{"id":11938,"date":"2022-03-15T18:28:55","date_gmt":"2022-03-15T21:28:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ebp.org.br\/slo\/?page_id=11938"},"modified":"2022-03-15T18:28:55","modified_gmt":"2022-03-15T21:28:55","slug":"eixos-de-trabalho","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/jornadas\/iii-jornadas-ebp-secao-lo-o-misterio-da-sexuacao\/eixos-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Eixos de trabalho"},"content":{"rendered":"<p>Eixos de trabalho das III Jornadas da SLO<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>O MIST\u00c9RIO DA SEXUA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #003366;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>EIXO I \u2013 A SEXUALIDADE EM FREUD<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>No alvorecer do s\u00e9culo XX, Freud anunciava a Psican\u00e1lise enquanto pr\u00e1tica de tratamento paralelo aos modos e preceitos praticados pela medicina da \u00e9poca.<\/p>\n<p>Inaugurada pela mulher, a cl\u00ednica psicanal\u00edtica logo derivou seu <em>leitmotiv<\/em> \u00e0 quest\u00e3o da sexualidade.<\/p>\n<p>Partindo de uma no\u00e7\u00e3o de sexualidade presente desde sempre, Freud promove a inf\u00e2ncia ao ponto de partida para a investiga\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o da sexualidade humana, bem como, por efeito, escandaliza o senso comum, \u00e0 \u00e9poca, que preconizava a inf\u00e2ncia como um est\u00e1gio ainda livre dos rumores do sexo e do corpo.<\/p>\n<p>Ao romper com a blindagem angelical onde ent\u00e3o repousava a inf\u00e2ncia, Freud n\u00e3o s\u00f3 anuncia a vig\u00eancia da sexualidade infantil, como tamb\u00e9m descortina o modo como isso se efetua, ou seja, o corpo infantil como lugar mor de prazeres difusos, de desmesura sexual. \u00c9 verdade, um gozo sem ainda as marca\u00e7\u00f5es efetivas da linguagem e da cultura, o que lhe confere (a esse gozo) uma express\u00e3o desordenada, toda vigente. Isso foi sintetizado na express\u00e3o \u201cpolimorfia sexual\u201d, quando a puls\u00e3o ainda contava deveras desorientada, por isso \u201cperversa\u201d.<\/p>\n<p>Freud acoplou ao seu m\u00e9todo de investiga\u00e7\u00e3o e tratamento, ao seu construto te\u00f3rico, o conceito de falo \u2014 repercuss\u00e3o imagin\u00e1ria da diferen\u00e7a anat\u00f4mica entre os sexos \u2014 e, da literatura m\u00edtica, importou da personagem de \u00c9dipo, acess\u00f3rios conceituais que viriam a ser, mais tarde, os eixos da sustenta\u00e7\u00e3o basal do edif\u00edcio te\u00f3rico psicanal\u00edtico, juntamente com os conceitos de inconsciente e castra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De in\u00edcio, a psican\u00e1lise exigiu um esfor\u00e7o de artesania conceitual.<\/p>\n<p>Isso posto, podemos pensar que falo, complexo de \u00c9dipo, inconsciente e castra\u00e7\u00e3o foram as roldanas nucleares forjadas por Freud, por onde se movimentam as cordas pulsionais que sustentam esse desequil\u00edbrio est\u00e1vel que temos por tradi\u00e7\u00e3o nominar como sexualidade.<\/p>\n<p>Pela vastid\u00e3o do que a realidade atual apresenta, isso, por si s\u00f3, pede palavras esclarecidas\u2026<\/p>\n<h6>Ary Farias<br \/>\nEBP\/AMP<\/h6>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #003366;\"><strong>EIXO II \u2013 PARCERIAS SINTOM\u00c1TICAS<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>O parceiro-sintoma \u00e9 aquele a quem se tem algo a dizer, por estar, por assim dizer, atravessado na garganta, \u00e9 o que vem das v\u00edsceras, o visceral. Fonte de um profundo desprazer e de um prazer intenso, o parceiro-sintoma \u00e9 aquele que se tornou o \u201co imposs\u00edvel de suportar\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, ainda que dele seja, igualmente, imposs\u00edvel de separar-se. Assim, <em>\u201co verdadeiro parceiro do falasser \u00e9 o seu real, \u00e9 o que resiste\u201d<\/em><a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. O que a an\u00e1lise pode fazer a\u00ed?<\/p>\n<p>\u00c9 no n\u00edvel das parcerias sintom\u00e1ticas que se evidencia o que Lacan desenvolve em seu <em>Semin\u00e1rio 20, mais ainda<\/em>: a linguagem n\u00e3o se serve \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o, mas ao gozo do corpo. Cada palavra, pensada ou dita pelo falasser, vincula um gozo que afeta e perturba seu corpo e se estende <em>\u201cpor toda parte\u201d<\/em><a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a> em sua vida. A no\u00e7\u00e3o de parceria sintom\u00e1tica est\u00e1, assim, calcada numa perspectiva em que <em>\u201co inconsciente \u00e9 que o ser, falando, goza\u201d<\/em><a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>. Como poder\u00edamos compreender essa mudan\u00e7a de perspectiva?<\/p>\n<p>Essa perspectiva \u00e9 a mesma que decorre da inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual, que se traduz no fato de que os parceiros n\u00e3o se entendem, pois n\u00e3o h\u00e1 di\u00e1logo poss\u00edvel entre eles. O la\u00e7o entre eles n\u00e3o se estrutura pelo discurso, mas pelo gozo sintom\u00e1tico que vem enodar um ao outro l\u00e1 onde o significante falha em faz\u00ea-lo. Assim, <em>\u201ccada vez que se estabelece para algu\u00e9m o que parece ser uma rela\u00e7\u00e3o sexual, \u00e9, na verdade, uma rela\u00e7\u00e3o sintom\u00e1tica\u201d<\/em><a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. Como se d\u00e1, na singularidade de cada um, o enodamento sintom\u00e1tico?<\/p>\n<p>A no\u00e7\u00e3o de parceiro-sintoma foi proposta por Jacques-Alain Miller em seu Curso <em>El partenaire-s\u00edntoma<\/em>. Ela foi forjada para substituir a rela\u00e7\u00e3o de desejo entre um sujeito e o Outro pela rela\u00e7\u00e3o de gozo entre dois corpos vivos e sexuados. <em>\u201cFoi assim que propus o termo parceiro-sintoma como sim\u00e9trico a parletre (falasser), destinado a substituir \u00e0 parceria constitu\u00edda pelo sujeito barrado e o Outro\u201d<\/em><a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>. Aqui tamb\u00e9m perguntamos pelas consequ\u00eancias dessa mudan\u00e7a te\u00f3rica.<\/p>\n<p>O sujeito barrado pode se articular com um objeto na fantasia ($\u25ca<em>a<\/em>), mas a parceria sintom\u00e1tica sup\u00f5e um mais al\u00e9m de toda rela\u00e7\u00e3o significante, sup\u00f5e dois corpos sexuados que se vinculam por meio do gozo sintom\u00e1tico:<\/p>\n<p>Corpo sexuado do falasser \u02c2 \u03a3 \u02c3 Corpo sexuado do outro<\/p>\n<p>A no\u00e7\u00e3o de parceiro-sintoma constitui, portanto, uma refer\u00eancia fundamental para pensarmos o \u201cMist\u00e9rio da Sexua\u00e7\u00e3o\u201d, tema da pr\u00f3xima Jornada da Se\u00e7\u00e3o Leste-Oeste da EBP. Se o gozo sintom\u00e1tico \u00e9 aquele que n\u00e3o pode ser curado, podemos, em nossas indaga\u00e7\u00f5es, partir da ideia de que <em>\u201cfazer uma an\u00e1lise \u00e9 cernir e liberar a maneira que cada um se deparou com o enigma sexual. \u00c9 esclarecer o modo que o inconsciente interpretou este enigma e encontrar uma melhor maneira de fazer com ele\u201d<\/em><a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>.<\/p>\n<h6>Cristiano Pimenta<br \/>\nEBP\/AMP<\/h6>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #003366;\"><strong>EIXO III \u2013 O SEXO NA PSICOSE<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>H\u00e1 sexo nas psicoses, mas sempre ocorrem quest\u00f5es sobre a constitui\u00e7\u00e3o da vida sexual nessa estrutura.<\/p>\n<p>Se a foraclus\u00e3o do Nome-do-Pai (P0) n\u00e3o possibilita ao sujeito a incid\u00eancia da significa\u00e7\u00e3o f\u00e1lica (\uf0460), ele n\u00e3o se situa simbolicamente na partilha dos sexos, ou seja, no drama entre ser ou ter o falo. Na aus\u00eancia dessa opera\u00e7\u00e3o o objeto <em>a<\/em> n\u00e3o sofre extra\u00e7\u00e3o. Como pensar a sexualidade nesses casos sem a conforma\u00e7\u00e3o da fantasia fundamental?<\/p>\n<p>A partir da n\u00e3o incid\u00eancia do significante privilegiado que ordena a entrada do sujeito na linguagem, articulando <em>lal\u00edngua<\/em> e la\u00e7o social, observa-se a emerg\u00eancia de um gozo fora do limite f\u00e1lico, gozo outro, apontado como o \u201cempuxo \u00e0 mulher\u201d.<\/p>\n<p>O gozo sexual se organiza a partir do imagin\u00e1rio, da experi\u00eancia de um corpo sem refer\u00eancia ao falo, requerendo inven\u00e7\u00f5es singulares na constitui\u00e7\u00e3o da vida sexual. \u00c9 poss\u00edvel localizar o psic\u00f3tico no quadro da sexua\u00e7\u00e3o de Lacan<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>?<\/p>\n<p>\u00c9 preciso levar em conta que avan\u00e7amos muito nesse terreno e que a cl\u00ednica se mostrou continu\u00edsta com o advento do \u201cconceito\u201d de psicose ordin\u00e1ria, proposto por Jacques-Alain Miller.<\/p>\n<p>A quarta externalidade trabalhada por Miller<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>, que concerne \u00e0 sexualidade, mant\u00e9m a orienta\u00e7\u00e3o de que \u00e9 preciso buscar os pequenos sinais \u201cde uma desordem provocada na jun\u00e7\u00e3o mais \u00edntima do sentimento de vida do sujeito\u201d<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>, quando se trata de definir um diferencial estrutural.<\/p>\n<p>Essa orienta\u00e7\u00e3o nos remete a Freud, aos casos cl\u00e1ssicos, no sentido de nos perguntarmos como \u00e9 que o sexo adv\u00e9m nas psicoses.<\/p>\n<h6>Romulo Ferreira da Silva<br \/>\nAME\/AMP<\/h6>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #003366;\"><strong>EIXO IV \u2013 F\u00d3RMULAS DA SEXUA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>Lacan recorre a escrituras l\u00f3gicas para explicar como se d\u00e1 a sexua\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>, a partir da fun\u00e7\u00e3o f\u00e1lica, \uf046x, situando os que se dizem homens no regime dessa fun\u00e7\u00e3o: para todo x, \uf046x, tendo no horizonte ao menos um que n\u00e3o se submeteria \u00e0 castra\u00e7\u00e3o: existe um x tal que n\u00e3o \uf046x. A n\u00e3o rela\u00e7\u00e3o entre os sexos \u00e9 recoberta pela castra\u00e7\u00e3o imputada ao pai. Mas Lacan n\u00e3o escreveu, para o que concerne \u00e0s mulheres, para todo x, n\u00e3o \uf046x. Ele escreveu, e \u00e9 muito mais sutil, a nega\u00e7\u00e3o sobre o todo: n\u00e3o todo x, \uf046x. N\u00e3o toda mulher se submete \u00e0 castra\u00e7\u00e3o, algo na mulher escapa \u00e0 castra\u00e7\u00e3o. \u00c9 a\u00ed que se situa o mist\u00e9rio do gozo feminino, para al\u00e9m do falo. Lacan o percebeu atrav\u00e9s da mulher, mas generalizar esta f\u00f3rmula lhe permitiu destacar o que chamou de sinthoma<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a>, o modo de gozo singular de cada um, para al\u00e9m ou resto da fun\u00e7\u00e3o f\u00e1lica.<\/p>\n<p>A todo ser falante \u00e9 permitido, seja ele provido ou n\u00e3o dos atributos da masculinidade &#8211; atributos que restam a determinar &#8211; inscrever-se nesta parte. Se ele se inscreve nela, n\u00e3o permitir\u00e1 nenhuma universalidade, ser\u00e1 n\u00e3o-todo, no que tem a op\u00e7\u00e3o de se colocar na fun\u00e7\u00e3o f\u00e1lica ou n\u00e3o. Junto com n\u00e3o todo x, \uf046x, temos a f\u00f3rmula: n\u00e3o existe x tal que n\u00e3o \uf046x, a nega\u00e7\u00e3o da exce\u00e7\u00e3o. Por n\u00e3o haver uma exce\u00e7\u00e3o que funde o todo, estamos no regime do n\u00e3o-todo.<\/p>\n<p>Do lado masculino, Lacan escreve $ e \uf046. $, seja ele homem ou mulher, tem como parceiro o objeto <em>a <\/em>inscrito do outro lado da barra, objeto de sua fantasia. Do lado feminino situamos o que, impropriamente, chamamos a mulher, pois \u023a significa que n\u00e3o h\u00e1 um significante para nome\u00e1-la. O significante do Outro s\u00f3 pode continuar sendo sempre Outro: S(\u023a). A mulher tem rela\u00e7\u00e3o com S(\u023a), gozo enigm\u00e1tico, e \u00e9 nisso que ela se duplica, pois, por outro lado, ela pode ter rela\u00e7\u00e3o com o \uf046, do outro lado da barra. Na rela\u00e7\u00e3o com S(\u023a), uma mulher goza do que escapa \u00e0 medida e tende \u00e0 infinitude. Por isso, Lacan situa os m\u00edsticos desse lado, sejam eles homens ou mulheres.<\/p>\n<p>Por mais que a diversidade de modos de gozar se multiplique, as f\u00f3rmulas da sexua\u00e7\u00e3o escrevem o imposs\u00edvel da rela\u00e7\u00e3o entre o Um do gozo de cada um e o Outro como alteridade absoluta.<\/p>\n<h6>Elisa Alvarenga<br \/>\nAME\/AMP<\/h6>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Miller, J.-A., Certain probl\u00e8me de couple; In: <a href=\"https:\/\/www.causefreudienne.net\/certains-problemes-de-couple\/\">https:\/\/www.causefreudienne.net\/certains-problemes-de-couple\/<\/a><br \/>\n<a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Miller, J.-A., Certain probl\u00e8me de couple; In: <a href=\"https:\/\/www.causefreudienne.net\/certains-problemes-de-couple\/\">https:\/\/www.causefreudienne.net\/certains-problemes-de-couple\/<\/a><br \/>\n<a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Miller, J. -A., El partenaire-s\u00edntoma, Buenos Aires, Paid\u00f3s, 2008, p. 397.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Idem, p. 128.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Miller, J.-A., L\u2019invention du partenaire. In: https:\/\/www.causefreudienne.net\/linvention-du-partenaire\/#:~:text=C&#8217;est%20le%20petit%20morceau,pour%20chacun%20un%20partenaire%20essentie<br \/>\n<a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Miller, J.-A., El partenaire-s\u00edntoma; Paid\u00f3s; 2008; Buenos Aires, p. 401.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Miller, J.-A., L\u2019invention du partenaire; In: https:\/\/www.causefreudienne.net\/linvention-du-partenaire\/#:~:text=C&#8217;est%20le%20petit%20morceau,pour%20chacun%20un%20partenaire%20essentie<br \/>\n<a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a>\u00a0 LACAN, J. O Semin\u00e1rio, Livro 20: Mais, ainda. Rio de Janeiro. 1985.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> MILLER. J-A. Efeito do retorno \u00e0 psicose ordin\u00e1ria (2009). In BATISTA, M.C.D.;LAIA, S. (Orgs.) A Psicose Ordin\u00e1ria: a Conven\u00e7\u00e3o de Antibes. Belo Horizonte. Scriptum. 2012.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> LACAN, J.(1998[1955-1956]) \u201cDe uma quest\u00e3o preliminar a todo tratamento poss\u00edvel da psicose\u201d. In: Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> Lacan, J. <em>Mais, ainda. <\/em>RJ, Zahar, 1985, p. 105.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> Miller, J.-A. <em>L&#8217;Un tout seul. <\/em>Li\u00e7\u00e3o de 02.03.2011.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eixos de trabalho das III Jornadas da SLO \u00a0O MIST\u00c9RIO DA SEXUA\u00c7\u00c3O \u00a0EIXO I \u2013 A SEXUALIDADE EM FREUD No alvorecer do s\u00e9culo XX, Freud anunciava a Psican\u00e1lise enquanto pr\u00e1tica de tratamento paralelo aos modos e preceitos praticados pela medicina da \u00e9poca. 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