{"id":9889,"date":"2025-08-20T07:18:38","date_gmt":"2025-08-20T10:18:38","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/?page_id=9889"},"modified":"2025-08-20T07:18:38","modified_gmt":"2025-08-20T10:18:38","slug":"referencias-bibliograficas-eixo-3","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/jornadas\/xiii-jornadas-jogos-do-amor-parcerias-contemporaneas\/referencias-bibliograficas-eixo-3\/","title":{"rendered":"Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas &#8211; Eixo 3"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;9552&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text href=&#8221;#_ftn1&#8243;]\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Eixo 3: <\/strong><strong>(a)muro \u201c\u00e9 o que aparece em signos bizarros no corpo\u201d<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Sigmund Freud<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>FREUD, S. (1905 [1901]). An\u00e1lise fragment\u00e1ria de uma histeria (\u201cO caso Dora\u201d). In: <em>Obras completas, volume 6: tr\u00eas ensaios sobre a teoria da sexualidade, an\u00e1lise fragment\u00e1ria de uma histeria (\u201cO caso Dora&#8221;) e outros textos (1901-1905)<\/em>. SP: Companhia das Letras, 2016.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA incapacidade de satisfazer a exig\u00eancia amorosa real \u00e9 um dos tra\u00e7os essenciais da neurose; os doentes s\u00e3o dominados pela oposi\u00e7\u00e3o entre a realidade e a fantasia. Eles fogem daquilo pelo qual anseiam mais vivamente nas fantasias, quando com ele deparam na realidade, e se entregam de muito bom grado \u00e0s fantasias, quando j\u00e1 n\u00e3o precisam temer que elas se realizem.\u201d (p. 305)<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>FREUD, S. (1916). A vida sexual humana (Confer\u00eancia XX). In: <em>Amor, sexualidade, feminilidade<\/em>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. BH: Aut\u00eantica, 2019.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cFoi justamente atrav\u00e9s da sintomatologia da histeria que chegamos \u00e0 concep\u00e7\u00e3o de que aos \u00f3rg\u00e3os do corpo, al\u00e9m de seu papel funcional, devemos reconhecer uma import\u00e2ncia sexual &#8211; er\u00f3gena -, e que eles s\u00e3o perturbados no cumprimento dessa primeira tarefa se a \u00faltima lhes fizer exig\u00eancias demasiadas.\u201d (p. 194)<\/p>\n<p>\u201c[a sexualidade infantil] surge apoiando-se na satisfa\u00e7\u00e3o das grandes necessidades org\u00e2nicas e se comporta de maneira autoer\u00f3tica, isto \u00e9, ela procura e encontra seus objetos no pr\u00f3prio corpo.\u201d (p. 201)<\/p>\n<p><strong>FREUD, S. (1915). As puls\u00f5es e seus destinos. In: <em>As puls\u00f5es e seus destinos<\/em>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. BH: Aut\u00eantica, 2015.<\/strong><\/p>\n<p>\u201c[&#8230;] a observa\u00e7\u00e3o do uso da linguagem, certamente pleno de sentido, nos mostra outra limita\u00e7\u00e3o no significado de amor e \u00f3dio.\u201d (p. 57)<\/p>\n<p><strong>FREUD, S. (1914). Introdu\u00e7\u00e3o ao narcisismo. In: <em>Introdu\u00e7\u00e3o ao narcisismo: ensaios de metapsicologia e outros textos (1914-1916)<\/em>. SP: Companhia das Letras, 2010.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cTamb\u00e9m o hist\u00e9rico e o neur\u00f3tico obsessivo abandonam, at\u00e9 onde vai sua doen\u00e7a, a rela\u00e7\u00e3o com a realidade. A an\u00e1lise mostra, por\u00e9m, que de maneira nenhuma suspendem a rela\u00e7\u00e3o er\u00f3tica com pessoas e coisas. Ainda a mant\u00eam na fantasia, isto \u00e9, por um lado substituem os objetos reais por objetos imagin\u00e1rios de sua lembran\u00e7a, ou os misturam com estes, e por outro lado renunciam a empreender as a\u00e7\u00f5es motoras para alcan\u00e7ar as metas relativas e esses objetos.\u201d (p. 15)<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>FREUD, S. (1915[1914]). Observa\u00e7\u00f5es sobre o amor transferencial. In: <em>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica. <\/em>Obras Incompletas de Sigmund Freud. BH: Aut\u00eantica, 2022.<\/strong><\/p>\n<p>\u201c[&#8230;] acatar as demandas de amor por parte da paciente \u00e9 t\u00e3o fatal para a an\u00e1lise quanto a repress\u00e3o [<em>Unterdr\u00fcckung<\/em>] delas. O caminho do analista \u00e9 outro, \u00e9 aquele para o qual a vida real n\u00e3o fornece um modelo.\u201d (p. 173)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Jacques Lacan<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>LACAN, J. <em>&#8230;ou pior<\/em>. In: <em>Outros escritos.<\/em> RJ: Zahar, 2003.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cPor conseguinte, \u00e9 nos n\u00f3s do simb\u00f3lico que o intervalo situado por uma n\u00e3o rela\u00e7\u00e3o deve ser posicionado em sua orografia, a qual, por criar um mundo para o homem, pode igualmente dizer-se muro e procedente do (a)muro [(a)<em>mur<\/em>].\u201d (p. 546)<\/p>\n<p><strong>LACAN, J. introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 edi\u00e7\u00e3o alem\u00e3 de um primeiro volume dos <em>Escritos<\/em>. In: <em>Outros escritos.<\/em> RJ: Zahar, 2003.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA cifra funda a ordem do signo.\u201d (p. 551)<\/p>\n<p><strong>LACAN, J. Estou falando com as paredes. In: <em>Estou falando com as paredes: conversas na Capela de Sainte-Anne<\/em>. RJ: Zahar, 2011.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cQuando se diz que <em>H\u00e1 um mundo<\/em>, isso significa que <em>Voc\u00eas nunca chegar\u00e3o l\u00e1<\/em>. Como quem n\u00e3o quer nada, diz-se no come\u00e7o: <em>Entre o homem e a mulher h\u00e1 o amor<\/em>, o que significa que isso gruda. J\u00e1 <em>um mundo<\/em>, flutua. Mas com <em>H\u00e1 um muro<\/em>, a\u00ed voc\u00eas compreendem que <em>entre<\/em> quer dizer <em>interposi\u00e7\u00e3o<\/em>.\u201d (p. 91)<\/p>\n<p><strong>LACAN, J. (1972-1973). <em>O Semin\u00e1rio, livro 20: mais, ainda. <\/em>RJ: Zahar, 2008.<\/strong><\/p>\n<p>\u201c\u00c9 mesmo por isso que as outras duas paix\u00f5es s\u00e3o as que se chamam amor [&#8230;] e o \u00f3dio, que \u00e9 mesmo o que mais se aproxima do ser, que eu chamo de ex-sistir.\u201d (p. 129)<\/p>\n<p>\u201cDo Um, na medida em que ele ali est\u00e1, podemos supor, apenas para representar a solid\u00e3o \u2013 o fato de que o Um n\u00e3o se amarra verdadeiramente com nada do que pare\u00e7a o Outro sexual.\u201d (p. 137)<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Jacques-Alain Miller<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>MILLER, J.-A. (1997-1998). <em>El partenaire-s\u00edntoma<\/em>. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2020. <\/strong><\/p>\n<p>\u201c[&#8230;] como o gozo pulsional pode admitir ser descompletado, carecer de algo, para se ver embarcado nos assuntos de desejo.\u201d (p. 157)<\/p>\n<p>\u201c[&#8230;] a f\u00f3rmula do fantasma como f\u00f3rmula do casal implica que o sujeito recebe o complemento de sua falta em ser como forma de um objeto: <em>a<\/em>.\u201d (p. 264)<\/p>\n<p>\u201cO parceiro-sintoma [&#8230;] n\u00e3o \u00e9 suficiente que a contrapartida seja a imagem, n\u00e3o \u00e9 suficiente que seja a palavra, n\u00e3o \u00e9 suficiente que seja o objeto do fantasma, \u00e9 necess\u00e1rio que essa contrapartida seja, para empregar o termo, pre\u00e7o, um pre\u00e7o extra\u00eddo do gozo.\u201d (p. 266)<\/p>\n<p>\u201cA verdade da parceria imagin\u00e1ria \u00e9, finalmente, que \u201ceu n\u00e3o sou a imagem do Outro\u201d. A verdade da parceria simb\u00f3lica \u00e9, em definitivo, a equival\u00eancia do sujeito e do significante. A verdade da parceria do desejo \u00e9 a equival\u00eancia do sujeito e do objeto <em>a<\/em>.\u201d (p. 267)<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o se pode, de maneira nenhuma, dar conta do gozo somente a partir do funcionamento significante, \u00e9 preciso agregar [&#8230;] o organismo, \u00e9 preciso agregar a vida, \u00e9 preciso agregar a sexualidade, \u00e9 preciso agreg\u00e1-los como elementos pr\u00f3prios, \u00e9 preciso agregar o vivente.\u201d (p. 270)<\/p>\n<p>\u201cOnde h\u00e1 significante h\u00e1 gozo.\u201d (p. 273)<\/p>\n<p><strong>MILLER, J.-A. A teoria do parceiro. In: Escola Brasileira de Psican\u00e1lise (org.). <em>Os circuitos do desejo na vida e na an\u00e1lise<\/em>. RJ: Contra Capa, 2000.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO verdadeiro fundamento do casal \u00e9 o sintoma. Se consideramos o casamento como um contrato legal que liga as vontades, abordarei o casal como [&#8230;] um contrato ilegal de sintomas.\u201d (p. 189)<\/p>\n<p>\u201c[&#8230;] a castra\u00e7\u00e3o \u00e9 a esperan\u00e7a de que o gozo torne-se parceiro, porque ela exigiria que se encontrasse o complemento de gozo necess\u00e1rio no Outro. Para Lacan, o tema do parceiro-falo traduz a face positiva da castra\u00e7\u00e3o: ela \u00e9 o sexo tornando os sujeitos parceiros.\u201d (p. 193)[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;9552&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text href=&#8221;#_ftn1&#8243;] Eixo 3: (a)muro \u201c\u00e9 o que aparece em signos bizarros no corpo\u201d Sigmund Freud FREUD, S. (1905 [1901]). An\u00e1lise fragment\u00e1ria de uma histeria (\u201cO caso Dora\u201d). In: Obras completas, volume 6: tr\u00eas ensaios sobre a teoria da sexualidade, an\u00e1lise fragment\u00e1ria de uma histeria (\u201cO caso Dora&#8221;) e outros textos (1901-1905). 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