{"id":3598,"date":"2018-11-20T06:58:53","date_gmt":"2018-11-20T08:58:53","guid":{"rendered":"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/?page_id=3598"},"modified":"2018-11-20T06:58:53","modified_gmt":"2018-11-20T08:58:53","slug":"carta-de-sao-paulo-online-24-nova-serie-2-2-2-2-2-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/biblioteca\/publicacoes\/carta-sp-online\/carta-de-sao-paulo-online-24-nova-serie-2-2-2-2-2-2\/","title":{"rendered":"Carta de S\u00e3o Paulo Online &#8211; #24 &#8211; Nova s\u00e9rie"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;3601&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;3599&#8243; img_size=&#8221;800&#215;815&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1435233845530{padding-top: 50px !important;padding-bottom: 50px !important;background-color: #f7f7f7 !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1521845468593{border-radius: 2px !important;}&#8221;][vc_custom_heading text=&#8221;Editorial&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1542705499304{border-radius: 2px !important;}&#8221;]\n<h4><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-3605 size-medium\" src=\"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/Daniela-Affonso-2-206x300.jpg\" alt=\"\" width=\"206\" height=\"300\" \/><strong>Daniela de Camargo Barros Affonso (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>A diversidade dos textos publicados nesta edi\u00e7\u00e3o da <em>Carta de S\u00e3o Paulo online<\/em> d\u00e1 a dimens\u00e3o do qu\u00e3o din\u00e2mico e consistente tem sido o trabalho produzido na Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise. Nas v\u00e1rias atividades aqui contempladas \u2013 Ensino dos AME, Conversa\u00e7\u00e3o da Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana, Conversa\u00e7\u00e3o do Conselho da EBP-SP, Leituras na Biblioteca e Atividade em Ribeir\u00e3o Preto \u2013 percorre-se desde Freud, com o conceito de narcisismo e com suas incurs\u00f5es no tocante \u00e0 sexualidade feminina, at\u00e9 o debate em torno da express\u00e3o \u201cEscola-sujeito\u201d, forjada por Miller em <em>Teoria de Turim<\/em>.<\/h4>\n<h4>Se h\u00e1 um fio condutor a se depreender desta pluralidade, trata-se do esfor\u00e7o de atualiza\u00e7\u00e3o de conceitos, na constante busca de manter a psican\u00e1lise \u00e0 altura da subjetividade de seu tempo. \u00c9 assim, pois, que a transfer\u00eancia \u00e9 revisitada em sua face destitu\u00edda do Outro, as rela\u00e7\u00f5es da psican\u00e1lise e da ci\u00eancia s\u00e3o tomadas a partir do passe e da transfinitiza\u00e7\u00e3o do inconsciente e os impasses cl\u00ednicos da atualidade postos em quest\u00e3o.<\/h4>\n<h4>Mas, claro, o amor n\u00e3o poderia ser deixado de fora, ainda sob os efeitos das recentes Jornadas da Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo, \u201cAmor e sexo em tempos de (des)conex\u00f5es\u201d. O \u201camo em ti mais que tu, por isso te mutilo\u201d de Lacan, do <em>Semin\u00e1rio 11<\/em>, \u00e9 revivescido em sua vertente do amor ligado \u00e0 castra\u00e7\u00e3o e da face pulsional da transfer\u00eancia.<\/h4>\n<h4>Que a leitura desta <em>Carta de S\u00e3o Paulo online<\/em> produza n\u00e3o s\u00f3 acr\u00e9scimo de conhecimento, mas cause o desejo de manter o trabalho da comunidade entusiasmado e plural, \u00fanico meio de sustentar a Escola no encal\u00e7o da necess\u00e1ria subvers\u00e3o, \u00fanica sa\u00edda para mant\u00ea-la viva.<\/h4>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Ensino dos AMEs&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23a8140a&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;2350&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>\u201cEm ti mais do que tu&#8230;\u201d(1)<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Maria Cec\u00edlia Galletti Ferretti (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>O contexto no qual a frase aqui comentada est\u00e1 inserida \u00e9 o da transfer\u00eancia pois, como esclarece Lacan, ele est\u00e1 sublinhando o que o analisante <em>fundamentalmente<\/em> diz ao analista. Lacan a utiliza com a inten\u00e7\u00e3o de presentificar de maneira mais sincopada um objeto paradoxal, \u00fanico e especificado que se chama objeto a. S\u00e3o citados os objetos: oral, anal e esc\u00f3pico.<\/h4>\n<h4>Entendo que o verbo \u201cmutilar\u201d esteja sendo empregado em seu sentido figurativo, mostrando um dos momentos nos quais Lacan coteja a rela\u00e7\u00e3o estabelecida entre o amor e o \u00f3dio. Esta maneira de abordar tal frase conhecida e instigante de Lacan, encontra igualdade de interpreta\u00e7\u00e3o entre colegas de nossa Escola: \u201ca agressividade do filho pode revelar-se como tentativa de fazer borda a um amor sem limites, que pode chegar \u00e0 mutila\u00e7\u00e3o: \u2018eu te amo, mas porque amo em ti mais do que tu, o objeto a min\u00fasculo, eu te mutilo\u2019. A frase \u00e9 de Lacan, que sempre nos apontou, em diferentes momentos do seu ensino, o quanto o amor carrega, em seu bojo, o \u00f3dio\u201d(2).<\/h4>\n<h4><\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fem-ti-mais-do-que-tu-%25C2%25B9%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3625&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Coment\u00e1rio sobre o Semin\u00e1rio, livro 11(1)<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Sandra Arruda Grostein (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>Este texto \u00e9 um breve coment\u00e1rio sobre uma passagem do Semin\u00e1rio 11, de Lacan, visando uma atualiza\u00e7\u00e3o do que era proposto nos anos 60, nos seguintes termos:<\/h4>\n<h4>\u201cEsse objeto paradoxal, \u00fanico, especificado, que chamamos de objeto a \u2013 retom\u00e1-lo seria repis\u00e1-lo. Mas eu o presentifico&#8230; sublinhando que o analisando diz a seu parceiro, ao analista:<\/h4>\n<h4>Eu te amo, mas, porque inexplicavelmente amo em ti algo que \u00e9 mais que tu \u2013 o objeto a min\u00fasculo, eu te mutilo.\u201d(2)<\/h4>\n<h4>Al\u00e9m disso, quando ocorre a virada, o analisante diz:<\/h4>\n<h4>Eu me doo a ti, mas esse dom de minha pessoa, mist\u00e9rio! Se transforma inexplicavelmente em presente de uma merda.\u201d(3)<\/h4>\n<h4>Para comentar estes dois par\u00e1grafos do Semin\u00e1rio sobre os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise, recorreu-se a dois destes conceitos: a transfer\u00eancia e a puls\u00e3o.<\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fcomentario-sobre-o-seminario-livro-11%25C2%25B9%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Conversa\u00e7\u00f5es da Orienta\u00e7\u00e3o lacaniana&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23a8140a&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;2650&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1542707263874{border-radius: 2px !important;}&#8221;]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>N\u00famero transfinito e final de an\u00e1lise(1)<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Cynthia Nunes de Freitas Farias (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>Miller apresenta o passe como uma \u201ctransfinitiza\u00e7\u00e3o do dito\u201d(2) a partir do que Lacan prop\u00f5e como a passagem do \u201cn\u00e3o sabido como marco de saber\u201d(3), implicando uma passagem da inscri\u00e7\u00e3o \u00e0 escritura(4).<\/h4>\n<h4>A rela\u00e7\u00e3o ao sujeito suposto saber permite que o inconsciente, n\u00e3o sabido por excel\u00eancia, se inscreva na cadeia significante, como sabido. A palavra d\u00e1 \u00e0s suas forma\u00e7\u00f5es o sentido do qual estavam privadas, presentificando o infinito do deciframento. Por\u00e9m, n\u00e3o entrega a verdade do inconsciente(5). Como doadora de sentido, a palavra \u00e9 sem fim e o inconsciente como n\u00e3o sabido \u00e9 a \u201ctransfinitiza\u00e7\u00e3o da palavra\u201d(6).<\/h4>\n<h4>No n\u00edvel dos n\u00fameros cont\u00e1veis, <em>Alef<\/em> 0 indica que os elementos de um conjunto seguem ao infinito, independentemente da sele\u00e7\u00e3o que fa\u00e7amos desses elementos, pois um conjunto infinito de n\u00fameros inteiros, qualquer que seja ele, tem a mesma cardinalidade do todo. Tomar o inconsciente como transfinito indica que qualquer cadeia associativa que se organize pela palavra, reproduz o car\u00e1ter de n\u00e3o sabido do inconsciente.<\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fnumero-transfinito-e-final-de-analise%25C2%25B9%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3612&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>O passe, a Escola, a ci\u00eancia(1)<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Gustavo Oliveira Menezes (associado CLIN-a)<\/strong><\/h4>\n<h4>Em \u201cO banquete dos analistas\u201d(2), Miller indaga a possibilidade de uma abordagem cient\u00edfica da Psican\u00e1lise, ambi\u00e7\u00e3o de Freud e Lacan. A pr\u00f3pria Psican\u00e1lise nasce no contexto do cientificismo do s\u00e9culo XIX e toda a tradi\u00e7\u00e3o p\u00f3s-freudiana parece ter partido desse ponto para se dirigir \u00e0 ortodoxia institucional. Desta pr\u00e1tica <em>cient\u00edfico-religiosa<\/em>, chegou-se ao tema fundamental do final de an\u00e1lise, o qual Lacan tamb\u00e9m aborda e se coloca frente a uma tradi\u00e7\u00e3o incapaz de formular a quest\u00e3o.<\/h4>\n<h4>Miller ressalta que, para Lacan, o meio pelo qual se opera a an\u00e1lise \u00e9 pela a\u00e7\u00e3o da palavra e desta tiram-se os resultados. Lacan far\u00e1 assim uma cr\u00edtica \u00e0 posi\u00e7\u00e3o do analista, o que depende de uma elabora\u00e7\u00e3o de seu meio e resultado anal\u00edtico. Exemplo disso \u00e9 toda a formula\u00e7\u00e3o do conceito de desejo do analista.<\/h4>\n<h4>A palavra atua sobre o inconsciente, sobre o n\u00e3o saber, ao passo que o saber est\u00e1 na estrutura da palavra. Uma vez que o inconsciente se apresenta como significante sem sentido, ao associar-se \u00e0 palavra, esta lhe d\u00e1 o sentido do qual estava privado, o que leva Lacan \u00e0 formula\u00e7\u00e3o do <em>inconsciente estruturado como uma linguagem<\/em>.<\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fo-passe-a-escola-a-ciencia%25C2%25B9%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;2914&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Supervis\u00e3o e passe: descontextualizados da experi\u00eancia anal\u00edtica<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Maria do Carmo Dias Batista (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>A \u201cProposi\u00e7\u00e3o de 9 de outubro de 1967\u201d est\u00e1 inscrita em um contexto cient\u00edfico, como aponta Miller nos cap\u00edtulos XXI e XXII de \u201cO Banquete dos Analistas\u201d(1). Esta inscri\u00e7\u00e3o permitiria \u00e0 \u201cProposi\u00e7\u00e3o\u201d ser avaliada em termos de fracasso ou sucesso, bem como a experi\u00eancia do passe dela decorrente.<\/h4>\n<h4>Lacan, no Semin\u00e1rio 24(2), identificado \u00e0 escrita joyceana, atribui o <em>fracasso<\/em> \u00e0 experi\u00eancia do passe, pois o elemento de \u201cinicia\u00e7\u00e3o\u201d tendia a prevalecer sobre o cient\u00edfico e uma esp\u00e9cie de \u201ccomunh\u00e3o da verdade\u201d \u2013 criticada por ele por oposta \u00e0 verdade mentirosa, conceito relativo ao passe trabalhado em 1976(3) \u2013, poderia vir a substituir a transmiss\u00e3o inspirada na ci\u00eancia(4). O passe \u00e9 um procedimento de avalia\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia de uma an\u00e1lise e responde \u00e0 ambi\u00e7\u00e3o de inscrever a psican\u00e1lise na ci\u00eancia, declinada \u201ccom todas as suas letras na Proposi\u00e7\u00e3o\u201d(5). A psican\u00e1lise, n\u00e3o sendo inef\u00e1vel, mas uma experi\u00eancia de fala, tem estatuto cient\u00edfico.<\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fsupervisao-e-passe-descontextualizados-da-experiencia-analitica%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Escola &#8211; sujeito&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23a8140a&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3092&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1542710315949{border-radius: 2px !important;}&#8221;]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Interpretar a Escola(1)<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Lucila M. Darrigo (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>Pensar o que \u00e9 interpretar a Escola implica indagar o que significa subjetivar a experi\u00eancia de Escola.<\/h4>\n<h4>Na \u201cTeoria de Turim\u2026\u201d(2), Miller indica que o processo de forma\u00e7\u00e3o de uma Escola lacaniana precisa se desenvolver a c\u00e9u aberto, pois se trata de uma comunidade que s\u00f3 pode se constituir no pr\u00f3prio movimento de sua subjetiva\u00e7\u00e3o.<\/h4>\n<h4>Saber onde est\u00e1 a Escola n\u00e3o se deduz de uma pr\u00e1tica contemplativa. A pr\u00f3pria comunica\u00e7\u00e3o deste saber \u00e0 comunidade da Escola em forma\u00e7\u00e3o, tem um efeito de interpreta\u00e7\u00e3o, pois modifica o sujeito em via de realiza\u00e7\u00e3o. \u201cA vida de uma Escola deve se interpretar\u201d.(3) Essa \u00e9 a tese que Miller, ent\u00e3o, defende.<\/h4>\n<h4>Se a interpreta\u00e7\u00e3o tem sempre um efeito desagregador, como se sustenta uma comunidade? Trata-se de outra l\u00f3gica que, para fazer existir a Escola, precisa deste efeito disruptivo, remetendo cada um \u00e0 sua solid\u00e3o subjetiva, e do trabalho para sustentar essa experi\u00eancia.<\/h4>\n<h4><\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Finterpretar-a-escola%25C2%25B9%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;2358&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Escola-sujeito: quest\u00f5es sobre o sujeito(1)<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Paola Salinas (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>Este texto se insere no trabalho de conversa\u00e7\u00e3o do Conselho da EBP-Se\u00e7\u00e3o SP a partir do texto \u201cTeoria de Turim\u201d(2). Decantaram-se significantes que orientaram as apresenta\u00e7\u00f5es feitas, a saber,<em> o coletivo, o Ideal, a interpreta\u00e7\u00e3o e o sujeito<\/em>. O termo sujeito que comp\u00f5e a express\u00e3o Escola-sujeito \u00e9 o que me coube abordar.<\/h4>\n<h4>N\u00e3o se trata de um fechamento de uma sequ\u00eancia, mas da manuten\u00e7\u00e3o de uma abertura de questionamento no centro da discuss\u00e3o.<\/h4>\n<h4>Escolhi \u201cquest\u00f5es sobre o sujeito\u201d para tomar a express\u00e3o Escola-sujeito a partir de quest\u00f5es e de uma hip\u00f3tese: <em>a Escola-sujeito \u00e9 efeito de um ato. E ainda, a Escola-sujeito \u00e9 um efeito, n\u00e3o est\u00e1 dada.<\/em><\/h4>\n<h4>Subjetivar a Escola<\/h4>\n<h4>Ao falar da forma\u00e7\u00e3o da SLP Miller afirma que cabe ao conceito de Escola ser desenvolvido a c\u00e9u aberto, <em>\u201c&#8230; porque [a Escola] deve ser subjetivada por uma comunidade que n\u00e3o pode se constituir a n\u00e3o ser no pr\u00f3prio movimento dessa subjetiva\u00e7\u00e3o\u201d(3).<\/em><\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fescola-sujeito-questoes-sobre-o-sujeito%25C2%25B9%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Leituras na Biblioteca&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23a8140a&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3616&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1542708620939{border-radius: 2px !important;}&#8221;]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Leituras da Biblioteca \u201cSobre a sexualidade feminina\u201d (S. Freud-1931) (1)<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Cristiana Gallo (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>O texto \u201cSobre a sexualidade feminina\u201d de Freud nos remete a uma importante quest\u00e3o cl\u00ednica ao tratar da fase pr\u00e9-ed\u00edpica na menina, na qual se situa a original vincula\u00e7\u00e3o com a m\u00e3e.<\/h4>\n<h4>Nestas suas \u00faltimas formula\u00e7\u00f5es sobre o tema, Freud considera a import\u00e2ncia de tratar tal vincula\u00e7\u00e3o, sens\u00edvel \u00e0s \u201cvozes do feminismo\u201d(2) presentes ao movimento psicanal\u00edtico da \u00e9poca, como as de Jeanne Lampl-de Groot, Helene Deutsch e Ruth Mack Brunswick.<\/h4>\n<h4>Da leitura destacam-se as raz\u00f5es que conduziriam ao desligamento da m\u00e3e, com \u00eanfase no que Freud apresenta como a \u201cinferioridade org\u00e2nica\u201d da menina que, uma vez reconhecida, faz com que ela se rebele contra a m\u00e3e. A inveja f\u00e1lica na menina se coloca como elemento fundamental nos destinos da sexualidade feminina, uma vez que pode determinar a deten\u00e7\u00e3o do \u201ccaminho evolutivo\u201d que conduz ao pai, fazendo restar um complexo de masculinidade ao inv\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o da feminilidade.<\/h4>\n<h4>No entanto, interessante foi notar que, a despeito das m\u00faltiplas raz\u00f5es que podem conduzir ao desprendimento da m\u00e3e, Freud destaca que tal vincula\u00e7\u00e3o est\u00e1 destinada a \u201cperecer\u201d, uma vez que estaria dominada por uma poderosa ambival\u00eancia \u2013 amor e \u00f3dio.<\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fleituras-da-biblioteca-sobre-a-sexualidade-feminina-s-freud-1931%25C2%25B9%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;3651&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>O narcisismo ontem e hoje<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Ros\u00e2ngela Carboni Castro Turim (associada da CLIPP)<\/strong><\/h4>\n<h4>O tema da atividade Leituras na Biblioteca da Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo \u201cFreud e o amor\u201d, que aconteceu na CLIPP, no dia 13 de setembro, coordenada por Perp\u00e9tua Medrado, com a convidada Marizilda Paulino, foi \u201cIntrodu\u00e7\u00e3o ao Narcisismo\u201d1, texto de Freud de 1914. Marizilda resgatou o conceito trazido para a psican\u00e1lise por Freud, contextualizando na cl\u00ednica das psicoses e nas parcerias (escolha objetal).<\/h4>\n<h4>O termo narcisista atualmente faz parte do nosso vocabul\u00e1rio, est\u00e1 inclu\u00eddo na cultura. Derivado do mito grego de Narciso, Freud retoma o termo <em>narcisismo<\/em> utilizado por P. N\u00e4cke \u201cpara designar a conduta em que o indiv\u00edduo trata o pr\u00f3prio corpo como se este fosse o de um objeto sexual\u201d, por\u00e9m afirma que \u201co narcisismo n\u00e3o seria uma pervers\u00e3o, mas o complemento libidinal do ego\u00edsmo do instinto de autoconserva\u00e7\u00e3o, do qual justificadamente atribu\u00edmos uma por\u00e7\u00e3o a cada ser vivo\u201d.<\/h4>\n<h4>A partir da no\u00e7\u00e3o de aparelho ps\u00edquico e dualidade das puls\u00f5es (sexual e autoconserva\u00e7\u00e3o) sob os princ\u00edpios do prazer, da const\u00e2ncia e da realidade, Freud pergunta qual seria o destino da libido retirada dos objetos nos parafr\u00eanicos. E desenvolve, a partir da dualidade libido do Eu e libido do objeto:\u201ca libido retirada do mundo externo foi dirigida ao Eu, de modo a surgir uma conduta que podemos chamar de narcisismo\u201d.<\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fo-narcisismo-ontem-e-hoje%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;EBP &#8211; Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo na cidade &#8211; Ribeir\u00e3o Preto&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23a8140a&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;3631&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>As diversas faces do suic\u00eddio(1)<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>Fernando Prota (EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4>A morte de um ente querido sempre abre uma fenda na experi\u00eancia de vida de quem fica. A morte por suic\u00eddio abre uma cratera. O n\u00e3o sentido bruto que opera o ato deixa quem fica, e toda a sociedade, tomados por uma ang\u00fastia que exige a tomada da palavra para que essa experi\u00eancia possa ser humanizada.<\/h4>\n<h4>Possibilitar um cerzimento de falas e vozes que pudessem entretecer relatos, hip\u00f3teses, manejos e ang\u00fastias em torno do tema do suic\u00eddio, foi o que nos orientou a oferecer uma Conversa\u00e7\u00e3o para o Conselho Gestor de Sa\u00fade Mental da Prefeitura de Ribeir\u00e3o Preto-SP, quando este procurou a Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo para solicitar um trabalho em torno da quest\u00e3o da preven\u00e7\u00e3o ao suic\u00eddio, pela ocasi\u00e3o do setembro amarelo. Tal convite veio na esteira dos efeitos de conversa\u00e7\u00f5es anteriores que j\u00e1 v\u00eam marcando a presen\u00e7a da EBP Se\u00e7\u00e3o-SP na cidade, com seu modo particular de operar.<\/h4>\n<h4>A comiss\u00e3o organizadora, habilmente conduzida por Silvia Sato, que tamb\u00e9m coordenou a mesa, trabalhou nessa costura nada f\u00e1cil entre os discursos da psican\u00e1lise e da sa\u00fade mental, que ora convergem e ora se distanciam. O t\u00edtulo \u201cDiversas faces do suic\u00eddio\u201d tenta contemplar esse enla\u00e7amento.<\/h4>\n<h4>Dois impasses cl\u00ednicos disparadores foram produzidos e apresentados por profissionais da rede, cujos pontos mais vivos foram ressaltados por mim enquanto debatedor da mesa.<\/h4>\n[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Fas-diversas-faces-do-suicidio%25C2%25B9%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<div id=\"channel-header-container\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"img\" class=\"style-scope yt-img-shadow aligncenter\" src=\"https:\/\/yt3.ggpht.com\/-fkPOfR9OFBs\/AAAAAAAAAAI\/AAAAAAAAAAA\/MJLghk430kw\/s288-mo-c-c0xffffffff-rj-k-no\/photo.jpg\" alt=\"\" width=\"80\" height=\"288\" \/><\/div>\n<div class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\n<h3 id=\"inner-header-container\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\" style=\"text-align: center;\">\u00a0CANAL YouTube<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><\/h3>\n<div><\/div>\n<div id=\"sponsor-button\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<div id=\"edit-buttons\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<div id=\"other-buttons\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<\/div>\n<div id=\"links-holder\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\n<div id=\"primary-links\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\n<div class=\"icon-container style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Semin\u00e1rio dos Membros&#8221; font_container=&#8221;tag:h3|text_align:center|color:%231e73be&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text]\n<h3>Semin\u00e1rio:\u00a0<em>INCONSCIENTE: do inconsciente transferencial\u00a0ao inconsciente real\u00a0<\/em><\/h3>\n<h4 dir=\"auto\"><strong>Respons\u00e1vel: Eliana Machado Figueiredo\u00a0\u00a0<\/strong><\/h4>\n<h4 dir=\"auto\"><strong>Dia: S\u00e1bados\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Hor\u00e1rio: 10h00 \u00e0s 12h00<\/strong><\/h4>\n<h4 dir=\"auto\"><strong>Datas: 15\/09 &#8211; 06\/10 &#8211; 01\/12<\/strong><\/h4>\n<h4 dir=\"auto\"><strong>Local: Rua Ant\u00f4nio Meyer, 228, Centro, Mogi das Cruzes\u00a0\u00a0<\/strong><\/h4>\n<h4 dir=\"auto\"><strong>Contato:\u00a0<\/strong>\u00a0<a href=\"mailto:elianasoliano@hotmail.com\">elianasoliano@hotmail.com<\/a><strong>\u00a0\/WhatsApp\u00a0\u00a0<\/strong><a href=\"tel:+5511994965006\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-auth=\"NotApplicable\">(11) 99496-5006<\/a><\/h4>\n<div dir=\"auto\">_____________________________________________<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">\n<h3>Semin\u00e1rio:\u00a0<em>A er\u00f3tica da puls\u00e3o de<\/em><strong>\u00a0morte<\/strong><u><\/u><u><\/u><\/h3>\n<h4 class=\"x_MsoNormal\"><strong>Respons\u00e1vel: Fernando Prota<u><\/u><u><\/u><\/strong><\/h4>\n<h4 class=\"x_MsoNormal\"><strong>Dia: Quintas-feiras\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Hor\u00e1rio: 19h15<\/strong><\/h4>\n<h4 class=\"x_MsoNormal\"><strong>Datas: 23\/08 &#8211; 27\/09 &#8211; 18\/10 &#8211; 08\/11 &#8211; 06\/12<u><\/u><\/strong><\/h4>\n<h4><strong>Local: Rua Galileu Galilei,1800 &#8211; sala 905 &#8211; Jd. Canad\u00e1 &#8211; Ribeir\u00e3o Preto<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Comiss\u00e3o de Acolhimento&#8221; font_container=&#8221;tag:h3|text_align:center|color:%231e73be&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<h5>\u201cAntes de mais nada, um princ\u00edpio: o psicanalista s\u00f3 se autoriza de si mesmo. (&#8230;) Isso n\u00e3o impede que a Escola garanta que um analista depende de sua forma\u00e7\u00e3o\u201d. Cinquenta anos depois, esta frase de Lacan na Proposi\u00e7\u00e3o de 9 de outubro de 1967 sobre o psicanalista da Escola, segue desafiando e colocando a trabalho aqueles que t\u00eam seu desejo causado pela psican\u00e1lise. Um enunciado que nos toca pelo que entrela\u00e7a de duas proposi\u00e7\u00f5es aparentemente contradit\u00f3rias. Se o caminho de cada analista \u00e9 o caminho solit\u00e1rio da singularidade, sua forma\u00e7\u00e3o n\u00e3o se faz sem partilhar os princ\u00edpios e as orienta\u00e7\u00f5es que sustentam a psican\u00e1lise e sua pr\u00e1xis. A Escola \u00e9, como quis Lacan, o suporte desse desejo vivo e decidido. O que \u00e9 a Escola Brasileira de Psican\u00e1lise? Qual sua rela\u00e7\u00e3o com a Escola fundada por Lacan? Qual ensino ela dispensa? O que \u00e9 ser membro de Escola e quais as formas de admiss\u00e3o? O que \u00e9 o passe? O que a Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo representa no \u00e2mbito da Escola? A comiss\u00e3o de acolhimento da Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo pode ser um primeiro contato para esclarecer essas e tantas outras quest\u00f5es que possam surgir a partir da transfer\u00eancia com a psican\u00e1lise e com o ensino de Lacan no Brasil. Se voc\u00ea deseja saber mais, entre em contato para agendar um encontro com um dos membros da Comiss\u00e3o.<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Comiss\u00e3o de Acolhimento da EBP-Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo:<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Cynthia Nunes de Freitas Farias<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Tel: 11 30856415\/ 11 981494376<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">email: <span style=\"color: #333399;\">cynthianffarias@gmail.com <\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Eliane Costa Dias<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Tel:(11) 3081.7428 \/ 99178.6359<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">email: <span style=\"color: #333399;\">delreycosta@uol.com.br <\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Paola Salinas<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Tel: (16) 997948200<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Email: <span style=\"color: #333399;\">paolasalinas11@yahoo.com.br<\/span><\/h5>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2726 size-full\" src=\"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Rodap\u00e9-CSP-1.jpg\" alt=\"\" width=\"939\" height=\"367\" \/>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;3601&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;3599&#8243; img_size=&#8221;800&#215;815&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1435233845530{padding-top: 50px !important;padding-bottom: 50px !important;background-color: #f7f7f7 !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1521845468593{border-radius: 2px !important;}&#8221;][vc_custom_heading text=&#8221;Editorial&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1542705499304{border-radius: 2px !important;}&#8221;] Daniela de Camargo Barros Affonso (EBP\/AMP) A diversidade dos textos publicados nesta edi\u00e7\u00e3o da Carta de S\u00e3o Paulo online d\u00e1 a dimens\u00e3o do qu\u00e3o din\u00e2mico e consistente tem sido o trabalho produzido&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":1231,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-3598","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3598","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3598"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3598\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1231"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3598"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}