos tempos atuais.<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><strong>Que tempos atuais?<\/strong><\/span><\/p>\n<p>A n\u00f3s, analistas, sempre nos coube e caber\u00e1 a inesgot\u00e1vel tarefa de<em> alcan\u00e7ar no horizonte a subjetividade da \u00e9poca,<\/em> tal qual proposto por Lacan desde 1953<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>. Assim, nos vemos novamente com a pergunta que nunca cessa de n\u00e3o querer calar-se: que tempos, afinal, s\u00e3o os atuais? Poder\u00edamos resumi-los, por exemplo, ao condensar duas das descri\u00e7\u00f5es de Zigmunt Bauman: tempos da <em>modernidade<\/em> que \u00e9<em> l\u00edquida<\/em><a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> ser regida pela <em>vida de consumo<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup><strong>[4]<\/strong><\/sup><\/a>. <\/em>Mas, para al\u00e9m da sociologia e do pensador da \u00e9poca, a psican\u00e1lise avan\u00e7a no esfor\u00e7o de caracterizar a ordem do dia &#8211; j\u00e1 nem t\u00e3o simb\u00f3lica &#8211; no s\u00e9culo XXI. S\u00e3o v\u00e1rios os esfor\u00e7os de descrev\u00ea-la por meio das vacila\u00e7\u00f5es do Simb\u00f3lico, instabilidades do Imagin\u00e1rio e causalidades do Real<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup>[5]<\/sup><\/a>, por exemplo, um modo lacaniano de falar dos \u201ctempos atuais\u201d. Assim, a n\u00f3s nos cabe colher da cl\u00ednica suas consequ\u00eancias e contribuir para os avan\u00e7os que ajudem a descrever, a pintar a paisagem na qual podemos enxergar, ver \u2013 ou seria visualizar? conectados que somos &#8211; o horizonte da \u00e9poca, cernir cada sujeito e seus modos de gozo, contribuir para tratar o mal-estar da civiliza\u00e7\u00e3o em jogo.<\/p>\n<p>Nas Jornadas passadas, nossos tempos foram descritos como <em>Tempos nos quais o inconsciente \u00e9 ignorado<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><sup><strong>[6]<\/strong><\/sup><\/a>. <\/em>Ou ainda, como nos prop\u00f5e o argumento para as pr\u00f3ximas: 1) tempos nos quais <em>o amor e o sexo poderiam ser medidos, mercantilizarem-se, fazerem parte das coisas da vida das quais usamos quando nos conve\u0302m<\/em><sup>1<\/sup><em>.<\/em><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/em><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o \u00e0 qual as jornadas nos convidam refere-se a estes tempos, tempos nos quais o <em>sujeito hipermoderno <\/em>quanto ao amor e ao sexo, <em>parece <strong>querer<\/strong> contabilizar o mais de gozo e foracluir as coisas do amor<\/em><sup>1<\/sup>. E para seguir avan\u00e7ando com o que nos toca desenvolver&#8230;<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">De que querer se trata?<\/span> <\/strong><\/p>\n<p>Naquilo que o argumento constr\u00f3i permite ler a\u00ed um \u201cmais-de-querer\u201d, condensando nesta alus\u00e3o ao termo lacaniano, mais-de-gozar, a l\u00f3gica utilitarista dos objetos de consumo e a satisfa\u00e7\u00e3o imediata e prometida, instalando o circuito no qual o sujeito se torna ele pr\u00f3prio objeto de consumo; fen\u00f4meno j\u00e1 t\u00e3o bem descrito como ao alcance da m\u00e3o hedonista no supermercado hipermoderno. Querer que reina, no qual <em>o objeto a comanda a cena, e n\u00e3o mais o amor ao Pai<\/em><sup>1<\/sup><em>, <\/em>tornando-se objetos de consumo tamb\u00e9m suas rela\u00e7\u00f5es, amorosa e sexuais; quando <em>(&#8230;)a inexiste\u0302ncia da relac\u0327a\u0303o sexual na\u0303o apenas se mostra, mas tambe\u0301m se coloca como mate\u0301ria e objeto de fetiche e de consumo<sup>1<\/sup>. <\/em>Pois bem, esta forma de querer, nestes tempos assim caracterizados, conecta, ou (des)conecta?<\/p>\n<p>Vale lembrar que nestes tempos, tamb\u00e9m descritos como tempos que correm &#8211; e correm tanto que dizer \u201camores l\u00edquidos\u201d j\u00e1 ficou datado -, podemos perguntar que <em>status <\/em>t\u00eam hoje os amores que ontem eram l\u00edquidos. Ter\u00e3o evaporado os amores de t\u00e3o vol\u00e1teis? O amor j\u00e1 veio e j\u00e1 foi, passou e ningu\u00e9m viu, antes mesmo de fazer conex\u00e3o? Brincando com isso \u00e9 interessante viajar nessa onda, ou melhor, nessa rede, e ver que os amores ent\u00e3o evaporados ganhariam vida no mundo virtual, uma vez que suas part\u00edculas teriam chance de se transformar ao encontrar o ambiente da \u201cnuvem\u201d, e mediante a rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica da condensa\u00e7\u00e3o \u2013- no cyberespa\u00e7o, \u201cfazer chover na horta\u201d de algu\u00e9m? Condensa\u00e7\u00e3o dos vapores em l\u00edquidos, aqui \u00e9 uma met\u00e1fora para dizer do que pode ganhar corpo, dar um corpo para os antes s\u00f3lidos antes desmanchados no ar&#8230; Quero dizer, esses encontros podem fazer conex\u00e3o? Ou dizem mais de uma desconex\u00e3o? Que o mundo hoje seja conectado, podemos pensar ainda que caracteriza nosso tempo, como tempos do Outro da conex\u00e3o permitiriam possibilidades para o amor existir em outros estados, ou ficaremos na nostalgia do amor s\u00f3lido dos tempos do Pai? A tarefa \u00e9 grande para delimitar e construir<\/p>\n<p>Enfim, que consequ\u00eancias colhemos na cl\u00ednica, quer saber a organiza\u00e7\u00e3o da VIII Jornada. Na dire\u00e7\u00e3o que os argumentos apontam, para concluir, tento esbo\u00e7ar aqui uma quest\u00e3o que fica mais pr\u00f3xima, por exclus\u00e3o, de ser alojada no eixo 1. O primeiro dos eixos de trabalho das VII Jornadas nos recorda que, no \u00faltimo Lacan, fora da preval\u00eancia do simb\u00f3lico, a refer\u00eancia ao Outro est\u00e1 submetida ao Um da exist\u00eancia do gozo, conforme ele desenvolveu no Semin\u00e1rio 19<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><sup>[7]<\/sup><\/a>, afirmando que <em>Existe apenas o Um<\/em>. O axioma \u201cH\u00e1-um\u201d corresponde a um gozo real, sem Outro, desenvolvido por Lacan especialmente no Semin\u00e1rio 19, teria marcado em seu ensino a passagem do \u201cN\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d para o Sinthoma, sendo retomada a f\u00f3rmula \u201cH\u00e1 o Um\u201d no Semin\u00e1rio 23.<\/p>\n<p>Freud formulou o Supereu como uma das inst\u00e2ncias do aparelho ps\u00edquico, respons\u00e1vel pela consci\u00eancia moral, herdeiro do Complexo de \u00c9dipo. Lacan faz evoluir o conceito formulando-o a partir do imperativo categ\u00f3rico kantiano<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\"><sup>[8]<\/sup><\/a>, enquanto imperativo de gozo, que se manifesta por meio da puls\u00e3o invocante: \u201cGoza!\u201d No mesmo Semin\u00e1rio 19 formula que\u00a0<em>\u201c(&#8230;) O falasser \u00e9 essa rela\u00e7\u00e3o perturbada com o pr\u00f3prio corpo que se chama gozo\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><sup><strong>[9]<\/strong><\/sup><\/a>.<\/em> Pretendemos investigar, ent\u00e3o, as particularidades desta <em>perturba\u00e7\u00e3o<\/em> em nossos tempos, e como verificamos na cl\u00ednica, o Supereu<em>.<br \/>\n<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><strong>Conex\u00f5es, ou (des)conex\u00f5es, empuxo ao gozo e Supereu, afinal, quest\u00f5es&#8230;<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Fazer fus\u00e3o com part\u00edculas evaporadas de outro corpo constituindo-se em um novo e ent\u00e3o poss\u00edvel amor \u201cl\u00edquido\u201d? Enquanto podemos nos divertir para despertar de uma poss\u00edvel perplexidade \u2013 e elaborar algo da \u201crealidade\u201d <em>Black Mirror<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\"><sup><strong>[10]<\/strong><\/sup><\/a><\/em> que j\u00e1 \u00e9 a que vivemos. Que tempos? Tempos, ent\u00e3o, da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica que j\u00e1 \u00e9 realidade, e j\u00e1 nem cabe distinguir, se virtual ou n\u00e3o. Estamos cada vez mais pr\u00f3ximos desta fronteira borrar-se totalmente, se a intelig\u00eancia artificial em progress\u00e3o geom\u00e9trica coloca no horizonte o problema da obsolesc\u00eancia do ser humano, n\u00e3o temos como escapar de nos havermos com isso.<\/p>\n<p>Se nos perguntamos se conex\u00e3o ou (des)conex\u00e3o levam ou n\u00e3o ao pior&#8230; em paralelo, pergunto: amores evaporados, amores fundidos no ambiente da nuvem podem ou n\u00e3o, reencontrando o estado l\u00edquido \u2013 como diria o poeta \u2013 aguar o bom do amor?<\/p>\n<p>Enquanto analistas apostamos no despertar e, assim tendo \u00e0 hip\u00f3tese que nos leva a despertar da nostalgia do Pai: o gozo sempre foi autoer\u00f3tico, em todos os tempos, com os aparelhos e modos de gozo existentes \u00e0 cada \u00e9poca. Alguma particularidade do Supereu em nossos dias?<\/p>\n<p>Encontramos nos relatos de passe, algo sobre o status do Supereu no final da an\u00e1lise: &#8230; tais testemunhos transmitem um certo apaziguamento da ferocidade do Supereu. Por outro lado, se tamb\u00e9m encontramos nos relatos de AEs a defini\u00e7\u00e3o: <em>O Supereu \u00e9 o Outro<\/em>&#8230; Se o Outro se esvazia, desconsiste em nossa \u00e9poca, porque o cen\u00e1rio seria do pior? Conex\u00e3o ou desconex\u00e3o, ou ainda (des)conex\u00e3o? Que sutileza tal grafia aponta?<\/p>\n<p>A quest\u00e3o vai em dire\u00e7\u00e3o a que lugar do analista, que fun\u00e7\u00e3o \u00e0 altura da subjetividade da \u00e9poca l\u00edquida regida pelo consumo? Como tratar, e conduzir a um saber fazer a\u00ed com a suposta maior ferocidade da lei de ferro do Supereu em tempos do discurso do capitalista? Enfim, e por fim, quest\u00f5es&#8230; com as quais pretendemos avan\u00e7ar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> Marucio, V. <em>Amor e Sexo em tempo de (des)conex\u00f5es.<\/em> In <em>Boletim #Cupid01<\/em>; acessado em 24.06.2018. http:\/\/ebp.org.br\/sp\/jornadas\/viii-jornadas\/argumento-viii-jornadas\/<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> Lacan, J. (1953) Fun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem em psican\u00e1lise, <em>Escritos, <\/em>Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1998.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> Bauman, Z. <em>Modernidad l\u00edquida<\/em>. Fondo de cultura econ\u00f3mica. Buenos Aires, 2004.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> Bauman, Z. <em>Vida de consumo.<\/em> Fondo de cultura econ\u00f3mica. Buenos Aires, 2007.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><sup>[5]<\/sup><\/a> Laia, S. <em>Vacila\u00e7\u00f5es do Simb\u00f3lico, instabilidades do Imagin\u00e1rio e causalidades do Real e a presen\u00e7a do psicanalista.<\/em> Revista Curinga EBP-MG, Como se analisa hoje No.33, p.51-58, jul-dez 2011.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\"><sup>[6]<\/sup><\/a> Angelina Harari, ao transmitir o Semin\u00e1rio de Pierre Naveau. VII Jornadas da EBP-Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo, Pai-vers\u00f5es, setembro de 2017.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\"><sup>[7]<\/sup><\/a> Lacan, J. (1971-1972) O Semin\u00e1rio livro 19. <em>&#8230; ou pior. <\/em>Jorge Zahar Ed., Rio de Janeiro, 2011.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\"><sup>[8]<\/sup><\/a> Kant, I. (1788). <em>Cr\u00edtica da raz\u00e3o pr\u00e1tica. <\/em>4\u00aa.ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2000. P.1-149.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\"><sup>[9]<\/sup><\/a> Lacan, J. (2012), O <em>Semin\u00e1rio, Livro 19<\/em>. 1971-1972, p. 41.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\"><sup>[10]<\/sup><\/a> <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/S%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o\">s\u00e9rie de televis\u00e3o<\/a>\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Reino_Unido\">brit\u00e2nica<\/a>\u00a0 de\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Fic%C3%A7%C3%A3o_cient%C3%ADfica\">fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/a>\u00a0criada por\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Charlie_Brooker\">Charlie Brooker<\/a>\u00a0e centrada em temas obscuros e sat\u00edricos que examinam a sociedade moderna, particularmente a respeito das consequ\u00eancias imprevistas das novas tecnologias. Os epis\u00f3dios (&#8230;) geralmente se passam em um presente alternativo ou em um futuro pr\u00f3ximo. _ propriedade Netflix\u00a9 _ https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Black_Mirror<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O argumento das VIII Jornadas da EBP- Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo[1] nos convida a abordar as consequ\u00eancias cl\u00ednicas da express\u00e3o do desejo e do gozo nos tempos atuais e p\u00f5e na mira desenvolver o que os termos conex\u00e3o e (des)conex\u00e3o nos convidam a aprender sobre o sujeito e o inconsciente nos tempos atuais. Que tempos atuais?&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"post_series":[],"class_list":["post-3179","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-jornada-2018","entry","no-media"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3179","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3179"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3179\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3179"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3179"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3179"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=3179"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}