{"id":9762,"date":"2025-06-29T07:03:20","date_gmt":"2025-06-29T10:03:20","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/?page_id=9762"},"modified":"2025-06-29T07:13:53","modified_gmt":"2025-06-29T10:13:53","slug":"eixo-01-metamorfoses","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/jornadas\/xiii-jornadas-jogos-do-amor-parcerias-contemporaneas\/eixos-tematicos\/eixo-01-metamorfoses\/","title":{"rendered":"XIII JORNADAS &#8211; EIXO 01 \u2013 MetAMORfoses"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;9552&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text href=&#8221;#_ftn1&#8243;]\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\">EIXO 01 \u2013 MetAMORfoses<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><em>Eliane Costa Dias<br \/>\n<\/em><em>Membro da EBP\/AMP<br \/>\n<\/em><em>Participante da Comiss\u00e3o de Orienta\u00e7\u00e3o das XIII Jornadas da EBP-SP<\/em><\/span><\/p>\n<p>Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante<br \/>\nDo que ter aquela velha opini\u00e3o formada sobre tudo<br \/>\n(&#8230;)<br \/>\nSobre o que \u00e9 o amor<br \/>\nSobre que eu nem sei quem sou<br \/>\nSe hoje eu sou estrela, amanh\u00e3 j\u00e1 se apagou<br \/>\nSe hoje eu te odeio, amanh\u00e3 lhe tenho amor<br \/>\nLhe tenho amor, lhe tenho horror<br \/>\nLhe fa\u00e7o amor, eu sou um ator<\/p>\n<p>(<em>Metamorfose ambulante<\/em>, Raul Seixas, 1973)<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n<p><strong>Falamos de amor, ainda.<\/strong><\/p>\n<p>Desde o advento da civiliza\u00e7\u00e3o, o amor vive e circula na letra e nas imagens dos fil\u00f3sofos e pensadores, dos poetas, dos compositores, das obras de arte mais diversas, mas, principalmente, nas palavras, nos sussurros, nos sil\u00eancios e nos estranhamentos dos (des)encontros cotidianos dos seres falantes.<\/p>\n<p>Como assinala Patr\u00edcia Bosquin-Caroz<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>, o amor \u00e9 sens\u00edvel aos ideais transmitidos pela cultura e pela subjetividade da \u00e9poca que ordena as rela\u00e7\u00f5es entre os sexos.<\/p>\n<p>Na contemporaneidade, a alian\u00e7a do capitalismo avan\u00e7ado com a ci\u00eancia e a tecnologia produz efeitos, produz muta\u00e7\u00f5es nos discursos e nas subjetividades. No entanto, como adverte Laurent, \u201cEsta dimens\u00e3o d<em>o novo <\/em>tem dificuldades para permanecer como tal na nossa civiliza\u00e7\u00e3o, sua dura\u00e7\u00e3o \u00e9\u00a0 cada vez mais breve, de menor tempo, e, assim, \u00e9 um dos nomes das formas contempor\u00e2neas da puls\u00e3o de morte\u201d.<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Vivemos em uma civiliza\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em <em>transi\u00e7\u00e3o<\/em>: de uma cultura em que o gozo era regulado pela fun\u00e7\u00e3o NP para uma cultura que reivindica o gozo a todo custo, como ideal de liberdade e de direitos. A l\u00f3gica das tecnoci\u00eancias incide cada vez mais sobre o discurso do mestre contempor\u00e2neo, acelerando a rela\u00e7\u00e3o com o tempo e a produ\u00e7\u00e3o massiva de objetos (<em>gadgets<\/em>) que amplificam vertiginosamente as possibilidades de gozo autoer\u00f3tico. Em seu semin\u00e1rio <em>O saber do psicanalista <\/em>(1971-72)<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> Lacan advertiu que este discurso (o do capitalismo) foraclui a castra\u00e7\u00e3o e, portanto, as coisas do amor.<\/p>\n<p>No campo das rela\u00e7\u00f5es amorosas, os estere\u00f3tipos de feminilidade e virilidade est\u00e3o em crise. Verifica-se \u201cuma grande instabilidade de pap\u00e9is, uma fluidez generalizada do teatro do amor, que contrasta com a fixidez de outrora\u201d (JAM)<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup>[5]<\/sup><\/a>. As <em>trans-forma\u00e7\u00f5es <\/em>nas parcerias amorosas<strong> s\u00e3o<\/strong><strong> marca do s\u00e9culo XXI<\/strong><strong>:<\/strong><\/p>\n<p>Com a ajuda da IA, localizamos uma prolifera\u00e7\u00e3o de nomes que apontam para novas configura\u00e7\u00f5es nas parcerias: poliamor, agamia, sologamia, hipergamia, rela\u00e7\u00f5es abertas, rela\u00e7\u00f5es \u00e0 dist\u00e2ncia, trisal, <em>situationship<\/em>, DADT etc.<\/p>\n<p>O amor virtual &#8211; com relacionamentos e encontros sexuais mediados por aplicativos e \u201crealidade expandida\u201d.<\/p>\n<p><strong>A desconstru\u00e7\u00e3o do binarismo de g\u00eanero.<\/strong><\/p>\n<p>O amor <em>a-sexuado<\/em> do \u201ccasamento lavanda\u201d.<\/p>\n<p>O amor ao <em>Um-dividualismo<\/em> \u2013 onde a conviv\u00eancia com o Outro sexo \u00e9 substitu\u00edda, cada vez mais, por um ideal de rela\u00e7\u00f5es sem compromisso e pelo imp\u00e9rio dos <em>dildos<\/em>, objetos-pr\u00f3teses com os quais se pode gozar sem o outro. Frente aos furos que se abrem no encontro com o Outro, \u201co sujeito atual, em uma retra\u00e7\u00e3o autoer\u00f3tica, se deixa encerrar em seu narcisismo, modelando incansavelmente a pr\u00f3pria imagem.\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><sup>[6]<\/sup><\/a><\/p>\n<p>No entanto, como a imagem n\u00e3o oferece um tratamento eficaz para o vazio,\u00a0 a outra face da cultura do narcisismo \u00e9 a aboli\u00e7\u00e3o do desejo e a depress\u00e3o generalizada, o <em>des-amor<\/em>.<\/p>\n<p>Muta\u00e7\u00f5es das parcerias amorosas que nos chegam \u00e0 cl\u00ednica. Como ler esse sintoma da \u00e9poca na singularidade do caso \u00fanico, no tratamento do um a um? Nos tempos que correm, o que enoda os corpos sexuados? Como se enla\u00e7am dois que s\u00e3o distintos, que s\u00e3o \u201cheteridade\u201d?<\/p>\n<p><strong>O que h\u00e1 de novo no amor?<\/strong><\/p>\n<p>Se pesquisamos a defini\u00e7\u00e3o dos termos atuais, constatamos que existem nomes para quase todas as formas de relacionamento.\u00a0 Ter um nome, fazer parte de um grupo ou de uma comunidade, equivaleria a uma autoriza\u00e7\u00e3o do \u201cgoza como quiser\u201d? N\u00e3o seria isso uma tor\u00e7\u00e3o do discurso amoroso, na dire\u00e7\u00e3o do ilimitado do gozo?<\/p>\n<p>Interrogando o que seria o \u201cnovo\u201d no campo do amor, Laurent retoma uma afirma\u00e7\u00e3o de Lacan em <em>Televis\u00e3o<\/em>: \u201cN\u00e3o se pode, pela observa\u00e7\u00e3o do que nos chega aos sentidos, isto \u00e9, pela pervers\u00e3o, construir nada de novo no amor\u201d<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><sup>[7]<\/sup><\/a>. E Laurent conclui que \u201cdo lado da pervers\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 nada de novo, tudo j\u00e1 foi explorado e clinicamente descrito. O novo vem dessas\u00a0 exig\u00eancias novas de inscri\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o sexual e de como qualific\u00e1-las.\u201d<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\"><sup>[8]<\/sup><\/a>\u00a0 Ou seja, o novo no discurso amoroso n\u00e3o diz respeito ao objeto, mas \u00e0s tentativas, estruturalmente fadadas ao fracasso, de fazer existir a rela\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, como o contempor\u00e2neo qualifica o amor? Clotilde Leguil discorre sobre o t<strong>\u00f3<\/strong>xico no amor, sobretudo no s\u00e9culo XXI:\u00a0 \u201cA narrativa sobre o amor em tempos de t\u00f3xico, portanto, mudou. Um v\u00e9u \u00e9 levantado sobre a obscuridade da puls\u00e3o, que pode empurrar o sujeito a se perder na destrui\u00e7\u00e3o. Em nome do amor, para o amor, pelo amor.\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><sup>[9]<\/sup><\/a><\/p>\n<p><strong>A parceria \u00e9 com o sintoma.<\/strong><\/p>\n<p>Parasitado pela l\u00edngua, o ser falante vive a condi\u00e7\u00e3o de perda estrutural do objeto. \u00c9 nas bordas do v\u00e3o que separa o sujeito e o objeto que a articula\u00e7\u00e3o das palavras se sustenta e o amor vem se instalar. O amor, portanto, como \u201cum <em>espa\u00e7o entre<\/em>, como um lugar de intervalo, ali onde a rela\u00e7\u00e3o sexual entre homem e mulher n\u00e3o se escreve.\u201d<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\"><sup>[10]<\/sup><\/a><\/p>\n<p>No semin\u00e1rio <em>O osso de uma an\u00e1lise <\/em>(1998), Miller interroga: \u201cComo o falasser se serve do Outro para gozar?\u201d<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\"><sup>[11]<\/sup><\/a>. O gozo se produz no corpo do Um atrav\u00e9s do corpo do Outro. A parceria, assim, se torna um meio, um suporte para o gozo do <em>falasser<\/em>. O parceiro \u00e9, na verdade, o sintoma, algo que ressoa com o gozo singular de cada um, para al\u00e9m do princ\u00edpio de prazer.<\/p>\n<p>Podemos ler nas t\u00e1buas da sexua\u00e7\u00e3o, como as estruturas significantes\u00a0 determinam o parceiro-sintoma como meio de gozo. Do lado \u201cmasculino\u201d, na estrutura <em>Todo x<\/em>, o gozo tem sempre algo de limitado, de circunscrito, de localizado e contabiliz\u00e1vel; tomado a partir do pequeno <em>a, <\/em>\u00a0o parceiro-sintoma do homem tem a forma <em>fetiche. <\/em>J\u00e1 do lado do \u201cfeminino\u201d, por ser <em>N\u00e3o-Toda <\/em>mediada pelo falo, a rela\u00e7\u00e3o com o gozo <strong><em>\u00e9<\/em><\/strong> ilimitada e a parceria assume a forma da demanda de amor, que, potencialmente infinita, pode retornar sob a forma de devasta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Seguindo a reflex\u00e3o de algo novo no amor, resultante do Contempor\u00e2neo, e de que existem mudan\u00e7as nas narrativas, sobretudo naquelas que se referem ao encontro entre um homem e uma mulher, Miller, em seu texto sobre o parceiro sintoma, destaca uma marca da atualidade: \u201ch\u00e1 uma muta\u00e7\u00e3o, que vai no sentido de uma igualdade, uma igualdade em nome do significante, na medida em que tanto o homem como a mulher s\u00e3o sujeitos de direito, e que vem se interpor, na rela\u00e7\u00e3o entre os sexos, ao discurso jur\u00eddico.\u201d<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\"><sup>[12]<\/sup><\/a> Ele coloca o discurso jur\u00eddico como o discurso da reparti\u00e7\u00e3o do gozo, no intuito de \u201cfazer a rela\u00e7\u00e3o existir.\u201d<\/p>\n<p>Para al\u00e9m do imagin\u00e1rio a que este tema seduz, na cl\u00ednica, como escutar este imperativo superegoico <em>Goza!<\/em> que transborda nas prolifera\u00e7\u00f5es significantes dos arranjos amorosos?<\/p>\n<p>Orientados pelo \u00faltimo ensino de Lacan, da perspectiva de uma \u201ccl\u00ednica das solu\u00e7\u00f5es\u201d, podemos pensar que, \u00e0s vezes, esses arranjos s\u00e3o solu\u00e7\u00f5es interessantes, que inventam um novo modo de amar e podem configurar uma via para saber-fazer com o gozo que habita o corpo. Mas tamb\u00e9m encontramos arranjos que podem levar ao pior. Como diferenci\u00e1-los?<\/p>\n<p>As dores de amor podem levar ao encontro com o desejo do analista. Na experi\u00eancia do amor de transfer\u00eancia, o ato anal\u00edtico pode esvaziar o sentido e as imagens, levando o amor ao estatuto de <em>r<strong>\u00e9<\/strong>son, <\/em>de resson\u00e2ncia no corpo daquilo de <em>lal\u00edngua<\/em> que n\u00e3o se deixa apreender pela linguagem. A psican\u00e1lise pode contribuir neste ponto, na medida em que abre um campo para o saber, saber que cada um, tanto homem como mulher, podem ter em rela\u00e7\u00e3o a seu gozo.<\/p>\n<p>Retomando a famosa afirma\u00e7\u00e3o de Lacan no <em>Semin\u00e1rio 10<\/em> &#8211; \u201cS\u00f3 o amor permite ao gozo condescender ao desejo\u201d<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\"><sup>[13]<\/sup><\/a> \u2013, caberia a pergunta: Ainda?<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>GLOSS\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Agamia:<\/strong> Refere-se \u00e0 falta de interesse em formar um relacionamento rom\u00e2ntico com outra pessoa, priorizando a autonomia e a liberdade individual.<\/p>\n<p><strong>Sologamia:<\/strong> \u00c9 o ato de celebrar o compromisso consigo mesmo, enfatizando a autossufici\u00eancia e o amor-pr\u00f3prio.<\/p>\n<p><strong>Hipergamia:<\/strong> Caracteriza-se pela busca por parceiros com maior status social, econ\u00f4mico ou de poder.<\/p>\n<p><strong>Rela\u00e7\u00f5es abertas:<\/strong> S\u00e3o relacionamentos em que os parceiros concordam em ter liberdade para se relacionar com outras pessoas, sem comprometer o v\u00ednculo principal.<\/p>\n<p><strong>Rela\u00e7\u00f5es \u00e0 dist\u00e2ncia:<\/strong> S\u00e3o relacionamentos em que os parceiros vivem em locais geograficamente distantes, mas mant\u00eam um v\u00ednculo afetivo e emocional.<\/p>\n<p><strong>Trisal:<\/strong> \u00c9 uma forma de relacionamento em que tr\u00eas pessoas se envolvem emocional, sexual ou ambos.<\/p>\n<p><strong>Situationship:<\/strong> \u00c9 uma rela\u00e7\u00e3o informal, sem compromisso ou defini\u00e7\u00e3o clara de <em>status<\/em>, caracterizada por encontros espor\u00e1dicos e sem r\u00f3tulo de relacionamento.<\/p>\n<p><strong>DADT (Don\u2019t Ask, Don\u2019t Tell):<\/strong> Foi uma pol\u00edtica do Departamento de Defesa dos EUA que proibia a discrimina\u00e7\u00e3o contra pessoas LGBTQIA+ no servi\u00e7o militar, mas n\u00e3o se refere a formas de relacionamento.<\/p>\n<p><strong>Casamento lavanda: <\/strong>\u00c9 um casamento sem uma base rom\u00e2ntica ou sexual genu\u00edna entre os c\u00f4njuges, sustentado por rela\u00e7\u00f5es de comodidade ou conveni\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Realidade Virtual (RV):<\/strong> Cria um ambiente digital imersivo que isola o usu\u00e1rio do mundo real. Utiliza dispositivos como \u00f3culos VR para proporcionar experi\u00eancias sensoriais (visuais, auditivas e, \u00e0s vezes, t\u00e1teis) em um mundo simulado.<\/p>\n<p><strong>Realidade Aumentada (RA):<\/strong> Sobrep\u00f5e elementos digitais (imagens, informa\u00e7\u00f5es, objetos 3D) ao mundo real, visualizados atrav\u00e9s de dispositivos como <em>smartphones, tablets <\/em>ou \u00f3culos especiais. O usu\u00e1rio continua vendo o ambiente real, mas com informa\u00e7\u00f5es virtuais adicionadas.<\/p>\n<p><strong>Realidade Mista (RM):<\/strong> Tecnologia que mescla o virtual e o real, n\u00e3o apenas sobrepondo, mas integrando os dois mundos. Permite que usu\u00e1rios e objetos virtuais interajam com o ambiente real e entre si de forma din\u00e2mica e realista.<\/p>\n<p><strong>Realidade Expandida (RE):<\/strong> Termo guarda-chuva que engloba todas as tecnologias que misturam o mundo real com o virtual, incluindo Realidade Virtual, Realidade Aumentada e Realidade Mista. A RE busca criar experi\u00eancias imersivas e interativas, combinando aspectos do mundo f\u00edsico e digital em diferentes graus.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> M\u00fasica composta e gravada por Raul Seixas em 1973. Ela faz parte do \u00e1lbum de estreia solo de Raul Seixas, intitulado \u201cKrig-ha, Bandolo!\u201d, lan\u00e7ado em 21 de julho de 1973.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> \u00a0BOSQUIN-CAROZ, P. <em>Les amours douloureuses. <\/em>Pr\u00e9sentation du th\u00e8me du Congr\u00e8s NLS 2025.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> \u00a0LAURENT, \u00c9. As promessas do novo amor, in <em>O novo no amor, modalidades contempor\u00e2neas dos la\u00e7os<\/em>. Publica\u00e7\u00e3o Eletr\u00f4nica X ENAPOL, p. 41.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> LACAN, J. <em>O saber do psicanalista <\/em>(1971-72), li\u00e7\u00e3o de 06 de janeiro de 1972 (in\u00e9dito).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><sup>[5]<\/sup><\/a> MILLER, J-A.\u00a0 Sobre el amor [entrevista a Jacques-Alain Miller, por Hanna Waar]. <em>Psychologies Magazine<\/em>, octobre 2008, n\u00b0 278.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\"><sup>[6]<\/sup><\/a> SORIA, N. <em>Nudos del amor.\u00a0 <\/em>Buenos Aires: Del Bucle, 2011, p. 357.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\"><sup>[7] <\/sup><\/a>LACAN, J. <em>Televis\u00e3o<\/em>, citado por LAURENT, \u00c9. As promessas do novo amor, in: <em>O novo no amor, modalidades contempor\u00e2neas dos la\u00e7os.<\/em> Publica\u00e7\u00e3o Eletr\u00f4nica do X ENAPOL, p. 44<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\"><sup>[8]<\/sup><\/a>\u00a0LAURENT, \u00c9. ibidem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\"><sup>[9]<\/sup><\/a> LEGUIL, C. L\u2019 intoxication amoureuse de Emma Bovary. In: <em>L\u2019\u00e8re du toxique<\/em>. Paris: ed. Puf, 2023, p. 115. Tradu\u00e7\u00e3o livre.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\"><sup>[10]<\/sup><\/a> SORIA, N. idem, p. 353.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\"><sup>[11]<\/sup><\/a> \u00a0MILLER, J-A. As duas formas do parceiro-sintoma. In: <em>O osso de uma an\u00e1lise. <\/em>Salvador: EBP-Bahia<em>, <\/em>1998 [n\u00famero especial da revista <em>Agente<\/em>], p. 107<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\"><sup>[12]<\/sup><\/a>\u00a0 MILLER, J. idem, p. 116.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\"><sup>[13]<\/sup><\/a> LACAN, J. <em>Semin\u00e1rio Livro 10: A ang\u00fastia<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, p. 197.<\/span>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;9552&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text href=&#8221;#_ftn1&#8243;] EIXO 01 \u2013 MetAMORfoses Eliane Costa Dias Membro da EBP\/AMP Participante da Comiss\u00e3o de Orienta\u00e7\u00e3o das XIII Jornadas da EBP-SP Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante Do que ter aquela velha opini\u00e3o formada sobre tudo (&#8230;) Sobre o que \u00e9 o amor Sobre que eu nem sei quem sou Se hoje eu&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":9627,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-9762","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9762","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9762"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9762\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9767,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9762\/revisions\/9767"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9627"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9762"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}