{"id":5650126,"date":"2020-11-19T20:08:12","date_gmt":"2020-11-19T23:08:12","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/?page_id=5650126"},"modified":"2021-01-08T11:53:39","modified_gmt":"2021-01-08T14:53:39","slug":"latusa-21","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/numeros-anteriores\/latusa-21\/","title":{"rendered":"Latusa 21"},"content":{"rendered":"[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5650171&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]\n<h4>21<\/h4>\n<h3><b>ADOLESC\u00caNCIA\u00a0 \u00a0\u00a0<\/b><\/h3>\n<h3>METAMORFOSES, REDES E RUAS<\/h3>\n<h4>2016<\/h4>\n<p><a href=\"#sumario\">Ver o sum\u00e1rio<\/a><br \/>\n[\/vc_column_text]<div class=\"norebro-button-sc btn-wrap text-left\" \n\tid=\"norebro-custom-69f16684d15de\"\n\t \n\t>\n\n\t<a href=\"https:\/\/www.ebp.org.br\/livraria\/produto\/latusa-21\/\" \n\t\tclass=\"btn  btn-outline btn-small\">\n\n\t\t\n\t\t<span class=\"text\">\n\t\t\tCOMPRAR\t\t<\/span>\n\n\t\t\n\t\t\t<\/a>\n\n<\/div>[vc_empty_space][vc_column_text]<a href=\"https:\/\/www.ebp.org.br\/livraria\/produto\/latusa-24-acordar-pra-que\/\"><strong>Comprar<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Editora: MARIA IN\u00caS LAMY<\/p>\n<h3>Editorial<\/h3>\n<blockquote><p>E se me perguntam o que penso agora,<br \/>\nDigo que n\u00e3o penso, verto.<br \/>\nTransbordo, como dizem os dicion\u00e1rios.<br \/>\nE lembro de pensar. E n\u00e3o verto mais.<br \/>\nPenso. E n\u00e3o escrevo mais. Penso<br \/>\n(J\u00falia Moura<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>)<\/p><\/blockquote>\n<p>\u201cNo que voc\u00ea est\u00e1 pensando?\u201d \u2013 esta \u00e9 a pergunta que surge a cada vez que se acessa o facebook. A jovem poeta citada na ep\u00edgrafe, ao se deparar com a demanda do Outro virtual, constata que algo nela transborda e as palavras n\u00e3o d\u00e3o conta. \u00c9 bem disso que se trata na adolesc\u00eancia: um transbordamento pulsional que n\u00e3o cabe nas refer\u00eancias conhecidas, j\u00e1 que estas parecem caducas da noite para o dia. Mas, apelando ao dicion\u00e1rio, a jovem mostra que n\u00e3o \u00e9 o caso talvez de abrir m\u00e3o totalmente dos velhos voc\u00e1bulos, mas sim de lhes dar um novo uso. Interessante notar que o \u2018penso\u2019 emerge a\u00ed tanto como um limite ao que se pode endere\u00e7ar ao Outro, quanto como um intervalo, poss\u00edvel espa\u00e7o de inven\u00e7\u00e3o. E algo se deposita como escrita, poesia.<\/p>\n<p>Moritz, personagem de \u201cO despertar da primavera\u201d, pe\u00e7a do final do s\u00e9culo XIX, parece viver problema semelhante. Diz ele: \u201cEu folheei a Enciclop\u00e9dia de A a Z \u2013 s\u00f3 palavras, palavras!\u00a0 Nem a mais leve sombra de explica\u00e7\u00e3o! Que besteira! Para que serve uma enciclop\u00e9dia se ela n\u00e3o responde \u00e0 quest\u00e3o mais importante da vida?\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>\u00a0 De fato, a puls\u00e3o n\u00e3o cabe no dicion\u00e1rio. Tamb\u00e9m o encontro com o Outro sexo, e a verifica\u00e7\u00e3o da impossibilidade da rela\u00e7\u00e3o sexual, n\u00e3o t\u00eam lugar no j\u00e1 sabido. As metamorfoses da puberdade trazem com elas uma exig\u00eancia de trabalho. \u00c9 preciso inventar outras formas de se haver com os velhos par\u00e2metros, para que eles possam fornecer, n\u00e3o toda a explica\u00e7\u00e3o, mas algumas pontua\u00e7\u00f5es e margens. Processo dif\u00edcil, \u00e0s vezes doloroso, que pode acarretar efeitos tr\u00e1gicos, como no caso de Moritz.<\/p>\n<p>Essas e outras quest\u00f5es s\u00e3o, de modos diversos, debatidas pelos autores de Latusa 21.<\/p>\n<p>No primeiro eixo da revista, sobre as metamorfoses, encontramos textos que discutem as mudan\u00e7as da puberdade como\u00a0 surpresas, sustos, mal estar com o corpo e o sexual, com as correntes e a correnteza. Isso pode-se dar nas neuroses e, mais ainda, nas viv\u00eancias psic\u00f3ticas e na transexualidade. Alguns desses casos, mas n\u00e3o todos, s\u00e3o <em>unplugged, <\/em>ou seja, correm o risco de se desligarem das redes e do Outro.<\/p>\n<p>Que parceiro conviria ao adolescente de hoje? O Outro an\u00f4nimo da internet? Na segunda se\u00e7\u00e3o de Latusa, verificamos que a escuta dos analistas, longe de banalizar a liga\u00e7\u00e3o do adolescente com as redes, tem tentado cernir a consequ\u00eancia, para cada um, do recurso ao mundo virtual. Qual a fun\u00e7\u00e3o do parceiro computador? Notamos o uso alienante da internet como rolha imagin\u00e1ria, que visa tamponar a n\u00e3o rela\u00e7\u00e3o sexual, mas tamb\u00e9m, em alguns casos, o apelo ao virtual agindo como recurso necess\u00e1rio \u00e0 media\u00e7\u00e3o no encontro com o Outro sexo. Lacan diz que os adolescentes n\u00e3o pensariam em fazer amor \u201csem o despertar de seus sonhos\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>. Esta afirma\u00e7\u00e3o multifacetada aponta tanto para o gozo que desperta, \u00e0s vezes \u201ccomo um raio\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>, quanto para o necess\u00e1rio recurso \u00e0 fantasia, j\u00e1 que os sonhos infantis n\u00e3o d\u00e3o mais conta. E observamos o apelo \u00e0 internet nesse entroncamento: como se d\u00e1, em cada caso, a articula\u00e7\u00e3o entre a puls\u00e3o, o virtual, a fic\u00e7\u00e3o e a fantasia singular de cada um? As redes ligam-se assim aos temas do amor, do desejo e do gozo. Afinal, \u00e9 disso que se trata.<\/p>\n<p>At\u00e9 a\u00ed temos \u201cadolesc\u00eancia: metamorfoses e redes\u201d, proposta inicial de Latusa 21. Por\u00e9m, \u00e0 medida que os textos chegavam, um terceiro termo se impunha: as ruas. Tanto errantes quanto em movimentos articulados, os adolescentes ocupam as ruas. E, muitas vezes, as redes e as ruas encontram-se, num caminho de m\u00e3o dupla. O que faz margem, para cada adolescente, em suas andan\u00e7as? Parece ser esta uma chave fundamental de leitura que orienta a escuta do psicanalista, seja na cl\u00ednica particular, nas institui\u00e7\u00f5es ou na rua.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m as escolas se apresentaram como lugar preponderante de encontro com os adolescentes. Conversa\u00e7\u00f5es com estudantes, conduzidas por colegas, revelam o fio que percorre suas elabora\u00e7\u00f5es sobre assuntos diversos: o corpo, as drogas, a exposi\u00e7\u00e3o nas redes sociais, o sexo, a cidade e seus contrastes.<\/p>\n<p>Por fim, a ocupa\u00e7\u00e3o das escolas.<\/p>\n<p>Latusa 21 tem um qu\u00ea de rebeldia. Inspirados no tema da adolesc\u00eancia, resolvemos fazer diferente, dando a palavra a uma jovem participante do movimento de ocupa\u00e7\u00e3o das escolas. E conclu\u00edmos com a entrevista com L\u00e9o Vinicius, sobre manifesta\u00e7\u00f5es e ocupa\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, em tempos de imp\u00e9rio das imagens, <em>postamos<\/em> uma foto. Agrade\u00e7o aos participantes da Comiss\u00e3o de Publica\u00e7\u00e3o, que se dedicaram ao trabalho com juventude, entusiasmo e originalidade.<\/p>\n<p>Diz Lacan que a crian\u00e7a n\u00e3o tem \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o o ato<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. A adolesc\u00eancia \u00e9 pois o tempo das escolhas, do ato. Perdendo a ilus\u00e3o de garantia no Outro parental, o jovem n\u00e3o sabe mais se situar. Esse momento, em que se reabre, para cada sujeito, a quest\u00e3o fundamental sobre seu lugar no mundo, \u00e9 prop\u00edcio a atos mort\u00edferos e radicais se, para evitar a ang\u00fastia, o adolescente fizer um curto circuito pelo <em>acting out<\/em> ou passagem ao ato, num movimento selvagem de separa\u00e7\u00e3o. Como ent\u00e3o o jovem pode ter acesso ao ato, o que pressup\u00f5e separa\u00e7\u00e3o, sem dispensar o Outro de forma radical?<\/p>\n<p>Parecendo tentar responder a essa quest\u00e3o, os estudantes escreveram na parede de uma escola ocupada: \u201cpor uma educa\u00e7\u00e3o que nos ensine a pensar e n\u00e3o a obedecer\u201d. D\u00e3o a ler assim, em letras garrafais, que, longe de dispensarem a educa\u00e7\u00e3o que vem do Outro, querem se ver inclu\u00eddos nela, mas de uma forma em que a separa\u00e7\u00e3o se fa\u00e7a presente.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 um bom norte para se pensar a travessia da adolesc\u00eancia.<\/p>\n<p>Por fim, agrade\u00e7o a todos que colaboraram para esse n\u00famero de Latusa. Antes de tudo, \u00e0 editora anterior, Cristina Duba, que se mostrou sempre disposta a escutar e a nos dar assessoria ao longo de todo o trajeto. Alguns colegas da AMP generosamente cederam seus textos: Fabian Fajnwaks, Liliana Cazenave, Philippe Lacad\u00e9e. Da EBP\/BA, Marcelo Veras mais uma vez nos trouxe uma contribui\u00e7\u00e3o. A A\u00e7\u00e3o Dobradi\u00e7a da EBP se fez presente, atrav\u00e9s da entrevista com Marcus Andr\u00e9 Vieira. Do ICP temos um texto de Maria do Ros\u00e1rio Collier do R\u00eago Barros. E v\u00e1rios outros colegas da Se\u00e7\u00e3o Rio (dentre os quais Ana Martha Maia, Andr\u00e9a Reis, Cristina Duba, M\u00e1rcia Zucchi, Mirta Zbrun, Ondina Machado, Stella Jimenez, Vicente Gaglianone) enviaram trabalhos. Al\u00e9m disso, recebemos artigos de psicanalistas, jovens ou experientes, que t\u00eam transfer\u00eancia com a EBP e frequentam a Se\u00e7\u00e3o Rio. E, ainda, a Diretoria de Cart\u00e9is e Interc\u00e2mbio nos mandou uma Nota sobre a presen\u00e7a da Oficina de Leitura Ato Zero na A\u00e7\u00e3o Lacaniana. Todos os textos, cada um \u00e0 sua maneira, trazem contribui\u00e7\u00f5es valiosas para se pensar a adolesc\u00eancia.<\/p>\n<p>Boa leitura!<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Participante da Oficina Liter\u00e1ria Ato Zero, coordenada pelo professor Luiz Guilherme Barbosa, no Col\u00e9gio Pedro II, Campus Realengo II, no sub\u00farbio do Rio de Janeiro. Em junho de 2016, a A\u00e7\u00e3o Lacaniana (leia mais na Nota da Diretoria), atividade da Diretoria de Cart\u00e9is e Interc\u00e2mbio, recebeu o professor e alguns adolescentes da Ato Zero, numa noite em que a vivacidade, eloqu\u00eancia e lucidez dos jovens, al\u00e9m de encantar a todos, teve um efeito de transmiss\u00e3o para os psicanalistas.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Wedekind, F. <em>O despertar da primavera<\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o de Luiz Ant\u00f4nio Martinez Correa. In\u00e9dito.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Lacan, J. \u201cPref\u00e1cio ao \u2018O despertar da primavera\u2019\u201d. In: <em>Outros Escritos<\/em>, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003, p. 557.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Wedekind, F. <em>O despertar da primavera<\/em>, op. cit. Express\u00e3o usada pelo personagem Moritz, ao tentar descrever a primeira ejacula\u00e7\u00e3o.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Lacan, J. O semin\u00e1rio, livro 8. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1992, p.218.<\/h6>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_separator][vc_column_text]<a name=\"sumario\"><\/a><\/p>\n<h2>SUM\u00c1RIO<\/h2>\n<h3>Editorial<\/h3>\n<p>MARIA\u00a0 IN\u00caS \u00a0LAMY<\/p>\n<p>Com a palavra. Entrevista com J\u00e9ssica Lene da Silva<br \/>\nCRISTINA FREDERICO PAULA LEGEY<\/p>\n<p>A\u00e7\u00e3o lacaniana. Encontro com a Oficina Liter\u00e1ria Ato \u00a0Zero<br \/>\nDIRETORIA DE CART\u00c9IS E INTERC\u00c2MBIO DA EBP-RJ<\/p>\n<h3>METAMORFOSES<\/h3>\n<p>Transexualidade no pensamento lacaniano<br \/>\nSTELLA JIMENEZ<\/p>\n<p>Adolesc\u00eancia e as psicoses<br \/>\nMARCELO VERAS<\/p>\n<p>Adolesc\u00eancia <em>unplugged <\/em>\u2013 sobre o in\u00edcio da psicose<br \/>\nCRISTINA FREDERICO<\/p>\n<p>Sobre a <em>imiscui\u00e7\u00e3o <\/em>no Gide de Lacan<br \/>\nVICENTE MACHADO GAGLIANONE<\/p>\n<p>Duas correntes e uma s\u00f3 correnteza<br \/>\nCLEIDE RODRIGUES MASCHIETTO<\/p>\n<h3>REDES, AMOR E GOZO<\/h3>\n<p>O parceiro computador<br \/>\nLILIANA\u00a0\u00a0 CAZENAVE<\/p>\n<p>Amores soterrados<br \/>\nANDR\u00c9A\u00a0 REIS \u00a0SANTOS<\/p>\n<p>Sexo na adolesc\u00eancia: as mesmas ou novas crises?<br \/>\nMARCIA\u00a0 \u00a0ZUCCHI<\/p>\n<p>Do desejo do sonho ao desejo do <em>parl\u00eatre <\/em>na adolesc\u00eancia<br \/>\nMIRTA \u00a0ZBRUN<\/p>\n<h3>AS MARGENS DA RUA<\/h3>\n<p>A rua e os corpos, a viol\u00eancia e as drogas<br \/>\nPHILIPPE\u00a0 \u00a0LACAD\u00c9E<\/p>\n<p>No tempo da a\u00e7\u00e3o imediata. Entrevista a Nohemi Brown<br \/>\nMARCUS\u00a0 ANDR\u00c9 \u00a0VIEIRA<\/p>\n<p>As margens da lei \u2013 a constru\u00e7\u00e3ode uma hist\u00f3ria para um adolescente<br \/>\nCRISTINA \u00a0DUBA<\/p>\n<p>Por que n\u00e3o dancei<br \/>\nONDINA\u00a0 \u00a0MACHADO<\/p>\n<p>Notas sobre o uso de drogas na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia<br \/>\nVIVIANE\u00a0\u00a0 TINOCO \u00a0MARTINS<\/p>\n<h3>NAS REDES DAS \u00a0ESCOLAS<\/h3>\n<p>Sobre metamorfoses e a rede na adolesc\u00eancia: uma conversa\u00e7\u00e3o inter-disciplinar do Cien<br \/>\nAMANDA NUNES ANA MARTHA MAIA<br \/>\nPIETRO\u00a0 PAOLO MEGA<\/p>\n<p>No fio da piada: conversa\u00e7\u00f5es com adolescentes de uma escola p\u00fablica<br \/>\nMARINA \u00a0SODR\u00c9<\/p>\n<p>Escolas \u00a0revisitadas<br \/>\nDINAH \u00a0KL\u00c8VE<\/p>\n<h3>INSTITUTO\u00a0 DE\u00a0 CL\u00cdNICA PSICANAL\u00cdTICA<\/h3>\n<p>Sa\u00edda da inf\u00e2ncia: encontro com o Outro sexo<br \/>\nMARIA \u00a0DO \u00a0ROS\u00c1RIO \u00a0COLLIER \u00a0DO \u00a0R\u00caGO \u00a0BARROS<\/p>\n<h3>PASSE<\/h3>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o com o parceiro <em>ap\u00f3s <\/em>o passe: da fantasia ao <em>sinthoma<br \/>\n<\/em>FABIAN \u00a0FAJNWAKS<\/p>\n<h3>ENTREVISTA<\/h3>\n<p>Das manifesta\u00e7\u00f5es de 2013 \u00e0s ocupa\u00e7\u00f5es das escolas. Entrevista com Leo Vinicius Liberato<br \/>\nCRISTINA\u00a0\u00a0 \u00a0FREDERICO<\/p>\n<h3>RESUMOS \/ ABSTRACTS<\/h3>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5650171&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text] 21 ADOLESC\u00caNCIA\u00a0 \u00a0\u00a0 METAMORFOSES, REDES E RUAS 2016 Ver&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":5650101,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650126"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5650126"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650126\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5650300,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650126\/revisions\/5650300"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650101"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5650126"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}