{"id":9613,"date":"2025-05-21T07:25:24","date_gmt":"2025-05-21T10:25:24","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/?page_id=9613"},"modified":"2025-10-21T08:34:22","modified_gmt":"2025-10-21T11:34:22","slug":"abertura","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/jornadas\/xiii-jornadas-jogos-do-amor-parcerias-contemporaneas\/abertura\/","title":{"rendered":"XIII JORNADAS &#8211; Abertura"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;9552&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #800000;\">\u201cJogos do amor, parcerias contempor\u00e2neas\u201d<\/span><\/h3>\n<p><em>Marilsa Basso\u00a0 &#8211; M<span style=\"font-size: 13px;\">embro da EBP\/AMP<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">Coordenadora Gera<\/span>l das XIII Jornadas da EBP-SP<\/em><\/p>\n<p>Acompanhar a atualidade a partir do que aparece na cl\u00ednica \u00e9 fundamental para o exerc\u00edcio da psican\u00e1lise, e localizar a posi\u00e7\u00e3o do sujeito, assim como seus modos de gozo e as novas manifesta\u00e7\u00f5es sintom\u00e1ticas, \u00e9 uma maneira \u00e9tica de responder \u00e0s diversas situa\u00e7\u00f5es que nos s\u00e3o apresentadas. O amor est\u00e1 em jogo o tempo todo, na vida e na an\u00e1lise, desde seu come\u00e7o at\u00e9 o final. Quais s\u00e3o os significantes mestres hoje e quais s\u00e3o os discursos que enla\u00e7am ou desenla\u00e7am os sujeitos? Quais as parcerias sintom\u00e1ticas na vida amorosa na contemporaneidade?<\/p>\n<p>Na Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo, sete anos atr\u00e1s, tratamos do tema \u201cAmor e sexo em tempos de (des)conex\u00f5es\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> e, depois de uma trajet\u00f3ria em outras Jornadas, voltamos ent\u00e3o ao tema do amor. Seria isso uma tentativa de extrair o que h\u00e1 de novo, n\u00e3o sem o resto que dali se escandiu e que retorna como quest\u00e3o?<\/p>\n<p>Sempre se falou de amor, como disse Lacan: \u201cO amor, h\u00e1 muito tempo que s\u00f3 se fala disso&#8230; o amor visa o ser, isto \u00e9, aquilo que, na linguagem, mais escapa\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. Fala-se de amor na poesia, na m\u00fasica, na literatura, na filosofia e, claro, na psican\u00e1lise desde Freud. Nestas Jornadas, \u201cJogos do amor, parcerias contempor\u00e2neas\u201d, privilegiaremos falar da cl\u00ednica, dos casos, do amor de transfer\u00eancia, dos descasos, do desamor, dos afetos e desafetos, do sofrimento, da dor, das perdas, das satisfa\u00e7\u00f5es e insatisfa\u00e7\u00f5es e dos novos arranjos.<\/p>\n<p>O que na cl\u00ednica escutamos sobre o amor?\u00a0 O que nas ruas se fala sobre o amor? O que nos la\u00e7os h\u00e1 de amor e de \u00f3dio? O que do amor marca uma vida, faz nascer e morrer? Qual \u00e9 o oposto do amor? Podemos dizer de novos \u201cestatutos do amor\u201d?\u00a0 O que no amor h\u00e1 de jogos, desejo e gozo? S\u00e3o quest\u00f5es que ecoam e que poder\u00e3o ser exploradas nas Jornadas que hoje lan\u00e7amos.<\/p>\n<p>Lacan fala de amor em muitos momentos de seu ensino, a come\u00e7ar pelo amor narc\u00edsico, quando trabalha a quest\u00e3o da imagem, do est\u00e1dio do espelho, em que o amado \u00e9 o pr\u00f3prio eu, mas fala tamb\u00e9m do amor cort\u00eas, do amor m\u00edstico e das paix\u00f5es. Temos ent\u00e3o um tempo em que o amor aparece como ideal e, agora, um momento em que discutimos o decl\u00ednio do patriarcado, tempo no qual o amor aparece sem refer\u00eancia ao pai, numa horizontalidade, n\u00e3o mais numa verticalidade, o que n\u00e3o \u00e9 sem consequ\u00eancia para as parcerias amorosas contempor\u00e2neas.<\/p>\n<p>No semin\u00e1rio sobre <em>a \u00e9tica da psican\u00e1lise<\/em>, Lacan toma a quest\u00e3o do objeto no amor elevado \u00e0 dignidade da Coisa<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>, relacionando-a \u00e0 quest\u00e3o da sublima\u00e7\u00e3o. Em 1960-61, ao abordar <em>a transfer\u00eancia<\/em>, ele afirma que \u201co amor \u00e9 um sentimento c\u00f4mico\u201d e que \u201c\u00e9 dar o que n\u00e3o se tem\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>. Depois, no semin\u00e1rio sobre a ang\u00fastia, vai dizer que \u201co amor \u00e9 um fato cultural\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a> e, ao contr\u00e1rio do desejo, visa o ser, e que \u201cs\u00f3 o amor permite ao gozo condescender ao desejo\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>. Deixando o tema ainda mais complexo, no <em>Semin\u00e1rio 11<\/em> ele diz: &#8220;Eu te amo, mas porque inexplicavelmente amo em ti algo mais que tu \u2014 o objeto <em>a<\/em> min\u00fasculo \u2014, eu te mutilo&#8221;<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>. J\u00e1 em <em>Mais-ainda<\/em>, diz que o amor \u201c\u00e9 sempre rec\u00edproco\u201d<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a> e \u201co que vem em supl\u00eancia \u00e0 n\u00e3o rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>.<\/p>\n<p>A sexualidade sempre foi um tema para a psican\u00e1lise; falar disso n\u00e3o \u00e9 nada contempor\u00e2neo. Mas o que gira em torno disso, sim: os novos discursos e as novas maneiras de lidar com o corpo pr\u00f3prio e com o corpo do outro. Abordaremos o que isso ecoa nas identidades, nos modos de fazer la\u00e7os ou na revela\u00e7\u00e3o da aus\u00eancia deles, na solid\u00e3o, enfim, no amor que se d\u00e1 pela parceria sintom\u00e1tica, desde o ideal de completude at\u00e9 seu avesso, passando pelo amor t\u00f3xico e pelo amor livre. Em <em>Mais-ainda<\/em>, ao tratar do tema do corpo, Lacan fala do amuro: \u201cO amuro \u00e9 o que aparece em signos bizarros do corpo\u201d<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>.<\/p>\n<p>Herv\u00e9 Castanet afirma: \u201cO amor \u00e9 ao mesmo tempo um la\u00e7o e um gozo. Enquanto la\u00e7o, quer dizer, enquanto discurso, ele responde \u00e0 ordem caracterizando o mestre da \u00e9poca. Enquanto gozo, ele serve \u00e0 desordem pela rela\u00e7\u00e3o sexual que n\u00e3o existe\u201d<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>. Complemento com Patr\u00edcia Bosquin-Caroz: \u201cO amor n\u00e3o \u00e9 somente relativo aos efeitos de discursos, que variam segundo a \u00e9poca, ele \u00e9 tamb\u00e9m fato de estrutura\u201d<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a>. Quando falamos estrutura, nos remetemos tamb\u00e9m \u00e0 quest\u00e3o do corpo, do corpo marcado pela linguagem, efeito mesmo do significante que o constitui e deste ao \u201ccorpo que se goza\u201d, retomando Lacan em \u201cA terceira\u201d<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a>. O discurso muda e as estruturas continuam as mesmas?<\/p>\n<p>O que podemos localizar atualmente \u00e9 que h\u00e1 um imperativo de gozo, uma disponibilidade e diversidade de objetos. Isso muda muita coisa em rela\u00e7\u00e3o ao la\u00e7o com o outro e com o mundo. Se o amor \u00e9 o que faz supl\u00eancia \u00e0 n\u00e3o rela\u00e7\u00e3o sexual, se ele \u00e9 o que vem em resposta \u00e0 n\u00e3o complementariedade, \u00e0 incompletude inerente \u00e0 forma\u00e7\u00e3o ps\u00edquica, uma vez que a rela\u00e7\u00e3o de objeto \u00e9 o que marca a rela\u00e7\u00e3o do sujeito com o outro, tende-se a ficar a\u00ed, seja no autoerotismo, seja na evita\u00e7\u00e3o do amor, exaltando assim a solid\u00e3o e o isolamento? Ainda assim, os sujeitos se relacionam, buscam satisfa\u00e7\u00f5es diversificadas, ainda que n\u00e3o mais pautados em fazer Um.<\/p>\n<p>Observamos, por exemplo, que, em muitas rela\u00e7\u00f5es amorosas do mundo virtual, o que h\u00e1 n\u00e3o \u00e9 necessariamente a aus\u00eancia de encontros, mas sim uma multiplicidade deles, que proliferam e se perdem pelo excesso, e que comportam, pela via das in\u00fameras possibilidades imagin\u00e1rias, uma intoler\u00e2ncia a qualquer coisa que falte, que aponte para a n\u00e3o-rela\u00e7\u00e3o. H\u00e1 a\u00ed uma evid\u00eancia do excesso narc\u00edsico ou um n\u00e3o querer saber daquilo que no encontro causa desconforto. Com certa frequ\u00eancia, h\u00e1 uma evita\u00e7\u00e3o da ang\u00fastia e repeti\u00e7\u00f5es que arriscam cair na compuls\u00e3o, na rigidez ou na inflexibilidade, como notamos nas rela\u00e7\u00f5es t\u00f3xicas.<\/p>\n<p>Quando \u00e9 que uma rela\u00e7\u00e3o se torna t\u00f3xica? Quando um se sobrep\u00f5e ao outro? Quando a gana do gozo mort\u00edfero prevalece? Quando se tem medo da perda ou da solid\u00e3o? Quando uma identidade \u00e9 fr\u00e1gil ao ponto de precisar extrair da rela\u00e7\u00e3o um lugar e garanti-lo, mesmo que pela dor? Quando n\u00e3o se sabe o que ali no la\u00e7o se vive, ou seja, na aliena\u00e7\u00e3o cega ao outro imagin\u00e1rio? Como extrair disso a posi\u00e7\u00e3o fantasm\u00e1tica que comporta um real que invade sem media\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica, e fazer disso uma quest\u00e3o para an\u00e1lise? De toda maneira, h\u00e1 uma posi\u00e7\u00e3o subjetiva e um gozo que devemos colocar em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>A dor \u00e9 impl\u00edcita ao amor. Quando nele algo de si \u00e9 sacrificado em nome de uma poss\u00edvel rela\u00e7\u00e3o em que um outro gozo prevalece. Do que se abre m\u00e3o, a\u00ed nesse ponto, e o que se tem como troca? Aceder ao amor implica uma dor que pode ser sem medida. Tomo como palpite a frase de Marie-H\u00e9l\u00e8ne Brousse: \u201cSem d\u00favida porque o amor \u00e9 uma paix\u00e3o, tal como o \u00f3dio e a ignor\u00e2ncia\u201d<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a>.<\/p>\n<p>Nas nossas Jornadas vamos tratar tamb\u00e9m dos casos de viol\u00eancia, dos casos terr\u00edveis, onde situamos as barb\u00e1ries tal como o feminic\u00eddio, a persegui\u00e7\u00e3o, o crime passional, a manipula\u00e7\u00e3o, a transgress\u00e3o, a obsess\u00e3o, a viola\u00e7\u00e3o de privacidade, o sadismo, e assim segue. Quando o amor se torna louco, ou seja, escapa a qualquer media\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica poss\u00edvel, pode acontecer a passagem ao ato e arrisca-se at\u00e9 mesmo a vida.<\/p>\n<p>Aguardamos os casos para nossas Jornadas Cl\u00ednicas. Teremos como convidada Raquel Cors Ulloa, Membro da NEL\/AMP. Para instig\u00e1-los um pouco mais, espero, termino com uma frase dela:<\/p>\n<p>\u201cAnalisar-se, escutar o <em>saber textual do inconsciente, ler os modos de amar, desejar, gozar, implica bordejar um furo, porque um furo se bordeja, sen\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um furo. Tentem com um l\u00e1pis\u201d (arriscando-se com casos de sua cl\u00ednica) \u201cou ao fazer croch\u00ea&#8230; como queiram!\u201d<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\"><strong>[15]<\/strong><\/a><\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><span style=\"font-size: 13px;\">[1]<\/span><\/a><span style=\"font-size: 13px;\"> VIII Jornadas da EBP\/SP 2019.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> LACAN, J. (1972-1973). <em>O Semin\u00e1rio, livro 20: mais, ainda<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, 1982, p. 55<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> LACAN, J. (1972-1973). <em>O Semin\u00e1rio, livro 7: a \u00e9tica da psican\u00e1lise<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, 1982, p. 167.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> LACAN, J. (1972-1973). <em>O Semin\u00e1rio, livro 8: a transfer\u00eancia<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, 1982, p. 41.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> LACAN, J. (1972-1973). <em>O Semin\u00e1rio, livro 10: a ang\u00fastia<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, 1982, p. 198.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Idem, 197.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> LACAN, J. (1964). <em>O Semin\u00e1rio, livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, 2008, p. 249.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> LACAN, J. (1972-1973). <em>O Semin\u00e1rio, livro 20: mais, ainda<\/em>. <em>Op. cit.<\/em>, p.12.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Idem, p. 62.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Idem, p. 13.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> CASTANET, H. <em>Ordres et d\u00e9sordres amoreux au XXIe si\u00e8cle<\/em>. Paris: Economica, 2015, p. 7.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> BOSQUIN-CAROZ, P. <em>Les amours douloureuses<\/em>. In: Quarto 138, dez 2024, p. 45.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> LACAN, J. \u201cA Terceira\u201d. In: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/em>, Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise, n. 62. S\u00e3o Paulo, 2011.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> BROUSSE, M.-H. <em>Quels exc\u00e8s dans l\u2019amour?<\/em> ASREEP\/NLS, 5 jul, 2022. Dispon\u00edvel em: https:\/\/asreep-nls.ch\/quels-exces-dans-lamour\/.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> ULLOA, R. C. <em>Amor \u00e0 feminilidade, \u00f3dio ao feminino<\/em>. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.encontrobrasileiro2020.com.br\/amor-a-feminilidade-odio-ao-feminino\/.<\/span>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;9552&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text] \u201cJogos do amor, parcerias contempor\u00e2neas\u201d Marilsa Basso\u00a0 &#8211; Membro da EBP\/AMP Coordenadora Geral das XIII Jornadas da EBP-SP Acompanhar a atualidade a partir do que aparece na cl\u00ednica \u00e9 fundamental para o exerc\u00edcio da psican\u00e1lise, e localizar a posi\u00e7\u00e3o do sujeito, assim como seus modos de gozo e as novas manifesta\u00e7\u00f5es sintom\u00e1ticas, \u00e9&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":9548,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-9613","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9613","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9613"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9613\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9992,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9613\/revisions\/9992"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/9548"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9613"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}