{"id":5650222,"date":"2020-12-27T11:05:22","date_gmt":"2020-12-27T14:05:22","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/?page_id=5650222"},"modified":"2021-01-08T11:55:00","modified_gmt":"2021-01-08T14:55:00","slug":"latusa-25","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/numeros-anteriores\/latusa-25\/","title":{"rendered":"Latusa 25"},"content":{"rendered":"[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5650223&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]\n<h4>25<\/h4>\n<h3 class=\"p1\"><span class=\"s1\"><b>IMPOSS\u00cdVEL TIRAR O CORPO FORA<\/b><\/span>:<br \/>\nEx\u00edlios e confinamentos<\/h3>\n<h4>2020<\/h4>\n<p><a href=\"#sumario\">Ver o sum\u00e1rio<\/a>[\/vc_column_text]<div class=\"norebro-button-sc btn-wrap text-left\" \n\tid=\"norebro-custom-69f168d96dc9c\"\n\t \n\t>\n\n\t<a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/dp\/B08RMJGDVB\/ref=cm_sw_em_r_mt_dp_PU96Fb171XZ18\" \n\t\tclass=\"btn  btn-outline btn-small\">\n\n\t\t\n\t\t<span class=\"text\">\n\t\t\tCOMPRAR\t\t<\/span>\n\n\t\t\n\t\t\t<\/a>\n\n<\/div>[vc_empty_space][vc_column_text]Editora: CRISTINA FREDERICO<\/p>\n<h3 class=\"p2\"><b>Editorial<\/b><\/h3>\n<h6>Cristina Frederico<\/h6>\n<p><span class=\"dropcap\" style=\"color: #333;\">O<\/span> que retorna sobre o corpo na experi\u00eancia de confinamento e que nos ensina sobre o ex\u00edlio? Por conta de um v\u00edrus planet\u00e1rio, evidenciaram-se novos mecanismos de racismo e modos de segrega\u00e7\u00e3o. Entre an\u00e1lises originais sobre as diferentes formas de ex\u00edlios e contribui\u00e7\u00f5es aprofundadas sobre a pandemia, os textos desta edi\u00e7\u00e3o abrem vias para interrogarmos a constitui\u00e7\u00e3o dos la\u00e7os e a fun\u00e7\u00e3o das fronteiras na atualidade. O corpo se imp\u00f4s nesta edi\u00e7\u00e3o por condensar as quest\u00f5es acerca do ex\u00edlio e, sobretudo, por portar nele mesmo a alteridade que geralmente supomos apenas no encontro de corpos.<\/p>\n<p>No tempo em que o outro \u00e9 uma amea\u00e7a \u00e0 nossa integridade, o que as fronteiras entre os pa\u00edses, as fronteiras dos corpos, as fronteiras das l\u00ednguas e das identidades est\u00e3o regulando? Exilados em terras distantes, em suas cidades ou no movimento e na travessia entre as fronteiras, os corpos em fuga ir\u00e3o produzir sintomas, al\u00e9m de novos arranjos mundiais. Uma quest\u00e3o fundamental \u00e9 trazida nesta edi\u00e7\u00e3o por Christiane Alberti: o que se deixa e o que se leva consigo ao partir?<\/p>\n<p>A procura de um lugar no Outro faz do sujeito um imigrante em seu pr\u00f3prio pa\u00eds<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. O n\u00e3o-pertencimento gera inquieta\u00e7\u00e3o e, por vezes, encantamento. No cinema do cearense Karim A\u00efnouz, t\u00e3o ligado aos deslocamentos dos corpos pelo mundo, \u00e9 frequente os personagens partirem sem saber o que se procura em seus destinos, pois \u00e9 na viagem que a vida acontece e \u00e9 por ela que se parte. Ocorrem tanto rupturas do local de origem quanto rupturas de identidades, como \u00e9 poss\u00edvel ver nos filmes <em>Praia do Futuro<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><strong>[2]<\/strong><\/a> <\/em>e o<em> C\u00e9u de Suely<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><strong>[3]<\/strong><\/a><\/em>. H\u00e1 uma aproxima\u00e7\u00e3o de um \u201cex\u00edlio de utopia\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>, desde que seja, nas palavras do pr\u00f3prio Karim, atrav\u00e9s do movimento de corpos e com uma abertura para a conting\u00eancia, para da\u00ed produzirem, quem sabe, um destino. Ou, como bem disse Gustavo Dessal no lan\u00e7amento das \u00faltimas Jornadas da EBP-Rio e ICP-RJ, em setembro de 2020<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>: \u201cDeixei atr\u00e1s um lugar para fabricar-me um destino\u201d.<\/p>\n<p>O que, para alguns, \u00e9 inquieta\u00e7\u00e3o e encantamento, para outros, \u00e9 condi\u00e7\u00e3o de exist\u00eancia. Certa vez perguntei a um jovem errante e rec\u00e9m-morador de rua \u2013 que acabara de ser internado pela primeira vez em uma institui\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica \u2013 como era a cada semana estar em um lugar diferente. Sua resposta ressoa at\u00e9 hoje: \u201c- Tanto faz, s\u00f3 muda o ch\u00e3o. Chego no lugar, monto meu pres\u00e9pio, fa\u00e7o churrasco, conhe\u00e7o algumas pessoas e depois desmonto\u201d. A crueza de sua resposta mostra o que alguns psic\u00f3ticos, em sua ironia, desvelam acerca do ex\u00edlio, do pertencimento ao Outro e do estatuto de estrangeiro de todo sujeito. O psic\u00f3tico desvela tamb\u00e9m o ex\u00edlio da l\u00edngua, pois \u00e9 testemunha da estranheza e do excesso de real contido na l\u00edngua que chega pelo Outro e afeta seu corpo. No entanto, ele \u00e9 propenso a tra\u00e7ar caminhos para os significantes enigm\u00e1ticos da l\u00edngua dita materna atrav\u00e9s da inven\u00e7\u00e3o de l\u00ednguas ou do novo uso de uma j\u00e1 existente, o que o leva a um trabalho simb\u00f3lico no campo da linguagem.<\/p>\n<p>Imposs\u00edvel tirar o corpo fora. Nas formula\u00e7\u00f5es de Lacan acerca do ex\u00edlio, o corpo est\u00e1 presente. O t\u00edtulo da revista foi escolhido para ressoar em v\u00e1rias camadas do tema e surgiu assim para cada autor: imposs\u00edvel tirar o corpo fora tanto no encontro de corpos na pandemia, na ang\u00fastia de ser reduzido ao corpo organismo diante da imin\u00eancia de morte, na aus\u00eancia dos rituais de sepultamento, no trabalho com jovens exilados ou no ex\u00edlio da artista cubana Ana Mendieta, quanto no racismo, na dimens\u00e3o do feminino presente no feminic\u00eddio e em outras formas de segrega\u00e7\u00e3o, na circula\u00e7\u00e3o de pessoas no processo migrat\u00f3rio e na deporta\u00e7\u00e3o, em que o retorno ao pa\u00eds de origem \u00e9 imposto; mas haveria retorno poss\u00edvel? Aqui, uma perspectiva merece destaque: \u00e9 a passagem de Lacan na confer\u00eancia \u201cJoyce, o Sintoma\u201d, na qual ele traz, ao falar dos deportados como sendo os \u00fanicos a participarem da hist\u00f3ria, a enigm\u00e1tica express\u00e3o \u201cavesso do <em>habeas corpus\u201d<\/em>, \u201cj\u00e1 que o homem <em>tem<\/em> um corpo, \u00e9 pelo corpo que se o tem. Avesso d<em>o habeas corpus\u201d<\/em><a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>. Do latim \u201cque tenhas o corpo\u201d, o que seria ent\u00e3o seu avesso? Christiane Alberti, Ang\u00e9lica Bastos, Maria do Ros\u00e1rio Collier do R\u00eago Barros e \u00c9ric Laurent revelam em seus textos, a cada vez, uma leitura surpreendente a esse tema espec\u00edfico. Remeto vivamente o leitor a todos os outros textos, que, de modo original, contribuem para o tema dos ex\u00edlios.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio em que h\u00e1 a prolifera\u00e7\u00e3o do chamado \u00e0 reinven\u00e7\u00e3o por todos os lados, o que, de t\u00e3o utilizado, tornou-se quase um imperativo, s\u00e3o muito bem-vindos os textos sobre as inven\u00e7\u00f5es, justamente por conseguirem refinar e precisar o termo formulado h\u00e1 alguns anos por Jacques-Allain Miller. Passando ao contexto liter\u00e1rio, a equipe de Latusa tem a honra de trazer ao leitor um escrito recente de H\u00e9l\u00e8ne Cixous. Autora da pe\u00e7a <em>Retrato de Do<\/em>ra e citada por Lacan em seu <em>Semin\u00e1rio, livro 23<\/em>, Cixous, juntamente com sua filha, escreve agora sobre o ex\u00edlio vivido no confinamento.<\/p>\n<p>Durante as mudan\u00e7as de um ano sem precedentes, a revista migra para o mundo virtual, torna-se mais acess\u00edvel e com maior alcance.\u00a0 Ainda n\u00e3o \u00e9 claro os efeitos dessa partida, mas espero que os textos contribuam para que os analistas possam recolher em an\u00e1lise, e fora dela, o que cada um pode extrair das marcas de seu ex\u00edlio para se ligar ao mundo e fazer la\u00e7o de maneira in\u00e9dita.<\/p>\n<p>Por tantas vezes, o leitor teve o prazer de encontrar nas p\u00e1ginas de Latusa os textos de Stella Jimenez e de Vicente Gaglianone, sempre com o estilo firme <em>pero<\/em> delicado de cada um. V\u00e3o fazer muita falta!<\/p>\n<p>Agrade\u00e7o aos autores e \u00e0s autoras que cederam gentilmente seus textos para a tradu\u00e7\u00e3o, como Raquel Cors Ulloa, Mar\u00eda Cristina Giraldo, Clotilde Leguil, Dalila Arpin, H\u00e9l\u00e8ne Cixous, \u00c9ric Laurent e Christiane Alberti. Agrade\u00e7o muito a todos e a todas que puderam abrir um par\u00eantese em suas vidas para a escrita e o envio de texto em um ano t\u00e3o prop\u00edcio \u00e0 dispers\u00e3o. \u00c9 o caso, entre outros, de Eleonora Fabi\u00e3o, artista da a\u00e7\u00e3o, entrevistada por F\u00e1tima Pinheiro, que doou gentilmente ao leitor uma escrita em ato que em si j\u00e1 \u00e9 uma performance. \u00c9 o caso tamb\u00e9m de Mariana Mollica, que fez muito mais do que uma resenha sobre o livro de Achille Mbembe. Agrade\u00e7o ao Instituto de Cl\u00ednica Psicanal\u00edtica do Rio de Janeiro pela presen\u00e7a dos excelentes textos que tra\u00e7am a no\u00e7\u00e3o do ex\u00edlio a partir de uma conversa dos autores com Lacan, Joyce e a \u201cCan\u00e7\u00e3o do Ex\u00edlio\u201d.<\/p>\n<p>Em particular, agrade\u00e7o ao Louren\u00e7o Ast\u00faa de Moraes e Patricia Paterson, que, de algum modo, compartilharam a editoria deste n\u00famero comigo. Agrade\u00e7o tamb\u00e9m a todos os outros parceiros de travessia que deixaram a marca de seus talentos na montagem de Latusa 25: Anna Luiza de Almeida e Silva, Ang\u00e9lica Bastos, Cristina Duba, Marina Sodr\u00e9, Paula Legey, Renata Estrella e Tatiana Grenha.<\/p>\n<p>Por fim, desejo ao leitor um uso pr\u00f3prio da revista, assim como \u00e9 poss\u00edvel a uma <em>latusa<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> MILLER, J.-A. <em>Extimidad. <\/em>Buenos Aires: Paido\u0301s, 2011<em>.<\/em><\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Brasil, Alemanha, 2014.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Brasil, 2006.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> FELDMAN, I. e EDUARDO, C. \u201cA pol\u00edtica do corpo e o corpo pol\u00edtico: o cinema de Karim A\u00efnouz\u201d. <em>Revista Cin\u00e9tica<\/em>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.revistacinetica.com.br\/cep\/karin_ainouz.htm\">http:\/\/www.revistacinetica.com.br\/cep\/karin_ainouz.htm<\/a> . Acesso em 10 de outubro de 2020.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Lan\u00e7amento das XXVII Jornadas da EBP-Rio e ICP-RJ, em 12 de setembro de 2020.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> LACAN, J. (1975). \u201cJoyce, o Sintoma\u201d<em>. <\/em>Em<em>: Outros Escritos.<\/em> Rio de Janeiro: Zahar, 2007, p.565.<\/h6>\n[\/vc_column_text][vc_separator][vc_column_text]\n<h3 class=\"p1\"><span class=\"s1\"> <a name=\"sumario\"><\/a>SUM\u00c1RIO<\/span><\/h3>\n<p class=\"p4\">Editorial<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\"> CRISTINA FREDERICO<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p6\"><span class=\"s2\"> IMPOSS\u00cdVEL TIRAR O CORPO FORA<\/span><\/h3>\n<p class=\"p4\">As biopol\u00edticas da pandemia e o corpo, mat\u00e9ria da ang\u00fastia<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\"> \u00c9RIC LAURENT<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\"><span class=\"s4\">O ex\u00edlio e a identifica\u00e7\u00e3o<\/span><\/p>\n<p class=\"p7\"><span class=\"s3\"> CHRISTIANE ALBERTI<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Ex\u00edlios e avesso do <i>habeas corpus:<\/i> rumo a um porto<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\"> ANG\u00c9LICA BASTOS<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Vozes e sil\u00eancios<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\"> MARIA CRISTINA GIRALDO<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Algumas consequ\u00eancias ps\u00edquicas do confinamento<\/p>\n<p class=\"p7\"><span class=\"s3\"> CLOTILDE LEGUIL<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Clivagem Negra: Contribui\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">VILMA DIAS<br \/>\nGEISA DE ASSIS<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">As novas formas de sepultamento interferem no processo de luto?<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">ANG\u00c9LICA CANTARELLA TIRONI<br \/>\nGISELLE LEANDRO FLEURY<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p8\"><span class=\"s2\">TRAVESSIAS<\/span><\/h3>\n<p class=\"p4\">Do \u00eaxodo ao pa\u00eds da psican\u00e1lise<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\"> RAQUEL CORS ULLOA<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Jovens em ex\u00edlio, morada n\u2019a Outra l\u00edngua<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\"> ALINE BEMFICA<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Cl\u00ednica do confinamento<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\"> DALILA ARPIN<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p8\"><span class=\"s2\">FEMININO E EX\u00cdLIOS <\/span><\/h3>\n<p class=\"p4\">Feminino e Feminic\u00eddio no Brasil atual<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\"> HELOISA CALDAS<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Ex\u00edlios e a identifica\u00e7\u00e3o dessegregativa<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">MARIA DO ROS\u00c1RIO COLLIER DO R\u00caGO BARROS<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Sororidade: do internato ao MeToo<\/p>\n<p class=\"p7\"><span class=\"s3\">ONDINA MACHADO<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Corpo falante e ex\u00edlio.<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">MIRTA ZBRUN<br \/>\nARTHUR FIGER<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Feminino e ex\u00edlio em Ana Mendieta<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">CAROLINA CARVALHO DUTRA<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p6\"><span class=\"s2\">INVEN\u00c7\u00d5ES<\/span><\/h3>\n<p class=\"p4\">Com que materiais se faz uma inven\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">MARCUS ANDR\u00c9 VIEIRA<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Ex\u00edlio e inven\u00e7\u00e3o em <i>Cafarnaum<\/i><\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">MARIA IN\u00caS LAMY<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Ex\u00edlios, corpo e lal\u00edngua<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">ANA MARTHA WILSON MAIA<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p8\"><span class=\"s2\"> EX\u00cdLIOS COM LITERATURA<\/span><\/h3>\n<p class=\"p4\">Como todo mundo<\/p>\n<p class=\"p7\"><span class=\"s3\">H\u00c9L\u00c8NE CIXOUS e ANNE E. BERGER<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\"><span class=\"s5\"><i>seguido do coment\u00e1rio <\/i><\/span>Formas do Infamiliar<\/p>\n<p class=\"p7\"><span class=\"s3\">RENATA ESTRELLA<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">O que cessa de n\u00e3o se escrever como tratamento do ex\u00edlio<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">RUTH HELENA PINTO COHEN<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p6\"><span class=\"s2\"> INSTITUTO DE CL\u00cdNICA PSICANAL\u00cdTICA<\/span><\/h3>\n<p class=\"p4\">O ex\u00edlio e seus cantos<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\"> RAM MANDIL<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Ex\u00edlio e sintoma<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">MARCUS ANDR\u00c9 VIEIRA<\/span><\/p>\n<p class=\"p4\">Ex\u00edlios e o trabalho dos autistas com a l\u00edngua<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">MARIA ANTUNES TAVARES<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p6\"><span class=\"s2\"> RESENHA<\/span><\/h3>\n<p class=\"p4\"><i>Sair da grande noit<\/i><span class=\"s6\"><i>e<\/i><\/span><i>:<\/i> decolonizar a psican\u00e1lise com Achille Mbembe<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\">MARIANA MOLLICA<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p6\"><span class=\"s2\"> Entrevista<\/span><\/h3>\n<p class=\"p4\">Entrevista com a artista da a\u00e7\u00e3o Eleonora Fabi\u00e3o<\/p>\n<p class=\"p5\"><span class=\"s3\"> F\u00c1TIMA PINHEIRO<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p6\"><span class=\"s2\">RESUMOS \/ ABSTRACTS<\/span><\/h3>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5650223&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text] 25 IMPOSS\u00cdVEL TIRAR O CORPO FORA: Ex\u00edlios e confinamentos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":5650101,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650222"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5650222"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650222\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5650303,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650222\/revisions\/5650303"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650101"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5650222"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}