{"id":2911,"date":"2018-05-18T17:07:42","date_gmt":"2018-05-18T20:07:42","guid":{"rendered":"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/?page_id=2911"},"modified":"2018-05-18T17:07:42","modified_gmt":"2018-05-18T20:07:42","slug":"carta-de-sao-paulo-online-21-nova-serie-2-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/biblioteca\/publicacoes\/carta-sp-online\/carta-de-sao-paulo-online-21-nova-serie-2-2\/","title":{"rendered":"Carta de S\u00e3o Paulo Online &#8211; #21 &#8211; Nova s\u00e9rie"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;2916&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;2968&#8243; img_size=&#8221;800&#215;815&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1435233845530{padding-top: 50px !important;padding-bottom: 50px !important;background-color: #f7f7f7 !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1521845468593{border-radius: 2px !important;}&#8221;][vc_custom_heading text=&#8221;Editorial&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1526822539879{border-radius: 2px !important;}&#8221;]\n<h4 style=\"text-align: right;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-2914 size-full\" src=\"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/foto_m_carmo-2.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/><strong>Maria do Carmo Dias Batista<\/strong><\/h4>\n<h4 style=\"text-align: right;\"><strong>(AME EBP\/AMP)<\/strong><\/h4>\n<h4><strong>Tudo aquilo que voc\u00ea sempre quis saber sobre \u201cFun\u00e7\u00e3o e campo&#8230;\u201d, mas tinha medo de perguntar&#8230;<\/strong><\/h4>\n<h4>1) Hoje, sessenta e cinco anos depois da publica\u00e7\u00e3o, o escrito de Jacques Lacan \u201cFun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem em psican\u00e1lise\u201d, continua sendo um texto fundamental para a Psican\u00e1lise (Teresinha N. Meirelles do Prado);<\/h4>\n<h4>2) \u201cNossa tarefa ser\u00e1 demonstrar que esses conceitos s\u00f3 adquirem pleno sentido ao se orientarem num campo de linguagem, ao se ordenarem na fun\u00e7\u00e3o da fala\u201d1.Esta afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 v\u00e1lida at\u00e9 os dias de hoje, pois o campo da linguagem continua sendo o norte para os conceitos psicanal\u00edticos [&#8230;] (Sandra Arruda Grostein);<\/h4>\n<h4>3) [&#8230;] \u201cquer se pretenda agente de cura, de forma\u00e7\u00e3o ou de sondagem, a psican\u00e1lise disp\u00f5e de apenas um meio: a fala do paciente\u201d2. E o cerne da fun\u00e7\u00e3o da fala na an\u00e1lise, destaca Lacan, reside no fato de que n\u00e3o h\u00e1 fala sem resposta, ainda que esta seja o sil\u00eancio (Teresinha N. Meirelles do Prado);<\/h4>\n<h4>4) Apesar de dedicar toda a primeira parte desse escrito \u00e0 fala vazia e \u00e0 fala plena, retoma a quest\u00e3o de quando a palavra \u00e9 palavra em Psican\u00e1lise [&#8230;]. Lacan pergunta se um grunhido \u00e9 uma palavra. E diz que um grunhido, ou uma palavra, ou um vagido [&#8230;], s\u00f3 \u00e9 uma palavra na medida em que \u00e9 endere\u00e7ada a algu\u00e9m [&#8230;]. No endere\u00e7amento ao outro h\u00e1 uma transmiss\u00e3o, fun\u00e7\u00e3o de quem ensina, e onde melhor se inscreve o valor da experi\u00eancia (C\u00e1ssia M. R. Guardado);<\/h4>\n<h4>5) [&#8230;] h\u00e1 mensagem na fala que pode ser lida nos sintomas, por\u00e9m nem todos eles se prestam a esta decifra\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, sabe-se hoje que a fala n\u00e3o se restringe a veicular uma mensagem. Lacan acrescenta, a partir do <em>Semin\u00e1rio 20, Mais, ainda,<\/em>\u00a0esta outra fun\u00e7\u00e3o da fala: \u201cAonde isto fala, isto goza e nada sabe\u201d3 (Sandra Arruda Grostein).<\/h4>\n<h4>A <em>Carta de S\u00e3o Paulo Online<\/em>, com tr\u00eas textos e dois Twitters sobre \u201cFun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem em psican\u00e1lise\u201d, oferece um <em>aggiornamento<\/em> mandat\u00f3rio para a Escola nesse momento.<\/h4>\n<h4>Vamos a ele. Boa leitura!<\/h4>\n<h5>1 LACAN, J. \u201cFun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem em psican\u00e1lise\u201d. In: Escritos. Rio de Janeiro: Zahar, 1998, p. 247.<\/h5>\n<h5>2 ________ Ibid. p. 248.<\/h5>\n<h5>3 __________ \u201cDo Barroco\u201d. In: O Semin\u00e1rio, Livro 20: Mais, ainda. Op. Cit., 1982, p. 142<\/h5>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Lendo \u201cFun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem em psican\u00e1lise\u201d, hoje&#8230;&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23a8140a&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;2918&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]<strong>\u201cFun\u00e7\u00e3o e Campo da Fala e da Linguagem em Psican\u00e1lise\u201d, hoje&#8230; e sempre<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">C\u00e1ssia M. R. Guardado (EBP\/AMP)<\/p>\n<p>Lacan, em princ\u00edpio, impedido de falar no Congresso de Roma, devido a \u201cgraves dissen\u00e7\u00f5es\u201d que implicaram em uma secess\u00e3o no grupo franc\u00eas, pode finalmente apresentar seu discurso, cujo tema era falar da fala. Diz ent\u00e3o ter sido socorrido nisso pela conting\u00eancia que o pr\u00f3prio lugar \u2013 Roma \u2013 lhe proporcionava.<\/p>\n<p>Lembrou-se que \u201cAulo G\u00e9lio, em suas Noites \u00c1ticas, dera ao local chamado de Mons Vaticanus a etimologia de vagire, que designa os primeiros balbucios da fala\u201d1. E prossegue dizendo que \u201ccaso seu discurso n\u00e3o viesse a ser nada al\u00e9m de um vagido, ao menos colheria ali o ausp\u00edcio de renovar em sua disciplina os fundamentos que ela retira da linguagem\u201d2.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a>[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Ffuncao-e-campo-da-fala-e-da-linguagem-em-psicanalise-hoje-e-sempre%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;2920&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]<strong>Revisitando a fun\u00e7\u00e3o da fala em psican\u00e1lise<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Sandra Arruda Grostein (AME EBP\/AMP)<\/p>\n<p>O texto \u201cFun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem em psican\u00e1lise\u201d publicado como relat\u00f3rio em 1953 e como livro em 1966, apresenta os fundamentos da releitura lacaniana do inconsciente freudiano, tornando o estudo do mesmo imperativo para quem se prop\u00f5e a uma forma\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise. Nele, a proposta do \u201cinconsciente estruturado como uma linguagem\u201d \u00e9 bastante aprofundada e bem ao estilo de Lacan, a partir da cr\u00edtica \u00e0 psican\u00e1lise de sua \u00e9poca, cr\u00edtica que funciona como contraponto aos seus fundamentos. Dessa forma, Lacan avan\u00e7a em sua formula\u00e7\u00e3o, num momento de cis\u00e3o institucional, ao tratar das consequ\u00eancias cl\u00ednicas e pol\u00edticas das diferen\u00e7as de entendimento dos conceitos psicanal\u00edticos. Neste contexto, Lacan prop\u00f5e:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a>[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2Frevisitando-a-funcao-da-fala-em-psicanalise%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;2925&#8243; img_size=&#8221;150&#215;150&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]<strong>Mesmo no s\u00e9culo XXI, ainda \u00e9 a partir da fala que a psican\u00e1lise opera<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Teresinha N. Meirelles do Prado (EBP\/AMP)<\/p>\n<p><strong>\u201cSeus meios s\u00e3o os da fala, na medida em que ela confere um sentido \u00e0s fun\u00e7\u00f5es do indiv\u00edduo; seu campo \u00e9 o do discurso concreto, como campo da realidade transindividual do sujeito; suas opera\u00e7\u00f5es s\u00e3o as da hist\u00f3ria, no que ela constitui a emerg\u00eancia da verdade no real\u201d1<\/strong><\/p>\n<p>Para al\u00e9m do contexto em que foi pronunciado h\u00e1 sessenta e cinco anos \u2013 em que Lacan enunciava claramente seu desacordo com a pr\u00e1tica dominante de uma IPA guiada prioritariamente por quest\u00f5es imagin\u00e1rias, a ponto de retirar-se da Sociedade Psicanal\u00edtica de Paris e fundar, naquele mesmo ano, com outros colegas, a Sociedade Francesa de Psican\u00e1lise \u2013 o chamado \u201cDiscurso de Roma\u201d, publicado nos Escritos com o t\u00edtulo \u201cFun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem em psican\u00e1lise\u201d, continua a ser um texto fundamental na psican\u00e1lise.[\/vc_column_text][vc_btn title=&#8221;Leia Mais&#8221; color=&#8221;chino&#8221; align=&#8221;center&#8221; link=&#8221;url:http%3A%2F%2Febp.org.br%2Fsp%2F2952-2%2F||target:%20_blank|&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Em twitters<br \/>\nLendo \u201cFun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem em psican\u00e1lise\u201d, hoje&#8230;&#8221; font_container=&#8221;tag:h2|text_align:center|color:%23a8140a&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;2988&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1526676777369{border-radius: 2px !important;}&#8221;]\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Por Antonia Claudete Amaral Livramento Prado<\/strong><\/p>\n<p>Nos anos cinquenta, Lacan concebe o sujeito como constitu\u00eddo pela ordem simb\u00f3lica, circulando entre os significantes que marcam o campo do Outro. A fala busca o sentido do sintoma.<\/p>\n<p>Hoje, fruto do encontro de lal\u00edngua com o corpo vivo, o ser falante rouba a cena. No campo da lal\u00edngua, a fala serve ao gozo comandado pelo S1; o Outro n\u00e3o existe \u2013 h\u00e1 Um.[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;2928&#8243; img_size=&#8221;200&#215;200&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Por Maria Marta Rodrigues Ferreira<\/strong><\/p>\n<p>No contempor\u00e2neo, n\u00e3o faltam palavras, n\u00e3o h\u00e1 aus\u00eancia de narrativa, o Outro n\u00e3o emudece; o que interroga o sujeito? A crescente virtualiza\u00e7\u00e3o da vida, a quebra entre p\u00fablico e privado, onde o falat\u00f3rio, a fala vazia, constitu\u00edda pelo v\u00e9u do sentido conduz a inautenticidade da fala, testemunha-se a n\u00e3o conex\u00e3o entre o que se diz e o que se v\u00ea, podendo assim dispensar o sujeito.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;2972&#8243; img_size=&#8221;600&#215;625&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][vc_column_text]\n<h3 style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2978 size-medium\" src=\"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Cupid-300x91.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"91\" \/>acesse: <em>http:\/\/ebp.org.br\/sp\/jornadas\/viii-jornadas\/boletim-viii-jornadas\/<\/em><\/h3>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<div id=\"channel-header-container\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"img\" class=\"style-scope yt-img-shadow aligncenter\" src=\"https:\/\/yt3.ggpht.com\/-fkPOfR9OFBs\/AAAAAAAAAAI\/AAAAAAAAAAA\/MJLghk430kw\/s288-mo-c-c0xffffffff-rj-k-no\/photo.jpg\" alt=\"\" width=\"80\" height=\"288\" \/><\/div>\n<div class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\n<h3 id=\"inner-header-container\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\" style=\"text-align: center;\">\u00a0CANAL YouTube<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\">\u00a0 \u00a0 <strong>Acesse:<\/strong>\u00a0https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCqdceAOWKhdPXWox1qXo6mg\/videos<\/h3>\n<div><\/div>\n<div id=\"sponsor-button\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<div id=\"edit-buttons\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<div id=\"other-buttons\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<\/div>\n<div id=\"links-holder\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\n<div id=\"primary-links\" class=\"style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\">\n<div class=\"icon-container style-scope ytd-c4-tabbed-header-renderer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=&#8221;Comiss\u00e3o de Acolhimento&#8221; font_container=&#8221;tag:h3|text_align:center|color:%231e73be&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<h5>\u201cAntes de mais nada, um princ\u00edpio: o psicanalista s\u00f3 se autoriza de si mesmo. (&#8230;) Isso n\u00e3o impede que a Escola garanta que um analista depende de sua forma\u00e7\u00e3o\u201d. Cinquenta anos depois, esta frase de Lacan na Proposi\u00e7\u00e3o de 9 de outubro de 1967 sobre o psicanalista da Escola, segue desafiando e colocando a trabalho aqueles que t\u00eam seu desejo causado pela psican\u00e1lise. Um enunciado que nos toca pelo que entrela\u00e7a de duas proposi\u00e7\u00f5es aparentemente contradit\u00f3rias. Se o caminho de cada analista \u00e9 o caminho solit\u00e1rio da singularidade, sua forma\u00e7\u00e3o n\u00e3o se faz sem partilhar os princ\u00edpios e as orienta\u00e7\u00f5es que sustentam a psican\u00e1lise e sua pr\u00e1xis. A Escola \u00e9, como quis Lacan, o suporte desse desejo vivo e decidido. O que \u00e9 a Escola Brasileira de Psican\u00e1lise? Qual sua rela\u00e7\u00e3o com a Escola fundada por Lacan? Qual ensino ela dispensa? O que \u00e9 ser membro de Escola e quais as formas de admiss\u00e3o? O que \u00e9 o passe? O que a Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo representa no \u00e2mbito da Escola? A comiss\u00e3o de acolhimento da Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo pode ser um primeiro contato para esclarecer essas e tantas outras quest\u00f5es que possam surgir a partir da transfer\u00eancia com a psican\u00e1lise e com o ensino de Lacan no Brasil. Se voc\u00ea deseja saber mais, entre em contato para agendar um encontro com um dos membros da Comiss\u00e3o.<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Comiss\u00e3o de Acolhimento da EBP-Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo:<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Cynthia Nunes de Freitas Farias<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Tel: 11 30856415\/ 11 981494376<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">email: <span style=\"color: #333399;\">cynthianffarias@gmail.com <\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Eliane Costa Dias<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Tel:(11) 3081.7428 \/ 99178.6359<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">email: <span style=\"color: #333399;\">delreycosta@uol.com.br <\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Paola Salinas<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Tel: (16) 997948200<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: center;\">Email: <span style=\"color: #333399;\">paolasalinas11@yahoo.com.br<\/span><\/h5>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2726 size-full\" src=\"http:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Rodap\u00e9-CSP-1.jpg\" alt=\"\" width=\"939\" height=\"367\" \/>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;2916&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;2968&#8243; img_size=&#8221;800&#215;815&#8243; alignment=&#8221;center&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1435233845530{padding-top: 50px !important;padding-bottom: 50px !important;background-color: #f7f7f7 !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1521845468593{border-radius: 2px !important;}&#8221;][vc_custom_heading text=&#8221;Editorial&#8221; use_theme_fonts=&#8221;yes&#8221;][vc_column_text css=&#8221;.vc_custom_1526822539879{border-radius: 2px !important;}&#8221;] Maria do Carmo Dias Batista (AME EBP\/AMP) Tudo aquilo que voc\u00ea sempre quis saber sobre \u201cFun\u00e7\u00e3o e campo&#8230;\u201d, mas tinha medo de perguntar&#8230; 1) Hoje, sessenta e cinco anos depois da publica\u00e7\u00e3o,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":1231,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2911","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2911","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2911"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2911\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1231"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2911"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}