{"id":5682,"date":"2021-06-28T19:08:26","date_gmt":"2021-06-28T22:08:26","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/?page_id=5682"},"modified":"2021-06-28T19:08:26","modified_gmt":"2021-06-28T22:08:26","slug":"eixos-tematicos-x-jornadas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/jornadas\/x-jornadas-psicanalise-em-ato\/eixos-tematicos-x-jornadas\/","title":{"rendered":"Eixos tem\u00e1ticos &#8211; X Jornadas"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5670&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;custom_link&#8221; link=&#8221;https:\/\/ebp.org.br\/sp\/jornadas\/x-jornadas-psicanalise-em-ato\/argumento-x-jornadas\/&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][eikra-vc-text-title style=&#8221;style2&#8243; title=&#8221;Eixos tem\u00e1ticos&#8221;][\/eikra-vc-text-title][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Eixo 1 \u2013 Declina\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas do ato<\/strong><\/span><\/h3>\n<h6><em>Gustavo Oliveira Menezes<br \/>\n<\/em><em>Maria C\u00e9lia Reinaldo Kato<br \/>\n<\/em><em>R\u00f4mulo Ferreira da Silva<\/em><\/h6>\n<figure id=\"attachment_5692\" aria-describedby=\"caption-attachment-5692\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5692\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/imagem_x_jornada_eixos_tematicos-300x262.png\" alt=\"Imagem: Instagram @contemporary_art\" width=\"300\" height=\"262\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5692\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Instagram @contemporary_art<\/figcaption><\/figure>\n<p>A partir do ato, o que o analista institui como experi\u00eancia anal\u00edtica? Freud aborda o ato falho enquanto forma\u00e7\u00e3o do inconsciente. \u00c9 o que emerge e que ultrapassa o sujeito. Lacan, no Semin\u00e1rio 11, dir\u00e1 que a\u00ed se instaura a dimens\u00e3o da perda e introduz a concep\u00e7\u00e3o de que o inconsciente se manifesta <em>como o que vacila num corte do sujeito<\/em>. Assim, o importante no ato nesta perspectiva \u00e9 o que escapa. Como o advento do\u00a0ato falho\u00a0d\u00e1 abertura para o ato do analista?<\/p>\n<p>Podemos localizar outras duas declina\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas: a passagem ao ato e o\u00a0<em>acting out<\/em>. Segundo Miller, Lacan faz do ato suicida o modelo do ato. Se a passagem ao ato \u00e9 o momento de maior embara\u00e7o do sujeito, que identificado com o objeto\u00a0<em>a<\/em>\u00a0precipita-se para fora da cena, o\u00a0<em>acting out<\/em>\u00a0\u00e9 seu oposto. Neste, o que surge \u00e9 seu car\u00e1ter de mostra\u00e7\u00e3o, sua rela\u00e7\u00e3o com o Outro a quem clama por interpreta\u00e7\u00e3o. O que essas duas declina\u00e7\u00f5es ensinam sobre a posi\u00e7\u00e3o do analista frente ao ato anal\u00edtico?<\/p>\n<p>O ato anal\u00edtico \u00e9 corte, mas pode ser sutura em situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas? Qual a rela\u00e7\u00e3o entre a conting\u00eancia do ato e a inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual? A supervis\u00e3o se apresenta como lugar privilegiado para que o controle do ato esteja em causa na forma\u00e7\u00e3o infinita do analista. Como a pr\u00e1tica da supervis\u00e3o pode servir para interrogar o ato do analista na dire\u00e7\u00e3o do tratamento?[\/vc_column_text][vc_separator][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Eixo 2 \u2013 Ato anal\u00edtico e tempo<\/strong><\/span><\/h3>\n<h6><em>Daniela de Camargo Barros Affonso<br \/>\n<\/em><em>Maria Bernadette Soares de Sant\u00b4Ana Pitteri<br \/>\n<\/em><em>Val\u00e9ria Ferranti<\/em><\/h6>\n<p>Em \u201cO tempo l\u00f3gico e a asser\u00e7\u00e3o da certeza antecipada\u201d, o ato anal\u00edtico estaria num tempo caracterizado pela precipita\u00e7\u00e3o no momento de concluir. O instante de ver \u00e9 sem dura\u00e7\u00e3o enquanto o tempo de compreender \u00e9 de elabora\u00e7\u00e3o, subjetivo, hist\u00f3rico, diacr\u00f4nico.<\/p>\n<p>Para Arist\u00f3teles, o tempo se relaciona ao movimento num determinado tempo: como o movimento n\u00e3o cessa, o tempo n\u00e3o tem fim. Postula um Primeiro Motor que move o mundo por atra\u00e7\u00e3o e n\u00e3o por propuls\u00e3o: im\u00f3vel, imut\u00e1vel, perfeito, pura forma, puro ato.<\/p>\n<p>Lacan levou \u00e0s \u00faltimas consequ\u00eancias a subvers\u00e3o do tempo padr\u00e3o no tratamento feito por Freud, utilizando n\u00e3o o rel\u00f3gio, mas o ato do psicanalista, marcando uma nova temporalidade. Como pensar o tempo l\u00f3gico e o ato teorizado por Arist\u00f3teles?<\/p>\n<p>Miller, em <em>A er\u00f3tica do tempo<\/em>, diz que o ato anal\u00edtico retira o sujeito da eternidade da neurose e promove uma subvers\u00e3o. A sess\u00e3o anal\u00edtica \u00e9 \u201cum lapso de tempo especial, em que o sujeito \u00e9 levado a fazer a experi\u00eancia pura da revers\u00e3o temporal\u201d. A interpreta\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ocorrer em qualquer momento: ela se inscreve numa modalidade temporal espec\u00edfica, a surpresa, momento n\u00e3o homog\u00eaneo, imprevisto, no qual as condi\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias s\u00e3o perturbadas, apagadas, remanejadas.<\/p>\n<p>A sess\u00e3o seria uma esp\u00e9cie de aspas no tempo e o tempo vari\u00e1vel p\u00f5e em xeque a cronologia e inclui o tempo l\u00f3gico. Haveria uma articula\u00e7\u00e3o entre a diacronia e a l\u00f3gica? Miller diz que praticamos uma \u201cestratifica\u00e7\u00e3o do tempo\u201d.<\/p>\n<p>Miller, com Freud em \u201cAl\u00e9m do Princ\u00edpio do Prazer\u201d, discute o que chama de teorema kantiano, segundo o qual tempo e espa\u00e7o seriam formas necess\u00e1rias do pensamento. Para Freud, a descoberta do inconsciente desmente a teoria do tempo absoluto de Newton e a filosofia de Kant e se, para Freud, o inconsciente \u00e9 atemporal, para Lacan seria a eterniza\u00e7\u00e3o do tempo?[\/vc_column_text][vc_separator][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Eixo 3 \u2013 Ato anal\u00edtico e civiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/h3>\n<h6><em>Fabiola Ramon<br \/>\n<\/em><em>Milena Vicari Crastelo<br \/>\n<\/em><em>Patr\u00edcia Badari<\/em><\/h6>\n<p>O ato de Freud funda a psican\u00e1lise e interpreta a civiliza\u00e7\u00e3o. O ato<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> de Lacan funda uma Escola, alicer\u00e7ada no cartel e no passe, uma resposta l\u00f3gica \u00e0 queda do Pai.<\/p>\n<p>Em 2017, Miller inaugura o Ano Zero no campo freudiano e opera um ato ao incluir uma quarta extens\u00e3o ao que eram tr\u00eas dimens\u00f5es da institui\u00e7\u00e3o anal\u00edtica<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>: o campo da pol\u00edtica.<\/p>\n<p>A subida do objeto <em>a<\/em> ao z\u00eanite social<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a> coloca em converg\u00eancia o discurso do analista e o discurso da civiliza\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>.<\/p>\n<p>Lacan localiza um novo regime do la\u00e7o social a partir do fantasma e do gozo, e n\u00e3o mais a partir da identifica\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>, configurando novos sintomas e, consequentemente, diversos campos de interesse \u00e0 psican\u00e1lise, tais como: identidades sexuais, segrega\u00e7\u00e3o racial, viol\u00eancia, feminic\u00eddio, cultura do cancelamento, movimento <em>woke<\/em>, feminismo, comunidades virtuais, democracia sanit\u00e1ria e outros.<\/p>\n<p>\u00c0 psican\u00e1lise cabe fazer obst\u00e1culo ao universal<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>, n\u00e3o se trata de se contrapor a ele, mas de ressitu\u00e1-lo, fazendo aparecer os axiomas l\u00f3gicos do discurso universal.<\/p>\n<p>Uma quest\u00e3o insiste na atualidade da pr\u00e1tica anal\u00edtica: como podemos levar as bases de um discurso que se alicer\u00e7a na n\u00e3o exist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual e no sintoma e que aponta para o real do gozo para o campo da pol\u00edtica na civiliza\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Lacan, J. (1964\/ 2003). \u201cAto de Funda\u00e7\u00e3o\u201d. In\u00a0<em>Outros Escritos<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Se\u00e7\u00f5es de Psican\u00e1lise Pura, Psican\u00e1lise Aplicada e Recenseamento do Campo Freudiano.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Lacan, J. (1970\/2003). \u201cRadiofonia\u201d. In\u00a0<em>Outros Escritos<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Miller, J-A. (2005). \u201cUma fantasia\u201d. <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/em>, n. 42, fevereiro.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Laurent. \u00c9. (2016). \u201cLa jouissance et le corps social\u201d. <em>Lacan Quotidien<\/em>, n. 594. <a href=\"http:\/\/www.lacanquotidien.fr\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/LQ-594.pdf\">http:\/\/www.lacanquotidien.fr\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/LQ-594.pdf<\/a><br \/>\n<a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> La Sagna, P\u00a0; Adam, R. Fazer obst\u00e1culo ao universal \u2013 \u201cO aturdito\u201d de Lacan, literalmente. Entrevista. <em>Correio<\/em>. n. 85, abril 2021.<\/h6>\n[\/vc_column_text][vc_separator][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Eixo 4 \u2013 Ato anal\u00edtico e pol\u00edtica do sintoma<\/strong><\/span><\/h3>\n<h6><em>Cristiana Chacon Gallo<br \/>\n<\/em><em>Niraldo de Oliveira Santos<br \/>\n<\/em><em>Veridiana Marucio<\/em><\/h6>\n<p>O sintoma consiste no que a psican\u00e1lise tem de mais concreto para se fazer presente no mundo. Considerar uma pol\u00edtica do sintoma permite \u00e0 psican\u00e1lise, por meio da interpreta\u00e7\u00e3o, aceder \u00e0quilo que h\u00e1 de mais singular no\u00a0<em>falasser<\/em>\u00a0e, ao mesmo tempo, retirar desta leitura as coordenadas da subjetividade da \u00e9poca.<\/p>\n<p>Com Lacan, a interpreta\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria ao psicanalista aponta para o fora do sentido, para o real, e localiza o sintoma como portador da verdade do sujeito\u00a0do nosso tempo e do seu mais-de-gozar. A cl\u00ednica e a pol\u00edtica da psican\u00e1lise, sustentadas pelo ato psicanal\u00edtico, dirigem-se a um for\u00e7amento para localizar um gozo imposs\u00edvel de negativizar,\u00a0permitindo fazer existir um psicanalista e fazendo assim durar a psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>H\u00e1 duas perspectivas para a pol\u00edtica do sintoma: uma para dentro, a psican\u00e1lise pura que leva ao passe; e outra para fora e se dirige ao social, \u00e0 cidade. A sociedade do sintoma, os imperativos contempor\u00e2neos, o empuxo aos resultados r\u00e1pidos, os \u2018novos sintomas\u2019, os \u201csintomas-etiquetas\u201d e as pol\u00edticas identit\u00e1rias: o que atestam os sintomas que o psicanalista recolhe em sua cl\u00ednica no s\u00e9culo XXI?[\/vc_column_text][vc_separator][vc_column_text]\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Eixo 5 \u2013 A passagem de psicanalisante a psicanalista<\/strong><\/span><\/h3>\n<h6><em>Alessandra Sartorello Pecego<br \/>\n<\/em><em>C\u00e1ssia Maria Rumenos Guardado<br \/>\n<\/em><em>Fernando Prota<\/em><\/h6>\n<p>Na Escola de Lacan, ecoa a quest\u00e3o central e \u00edmpar: o que \u00e9 um psicanalista? Ele n\u00e3o se define ou se captura, ele d\u00e1 testemunho de sua verdade mentirosa. N\u00e3o \u00e9 um ideal e, assim, sofre os efeitos discursivos que atravessam a cultura.<\/p>\n<p>O momento de concluir de uma an\u00e1lise \u00e9 marcado pela disjun\u00e7\u00e3o do sujeito e do objeto, efeito do ato anal\u00edtico, operando a derradeira fratura da fantasia. Nesse furo, destitui-se o pr\u00f3prio sujeito que instaurou o ato, e resulta o objeto resto no lugar de causa e a apreens\u00e3o do desejo como um de-ser.<\/p>\n<p>A passagem de psicanalisante a psicanalista \u00e9 precipitada por esse ato. Ato que \u00e9 um consentimento do analisante em dar um passo ao fim de sua pr\u00f3pria experi\u00eancia de an\u00e1lise, sem permanecer \u00e0 deriva do deciframento e da interpreta\u00e7\u00e3o. N\u00e3o mais defender-se contra o Real, identificando-se ao Sinthoma. O essencial se passa no plano do objeto.<\/p>\n<p>O Passe dar\u00e1 voz \u00e0queles que desejarem dar testemunho dessa travessia e de seus impasses realizados numa experi\u00eancia \u00fanica de cura. \u00c9 uma escolha que pressup\u00f5e um la\u00e7o in\u00e9dito com a Escola de Lacan. Um AE \u00e9 aquele que pode interpretar a Escola e que elege o sujeito suposto saber no ensino da psican\u00e1lise, via de forma\u00e7\u00e3o anal\u00edtica, depreendida dessa radical e singular experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Podemos esperar, como efeito do ato de um AE, uma interpreta\u00e7\u00e3o da Escola sujeito? Podemos esperar uma interpreta\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria cultura? Qual a import\u00e2ncia do AE para tornar a Escola um espa\u00e7o que seja um laborat\u00f3rio de experi\u00eancia de-segregativa?<\/p>\n<p>Lacan aponta a \u201csatisfa\u00e7\u00e3o\u201d como marca do fim. Como podemos ler nos testemunhos de Passe a satisfa\u00e7\u00e3o que marca o fim da an\u00e1lise? E como articular essa satisfa\u00e7\u00e3o ligada ao Sinthoma, com o que se transmite no dispositivo do Passe e a \u201csatisfa\u00e7\u00e3o de uma urg\u00eancia\u201d que preside a an\u00e1lise?[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;5670&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; onclick=&#8221;custom_link&#8221; link=&#8221;https:\/\/ebp.org.br\/sp\/jornadas\/x-jornadas-psicanalise-em-ato\/argumento-x-jornadas\/&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][eikra-vc-text-title style=&#8221;style2&#8243; title=&#8221;Eixos tem\u00e1ticos&#8221;][\/eikra-vc-text-title][vc_column_text] Eixo 1 \u2013 Declina\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas do ato Gustavo Oliveira Menezes Maria C\u00e9lia Reinaldo Kato R\u00f4mulo Ferreira da Silva A partir do ato, o que o analista institui como experi\u00eancia anal\u00edtica? Freud aborda o ato falho enquanto forma\u00e7\u00e3o do inconsciente. \u00c9 o que emerge e que ultrapassa&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":5669,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-5682","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5682","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5682"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5682\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5669"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5682"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}