{"id":10885,"date":"2020-02-21T16:21:35","date_gmt":"2020-02-21T19:21:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ebp.org.br\/slo\/?page_id=10885"},"modified":"2020-02-21T16:21:35","modified_gmt":"2020-02-21T19:21:35","slug":"jornadas-da-slof","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/slo\/jornadas\/jornadas-da-slof\/","title":{"rendered":"I JORNADAS da SLO(f)"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]As primeiras Jornadas da SLO(f) ocorrer\u00e3o nos dias 09 e 10 de outubro de 2020, na sede da Alian\u00e7a Francesa, em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Contaremos com os produtos do trabalho em Cartel, c\u00e9lula da Escola de Lacan, que orientar\u00e3o os pr\u00f3ximos passos dessa nova iniciativa da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>Nosso convidado \u00e9 Romildo do R\u00eago Barros, AME (Analista Membro da Escola), da EBP\/Associa\u00e7\u00e3o Mundial de Psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>Em breve, enviaremos maiores informa\u00e7\u00f5es.[\/vc_column_text][vc_separator color=&#8221;juicy_pink&#8221;][vc_column_text]\n<h5><span style=\"color: #993300;\">APRESENTA\u00c7\u00c3O DA I JORNADA SLOF<\/span><\/h5>\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong><em>COMO SE FORMA UM ANALISTA<\/em><\/strong><\/span><\/h3>\n<h6>Dias 09 e 10 de outubro de 2020<br \/>\nBRAS\u00cdLIA-DF<br \/>\nCOORDENA\u00c7\u00c3O GERAL: Ord\u00e1lia Alves Junqueira (EBP-AMP)<\/h6>\n<p>Neste 09 de junho de 2020, la\u00e7amos a I Jornada da SLOf com o tema COMO SE FORMA UM ANALISTA. Ord\u00e1lia Junqueira, que coordenar\u00e1 estas Jornadas, abriu a noite ressaltando a import\u00e2ncia deste acontecimento para a EBP, pois ser\u00e1 a primeira vez que se far\u00e1 um evento da EBP na capital do Brasil. A proposta ser\u00e1 dizer, na capital federal, \u201c<strong><em>Como se forma um analista\u201d <\/em><\/strong>e, uma boa forma de faz\u00ea-lo seria nos valermos do cartel &#8211; um dos dispositivos da Escola de Lacan que enla\u00e7ada a <em>forma\u00e7\u00e3o do analista<\/em>. Ord\u00e1lia recorreu a Lacan em seu Ato de Funda\u00e7\u00e3o, para justificar sua assertiva: \u201cEsse objetivo de trabalho \u00e9 indissoci\u00e1vel de uma forma\u00e7\u00e3o a ser dispensada [&#8230;]\u201d.<\/p>\n<p>Ord\u00e1lia trouxe, de in\u00edcio, o significante \u201cform(a)\u00e7\u00e3o\u201d que, aplicado \u00e0 psican\u00e1lise, no sentido mais cl\u00e1ssico, inclui a tr\u00edade: <em>an\u00e1lise pessoal, supervis\u00e3o e ensino. <\/em>Quando se fala <em>forma\u00e7\u00e3o anal\u00edtica<\/em>, evoca-se o <em>Um<\/em>, a singularidade. Em resposta \u00e0 quest\u00e3o sobre <em>Como come\u00e7ou tudo para mim? <\/em>Pode-se dizer: pelo melhor caminho, ou seja, pelo sintoma, pois n\u00e3o h\u00e1 psicanalista sem an\u00e1lise. A an\u00e1lise <em>pessoal <\/em>aparece como uma \u201cobrigatoriedade\u201d na <em>forma\u00e7\u00e3o do analista. <\/em>Freud j\u00e1 advertia que <em>o analista s\u00f3 consegue ir com seu paciente at\u00e9 aonde chegou em sua pr\u00f3pria an\u00e1lise<\/em>!<\/p>\n<p>Ord\u00e1lia nos trouxe que pode-se dizer que o l\u00f3cus dessa <em>forma\u00e7\u00e3o <\/em>\u00e9 a ESCOLA que disp\u00f5e de seus dispositivos: os <em>Cart\u00e9is<\/em>; o <em>Ensino<\/em>, a <em>Biblioteca e suas publica\u00e7\u00f5es<\/em>, <em>o Instituto<\/em>; e de um procedimento original: o <em>Passe, <\/em>instancia de garantia de forma\u00e7\u00e3o <em>para recolher o valor did\u00e1tico de uma an\u00e1lise<\/em>. Assim, o trilho <em>de forma\u00e7\u00e3o <\/em>que a Escola nos orienta.<\/p>\n<p>Ela nos fez um hist\u00f3rico (epist\u00eamico) de Freud a Lacan &#8211; [&#8230;] <em>a psican\u00e1lise <\/em>[&#8230;] <em>nada mais tem de mais seguro para fazer valer em seu ativo do que a produ\u00e7\u00e3o de psicanalista <\/em>[&#8230;]\n<p>(Lacan, 1964). Passou por Freud em <em>\u201cA quest\u00e3o da an\u00e1lise leiga\u201d<\/em> (1927), por Lacan em <em>Variantes do tratamento-padr\u00e3o <\/em>(1955), em \u201cA <em>dire\u00e7\u00e3o do tratamento&#8230;\u201d <\/em>(1958), al\u00e9m dos textos institucionais como Ato de Funda\u00e7\u00e3o e Proposi\u00e7\u00e3o de 09 de outubro de 1967 para ressaltar a import\u00e2ncia da <em>forma\u00e7\u00e3o do analista<\/em>, pois, para Lacan, a ignor\u00e2ncia n\u00e3o deve ser entendida como uma aus\u00eancia de saber, mas como uma <em>paix\u00e3o do ser<\/em>, sendo que \u00e9 \u201cjustamente a\u00ed que reside a <em>paix\u00e3o<\/em>, que deve dar sentido a toda <em>forma\u00e7\u00e3o anal\u00edtica<\/em>.\u201d<\/p>\n<p>Ord\u00e1lia tamb\u00e9m nos lembra que, na \u201csitua\u00e7\u00e3o anal\u00edtica\u201d, o analista tamb\u00e9m tem que pagar: paga com palavras, via <strong><em>interpreta\u00e7\u00e3o <\/em><\/strong>(na t\u00e1tica); paga com sua pessoa, na medida que a empresta \u00e0 <strong><em>transfer\u00eancia <\/em><\/strong>(na estrat\u00e9gia) e, tamb\u00e9m, paga com <em>seu ser<\/em>, em seu ju\u00edzo mais \u00edntimo, movido pela \u00e9tica do <strong><em>desejo do analista <\/em><\/strong>(na pol\u00edtica), lembrando que \u201c[&#8230;] o analista \u00e9 menos livre em sua estrat\u00e9gia do que em sua t\u00e1tica.\u201d<\/p>\n<p>No <em>Ato de funda\u00e7\u00e3o <\/em>(da Escola Francesa de Psican\u00e1lise), Lacan (1964)12 faz a pergunta central da Escola: \u201cO que \u00e9 um analista?\u201d \u2013 e se interroga sobre \u201cComo se formam os analistas?\u201d Ele diz que, \u201c<em>Esse objetivo de trabalho \u00e9 indissoci\u00e1vel de uma forma\u00e7\u00e3o a ser dispensada nesse movimento de reconquista. O que equivale a dizer que nela est\u00e3o habilitados de pleno direito aqueles que eu mesmo formei, e que para ela est\u00e3o convidados todos os que puderem contribuir para introduzir, dessa forma\u00e7\u00e3o, o bem fundado da experi\u00eancia\u201d.<\/em> [&#8230;] <em>Os que vierem para esta Escola se comprometer\u00e3o a cumprir uma tarefa sujeita a um controle interno e externo. \u00c9-lhes assegurado, em troca, que nada ser\u00e1 poupado para que tudo o que eles fizerem de v\u00e1lido tenha a repercuss\u00e3o que merecer, e no lugar que convier. <\/em>(Lacan, 1964).<\/p>\n<p>Seguindo, ap\u00f3s tr\u00eas anos do <em>Ato de funda\u00e7\u00e3o<\/em>, na <em>Proposi\u00e7\u00e3o de 9 de outubro de 1967<\/em>, Lacan (1967), 17 conduz, antes de mais nada, a um princ\u00edpio: \u201co psicanalista s\u00f3 se autoriza de si mesmo\u201d. Entretanto, afirma que \u201cisso n\u00e3o impede que a Escola garanta que um analista depende de sua <em>forma\u00e7\u00e3o<\/em>, [&#8230;]\u201d faz\u00ea-la por sua pr\u00f3pria iniciativa, sendo que o analista pode querer essa garantia indo mais al\u00e9m, tornando-se respons\u00e1vel pelo progresso da Escola: \u201ctornar-se psicanalista da pr\u00f3pria experi\u00eancia,\u201d em 2 formas: AME (a Escola o reconhece como psicanalista-comprovou sua capacidade) e AE (dar testemunho de sua experi\u00eancia sendo que esse lugar implica que o queira ocup\u00e1-lo com a demanda formal de <em>passe<\/em>). Enfim, \u201cQue a Escola pode garantir a rela\u00e7\u00e3o do analista com a forma\u00e7\u00e3o que ela dispensa, portanto, est\u00e1 estabelecido. Pode faz\u00ea-lo e, portanto, deve faz\u00ea-lo.\u201d<\/p>\n<blockquote><p>Entre os desafios da Psican\u00e1lise, Ord\u00e1lia trouxe: <em>\u201c[&#8230;] a psican\u00e1lise n\u00e3o \u00e9 uma t\u00e9cnica e sim um discurso que anima a cada Um a produzir sua singularidade, sua exce\u00e7\u00e3o [&#8230;]. <\/em>(Laurent 2006)<\/p><\/blockquote>\n<p>Desde a sua funda\u00e7\u00e3o que a psican\u00e1lise \u00e9 coerente e consistente na persist\u00eancia para fazer prevalecer sua exist\u00eancia; por isso mesmo a \u00eanfase na <em>forma\u00e7\u00e3o do analista <\/em>\u00e9 necess\u00e1ria para fazer poss\u00edvel a perman\u00eancia do discurso anal\u00edtico. \u00c9 necess\u00e1rio, tamb\u00e9m, cada vez mais, que os analistas se coloquem como analisandos para questionar sua pr\u00e1tica: \u00e9 saber que o seu saber ser\u00e1 sempre constru\u00eddo e incompleto, portanto, infinito, e seu discurso ser\u00e1 sempre um discurso aberto.<\/p>\n<p>Para finalizar, Ord\u00e1lia recolheu os <em>Princ\u00edpios diretores do ato anal\u00edtico<\/em>, pronunciado por \u00c9ric Laurent (2006) em Roma, que, resumidamente, enfatizam a import\u00e2ncia da <em>forma\u00e7\u00e3o do analista<\/em>, enla\u00e7ada <em>a an\u00e1lise pessoal<\/em>, <em>levada at\u00e9 o seu final. <\/em>E,<em> a forma\u00e7\u00e3o do analista n\u00e3o pode ser reduzida \u00e0s normas de forma\u00e7\u00e3o da universidade ou de avalia\u00e7\u00e3o de pr\u00e1tica adquirida. A forma\u00e7\u00e3o do analista desde que foi estabelecida como discurso, se assenta em um trip\u00e9: semin\u00e1rios de forma\u00e7\u00e3o te\u00f3rica (para universit\u00e1rios); o prosseguimento pelo candidato a psicanalista, de uma psican\u00e1lise at\u00e9 seu ponto \u00faltimo (da\u00ed os efeitos de forma\u00e7\u00e3o); e a transmiss\u00e3o pragm\u00e1tica da pr\u00e1tica nas supervis\u00f5es (conversa entre pares sobre a pr\u00e1tica cl\u00ednica). <\/em>23<\/p>\n<p>Ord\u00e1lia, ao encerrar a sua apresenta\u00e7\u00e3o, passou a palavra a Bartyra Ribeiro de Castro que apresentou o texto Lacan e sua forma\u00e7\u00e3o como psicanalista \/ Da hist\u00f3ria e de nossos antecedentes.<\/p>\n<p>Para comentar a forma\u00e7\u00e3o do psicanalista, Bartyra fez um passeio hist\u00f3rico pelos documentos publicados por Jacques-Alain Miller com o t\u00edtulo: Escision, Excomunion, Disolucion \u2013 Tres momentos de la vida de Jacques Lacan; foi buscar o Lacan analisante em um texto hom\u00f4nimo de \u00c9ric Laurent, passei por Miller em Lacan Elucidado &#8211; O Avesso de Freud; e foi ao pr\u00f3prio Lacan em De Nossos Antecedentes.<\/p>\n<p>Bartyra lembrou a an\u00e1lise de Lacan com Rudolph Loewenstein e seu final pela destitui\u00e7\u00e3o do sujeito suposto saber. Trouxe Miller que disse que\u00a0 \u201cDessa an\u00e1lise, Lacan reter\u00e1 que a transfer\u00eancia negativa \u00e9 um elemento decisivo da pr\u00e1tica psicanal\u00edtica: \u2018o n\u00f3 inaugural do drama anal\u00edtico\u2019\u201d. Come\u00e7ava a\u00ed, o distanciamento que levou \u00e0 cis\u00e3o de Lacan com a Sociedade Psicanal\u00edtica de Paris.<\/p>\n<p>No percurso institucional de Lacan, este passou pelo lugar de analisante e atravessou momentos dentro da Associa\u00e7\u00e3o Psicanal\u00edtica Internacional em duas de suas afiliadas \u2013 a Sociedade Psicanal\u00edtica de Paris e a Sociedade Francesa de Psican\u00e1lise. Questionando a estrutura de ensino do Instituto de Psican\u00e1lise, Lacan escreveu a carta citada acima em julho de 1953, dizendo a que a principal quest\u00e3o, realmente, de suas desaven\u00e7as com Nacht eram as sess\u00f5es curtas. Este era exatamente o ponto de cis\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o aos preceitos da forma\u00e7\u00e3o do psicanalista na IPA, Lacan se contrap\u00f4s em diversos pontos e acabou por ser exclu\u00eddo (a chamada \u201cexcomunh\u00e3o\u201d).<\/p>\n<p>Em 21 junho de 1964, Lacan, \u201ct\u00e3o s\u00f3 como sempre esteve em sua rela\u00e7\u00e3o com a causa psicanal\u00edtica\u201d, fundou a Escola Francesa de Psican\u00e1lise\/Escola Freudiana de Paris, assumindo \u201ca dire\u00e7\u00e3o pessoalmente, durante os quatro pr\u00f3ximos anos\u201d, pois nada mais o impedia disso. A Escola de Lacan \u201crestaura o fio cortante da verdade no campo aberto por Freud\u201d. A Escola de Lacan, foi fundada com tr\u00eas sess\u00f5es: &#8211; Se\u00e7\u00e3o de Psican\u00e1lise Pura; &#8211; Se\u00e7\u00e3o de Psican\u00e1lise Aplicada; e \u2013 Se\u00e7\u00e3o de Recenciamento do Campo Freudiano.<\/p>\n<p>Em 1980, um ano antes de seu falecimento, Lacan dissolveu a sua Escola e, em sua carta de dissolu\u00e7\u00e3o, fala de \u201cdebilidade ambiente\u201d. No processo de dissolu\u00e7\u00e3o que se arrastou por alguns meses, Lacan chegou a dizer, frente a acusa\u00e7\u00f5es de que havia formado uma igreja, que \u201co psicanalista tem horror a seu ato. A ponto que o nega, denega e renega\u201d. Em fevereiro deste mesmo ano, fundou a Causa Freudiana. E outubro, se anuncia a Escola da Causa Freudiana nascida do seio de sua Causa. Poucos meses depois, em carta, Lacan se refere a seus alunos dizendo: \u201cEsta \u00e9 a Escola de meus alunos, daqueles que me querem, ainda. Abro, em seguida, as portas da mesma. Digo: aos mil: vale a pena arriscarem-se. \u00c9 a \u00fanica sa\u00edda poss\u00edvel e decente\u201d.<\/p>\n<p>Bartyra trouxe tamb\u00e9m o texto De Nossos Antecedentes, escrito por Lacan, em 1966 &#8211; onde ele nos conta como entrou na psican\u00e1lise, atrav\u00e9s de sua tese sobre Aim\u00e9e, homenageia Cl\u00e9rambault como seu \u00fanico mestre na psiquiatria, esclarece como passou da \u201cpsiquiatria \u00e0 psican\u00e1lise, de Cl\u00e9rambault a Freud, de um mestre a outro\u201d e nos trouxe algo de seu passe<\/p>\n<p>Miller ressalta que, neste texto, Lacan j\u00e1 se coloca como um \u201creformador da psican\u00e1lise\u201d. No entanto, ele traz claramente que Lacan o fez tomando Freud pelo avesso, como uma forma de levar a psican\u00e1lise, como uma carta roubada, \u201cao seu verdadeiro destino\u201d, \u201ctentando ver o que Freud n\u00e3o havia visto\u201d. Lacan come\u00e7ou o percurso pelo avesso publicando \u201cMais al\u00e9m do Princ\u00edpio da Realidade\u201d, dizendo que o prazer tem um mais al\u00e9m que ele chamou, mais tarde, de gozo. Assim, Lacan levou o ato anal\u00edtico mais al\u00e9m da realidade, ao real, quer dizer, ele tomou a psican\u00e1lise onde Freud a havia deixado, na quest\u00e3o da puls\u00e3o de morte.<\/p>\n<p>Com este percurso, Bartyra enfatizou que a forma\u00e7\u00e3o do psicanalista depende de um sujeito que se coloque ao trabalho do inconsciente, se dedique aos estudos te\u00f3ricos e que se implique na sustenta\u00e7\u00e3o dos pilares essenciais ao avan\u00e7o da psican\u00e1lise, no campo aberto por Freud.<\/p>\n<p>Em seguida, foi passada a palavra a Ary Farias, Diretor de Cart\u00e9is da SLOf que enfatizou a import\u00e2ncia do trabalho de cart\u00e9is para a sustenta\u00e7\u00e3o da escola de Lacan e a forma\u00e7\u00e3o do psicanalista e a Romulo Ferreira da Silva, Diretor Geral da SLOf, que pronunciou algumas palavras que enfatizavam a import\u00e2ncia da supervis\u00e3o neste processo de forma\u00e7\u00e3o.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]As primeiras Jornadas da SLO(f) ocorrer\u00e3o nos dias 09 e 10 de outubro de 2020, na sede da Alian\u00e7a Francesa, em Bras\u00edlia. 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