{"id":2446,"date":"2019-10-07T09:15:44","date_gmt":"2019-10-07T12:15:44","guid":{"rendered":"http:\/\/ebp.org.br\/rj\/?p=2446"},"modified":"2019-10-07T09:15:44","modified_gmt":"2019-10-07T12:15:44","slug":"ecos-do-enapol-ideal-e-gozo-no-terrorismo-por-ondina-machado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/ecos-do-enapol-ideal-e-gozo-no-terrorismo-por-ondina-machado\/","title":{"rendered":"Ecos do Enapol &#8211; Ideal e gozo no terrorismo &#8211; Por Ondina Machado"},"content":{"rendered":"<h6>Ondina Machado<\/h6>\n<p>H\u00e1 um afeto envolvido no terror? A luta do terrorismo isl\u00e2mico contra o Ocidente se baseia no \u00f3dio ao Ocidente? De qu\u00ea se alimenta o terrorismo?<\/p>\n<p><strong>Ideal ou um gozo novo<\/strong><\/p>\n<p>Parto da considera\u00e7\u00e3o esclarecedora de Laurent, em debate com dois estudiosos sobre o Isl\u00e3, durante o <em>Pipol 7<\/em>, ocorrido em Bruxelas, em 2015. Os estudiosos s\u00e3o Feith Benslama, psicanalista de origem tunisiana, professor em Paris-Diderot, e Rachid Benzine, economista marroquino e estudioso dos textos cor\u00e2nicos. Ambos desenvolvem pesquisas sobre a ascens\u00e3o do terrorismo isl\u00e2mico. A partir das considera\u00e7\u00f5es feitas pelos dois islam\u00f3logos Laurent lan\u00e7a a seguinte indaga\u00e7\u00e3o: &#8220;o gozo daquele que se destr\u00f3i \u00e9 um retorno ao ideal, uma via rumo ao ideal ou antes uma via rumo a um novo gozo&#8221;<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[1]<\/a>.<\/p>\n<p>\u00c9 sobre esse recorte que quero trabalhar indagando se o que move os <em>jihadistas<\/em> \u00e9 uma causa religiosa, o afeto do \u00f3dio, ou, ao contr\u00e1rio, um tipo de gozo in\u00e9dito at\u00e9 os dias de hoje.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o sem a perspectiva do sujeito <\/strong><\/p>\n<p>Ao longo dos s\u00e9culos, in\u00fameras invas\u00f5es e tentativas de ocidentalizar a cultura isl\u00e2mica foram justificativa para o \u00f3dio ao Ocidente. Depois do 11 de setembro, o medo intensificou o preconceito e serviu de justificativa para medidas de seguran\u00e7a adotadas no mundo inteiro, que t\u00eam como alvo principal os jovens mu\u00e7ulmanos. Al\u00e9m disso, s\u00edmbolos sagrados, como a figura de Al\u00e1 e de Maom\u00e9, s\u00e3o alvos de profana\u00e7\u00e3o e blasf\u00eamia, o v\u00e9u \u00e9 proibido nas escolas francesas e h\u00e1 dificuldade para conseguir emprego por causa das 5 ora\u00e7\u00f5es di\u00e1rias. Enfim, tudo corrobora para o mal-estar, que Miller situa no corpo: &#8220;N\u00e3o h\u00e1 corpo de mu\u00e7ulmano que n\u00e3o trema quando o herege blasfema&#8221;, ou ainda, &#8220;a blasf\u00eamia \u00e9 uma indec\u00eancia&#8221;<a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[2]<\/a>.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m o ataque que corr\u00f3i bases dessa cultura: o discurso capitalista, os ideais iluministas, a promo\u00e7\u00e3o do individualismo, a flexibiliza\u00e7\u00e3o da moralidade, o laicismo, a libera\u00e7\u00e3o sexual, a igualdade de g\u00eaneros, dentre outras. Mas, para pensarmos o terrorismo a partir da psican\u00e1lise, devemos incluir nessa an\u00e1lise os fatores contingentes de um gozo para al\u00e9m das explica\u00e7\u00f5es sociais e culturais, ou seja, \u00e9 necess\u00e1rio humanizar o terrorista, como indicava Lacan<a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\">[3]<\/a>, advertidos por Miller a n\u00e3o nos deixarmos &#8220;hipnotizar pela causa&#8221;<a href=\"#_edn4\" name=\"_ednref4\">[4]<\/a>.<\/p>\n<p>Nesse sentido, a contribui\u00e7\u00e3o de Benslama e Benzine, tomada pela via proposta por Laurent, traz uma perspectiva particular do que costumamos chamar de &#8220;terrorismo isl\u00e2mico&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Quem s\u00e3o os terroristas?<\/strong><\/p>\n<p>Benslama insiste que n\u00e3o h\u00e1 um perfil do terrorista; no entanto, ressalta que eles s\u00e3o majoritariamente jovens mu\u00e7ulmanos entre 15 e 25 anos. Em geral s\u00e3o pobres, vivem em uma \u201cprecariedade subjetiva\u201d<a href=\"#_edn5\" name=\"_ednref5\">[5]<\/a> e clamam por justi\u00e7a social. De 2013 para c\u00e1 perceber-se a concorr\u00eancia de jovens origin\u00e1rios da classe m\u00e9dia que, diferente dos jovens pobres, clamam por autoridade e defini\u00e7\u00e3o clara das normas, buscando &#8220;retra\u00e7ar as fronteiras entre a permiss\u00e3o e o proibido de uma forma expl\u00edcita&#8221;<a href=\"#_edn6\" name=\"_ednref6\">[6]<\/a>. Independente da classe social, t\u00eam em comum o sentimento de viverem em um mundo onde n\u00e3o h\u00e1 lugar para eles, de serem v\u00edtimas de uma ordem social e pol\u00edtica que os exclui e os discrimina por seus h\u00e1bitos, apar\u00eancia e costumes. Segundo Khosrokhavar, &#8220;o islamismo radical opera uma invers\u00e3o m\u00e1gica que transforma o desprezo de si em desprezo do outro e a indignidade em sacraliza\u00e7\u00e3o de si, mesmo que \u00e0 custa dos outros&#8221;<a href=\"#_edn7\" name=\"_ednref7\">[7]<\/a>. Essa invers\u00e3o parte de uma indigna\u00e7\u00e3o da qual os im\u00e3s se aproveitam para constru\u00edrem o \u00f3dio que justifica suas a\u00e7\u00f5es. O \u00f3dio n\u00e3o \u00e9 consubstancial \u00e0 viol\u00eancia, mas tem como propriedade fazer la\u00e7o social, nesse caso, forjando uma identidade.<\/p>\n<p>\u00c9 justamente essa identidade que Benslama chama de &#8220;super-mu\u00e7ulmano&#8221;, aquele &#8220;que quer ser mais mu\u00e7ulmano do que o mu\u00e7ulmano que \u00e9&#8221;<a href=\"#_edn8\" name=\"_ednref8\">[8]<\/a>. Para tal, exacerbam os sinais externos de lealdade nas roupas que vestem, nos rituais que executam e na obsess\u00e3o pela pureza. Muitos s\u00e3o delinquentes que encontram na <em>jihad<\/em> uma forma de inscreverem-se no Outro de uma maneira nobre &#8211; &#8220;vingar uma vida desvalorizada, adquirir um sentimento de exist\u00eancia superior tornando-se her\u00f3is&#8221;<a href=\"#_edn9\" name=\"_ednref9\">[9]<\/a><\/p>\n<p>Segundo Benslama, a oferta de radicaliza\u00e7\u00e3o se beneficia das &#8220;falhas subjetivas para transform\u00e1-las em um desejo furioso de sacrif\u00edcio&#8221;<a href=\"#_edn10\" name=\"_ednref10\">[10]<\/a> e fazer deles neo-m\u00e1rtires. O antigo m\u00e1rtir isl\u00e2mico morria sem querer, como consequ\u00eancia de sua profiss\u00e3o de f\u00e9. J\u00e1 o neo-m\u00e1rtir pratica o auto-sacrif\u00edcio pelo &#8220;desejo de morrer por \u00f3dio \u00e0 vida&#8221;<a href=\"#_edn11\" name=\"_ednref11\">[11]<\/a>. Morrem, \u00a0paradoxalmente, em busca de &#8220;uma vida mais elevada&#8221;<a href=\"#_edn12\" name=\"_ednref12\">[12]<\/a>. Esses jovens que almejam uma subjetividade heroica pela via da viol\u00eancia, s\u00e3o designados por Khosrokhavar de &#8220;her\u00f3is negativos&#8221;<a href=\"#_edn13\" name=\"_ednref13\">[13]<\/a>.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel perceber que, na causa <em>jihadista<\/em>, o ideal se apresenta como express\u00e3o direta do supereu lacaniano, menos uma causa e mais uma tentativa desesperada de salvar-se da indignidade. Sabemos, por \u00a0Miller, que n\u00e3o h\u00e1 salva\u00e7\u00e3o pelo ideal, apenas pelo dejeto<a href=\"#_edn14\" name=\"_ednref14\">[14]<\/a>. Ser\u00e1 que para esses jovens o auto-sacrif\u00edcio seria uma tentativa sublimat\u00f3ria de elevar-se como objetos \u00e0 dignidade de Coisa?<\/p>\n<p><strong>Como o ideal se torna gozo<\/strong><\/p>\n<p>Os jovens declaram querer &#8220;vingar o ideal isl\u00e2mico ferido&#8221; atrav\u00e9s da restaura\u00e7\u00e3o do califado, do retorno \u00e0s origens e \u00e0s funda\u00e7\u00f5es da f\u00e9. A express\u00e3o &#8220;vingar a minha vida&#8221;, presente nas cartas deixadas pelos suicidas \u00e0 suas fam\u00edlias, denota, segundo Laurent, um querer dar sentido \u00e0 vida, prop\u00f3sito de toda religi\u00e3o. Por\u00e9m, nessas cartas recolhidas por Benslama<a href=\"#_edn15\" name=\"_ednref15\">[15]<\/a>, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel verificar a emerg\u00eancia de um gozo paradoxal: esses jovens acreditam que ao se apresentarem a Deus em peda\u00e7os, conquistariam &#8220;um m\u00e9rito real&#8221;.<\/p>\n<p>Laurent identifica uma equival\u00eancia entre esse gozo e o mundo atual no qual &#8220;o Ideal do eu empalidece diante da eleva\u00e7\u00e3o ao z\u00eanite do objeto &#8216;a&#8217;, do gozo&#8221;<a href=\"#_edn16\" name=\"_ednref16\">[16]<\/a>. O autor demonstra a ascens\u00e3o do objeto em detrimento do ideal no desinteresse pelo estudo do Cor\u00e3o, na submiss\u00e3o \u00e0 uma &#8220;pol\u00edcia de costumes&#8221;<a href=\"#_edn17\" name=\"_ednref17\">[17]<\/a>, na espetaculariza\u00e7\u00e3o das execu\u00e7\u00f5es e no recrutamento \u00e0 profiss\u00e3o de f\u00e9 via internet, uma esp\u00e9cie de califado digital. Ele evidencia &#8220;uma altera\u00e7\u00e3o particular dos ideais que se at\u00e9m apenas a um empuxo-a-gozar, um empuxo-a-gozar de uma nova forma, que d\u00e1 um novo referente ao velho nome de m\u00e1rtir&#8221;<a href=\"#_edn18\" name=\"_ednref18\">[18]<\/a>. Assim, o m\u00e1rtir sai do campo do ideal e se transforma em um objeto que &#8220;n\u00e3o pode ser absorvido no dispositivo da civiliza\u00e7\u00e3o&#8221;<a href=\"#_edn19\" name=\"_ednref19\">[19]<\/a>.<\/p>\n<p>Brousse ressalta a diferen\u00e7a da viol\u00eancia como forma de gozo daquela embalada por causas revolucion\u00e1rias. Se antes, revolu\u00e7\u00e3o era o S<sub>1<\/sub> do discurso do mestre que movia as massas, hoje, o S<sub>1<\/sub> \u00e9 a viol\u00eancia. O que mudou foi o lugar ocupado pela viol\u00eancia, pois na posi\u00e7\u00e3o de S<sub>1<\/sub> ela &#8220;regula a vida social, os valores, os ideais, as institui\u00e7\u00f5es&#8221;<a href=\"#_edn20\" name=\"_ednref20\">[20]<\/a>. O significante revolu\u00e7\u00e3o interpretava a viol\u00eancia, dava-lhe sentido; hoje &#8220;a viol\u00eancia est\u00e1 descoberta, n\u00e3o interpretada&#8221;<a href=\"#_edn21\" name=\"_ednref21\">[21]<\/a>. Quando o \u00c9dipo era a norma, suas tramas engendravam o sentido. No al\u00e9m do \u00c9dipo novas formas de gozo deixam de ser exce\u00e7\u00e3o e, como tend\u00eancia, ocupam a posi\u00e7\u00e3o de agente do discurso do mestre. Assim, o objeto <em>a<\/em> \u00e9 capturado por um novo significante que toma o lugar do significante mestre: &#8220;onde havia a met\u00e1fora, h\u00e1 o real&#8221;<a href=\"#_edn22\" name=\"_ednref22\">[22]<\/a>, onde havia ideal, h\u00e1 gozo. Os restos do discurso do mestre antigo s\u00e3o hoje elevados \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de S<sub>1<\/sub>, assim \u00e9 com a viol\u00eancia.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a> LAURENT, \u00c9. <em>O avesso da biopol\u00edtica.<\/em> RJ: Contra Capa, 2016, p. 216.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a> MILLER, J.-A. A &#8220;common decency&#8221; de Oumma. Acess\u00edvel:<\/h6>\n<h6>encurtador.com.br\/ABQZ5. Acesso: 25\/06\/2019.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[3]<\/a> LACAN, J. &#8220;Introdu\u00e7\u00e3o te\u00f3rica \u00e0s fun\u00e7\u00f5es da psican\u00e1lise em criminologia&#8221;. <em>Escritos<\/em>. RJ: Zahar, 1998. p.137.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref4\" name=\"_edn4\">[4]<\/a> MILLER, J.-A. &#8220;Crian\u00e7as violentas&#8221;. Em: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/em>, n. 77, p. 28.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref5\" name=\"_edn5\">[5]<\/a> BENSLAMA, F. Entrevista. Acess\u00edvel: encurtador.com.br\/dhoX0. Acesso: 25\/6\/2019.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref6\" name=\"_edn6\">[6]<\/a> KHOSROKHAVAR, F. &#8220;Le h\u00e9ros negatif&#8221;. Em: BENSLAMA, F. <em>L&#8217;id\u00e9al et la cruaut\u00e9<\/em>. \u00c9ditions Lignes, 2015, p. 38<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref7\" name=\"_edn7\">[7]<\/a> Id, p. 32.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref8\" name=\"_edn8\">[8]<\/a> BENSLAMA, F. <em>Op.cit<\/em>.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref9\" name=\"_edn9\">[9]<\/a> Id.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref10\" name=\"_edn10\">[10]<\/a> Id.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref11\" name=\"_edn11\">[11]<\/a> Id.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref12\" name=\"_edn12\">[12]<\/a> Id.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref13\" name=\"_edn13\">[13]<\/a> KHOSROKHAVAR, F. <em>Op. cit<\/em>., p. 30.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref14\" name=\"_edn14\">[14]<\/a> MILLER, J.-A. &#8220;A salva\u00e7\u00e3o pelos dejetos&#8221;. Em: <em>Perspectivas dos Escritos e Outros escritos<\/em>. RJ: Zahar, 2011, p. 227-233.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref15\" name=\"_edn15\"><strong>[15]<\/strong><\/a> BENSLAMA, F. <em>La guerre des subjectivities en Islam<\/em>. \u00c9ditions Lignes, 2014.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref16\" name=\"_edn16\">[16]<\/a> LAURENT, \u00c9. <em>Op. cit.<\/em>, p. 2016.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref17\" name=\"_edn17\">[17]<\/a> Id.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref18\" name=\"_edn18\">[18]<\/a> Id.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref19\" name=\"_edn19\">[19]<\/a> Id.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref20\" name=\"_edn20\">[20]<\/a> BROUSSE, M-H. &#8220;Violencia en la cultura&#8221;. Em: <em>Bit\u00e1cora Lacaniana, Violencia y explosi\u00f3n de lo real<\/em>. Abril, 2017, NEL\/ Grama Ediciones, p. 14.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref21\" name=\"_edn21\">[21]<\/a> Id.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ednref22\" name=\"_edn22\">[22]<\/a> Id, p. 17.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ondina Machado H\u00e1 um afeto envolvido no terror? 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