{"id":3675,"date":"2018-12-18T12:02:59","date_gmt":"2018-12-18T14:02:59","guid":{"rendered":"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/?page_id=3675"},"modified":"2018-12-18T12:02:59","modified_gmt":"2018-12-18T14:02:59","slug":"carta-de-sao-paulo-online-25-nova-serie-2-2-2-2-2-2-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/biblioteca\/publicacoes\/carta-sp-online\/carta-de-sao-paulo-online-25-nova-serie-2-2-2-2-2-2-2\/","title":{"rendered":"Carta de S\u00e3o Paulo Online &#8211; #25 &#8211; Nova s\u00e9rie"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;3678&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;3724&#8243; img_size=&#8221;800&#215;815&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1435233845530{padding-top: 50px !important;padding-bottom: 50px !important;background-color: #f7f7f7 !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1521845468593{border-radius: 2px !important;}&#8221;][vc_custom_heading text=&#8221;Editorial&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1549412014507{border-radius: 2px !important;}&#8221;]\n<h4 style=\"text-align: right;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-3681 \" src=\"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/Marilsa-Basso-2-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"242\" height=\"242\" \/><strong>Marilsa Basso (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>A EBP &#8211; Se\u00e7\u00e3o SP, com esta publica\u00e7\u00e3o, traz um tema cuja inven\u00e7\u00e3o se deu em pleno fervor pol\u00edtico-social da psican\u00e1lise: o dispositivo do cartel na Escola.<\/h4>\n<h4>Ariel Bogochvol traz sua posi\u00e7\u00e3o e opini\u00e3o sobre a atualidade do funcionamento e da fun\u00e7\u00e3o dos cart\u00e9is na Escola e na Se\u00e7\u00e3o SP.<\/h4>\n<h4>Massas, grupos, cart\u00e9is e rede social, sendo esse \u00faltimo termo o \u201cque perturba os demais desta lista&#8230; o estranho familiar\u201d. \u00c9 o que Rodrigo Lyra Carvalho desenvolve \u00e0 sua precisa maneira de transmitir o trabalho em cartel: \u201ca nossa rede social\u201d.<\/h4>\n<h4>O \u201cn\u00e3o-membro\u201d articulado \u00e0 \u201cextimidade do mais-um\u201d, numa experi\u00eancia singular que fez eco, \u00e9 uma interpreta\u00e7\u00e3o poss\u00edvel sustentada no trabalho de Niraldo Santos cuja declara\u00e7\u00e3o \u00e0 Escola demonstra seu la\u00e7o.<\/h4>\n<h4>O rigor epist\u00eamico de Daniela Affonso segue as linhas deste seu produto pelo fio de sua quest\u00e3o \u201cA psican\u00e1lise nos tempos de novas formas de autoritarismo\u201d.<\/h4>\n<h4>\u201cAmar e odiar demais\u201d s\u00e3o tomados por Maria de F\u00e1tima Luzia como premissas modernas que deixam o sujeito no seu transbordamento de gozo.<\/h4>\n<h4>Nat\u00e1lia Cassim compartilha um pouco de sua experi\u00eancia na institui\u00e7\u00e3o. L\u00e1 onde o discurso do mestre impera, qual tor\u00e7\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel?<\/h4>\n<h4>Eis porque o trabalho em cartel permite circular nos mais diversos modos de enodamento de nossa rede!<\/h4>\n<h4><\/h4>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Os Cart\u00e9is&#8230;&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23a8140a&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3702&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Abertura da Jornada de Cart\u00e9is EBP-Se\u00e7\u00e3o SP(1)<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Ariel Bogochvol (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>A Jornada de Cart\u00e9is \u00e9 o momento institucional privilegiado para apresenta\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o dos produtos dos cart\u00e9is.<\/h4>\n<h4>Os cart\u00e9is foram propostos por Lacan no Ato de Funda\u00e7\u00e3o da EFP, em 1964, como os \u00f3rg\u00e3os principais de um organismo cuja finalidade era realizar \u201cum trabalho que, no campo aberto por Freud, restaurasse a l\u00e2mina cortante de sua verdade.\u201d (2) A nova Escola deveria funcionar segundo o \u201cprinc\u00edpio de uma elabora\u00e7\u00e3o apoiada em pequenos grupos.\u201d(3)<\/h4>\n<h4>Inspirou-se nos pequenos grupos criados por Bion e Rickman em institui\u00e7\u00f5es para recupera\u00e7\u00e3o de militares durante a 2\u00aa guerra. O novo organismo nascia em meio a uma guerra interna na psican\u00e1lise para combater os \u201cdesvios e concess\u00f5es que amortecem o seu progresso\u201d (4), a IPA, em prol da verdade e da causa freudiana.<\/h4>\n<h4>Tr\u00eas a cinco pessoas mais-uma se re\u00fanem por um tempo n\u00e3o maior do que dois anos e fazem juntamente um trabalho que deve produzir trabalhos pr\u00f3prios, de cada um, autorais.<\/h4>\n<h4><\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fabertura-da-jornada-de-carteis-ebp-secao-spi%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3683&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>O cartel e a psicologia das redes sociais1<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Rodrigo Lyra Carvalho (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>O t\u00edtulo dessa Jornada traz tr\u00eas termos objetos usuais de nossa aten\u00e7\u00e3o: massas, grupos e cart\u00e9is. <em>Rede social<\/em> \u00e9 o que perturba a lista, o <em>unheimlich<\/em>, o estranho familiar.<\/h4>\n<h4>A ideia de rede ocupou lugar central no ensino de Lacan. Em 1968 ele afirmou que havia entrado \u201cna psican\u00e1lise com uma vassourinha que se chamava est\u00e1dio do espelho\u201d (10\/1\/1968). A fun\u00e7\u00e3o era varrer as tend\u00eancias que essencializavam a subjetividade e transmitir o eu como uma montagem m\u00faltipla, uma conex\u00e3o de distintos elementos. O ser falante s\u00f3 existe em rede que poder\u00edamos chamar de social, pois n\u00e3o \u00e9 apenas biol\u00f3gica.<\/h4>\n<h4>O termo<em> rede social<\/em> nos convoca por um motivo suplementar, menos <em>familiar<\/em> e mais <em>estranho<\/em>: as \u00faltimas d\u00e9cadas foram marcadas, com a dissemina\u00e7\u00e3o da internet, por um exponencial desenvolvimento de <em>hardwares<\/em> e <em>softwares<\/em> que impactaram o modo como as redes se constituem, como, nelas, os seres falantes se constituem e se organizam.<\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fo-cartel-e-a-psicologia-das-redes-sociais1%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;&#8230;e seus produtos&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23a8140a&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3605&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1545144985424{border-radius: 2px !important;}&#8221;]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>A psican\u00e1lise na era do homem-empresa e do significante \u201cneuro\u201d\u00b9<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Daniela de Camargo Barros Affonso (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>A quest\u00e3o que me propus trabalhar neste cartel \u2013 \u201cA psican\u00e1lise nos tempos das novas formas de autoritarismo\u201d \u2013 origina-se da ideia de que as formas conhecidas do autoritarismo se tornaram insuficientes para explicar o enfraquecimento da democracia. Para Laval e Dardot, em <em>A nova raz\u00e3o do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal \u00b2<\/em>, apesar de existirem mais pa\u00edses formalmente democr\u00e1ticos, h\u00e1 uma desconfian\u00e7a generalizada entre governantes e governados. Se a democracia liberal estava longe de ser perfeita, ainda havia disparidade entre a express\u00e3o da vontade popular e a l\u00f3gica econ\u00f4mica da acumula\u00e7\u00e3o do capital. O neoliberalismo produz a liquida\u00e7\u00e3o deste jogo, que permitia a\u00e7\u00f5es limitantes dos efeitos negativos do capitalismo.<\/h4>\n<h4>Parte da\u00ed o interesse da psican\u00e1lise neste debate. Pensar que a psican\u00e1lise \u00e9 exclusivamente uma experi\u00eancia do um a um, alheia ao mal-estar do social, \u00e9 um erro, diz Miller\u00b3, lembrando que a pr\u00f3pria exist\u00eancia da psican\u00e1lise vincula-se \u00e0 democracia, \u00fanico regime garantidor da liberdade de express\u00e3o.<\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fa-psicanalise-na-era-do-homem-empresa-e-do-significante-neuro1%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3687&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>A presen\u00e7a do discurso do analista faz (des)conex\u00e3o com o discurso institucional?\u00b9<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Nat\u00e1lia Cassim<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: right;\">\u201cN\u00f3s n\u00e3o fazemos diferen\u00e7a, em psican\u00e1lise,<\/h4>\n<h4 style=\"text-align: right;\">entre a realidade ps\u00edquica e a realidade social.<\/h4>\n<h4 style=\"text-align: right;\">A realidade ps\u00edquica \u00e9 a realidade social\u201d<\/h4>\n<h4 style=\"text-align: right;\">J. \u2013A. Miller\u00b2<\/h4>\n<h4>O Hospital de Amor \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o de sa\u00fade filantr\u00f3pica brasileira especializada no tratamento e preven\u00e7\u00e3o de c\u00e2ncer com sede em Barretos-SP, e era nomeada Hospital de C\u00e2ncer de Barretos anteriormente. Em uma manobra institucional r\u00edgida, o significante c\u00e2ncer foi apagado em decorr\u00eancia da imposi\u00e7\u00e3o do novo significante: amor. O sujeito est\u00e1 exclu\u00eddo desta associa\u00e7\u00e3o significante, uma vez que essa decis\u00e3o n\u00e3o foi discutida em nenhum \u00e2mbito. No lugar da \u201cmorte\u201d (c\u00e2ncer) imp\u00f4s-se a \u201cvida\u201d (amor). Uma tens\u00e3o que se acirra entre morte x vida sem advir o sujeito, o falar sobre e diante disso.<\/h4>\n<h4><\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fa-presenca-do-discurso-do-analista-faz-desconexao-com-o-discurso-institucional1%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3688&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1545145882118{border-radius: 2px !important;}&#8221;]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Um pequeno ensaio sobre o \u00f3dio<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Maria de F\u00e1tima S. Luzia (Associada ao CLIN-a)<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: right;\">\u201cN\u00e3o se odiaria, se n\u00e3o se tivesse que se odiar<\/h4>\n<h4 style=\"text-align: right;\">a si mesmo ao mesmo tempo\u201d<\/h4>\n<h4 style=\"text-align: right;\">Nimier 1951<\/h4>\n<h4>O que nos faz odiar?<\/h4>\n<h4>Amar e odiar demais, signos de um tempo que nos mostram o quanto podemos ser mort\u00edferos na rela\u00e7\u00e3o com esses afetos.<\/h4>\n<h4>Em sua \u201cIntrodu\u00e7\u00e3o ao Narcisismo\u201d, Freud desenvolve sua teoria ao redor de um lugar m\u00edtico de puro prazer, onde as puls\u00f5es se satisfazem autoeroticamente. Mas logo nos convoca a pensar que este lugar aloja tamb\u00e9m o desprazer e \u00e9 atrav\u00e9s dele que o dentro e o fora se estabelece, esse excesso hostil de libido liberada retorna e \u00e9 percebida como estranha e invasiva.<\/h4>\n<h4>Lacan aponta que o \u00f3dio tem um excedente que vai al\u00e9m da rela\u00e7\u00e3o imagin\u00e1ria, dizendo que ele \u00e9 mesmo o que mais se aproxima do ser onde se situa a ex-sist\u00eancia; nasce juntamente com o sujeito na sua entrada na linguagem, que \u00e9 traum\u00e1tica e que o marca em sua exist\u00eancia de ser na forma de repeti\u00e7\u00e3o.<\/h4>\n<h4><\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fum-pequeno-ensaio-sobre-o-odio%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3103&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Do justo lugar ao objeto no cartel\u00b9<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Niraldo Santos (Associado da CLIPP)<\/strong><\/h4>\n<h4>Como o mais-um um pode ser um agente provocador e, ao mesmo tempo, trabalhador? Miller\u00b2 nos diz que uma elabora\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre provocada, uma vez que a voca\u00e7\u00e3o do ser humano est\u00e1 para a pregui\u00e7a. A partir da teoria dos Discursos em Lacan, Miller nos aponta o discurso que melhor corresponde ao mais-um.<\/h4>\n<h4>\u201cO mais-um tem a incumb\u00eancia de uma dire\u00e7\u00e3o&#8221;\u00b3. Miller nos diz que h\u00e1 uma tend\u00eancia a exercer esta incumb\u00eancia como senhor. Por\u00e9m, caso ocupe este lugar, o trabalho se resumiria a uma produ\u00e7\u00e3o de saber que j\u00e1 estava l\u00e1. Por outro lado, caso o apelo ao mais-um seja \u00e0quele que sabe ou saberia, produzir\u00e1 $, o apelo ao mais-um como analista.<\/h4>\n<h4>Ent\u00e3o, para Miller, o discurso que melhor corresponde \u00e0 fun\u00e7\u00e3o do mais-um \u00e9 o da hist\u00e9rica: \u201c\u00e9 preciso n\u00e3o esquecer que Lacan dizia que era quase a (estrutura) do discurso da ci\u00eancia\u201d4. No discurso hist\u00e9rico, $ que se dirige a S1 para produzir S2, o agente se permite ocultar, em seu vazio, a causa do desejo, sob as apar\u00eancias de agalma: $ sobre a. O que fazer do a no cartel?<\/h4>\n<h4><\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fdo-justo-lugar-ao-objeto-no-cartel1%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<div id=\"channel-header-container\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"img\" class=\"style-scope yt-img-shadow aligncenter\" src=\"https:\/\/yt3.ggpht.com\/-fkPOfR9OFBs\/AAAAAAAAAAI\/AAAAAAAAAAA\/MJLghk430kw\/s288-mo-c-c0xffffffff-rj-k-no\/photo.jpg\" alt=\"\" width=\"80\" height=\"288\" \/><\/div>\n<div class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\n<h3 id=\"inner-header-container\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\" style=\"text-align: center;\">\u00a0CANAL YouTube<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><\/h3>\n<div><\/div>\n<div id=\"sponsor-button\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<div id=\"edit-buttons\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<div id=\"other-buttons\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<\/div>\n<div id=\"links-holder\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\n<div id=\"primary-links\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\n<div class=\"icon-container style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Comiss\u00e3o de Acolhimento&#8221; font_container=&#8221;tag:h3|text_align:center|color:%231e73be&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<h5>\u201cAntes de mais nada, um princ\u00edpio: o psicanalista s\u00f3 se autoriza de si mesmo. (&#8230;) Isso n\u00e3o impede que a Escola garanta que um analista depende de sua forma\u00e7\u00e3o\u201d. Cinquenta anos depois, esta frase de Lacan na Proposi\u00e7\u00e3o de 9 de outubro de 1967 sobre o psicanalista da Escola, segue desafiando e colocando a trabalho aqueles que t\u00eam seu desejo causado pela psican\u00e1lise. Um enunciado que nos toca pelo que entrela\u00e7a de duas proposi\u00e7\u00f5es aparentemente contradit\u00f3rias. Se o caminho de cada analista \u00e9 o caminho solit\u00e1rio da singularidade, sua forma\u00e7\u00e3o n\u00e3o se faz sem partilhar os princ\u00edpios e as orienta\u00e7\u00f5es que sustentam a psican\u00e1lise e sua pr\u00e1xis. A Escola \u00e9, como quis Lacan, o suporte desse desejo vivo e decidido. O que \u00e9 a Escola Brasileira de Psican\u00e1lise? Qual sua rela\u00e7\u00e3o com a Escola fundada por Lacan? Qual ensino ela dispensa? O que \u00e9 ser membro de Escola e quais as formas de admiss\u00e3o? O que \u00e9 o passe? O que a Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo representa no \u00e2mbito da Escola? A comiss\u00e3o de acolhimento da Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo pode ser um primeiro contato para esclarecer essas e tantas outras quest\u00f5es que possam surgir a partir da transfer\u00eancia com a psican\u00e1lise e com o ensino de Lacan no Brasil. Se voc\u00ea deseja saber mais, entre em contato para agendar um encontro com um dos membros da Comiss\u00e3o.<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Comiss\u00e3o de Acolhimento da EBP-Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo:<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Cynthia Nunes de Freitas Farias<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Tel: 11 30856415\/ 11 981494376<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">email: <span style=\"color: #333399;\">cynthianffarias@gmail.com <\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Eliane Costa Dias<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Tel:(11) 3081.7428 \/ 99178.6359<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">email: <span style=\"color: #333399;\">delreycosta@uol.com.br <\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Paola Salinas<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Tel: (16) 997948200<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Email: <span style=\"color: #333399;\">paolasalinas11@yahoo.com.br<\/span><\/h5>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2726 size-full\" src=\"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Rodap\u00e9-CSP-1.jpg\" alt=\"\" width=\"939\" height=\"367\" \/>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;3678&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;3724&#8243; img_size=&#8221;800&#215;815&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1435233845530{padding-top: 50px !important;padding-bottom: 50px !important;background-color: #f7f7f7 !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1521845468593{border-radius: 2px !important;}&#8221;][vc_custom_heading text=&#8221;Editorial&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1549412014507{border-radius: 2px !important;}&#8221;] Marilsa Basso (EBP\/AMP) A EBP &#8211; Se\u00e7\u00e3o SP, com esta publica\u00e7\u00e3o, traz um tema cuja inven\u00e7\u00e3o se deu em pleno fervor pol\u00edtico-social da psican\u00e1lise: o dispositivo do cartel na Escola. 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