{"id":9881,"date":"2025-08-20T07:10:32","date_gmt":"2025-08-20T10:10:32","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/?page_id=9881"},"modified":"2025-08-20T07:10:32","modified_gmt":"2025-08-20T10:10:32","slug":"referencias-bibliograficas-eixo-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/jornadas\/xiii-jornadas-jogos-do-amor-parcerias-contemporaneas\/referencias-bibliograficas-eixo-2\/","title":{"rendered":"Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas &#8211; Eixo 2"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;9552&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text href=&#8221;#_ftn1&#8243;]\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Eixo 2 \u2013 Transfer\u00eancia \u00e9 amor<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Sigmund Freud<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>FREUD, S. (1910). \u201cSobre psican\u00e1lise \u201cselvagem\u201d. In:\u00a0<em>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/em>. (Obras Incompletas de Sigmund Freud). BH: Aut\u00eantica, 2022.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO m\u00e9dico dos nervos [<em>Nervenarzt<\/em>], em todo tipo de tratamento, n\u00e3o s\u00f3 facilmente virar\u00e1 objeto, sendo alvo das m\u00faltiplas mo\u00e7\u00f5es hostis do paciente; \u00e0s vezes, ele precisar\u00e1 assumir a responsabilidade pelos desejos secretos recalcados dos doentes de nervos, atrav\u00e9s de uma esp\u00e9cie de proje\u00e7\u00e3o.\u201d (p.82)<\/p>\n<p><strong>FREUD, S. (1912). \u201cSobre a din\u00e2mica da transfer\u00eancia\u201d. In:\u00a0<em>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/em>. (Obras Incompletas de Sigmund Freud). BH: Aut\u00eantica, 2022.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cAquele cuja necessidade de amor n\u00e3o \u00e9 satisfeita plenamente pela realidade ter\u00e1 de se aproximar de cada nova pessoa que se avizinha com representa\u00e7\u00f5es de expectativas libidinosas, e \u00e9 muito prov\u00e1vel que as duas por\u00e7\u00f5es de sua libido, tanto aquela capaz de chegar \u00e0 consci\u00eancia quanto a inconsciente, tenham participa\u00e7\u00e3o nessa postura. Portanto, \u00e9 totalmente normal e compreens\u00edvel que o investimento libidinal de uma pessoa parcialmente insatisfeita, carregado de muita expectativa, tamb\u00e9m se volte para a figura do m\u00e9dico.\u201d (p.108-109)<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) a transfer\u00eancia para o m\u00e9dico s\u00f3 se mostra prop\u00edcia \u00e0 resist\u00eancia durante o tratamento enquanto ela for transfer\u00eancia negativa ou positiva de mo\u00e7\u00f5es er\u00f3ticas recalcadas.\u201d (p.115)<\/p>\n<p><strong>FREUD, S. (1914). \u201cLembrar, repetir e perlaborar\u201d. In:\u00a0<em>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/em>. (Obras Incompletas de Sigmund Freud). BH: Aut\u00eantica, 2022.<\/strong><\/p>\n<p>\u201c(\u2026) posso citar o caso de uma senhora de idade mais avan\u00e7ada que repetidas vezes abandonava a casa e o marido, em estados confusionais, fugindo para um lugar qualquer, sem ter consci\u00eancia do motivo de tal \u201cescapada\u201d. Ela veio ao meu tratamento com uma transfer\u00eancia carinhosa bem formada, aumentando-a de forma espantosamente r\u00e1pida nos primeiros dias, e ao fim de uma semana tamb\u00e9m \u201cescapou\u201d de mim, antes que eu tivesse tempo de lhe dizer algo que pudesse impedi-la de incorrer nessa repeti\u00e7\u00e3o.\u201d (p.159)<\/p>\n<p><strong>FREUD, S. (1915[1914]). \u201cObserva\u00e7\u00f5es sobre o amor transferencial\u201d. In:\u00a0<em>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/em>. (Obras Incompletas de Sigmund Freud). BH: Aut\u00eantica, 2022.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cComo ent\u00e3o reconhecemos a autenticidade de um amor? Pela sua capacidade produtiva, sua utilidade para p\u00f4r em pr\u00e1tica o objetivo do amor? Nesse ponto, o amor transferencial parece n\u00e3o ficar atr\u00e1s de nenhum outro; temos a impress\u00e3o de que podemos obter tudo dele. Ent\u00e3o, resumindo: n\u00e3o temos o direito de negar ao enamoramento que surge no tratamento anal\u00edtico o car\u00e1ter de amor \u201caut\u00eantico\u201d.\u201d (p.176-177)<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Jacques Lacan<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>LACAN, J. (1962-1963).\u00a0<em>O Semin\u00e1rio, livro 10: a ang\u00fastia<\/em>. RJ: Zahar, 2005.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 sempre uma outra coordenada, que enfatizei a prop\u00f3sito da interven\u00e7\u00e3o anal\u00edtica de S\u00f3crates, ou seja, (\u2026) um amor presente no real. Nada poderemos compreender da transfer\u00eancia se n\u00e3o soubermos que ela tamb\u00e9m \u00e9 consequ\u00eancia desse amor (\u2026). \u00c9 em fun\u00e7\u00e3o desse amor, digamos, real que se institui o que \u00e9 a quest\u00e3o central da transfer\u00eancia, aquela que o sujeito formula a si mesmo a respeito do\u00a0<em>\u00e1galma<\/em>, ou seja, o que lhe falta, pois \u00e9 com essa falta que ele ama.\u201d (p.122)<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) na medida em que o desejo interv\u00e9m no amor e \u00e9 um piv\u00f4 essencial dele, o desejo n\u00e3o diz respeito ao objeto amado. Enquanto essa verdade primordial, a \u00fanica em torno da qual pode girar uma dial\u00e9tica v\u00e1lida do amor, for colocada por voc\u00eas na categoria de um acidente, (\u2026) n\u00e3o compreender\u00e3o absolutamente nada da maneira como se deve formular a pergunta referente ao desejo do analista; \u00e9 que \u00e9 preciso partir da experi\u00eancia do amor (\u2026) para situar a topologia em que essa transfer\u00eancia pode se inscrever.\u201d (p.170)<\/p>\n<p><strong>LACAN, J. (1964).\u00a0<em>O Semin\u00e1rio, livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise<\/em>. RJ: Zahar, 1998.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA transfer\u00eancia \u00e9 o meio pelo qual se interrompe a comunica\u00e7\u00e3o do inconsciente, pelo qual o inconsciente torna a se fechar. Longe de ser a passagem de poderes ao inconsciente, a transfer\u00eancia \u00e9, ao contr\u00e1rio, seu fechamento. Isso \u00e9 essencial para marcar o paradoxo que se exprime muito comumente nisso \u2013 que pode ser encontrado no texto de Freud \u2013 de o analista dever esperar a transfer\u00eancia para come\u00e7ar a dar interpreta\u00e7\u00e3o.\u201d (p.125)<\/p>\n<p>\u201cEsse Outro (A), na an\u00e1lise, o perigo \u00e9 que ele seja enganado. N\u00e3o \u00e9 a \u00fanica dimens\u00e3o a ser apreendida na transfer\u00eancia. Mas, confessem que se h\u00e1 dom\u00ednio em que, no discurso, a tapea\u00e7\u00e3o tem em algum lugar chance de sucesso, \u00e9 certamente no amor que encontramos seu modelo. Que maneira melhor de se garantir, sobre o ponto em que nos enganamos, do que persuadir o outro da verdade do que lhe adiantamos! (\u2026) O c\u00edrculo da tapea\u00e7\u00e3o, enquanto n\u00e3o nomeado, faz surgir a dimens\u00e3o do amor. (\u2026) o que causa radicalmente o fechamento que comporta a transfer\u00eancia (\u2026) \u00e9 o que designei pelo objeto\u00a0<em>a<\/em>.\u201d (p.128)<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) a transfer\u00eancia \u00e9 aquilo que manifesta na experi\u00eancia a atualiza\u00e7\u00e3o da realidade do inconsciente, no que ela \u00e9 sexualidade. (\u2026) Se estamos certos de que a sexualidade est\u00e1 presente em a\u00e7\u00e3o na transfer\u00eancia, \u00e9 na medida em que em certos momentos ela se manifesta a descoberto em forma de amor.\u201d (p.165)<\/p>\n<p>\u201cO sujeito entra no jogo, a partir desse suporte fundamental \u2013 o sujeito \u00e9 suposto saber, somente por ser sujeito do desejo. Ora, o que \u00e9 que se passa? O que se passa \u00e9 aquilo que chamamos em sua apari\u00e7\u00e3o mais comum\u00a0<em>efeito de transfer\u00eancia<\/em>. Este efeito \u00e9 o amor. \u00c9 claro que, como todo amor, ele s\u00f3 \u00e9 referenci\u00e1vel, como Freud nos indica, no campo do narcisismo. Amar \u00e9, essencialmente, querer ser amado.\u201d (p.239)<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) o sujeito enquanto assujeitado ao desejo do analista, deseja engan\u00e1-lo dessa sujei\u00e7\u00e3o, fazendo-se amar por ele, propondo por si mesmo essa falsidade essencial que \u00e9 o amor. O efeito de transfer\u00eancia \u00e9 esse efeito de tapea\u00e7\u00e3o no que ele se repete presentemente aqui e agora.\u201d (p.240)<\/p>\n<p>\u201cEsse objeto paradoxal, \u00fanico, especificado, que chamamos objeto\u00a0<em>a<\/em>\u00a0(\u2026) eu o presentifico para voc\u00eas de modo mais sincopado, sublinhando que o analisando diz em suma a seu parceiro, ao analista \u2013\u00a0<em>Eu te amo, mas, porque inexplicavelmente amo em ti algo que \u00e9 mais do que tu \u2013 o objeto\u00a0<\/em>a<em>\u00a0min\u00fasculo, eu te mutilo<\/em>.\u201d (p.254)<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) a opera\u00e7\u00e3o e a manobra da transfer\u00eancia devem ser regradas de maneira que se mantenha a dist\u00e2ncia entre o ponto desde onde o sujeito se v\u00ea am\u00e1vel, e esse outro ponto em que o sujeito se v\u00ea causado como falta por\u00a0<em>a<\/em>, e onde\u00a0<em>a<\/em>\u00a0vem arrolhar a hi\u00e2ncia que constitui a divis\u00e3o inaugural do sujeito.\u201d (p.255)<\/p>\n<p><strong>LACAN, J. (1972-1973).\u00a0<em>O Semin\u00e1rio, livro 20: mais, ainda<\/em>. RJ: Zahar, 2008.<\/strong><\/p>\n<p>\u201c\u00c9 mesmo preciso partir disto, (\u2026) de que h\u00e1 Um sozinho. \u00c9 da\u00ed que se apreende o nervo do que temos mesmo que chamar pelo nome com que a coisa retine por todo o curso dos s\u00e9culos, isto \u00e9, o amor. Na an\u00e1lise, s\u00f3 lidamos com isso, e n\u00e3o \u00e9 por uma outra via que ela opera. Via singular, nisso que s\u00f3 ela permite destacar aquilo que, eu que lhes falo, acreditei dever suportar a transfer\u00eancia, no que ela n\u00e3o se distingue do amor, com a f\u00f3rmula\u00a0<em>o sujeito suposto saber<\/em>. Aquele a quem eu suponho o saber, eu o amo.\u201d (p.73)<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) o importante do que revelou o discurso psicanal\u00edtico consiste no seguinte, (\u2026) que o sabe, que estrutura por uma coabita\u00e7\u00e3o espec\u00edfica o ser que fala, tem a maior rela\u00e7\u00e3o com o amor. Todo amor se baseia numa certa rela\u00e7\u00e3o entre dois saberes inconscientes. Se enunciei que, a transfer\u00eancia, \u00e9 o sujeito suposto saber que a motiva, isto n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o aplica\u00e7\u00e3o particular, especificada, do que est\u00e1 a\u00ed por experi\u00eancia.\u201d (p.155)<\/p>\n<p><strong>LACAN, J. \u201cTelevis\u00e3o\u201d. In:\u00a0<em>Outros escritos<\/em>. RJ: Zahar, 2003.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cOra, o discurso anal\u00edtico, por sua vez, traz uma promessa: introduzir o novo. E isso, coisa incr\u00edvel, no campo a partir do qual se produz o inconsciente, j\u00e1 que seus impasses, certamente entre outros, mas em primeiro lugar, revelam-se no amor. N\u00e3o \u00e9 que todo o mundo n\u00e3o esteja alertado para essa novidade que corre pelas ruas, mas \u00e9 que ela n\u00e3o desperta ningu\u00e9m, em raz\u00e3o de que essa novidade \u00e9 transcendente: a palavra deve ser tomada com o mesmo signo que constitui na teoria dos n\u00fameros, ou seja, matematicamente. Donde n\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que ela se assenta no nome de trans-fer\u00eancia. Para despertar minha gente, articulo essa transfer\u00eancia a partir do \u201csujeito suposto saber\u201d. (\u2026) o sujeito, atrav\u00e9s da transfer\u00eancia, \u00e9 suposto no saber em que ele consiste como sujeito do inconsciente, e \u00e9 isso que \u00e9 transferido para o analista, ou seja, esse saber como algo que n\u00e3o pensa, n\u00e3o calcula nem julga, nem por isso deixando de produzir um efeito de trabalho.\u201d (p.529-530)<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Jacques-Alain Miller<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>MILLER, J.-A. \u201cUma conversa sobre o amor\u201d. In:\u00a0<em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana on-line<\/em>, ano 1, n.2, julho 2010.<\/strong><\/p>\n<p>\u201c(\u2026) o que Freud inventou foi um novo tipo de Outro ao qual dirigir o amor: um novo Outro que fornece novas respostas ao amor.\u201d (p.3)<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) que o amor guarda uma rela\u00e7\u00e3o com\u00a0<em>a<\/em>, e que o amor de transfer\u00eancia constitui um v\u00e9u do estatuto de desejo de tal objeto. Isso quer dizer que permite ver em que o amor \u2013 nesse caso o amor de transfer\u00eancia \u2013 \u00e9 um desconhecimento, ou talvez melhor, um engano; que no amor h\u00e1 um engano (tese bem conhecida), porque se esconde o objeto\u00a0<em>a<\/em>\u00a0como dejeto.\u201d (p.6)<\/p>\n<p><strong>MILLER, J.-A.\u00a0<em>Cl\u00ednica sob Transfer\u00eancia: oito estudos de cl\u00ednica lacaniana<\/em>. BA: Manantial, 1985.<\/strong><\/p>\n<p>\u201c(\u2026) deve se considerar como consequ\u00eancia de uma transfer\u00eancia j\u00e1 estabelecida com anterioridade. \u201cno come\u00e7o da Psican\u00e1lise \u2013 disse Lacan \u2013 est\u00e1 a transfer\u00eancia\u201d, n\u00e3o a demanda de an\u00e1lise.\u201d (p.1) [Tradu\u00e7\u00e3o livre]\n<p><strong>MILLER, J.-A.\u00a0<em>Os labirintos do amor<\/em>. Trad. Jorge Coli. SP: Zahar, 2016.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO amor na an\u00e1lise \u00e9 chamado de transfer\u00eancia.\u201d (p.1)<\/p>\n<p><strong>MILLER, J.-A. \u201cO amor entre repeti\u00e7\u00e3o e inven\u00e7\u00e3o\u201d. In:\u00a0<em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana on-line<\/em>, ano 1, n.2, julho de 2010.<\/strong><\/p>\n<p>\u201c(\u2026) \u00e9 claro que Lacan n\u00e3o se restringiu a definir a transfer\u00eancia no eixo imagin\u00e1rio. Sua teoria do sujeito suposto saber traduz o deslocamento do conceito de transfer\u00eancia sobre o eixo simb\u00f3lico. Sua teoria do sujeito suposto saber como piv\u00f4 da transfer\u00eancia traduz seu esfor\u00e7o para dar conta da transfer\u00eancia no n\u00edvel simb\u00f3lico. Como articular a transfer\u00eancia no eixo imagin\u00e1rio (<em>a-a\u2019<\/em>) com a transfer\u00eancia no eixo simb\u00f3lico (A-S)? A transfer\u00eancia, como rela\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica com o Outro, \u00e9 deslocada e encoberta no n\u00edvel imagin\u00e1rio como rela\u00e7\u00e3o com o mesmo. Assim, o sujeito suposto saber \u00e9 o significado da rela\u00e7\u00e3o subjetiva com o simb\u00f3lico, e o amor \u00e9 sua resposta imagin\u00e1ria. Essa \u00e9 a interpreta\u00e7\u00e3o habitual. Mas creio que h\u00e1 uma articula\u00e7\u00e3o muito mais profunda: o Outro barrado d\u00e1 lugar \u00e0 inven\u00e7\u00e3o. Desse modo, o amor lacaniano \u2013 se assim podemos cham\u00e1-lo \u2013, em sua originalidade em rela\u00e7\u00e3o ao amor freudiano, \u00e9 inven\u00e7\u00e3o.\u201d (p.15)<\/p>\n<p>\u201cO amor \u00e9 um modo de se dirigir ao\u00a0<em>a<\/em>, a partir do Outro do significante. Na teoria do amor, esse \u00e9 o papel das palavras de amor, das cartas de amor. O amor \u00e9 um esfor\u00e7o para dar um nome pr\u00f3prio ao\u00a0<em>a<\/em>.\u201d (p.15)<\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;9552&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text href=&#8221;#_ftn1&#8243;] Eixo 2 \u2013 Transfer\u00eancia \u00e9 amor Sigmund Freud FREUD, S. (1910). \u201cSobre psican\u00e1lise \u201cselvagem\u201d. In:\u00a0Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica. (Obras Incompletas de Sigmund Freud). BH: Aut\u00eantica, 2022. \u201cO m\u00e9dico dos nervos [Nervenarzt], em todo tipo de tratamento, n\u00e3o s\u00f3 facilmente virar\u00e1 objeto, sendo alvo das m\u00faltiplas mo\u00e7\u00f5es hostis do paciente; \u00e0s vezes, ele&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":9548,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-9881","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9881","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9881"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9881\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9882,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9881\/revisions\/9882"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9548"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9881"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}