{"id":14113,"date":"2026-06-01T15:18:16","date_gmt":"2026-06-01T18:18:16","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/?page_id=14113"},"modified":"2026-06-01T15:22:26","modified_gmt":"2026-06-01T18:22:26","slug":"vii-jornadas-ebp-secao-lo-a-psicanalise-e-a-estetica-do-real-ponto-2-fato-estetico-e-a-experiencia-analitica","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/jornadas\/vii-jornadas-ebp-secao-lo-a-psicanalise-e-a-estetica-do-real\/vii-jornadas-ebp-secao-lo-a-psicanalise-e-a-estetica-do-real-pontos-norteadores\/vii-jornadas-ebp-secao-lo-a-psicanalise-e-a-estetica-do-real-ponto-2-fato-estetico-e-a-experiencia-analitica\/","title":{"rendered":"VII Jornadas EBP Se\u00e7\u00e3o-LO \u2013 A psican\u00e1lise e a est\u00e9tica do real &#8211; Ponto 2 \u2013 fato est\u00e9tico e a experi\u00eancia anal\u00edtica"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;50px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;14040&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]<strong>Comiss\u00f5es das VII Jornadas da EBP-LO<\/strong><\/p>\n[vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;50px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;14040&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]<strong>Comiss\u00f5es das VII Jornadas da EBP-LO<\/strong><\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Ponto 2 \u2013 fato est\u00e9tico e a experi\u00eancia anal\u00edtica<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><em>Virg\u00ednia Carvalho<\/em><\/span><\/p>\n<blockquote><p>\u201cA m\u00fasica, os estados de felicidade, a mitologia, os rostos trabalhados pelo tempo, certos crep\u00fasculos e certos lugares querem dizer algo, ou algo disseram que n\u00e3o dever\u00edamos ter perdido, ou est\u00e3o prestes a dizer algo; essa imin\u00eancia de uma revela\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o se produz, \u00e9 talvez o fato est\u00e9tico.\u201d\u00a0Borges, 1950<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>.<\/p><\/blockquote>\n<p>Embora o psicanalista raramente se sinta \u201cestimulado a investiga\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas\u201d, ainda \u201cque ele n\u00e3o restrinja a est\u00e9tica \u00e0 doutrina do belo, mas a descreva como a doutrina das qualidades do nosso sentir\u201d (Freud, 1919\/2020, p.29), quando o faz, ele se depara, assim como Borges, com aquilo que n\u00e3o \u00e9 de interesse da est\u00e9tica cl\u00e1ssica: o <em>infamiliar<\/em>. Para Freud (1919\/2020), o psicanalista nada ir\u00e1 encontrar nas meticulosas exposi\u00e7\u00f5es da est\u00e9tica que se ocupam do belo e dos sentimentos positivos. J\u00e1 no campo do <em>infamiliar,<\/em> apresentam-se os sentimentos repugnantes, contradit\u00f3rios e penosos, a ang\u00fastia, o real do gozo, e isso est\u00e1 no cora\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica psicanal\u00edtica.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, a psican\u00e1lise foi inventada a partir dos dejetos do mental: o sonho, o lapso, o ato falho, os chistes, o sintoma (Miller, 2010). Onde at\u00e9 ent\u00e3o se buscava uma salva\u00e7\u00e3o pelos ideais, Freud prop\u00f4s uma via completamente in\u00e9dita, a da \u201csalva\u00e7\u00e3o pelos dejetos\u201d. O dejeto, de acordo com Miller (2010), \u00e9 o que os alquimistas chamavam de <em>caput mortuum<\/em>, aquilo que cai, que tomba, quando por outro lado algo se eleva. \u00c9 o que se evacua, que \u00e9 informe, um peda\u00e7o, uma pe\u00e7a avulsa. Em alguns tipos de arte, como o surrealismo, h\u00e1 o que ele nomeou de uma \u201cesteticiza\u00e7\u00e3o do dejeto\u201d, ou seja, um tratamento est\u00e9tico dado ao dejeto.<\/p>\n<p>Dizer que na experi\u00eancia psicanal\u00edtica h\u00e1 uma \u201csalva\u00e7\u00e3o pelos dejetos\u201d n\u00e3o corresponde \u00e0 uma estetiza\u00e7\u00e3o, pois o ato anal\u00edtico n\u00e3o visa embelezar, harmonizar ou enquadrar o dejeto para que ele caiba em algum universal. Lacan chega a demarcar, em seu Semin\u00e1rio 15, que o ato anal\u00edtico \u00e9 o que acontece exatamente quando sa\u00edmos do universal.<\/p>\n<p>A psican\u00e1lise n\u00e3o \u00e9 uma <em>Weltanchaung<\/em>, n\u00e3o \u00e9 uma vis\u00e3o de mundo, j\u00e1 dizia Freud (1933\/1996). Tampouco \u00e9 uma filosofia. Para o Lacan dos anos 50 (1958\/1998), \u201ca psican\u00e1lise s\u00f3 se aplica, em sentido pr\u00f3prio, como tratamento, e, portanto, a um sujeito que fala e que ouve\u201d (p.758). Em 1977, na abertura da Se\u00e7\u00e3o Cl\u00ednica em Vincennes \u2013 mencionada por Jacques Allain Miller ao nos contar sobre o tema do pr\u00f3ximo Congresso da AMP \u2013 Lacan foi categ\u00f3rico: \u201cO que \u00e9 a cl\u00ednica psicanal\u00edtica? N\u00e3o \u00e9 complicado, a cl\u00ednica tem uma base: \u00e9 o que se diz em uma psican\u00e1lise\u201d. Al\u00e9m disso, a cl\u00ednica psicanal\u00edtica deve consistir em interrogar n\u00e3o somente a an\u00e1lise, mas aos analistas, a fim de que prestem contas do que sua pr\u00e1tica tem de arriscada, que justifique a exist\u00eancia de Freud (Lacan, 1977). \u00c9 nessa perspectiva que Lacan considera a cl\u00ednica\u00a0psicanal\u00edtica como \u201co real enquanto imposs\u00edvel de suportar\u201d. A palavra suportar carrega tanto a dimens\u00e3o de peso, carga, sofrimento, como a de corpo, pois \u201cpara suportar, \u00e9 preciso um corpo\u201d (Brodsky, 2024). Assim, est\u00e1 em jogo a dimens\u00e3o das urg\u00eancias que o analisante suporta, mas tamb\u00e9m a experi\u00eancia cotidiana do analista com o real e suas pe\u00e7as soltas.<\/p>\n<p>Embora o real seja um termo intuitivo para cada um dos que vivem no s\u00e9culo XXI, como prop\u00f5e Miller (2014), Lacan deu um uso pr\u00f3prio a essa palavra e que nem sempre \u00e9 o mesmo. Podemos considerar que o real \u00e9 o que \u00e9 desprovido de sentido e n\u00e3o corresponde a nenhum querer dizer: \u201cn\u00e3o \u00e9 um cosmo, n\u00e3o \u00e9 um mundo, nem uma ordem; \u00e9 um peda\u00e7o, um fragmento assistem\u00e1tico porque separado do saber ficcional produzido a partir desse encontro\u201d(Miller, 2014).\u00a0O sentido lhe escapa e os discursos n\u00e3o passam de defesas ao real, de modo que se h\u00e1 doa\u00e7\u00e3o de sentido, ou estamos diante de uma elucubra\u00e7\u00e3o da fantasia ou de uma constru\u00e7\u00e3o delirante. A\u201cimin\u00eancia de uma revela\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se produz\u201d indicada por Borges n\u00e3o seria uma boa defini\u00e7\u00e3o do real lacaniano?<\/p>\n<p>J\u00e9sus Santiago (2024), nosso convidado das pr\u00f3ximas Jornadas, nos indica que \u201cface ao sil\u00eancio do real e da n\u00e3o operatividade da fun\u00e7\u00e3o significante, resta-nos o recurso do imagin\u00e1rio que agora se pode agregar a ele, o recurso do corpo que, segundo o ultim\u00edssimo ensino, se constitui sob o modo do \u201ctecido do inconsciente\u201d\u201d. \u00c9 por se endere\u00e7ar a esse tecido, composto \u201cde fios, malhas, entrela\u00e7amentos e furos\u201d que a experi\u00eancia da an\u00e1lise n\u00e3o \u00e9 uma mera abstra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O imagin\u00e1rio comparece na experi\u00eancia anal\u00edtica, assim como sua esfolia\u00e7\u00e3o. Sobre esse termo, que tamb\u00e9m \u00e9 caro \u00e0 cosmetologia ou a medicina, no sentido de extrair as partes necrosadas, Miller (2023) indica: \u201cesfoliar uma planta \u00e9 fazer cair suas folhas\u201d, ou seja, esfoliar-se \u00e9 desprender-se folha por folha, parcela por parcela. <em>Ex-folie<\/em> tamb\u00e9m pode ser lido como extrair a loucura do imagin\u00e1rio, se tomamos o significante em franc\u00eas. Em seu Semin\u00e1rio 26, Lacan indica que a esfolia\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio ocorre quando ele se reduz \u00e0 fantasia fundamental, esta que funciona tanto como uma tela que tampona o real, como uma janela que permite uma abertura para o real (Miller, 2011).<\/p>\n<p>Constru\u00e7\u00e3o, redu\u00e7\u00e3o e travessia da fantasia s\u00e3o operadores cl\u00ednicos da psican\u00e1lise, assim como a identifica\u00e7\u00e3o ao <em>sinthome<\/em>, que inclui o saber se virar com a pr\u00f3pria imagem e com o real do gozo, este inelimin\u00e1vel. E \u00e9 por permitir a travessia do plano dos ideais (Lacan, 1964), em dire\u00e7\u00e3o ao <em>saber fazer<\/em> com a viv\u00eancia pulsional, isso que escapa a qualquer harmoniza\u00e7\u00e3o, que podemos localizar na psican\u00e1lise uma cl\u00ednica do real.<\/p>\n<p>Nessa dire\u00e7\u00e3o, o relato de um caso cl\u00ednico precisa partir da \u201cdiversidade mesma das vias na qual cada um se defronta com o real em jogo em cada caso\u201d (Laurent, 2003, p.74). Desse modo, a est\u00e9tica do <em>infamiliar<\/em> se apresenta no caso cl\u00ednico, j\u00e1 que a pr\u00f3pria etimologia da palavra \u201ccaso\u201d nos leva ao latim <em>cadere<\/em>, que significa \u201ccair, declinar, perecer\u201d. Como indica Miller (2017), o caso n\u00e3o existe <em>a priori<\/em>, e \u201cexpor um caso cl\u00ednico como se fosse de um paciente \u00e9 uma fic\u00e7\u00e3o; \u00e9 o resultado de uma objetividade que \u00e9 fingida porque estamos implicados, ainda que seja pelos efeitos da transfer\u00eancia\u201d. O controle busca \u201clavar as esc\u00f3rias remanescentes que interferem no tratamento\u201d ao tentar apagar do caso as singularidades do analista para que possa sonhar o analisante.<\/p>\n<p>Escrever um caso cl\u00ednico requer, portanto, uma constru\u00e7\u00e3o. Trata-se de dar lugar \u00e0 leitura do sintoma e ao modo como o analista respondeu ao caso \u201cque \u00e9 sempre, de uma certa forma, um \u2018caso de urg\u00eancia\u2019\u201d(Laurent, 2003, p.74). Nessa dire\u00e7\u00e3o, a proposta desse eixo 2 \u00e9 a de valorizar o real em jogo na cl\u00ednica, dando lugar, nessas <em>Jornadas<\/em>, ao que nos ensinam os casos e suas diversas maneiras de lidar com o real, seja pela est\u00e1tica da fantasia ou pela est\u00e9tica do <em>sinthome<\/em>, nas diferentes estruturas e tipos cl\u00ednicos.<\/p>\n<p>Como, em sua pr\u00e1tica, os analistas t\u00eam se defrontado com o feio, o diferente, o inquietante, o estranho, o abjeto, o indigno, o <em>infamiliar<\/em>&#8230; o dejeto e suas manifesta\u00e7\u00f5es, tais como a ang\u00fastia, a c\u00f3lera, a inibi\u00e7\u00e3o e os sintomas da vida contempor\u00e2nea? Que solu\u00e7\u00f5es, sublimes ou n\u00e3o, os <em>falasseres<\/em> tem encontrado para lidar com a \u201cimin\u00eancia de uma revela\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se produz\u201d(Borges, 1999)?<\/p>\n<p>Convidamos a todos aqueles que desejam se debru\u00e7ar sobre <em>isso<\/em> <em>que cai<\/em> da experi\u00eancia anal\u00edtica, a formalizar suas constru\u00e7\u00f5es e \u201csalva\u00e7\u00f5es pelos dejetos\u201d, mostrando-nos as maneiras pelas quais a psican\u00e1lise n\u00e3o visa o apagamento, tamponamento ou embelezamento do real, mas sim a que o <em>falasser<\/em> possa encontrar no mundo um lugar para sua maneira singular de viver a puls\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Borges, J. L. (1999). A muralha e os livros. In <em>Outras inquisi\u00e7\u00f5es<\/em>. Globo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Brodsky, G. (2024). <em>A cl\u00ednica e o real<\/em>. https:\/\/www.congresamp2014.com\/ pt\/template.php?file=Textos\/La-clinica-y-lo-real_Graciela-Brodsky.html<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Freud, S. (2020). <em>Infamiliar<\/em>. Aut\u00eantica. (Obra original publicada em 1919).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Freud, S. (1996). Confer\u00eancia XXXV: A quest\u00e3o de uma Weltanschauung. In <em>Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud<\/em> (Vol. 22). Imago. (Obra original publicada em 1933)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Lacan, J. (1998). Juventude de Gide. In <em>Escritos<\/em>. Jorge Zahar. (Obra original publicada em 1958).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Lacan, J. (1998). <em>O Semin\u00e1rio: livro 11. Os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise<\/em>. Jorge Zahar. (Obra original publicada em 1964).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Lacan, J. (1977). Abertura da Sess\u00e3o Cl\u00ednica. <em>Ornicar?<\/em>, (9), 7\u201314.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Lacan, J. (1977-78). <em>Le s\u00e9minaire, livre 25: Le moment de conclure. <\/em>(Trabalho in\u00e9dito).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Miller, J.-A. (2010). A salva\u00e7\u00e3o pelos dejetos. <em>Correio: Revista da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise<\/em>, (67), 19.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Miller, J.-A. (2011). <em>O ser e o um: Os cursos psicanal\u00edticos de J.-A. Miller<\/em>. Escola Brasileira de Psican\u00e1lise. Manuscrito in\u00e9dito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Miller, J.-A. (2012). <em>El ultim\u00edsimo Lacan<\/em>. Paid\u00f3s,<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Miller, J.-A. (2014). <em>Apresenta\u00e7\u00e3o do tema do IX Congresso da AMP<\/em>. https:\/\/congresamp2014.com\/pt\/template.php?file=Textos\/Presentation-du-theme_Jacques-Alain-Miller.html<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Santiago, J. (2024). <em>O Imagin\u00e1rio na cl\u00ednica do sinthoma<\/em>. https:\/\/www.jornadaebpmg.com.br\/2024\/o-imaginario-na-clinica-do-sinthoma\/<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Borges escreve essa frase em \u201cA muralha e os livros\u201d, texto que escreve a partir da constata\u00e7\u00e3o de que o mesmo imperador que ordenou a edifica\u00e7\u00e3o da quase infinita muralha chinesa foi\u00a0 que mandou queimar todos os livros anteriores a ele. Trata-se de Che Huang-ti.<\/span><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;50px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;14040&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Comiss\u00f5es das VII Jornadas da EBP-LO [vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;50px&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;14040&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Comiss\u00f5es das VII Jornadas da EBP-LO Ponto 2 \u2013 fato est\u00e9tico e a experi\u00eancia anal\u00edtica Virg\u00ednia Carvalho \u201cA m\u00fasica, os estados de felicidade, a mitologia, os rostos trabalhados pelo tempo, certos crep\u00fasculos e certos lugares querem dizer algo, ou algo disseram que n\u00e3o dever\u00edamos ter&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":14107,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-14113","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/14113","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14113"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/14113\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14120,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/14113\/revisions\/14120"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/14107"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14113"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}