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Quem somos

A nossa seção, juntamente com outras seis seções, forma a Escola Brasileira de Psicanálise, que é uma das escolas da Associação Mundial de Psicanálise e tem como objetivo maior estudar, difundir e fazer ressoar o ensino de Jacques Lacan. É no ato de manter viva essa que é a teoria de uma prática inventada por Freud que se constrói e se efetiva a formação do analista.

O trabalho de Escola é desde sempre restaurar “a práxis original que ele (Freud) instituiu sob o nome de psicanálise ao dever que lhe compete em nosso mundo; que, por uma crítica assídua, denuncie os desvios e concessões que amortecem seu progresso, degradando seu emprego”, como bem disse por Lacan logo no início do Ato de Fundação da Escola Francesa de Psicanálise, em 28 de fevereiro de 1971.

O avanço do pensamento totalitário e seus impasses nos convocam à participar dos debates de nosso tempo, para que possamos ir forjando uma interlocução tanto entre nós, dentro da Escola, quanto com outros saberes e discursos na cidade.

Para que uma transmissão se efetue e sustente o discurso da psicanálise, muitos espaços de conversação, seminários, nossa Jornada anual e a Jornada de Cartéis são organizados para e estão endereçados a todos aqueles que se interessam em participar. Essas atividades são sustentadas por membros da escola, que nela fazem e divulgam suas pesquisas teóricas e clínicas.

Nossa biblioteca, especializada em psicanálise e pertencente à Federação Internacional de Bibliotecas do Campo Freudiano, está aberta à comunidade. Temos também uma publicação on line, a revista Arteira, onde nosso trabalho alcança e troca além de nossas fronteiras regionais.

Éric Laurent, falando das responsabilidades das Escolas que formam a AMP, coloca no centro a disposição para propiciar encontros de interlocução e nos diz que “a eficácia desses encontros se pode medir perfeitamente: causar o desejo decidido dos que participam. Se isso se produz, um mais de desejo, então terá sido eficaz. Teremos que sair desta sala mais vivos do que quando entramos; é a única eficácia que localiza no lugar correto o desejo de outra coisa que sempre nos move” [1].

[1] Laurent, Éric. Usos actuales posibles y imposibles del psicoanalisis.  Colofón,  n. 24, maio de 2004.

 


ADMINISTRAÇÃO

A administração das Seções da EBP é de responsabilidade da sua Diretoria, auxiliada por comissões e em correspondência ao Conselho da Seção e à Assembléia Geral.

DIRETORIA (BIÊNIO 2019-2021)

  • Diretora-Geral : Cínthia Ramos Busato
  • Diretor Secretário-Tesoureiro: Adriano Aguiar
  • Diretora de Biblioteca: Louise Lhullier
  • Diretora de Cartéis: Cleudes Slongo

CONSELHO DELIBERATIVO

O Conselho Deliberativo é o órgão consultivo e decisório da Seção, sendo composto por 06 (seis) membros , nos seguintes moldes:

a) três membros da Escola, filiados à Seção, eleitos, por candidatura, pela Assembléia Geral;

b) três membros da Escola, filiados à Seção, indicados pelo Conselho daquela

CONSELHO DELIBERATIVO (BIÊNIO 2020-2022)

  • Cleudes Maria Slongo
  • Flavia Cêra
  • Leonardo Duarte Scofield (Presidente)
  • Marcia Maria Stival Onyszkiewicz (Secretária)
  • Maria Teresa Wendhausen
  • Nohemí Ibáñez Brown