{"id":9895,"date":"2025-08-26T19:48:13","date_gmt":"2025-08-26T22:48:13","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/?page_id=9895"},"modified":"2025-08-26T19:50:49","modified_gmt":"2025-08-26T22:50:49","slug":"xiii-jornadas-eixo-3-amuro-e-o-que-aparece-em-signos-bizarros-no-corpo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/jornadas\/xiii-jornadas-jogos-do-amor-parcerias-contemporaneas\/eixos-tematicos\/xiii-jornadas-eixo-3-amuro-e-o-que-aparece-em-signos-bizarros-no-corpo\/","title":{"rendered":"XIII JORNADAS &#8211; Eixo 3 \u2013 (a)muro \u201c\u00e9 o que aparece em signos bizarros no corpo\u201d"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;9552&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text href=&#8221;#_ftn1&#8243;]\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Eixo 3 \u2013 (a)muro \u201c\u00e9 o que aparece em signos bizarros no corpo\u201d<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Camila Popadiuk<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\"><em>Membro da EBP\/AMP<\/em><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">Cristiana Chacon Gallo<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\"><em>Membro da EBP\/AMP<br \/>\nParticipantes da Comiss\u00e3o de Orienta\u00e7\u00e3o das XIII Jornadas da EBP-SP<\/em><\/span><\/p>\n<p>O tema deste eixo de trabalho \u00e9 uma cita\u00e7\u00e3o de Lacan em seu Semin\u00e1rio 20 &#8211; <em>Mais, ainda<\/em>,<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> momento de seu ensino em que ele nos apresenta uma nova dimens\u00e3o do amor, articulada ao saber e ao gozo. Trata-se, no entanto, de um gozo cuja causa \u00e9 a itera\u00e7\u00e3o do significante Um sozinho e que produz marcas indel\u00e9veis, chamadas por Lacan de <em>lal\u00edngua<\/em>, cujos efeitos se manifestam como afetos enigm\u00e1ticos sobre o corpo.<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> O saber em jogo aqui n\u00e3o \u00e9 a articula\u00e7\u00e3o significante S1-S2, mas sim um saber pr\u00f3prio ao gozo de <em>lal\u00edngua<\/em>, isto \u00e9, \u201c[&#8230;] um saber que se trata apenas de decifrar, j\u00e1 que ele consiste em um ciframento\u201d.<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a> Estamos, portanto, no campo do gozo n\u00e3o-todo f\u00e1lico, o que abre as vias para a vertente do real no amor.<\/p>\n<p>Situadas brevemente essas novas perspectivas sobre o gozo e o saber, abordemos o amor pela via da l\u00f3gica do n\u00e3o-todo &#8211; distinta da vertente do simb\u00f3lico no amor e da dial\u00e9tica do desejo, onde a falta ocupa um lugar central. Nesta perspectiva do gozo feminino, o amor tem como refer\u00eancia o corpo, e, portanto, o gozo do corpo do Outro, tendo como princ\u00edpio de partida a inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n<p>A partir dessa perspectiva conceitual, na qual o Outro \u00e9 o corpo pr\u00f3prio, o amor assume a modalidade do encontro, pois ele acontece de maneira sempre contingente, atestando, assim, a impossibilidade de escrever a rela\u00e7\u00e3o sexual. Dito de outra forma: se a conting\u00eancia \u00e9 o que <em>cessa de n\u00e3o se escrever,<\/em> \u00e9 porque isso <em>n\u00e3o cessa de n\u00e3o se escrever<\/em>, ou seja, a rela\u00e7\u00e3o entre os sexos. N\u00e3o h\u00e1 um saber sobre a sexualidade humana, ou seja, n\u00e3o h\u00e1 um saber pr\u00e9vio que diga como abordar o Outro sexo. O amor vela, portanto, a aus\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual. Ele \u201c\u00e9, como indica Miller, a abrevia\u00e7\u00e3o do encontro com o gozo e com o Outro, sob a forma do contingente\u201d.<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a><\/p>\n<p>Ainda assim, Lacan afirma que existem encontros entre os seres sexuados.<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a> De fato, pela via da conting\u00eancia, \u201cn\u00e3o h\u00e1 outra coisa sen\u00e3o encontro, o encontro, no parceiro, dos sintomas, dos afetos, de tudo que em cada um marca o tra\u00e7o de seu ex\u00edlio, [&#8230;] como falante, [&#8230;] da rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d.<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a> Sim, \u201cExiste o feliz acaso. Ali\u00e1s, s\u00f3 existe isso: felicidade do acaso!\u201d,<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a> enfatiza Lacan.<\/p>\n<p>Contudo, n\u00e3o basta o acaso para que um encontro aconte\u00e7a. \u00c9 preciso querer saber alguma coisa sobre isso que produz afetos. Pois, quando n\u00e3o se quer saber nada sobre isso que goza, sabemos onde isso pode, talvez, culminar: no \u00f3dio e na consequente tentativa de destrui\u00e7\u00e3o do outro, ou de si mesmo. Assim como o amor tem sua raiz no Um sozinho, tamb\u00e9m o \u00f3dio encontra a\u00ed sua origem. \u00c9 por isso que Lacan afirma que \u201co verdadeiro amor desemboca no \u00f3dio\u201d<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>: porque ele visa o Ser. Quando o gozo n\u00e3o se articula a um saber, a prova de amor pode se apoiar na m\u00e1xima superegoica, na qual \u201ca paix\u00e3o inclina o sujeito a uma regi\u00e3o onde a aus\u00eancia de limite n\u00e3o remete mais ao infinito do amor, mas ao ilimitado de um gozo que acaba por envenen\u00e1-lo\u201d.<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a><\/p>\n<p>Como aponta Clotilde Leguil, \u201cA narrativa sobre o amor [hoje] mudou. Um v\u00e9u se levantou sobre a obscuridade da puls\u00e3o, que pode levar o sujeito a se perder na destrui\u00e7\u00e3o. Em nome do amor. Pelo amor. Por amor\u201d.<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a> Assim, quando nada faz limite ao gozo do amor, at\u00e9 onde ele pode ir? Como se manifestam os efeitos dessa recusa ao saber inconsciente na vida conjugal contempor\u00e2nea? De que maneira se evidencia essa face destrutiva do amor que fere e machuca, quando ele \u201cassume a forma de um novo supereu?\u201d<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a><\/p>\n<p>Lacan pergunta: \u201cDe onde parte o que \u00e9 capaz, de maneira n\u00e3o necess\u00e1ria, e n\u00e3o suficiente, de responder pelo gozo do corpo do Outro?\u201d.<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a> Ele responde: \u00c9 do <em>amuro.<\/em><a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a> \u201cO amuro \u00e9 o que aparece em signos bizarros no corpo\u201d.<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a> No entanto, aparecer em signos bizarros no corpo n\u00e3o \u00e9 o mesmo que fazer signo, como o amor faz, pois, como Lacan nos adverte: \u201cO gozo do corpo do Outro n\u00e3o \u00e9 o signo do amor\u201d.<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a> Esses signos bizarros s\u00e3o marcas, tra\u00e7os do encontro da l\u00edngua com o corpo \u2013 marcas de um gozo imposs\u00edvel de dizer; efeitos do Um sozinho que n\u00e3o se articula com nenhum outro significante. O (a)muro \u00e9, portanto, o que se inscreve no corpo. E \u201cna perspectiva da n\u00e3o-rela\u00e7\u00e3o sexual, [&#8230;] os seres sexuados formam casal no n\u00edvel do gozo\u201d<a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\">[16]<\/a> e n\u00e3o da falta-a-ser.<\/p>\n<p>Mas como um signo \u00e9 reconhecido como tal? Lacan se interroga e, ao mesmo tempo, nos d\u00e1 uma orienta\u00e7\u00e3o: \u201cO signo s\u00f3 tem alcance porque tem que ser decifrado.\u201d \u00c9 preciso, portanto, que os \u201csignos bizarros no corpo\u201d sejam \u201csuscet\u00edveis de provocar o desejo. A\u00ed est\u00e1 a mola do amor\u201d.<a href=\"#_ftn17\" name=\"_ftnref17\">[17]<\/a> \u00c9 nesse ponto que Lacan pode afirmar que \u201cO amor faz signo e [&#8230;] \u00e9 sempre rec\u00edproco\u201d,<a href=\"#_ftn18\" name=\"_ftnref18\">[18]<\/a> pois \u201co amor demanda o amor [&#8230;] <em>mais&#8230; ainda<\/em>\u201d.<a href=\"#_ftn19\" name=\"_ftnref19\">[19]<\/a> Este <em>mais, ainda<\/em>, ele prossegue, \u201c\u00e9 o nome pr\u00f3prio dessa falha de onde, no Outro, parte a demanda do amor\u201d.<a href=\"#_ftn20\" name=\"_ftnref20\">[20]<\/a> O amor \u00e9 ent\u00e3o, permeado pelas palavras que tentam dizer o imposs\u00edvel do gozo.<\/p>\n<p>Lacan afirma que \u201cEntre o homem e a mulher, h\u00e1 o amor. Entre o homem e o amor, h\u00e1 um mundo. Entre o homem e o mundo h\u00e1 um muro\u201d.<a href=\"#_ftn21\" name=\"_ftnref21\">[21]<\/a> \u00c9 aqui que se localiza o lugar da castra\u00e7\u00e3o<strong> &#8211; <\/strong>um ponto limite, uma subtra\u00e7\u00e3o de gozo &#8211; que indica a exist\u00eancia de um gozo para al\u00e9m do princ\u00edpio do prazer. Como diz Lacan, \u201cpara se ter uma ideia sadia do amor, talvez fosse preciso partir de que, quando ele entra em jogo, [&#8230;] entre um homem e uma mulher, \u00e9 sempre com o cacife da castra\u00e7\u00e3o\u201d.<a href=\"#_ftn22\" name=\"_ftnref22\">[22]<\/a><\/p>\n<blockquote><p>O amor, o amor, quer se comunique, quer flutua, quer se funde, \u00e9 o amor, ora. O amor, o bem que a m\u00e3e quer ao filho, o <em>(a)muro<\/em>, basta p\u00f4r o <em>a<\/em> entre par\u00eanteses para deparar com aquilo que vemos todos os dias: que, mesmo entre a m\u00e3e e o filho, a rela\u00e7\u00e3o que a m\u00e3e tem com a castra\u00e7\u00e3o tem um bocado de import\u00e2ncia.<a href=\"#_ftn23\" name=\"_ftnref23\">[23]<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p>Assim, \u201c[&#8230;] \u00e9 sempre com o cacife da castra\u00e7\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn24\" name=\"_ftnref24\">[24]<\/a> que se toma o amor a s\u00e9rio, podendo-se reconhecer as condi\u00e7\u00f5es da partida desse jogo a partir dos objetos <em>a. <\/em>A escrita de (a)muro, com o objeto <em>a<\/em> destacado, coloca em evid\u00eancia um termo que Lacan dir\u00e1 n\u00e3o ter sentido, s\u00f3 \u201cuma pequena borradela\u201d,<a href=\"#_ftn25\" name=\"_ftnref25\">[25]<\/a> mas que, justamente por n\u00e3o ser tomado na via do sentido ou de uma raz\u00e3o, pode permitir tocar o real em quest\u00e3o, uma <em>r\u00e9son<\/em>, \u201calguma coisa ressoante\u201d.<a href=\"#_ftn26\" name=\"_ftnref26\">[26]<\/a> \u201cAs paredes, [muros], afirma Lacan, s\u00e3o feitas para circundar um vazio\u201d.<a href=\"#_ftn27\" name=\"_ftnref27\">[27]<\/a> Quais s\u00e3o as resson\u00e2ncias do (a)muro na nossa cl\u00ednica de todos os dias?<\/p>\n<p>\u00c9 assim que (a)muro nos coloca em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 dimens\u00e3o do real no amor. Trata-se de um passo a dar na busca do atravessamento do \u201cmuro da linguagem\u201d, para falar de um amor que n\u00e3o desconhece a castra\u00e7\u00e3o e n\u00e3o visa fazer existir a rela\u00e7\u00e3o sexual. Este neologismo de Lacan n\u00e3o apenas debocha do amor<a href=\"#_ftn28\" name=\"_ftnref28\">[28]<\/a>, como diz Miller, mas tamb\u00e9m se distancia da ideia de fus\u00e3o e da forma ideal, pr\u00f3pria ao amor. \u201c(a)muro quer dizer, sobretudo, que \u00e9 preciso atravessar, a cada vez, o muro da linguagem\u201d<a href=\"#_ftn29\" name=\"_ftnref29\">[29]<\/a> para fazer ressoar o eco da puls\u00e3o.<\/p>\n<p>A famosa formula\u00e7\u00e3o, \u201cPe\u00e7o-te que recuses o que te ofere\u00e7o [&#8230;] porque n\u00e3o \u00e9 isso\u201d,<a href=\"#_ftn30\" name=\"_ftnref30\">[30]<\/a> foi apresentada por Lacan como a verdadeira <em>carta de amuro<\/em>, no Semin\u00e1rio pr\u00f3ximo a sua confer\u00eancia \u201cEstou falando com as paredes\u201d.<a href=\"#_ftn31\" name=\"_ftnref31\">[31]<\/a> Pedir, recusar e oferecer nos coloca \u00e0s voltas com as rela\u00e7\u00f5es de objeto. Mas, para al\u00e9m da demanda fundamental, sempre insaci\u00e1vel, em especial na experi\u00eancia anal\u00edtica, caber\u00e1 ao analista reconhecer nesta carta apresentada pelo analisante, o \u201cn\u00e3o \u00e9 isso\u201d. Lacan esclarece que o \u201cn\u00e3o \u00e9 isso\u201d emerge do discurso que conjuga demanda e desejo, onde podemos reconhecer \u201ca raiz do que vem a ser o objeto <em>a<\/em>\u201d.<a href=\"#_ftn32\" name=\"_ftnref32\">[32]<\/a><\/p>\n<p>Miller destaca a evid\u00eancia que se obt\u00e9m da psican\u00e1lise ao afirmar que o parceiro do sujeito \u00e9 o \u201cseu objeto <em>a<\/em>, seu mais-de-gozar e fundamentalmente o sintoma\u201d.<a href=\"#_ftn33\" name=\"_ftnref33\">[33]<\/a> Seguindo essa coordenada do objeto <em>a<\/em>, Laurent aproxima o saber fazer com o sintoma, no sentido dado por Lacan de desembara\u00e7\u00e1-lo e manipul\u00e1-lo, do que se torna poss\u00edvel fazer na parceria sexual: \u201cdesembara\u00e7o [&#8230;] por meio do qual se retiram os objetos <em>a<\/em> do corpo do outro\u201d,<a href=\"#_ftn34\" name=\"_ftnref34\">[34]<\/a> em uma perspectiva em que os registros encontram articula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(a)muro, em suas manifesta\u00e7\u00f5es sintom\u00e1ticas, afetos e em suas apari\u00e7\u00f5es no corpo, \u00e9 o que nos interessa tratar neste eixo de trabalho, falando dos casos de amor de nossa cl\u00ednica, inclusive daqueles entre analista e analisante, via transfer\u00eancia, em que se pode tocar os fundamentos da parceria. Trata-se de falar de tra\u00e7os, marcas no corpo que, pelo feliz acaso, encontram n\u00e3o um par, mas uma parceria, em dire\u00e7\u00e3o a um amor mais digno.<\/p>\n<p>Busquemos ent\u00e3o tocar a <em>r\u00e9son<\/em> nestas parcerias de hoje, para al\u00e9m das formas imagin\u00e1rias de apresenta\u00e7\u00e3o e das nomea\u00e7\u00f5es que buscam sustent\u00e1-las, pois como nos lembra Miller: \u201cO parceiro tem v\u00e1rias caras. [Ele] \u00e9 multifacetado. Muita variedade, muita diversidade, mas n\u00e3o deixem de procurar o parceiro. N\u00e3o se deixem hipnotizar com a posi\u00e7\u00e3o do sujeito sem se perguntarem: com quem ele joga a partida?\u201d<a href=\"#_ftn35\" name=\"_ftnref35\">[35]<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><span style=\"font-size: 13px;\">[1]<\/span><\/a><span style=\"font-size: 13px;\"> LACAN, J. (1972-1973)<em> O semin\u00e1rio, livro 20:<\/em> mais, ainda. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. 2\u00aa ed. p. 13.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 190.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> LACAN, J. (1975) Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 edi\u00e7\u00e3o alem\u00e3 dos Escritos. <em>In<\/em>: LACAN, J. <em>Outros escritos<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. p. 553.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> MILLER, J.-A. A teoria do parceiro. <em>In:<\/em> ESCOLA BRASILEIRA DE PSICAN\u00c1LISE (orgs.). <em>Os circuitos do desejo na vida e na an\u00e1lise<\/em>. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2000. p. 156.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> LACAN (1985), <em>op.cit<\/em>., p. 553.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> LACAN, J. (1972-1973) <em>O semin\u00e1rio, livro 20:<\/em> mais, ainda. Rio de Janeiro: Zahar, 1985, 2\u00aa ed. p. 198.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> LACAN, J. (1975) Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 edi\u00e7\u00e3o alem\u00e3 dos Escritos. <em>In<\/em>: LACAN, J. <em>Outros escritos<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. p. 553.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> LACAN (1985), <em>op. cit<\/em>., p. 200.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> LEGUIL. C. <em>L\u00b4\u00e8re du toxique\u00a0<\/em>: essai sur le nouveua malaise dans la civilisation. Paris: PUF, 2023. p. 114. (Tradu\u00e7\u00e3o nossa).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 115. (Tradu\u00e7\u00e3o nossa).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 126. (Tradu\u00e7\u00e3o nossa).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> LACAN (1985), <em>op. cit<\/em>., p. 13.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> <em>Ibidem<\/em>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> <em>Ibidem<\/em>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 187.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\">[16]<\/a> BOSQUIN-CAROZ, P. Pr\u00e9sentation du th\u00e8me du Congr\u00e8s 2025 &#8211; Les amours douloureuses. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.nlscongress2025.amp-nls.org\/nls-congres\/2019\/1\/4\/argument-1-5mr52-ewgke-paer5-rhzes-eepar-4wpfy-amecm-32tr3-pewb9-ppklc\">https:\/\/www.nlscongress2025.amp-nls.org\/nls-congres\/2019\/1\/4\/argument-1-5mr52-ewgke-paer5-rhzes-eepar-4wpfy-amecm-32tr3-pewb9-ppklc<\/a> Acesso em: 24 jul. 2025. (Tradu\u00e7\u00e3o nossa).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref17\" name=\"_ftn17\">[17]<\/a> LACAN, J. (1972-1973) <em>O semin\u00e1rio, livro 20:<\/em> mais, ainda. Rio de Janeiro: Zahar, 1985, 2\u00aa ed. p. 69.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref18\" name=\"_ftn18\">[18]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 12.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref19\" name=\"_ftn19\">[19]<\/a> <em>Ibidem<\/em>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref20\" name=\"_ftn20\">[20]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 13.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref21\" name=\"_ftn21\">[21]<\/a> LACAN, J. <em>Estou falando com as paredes<\/em>: conversas na capela de Sainte-Anne. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. p. 90.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref22\" name=\"_ftn22\">[22]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 95.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref23\" name=\"_ftn23\">[23]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 95.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref24\" name=\"_ftn24\">[24]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 95.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref25\" name=\"_ftn25\">[25]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 85.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref26\" name=\"_ftn26\">[26]<\/a> LACAN, J. <em>Estou falando com as paredes<\/em>: conversas na capela de Sainte-Anne. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. p. 86.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref27\" name=\"_ftn27\">[27]<\/a> <em>Ibidem,<\/em> p. \u00a080.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref28\" name=\"_ftn28\">[28]<\/a> MILLER, J.-A. Orienta\u00e7\u00e3o. <em>In:<\/em> MILLER, <em>Scilicet:<\/em> o corpo falante, sobre o inconsciente no s\u00e9culo 21. S\u00e3o Paulo: Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, 2016. p. 19.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref29\" name=\"_ftn29\">[29]<\/a> <em>Ibidem<\/em>, p. 20.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref30\" name=\"_ftn30\">[30]<\/a> LACAN, J. (1971-1972) <em>O semin\u00e1rio, livro 19: <\/em>&#8230;ou pior. Rio de Janeiro: Zahar, 2012. p. 79.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref31\" name=\"_ftn31\">[31]<\/a> LACAN, <em>op. cit<\/em>., (2011).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref32\" name=\"_ftn32\">[32]<\/a> LACAN, <em>op. cit<\/em>. (2012). p. 89.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref33\" name=\"_ftn33\">[33]<\/a> MILLER, J.-A. A teoria do parceiro. <em>In:<\/em> ESCOLA BRASILEIRA DE PSICAN\u00c1LISE (orgs.). <em>Os circuitos do desejo na vida e na an\u00e1lise<\/em>. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2000. p. 156.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref34\" name=\"_ftn34\">[34]<\/a> \u00a0LAURENT, \u00c9. <em>O avesso da biopol\u00edtica. Uma escrita para o gozo<\/em>. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2016. p. 72.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref35\" name=\"_ftn35\">[35]<\/a> MILLER, J.-A. A teoria do parceiro. <em>In:<\/em> ESCOLA BRASILEIRA DE PSICAN\u00c1LISE (orgs.). <em>Os circuitos do desejo na vida e na an\u00e1lise<\/em>. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2000. p. 161.<\/span>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;9552&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text href=&#8221;#_ftn1&#8243;] Eixo 3 \u2013 (a)muro \u201c\u00e9 o que aparece em signos bizarros no corpo\u201d Camila Popadiuk Membro da EBP\/AMP Cristiana Chacon Gallo Membro da EBP\/AMP Participantes da Comiss\u00e3o de Orienta\u00e7\u00e3o das XIII Jornadas da EBP-SP O tema deste eixo de trabalho \u00e9 uma cita\u00e7\u00e3o de Lacan em seu Semin\u00e1rio 20 &#8211; Mais, ainda,[1]&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":9627,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-9895","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9895","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9895"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9895\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9902,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9895\/revisions\/9902"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9627"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9895"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}