{"id":5650124,"date":"2020-11-19T20:02:55","date_gmt":"2020-11-19T23:02:55","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/?page_id=5650124"},"modified":"2021-01-08T11:53:26","modified_gmt":"2021-01-08T14:53:26","slug":"latusa-20","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/numeros-anteriores\/latusa-20\/","title":{"rendered":"Latusa 20"},"content":{"rendered":"[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5650170&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]\n<h4>20<\/h4>\n<h3><b>UM CORPO QUE NASCE<\/b><\/h3>\n<h4>2015<\/h4>\n<p><a href=\"#sumario\">Ver o sum\u00e1rio<\/a><br \/>\n[\/vc_column_text]<div class=\"norebro-button-sc btn-wrap text-left\" \n\tid=\"norebro-custom-69f1666042895\"\n\t \n\t>\n\n\t<a href=\"#\" \n\t\tclass=\"btn  btn-outline btn-small\">\n\n\t\t\n\t\t<span class=\"text\">\n\t\t\tCOMPRAR\t\t<\/span>\n\n\t\t\n\t\t\t<\/a>\n\n<\/div>[vc_empty_space][vc_column_text]Editora: CRISTINA DUBA<\/p>\n<h3>Editorial<\/h3>\n<p><strong>Um corpo \u00e9 bem relativo<\/strong><\/p>\n<h6>Romildo do R\u00eago Barros<\/h6>\n<span class=\"su-dropcap su-dropcap-style-simple\" style=\"font-size:5em\">U<\/span>m corpo, tal como se apresentou a Freud, \u00e9 relativo. Hoje, j\u00e1 nem tanto&#8230;<\/p>\n<p>Isto quer dizer que, em princ\u00edpio, ele n\u00e3o \u00e9 nunca, ou quase nunca, um campo de certezas. H\u00e1 sempre uma d\u00favida, ou uma imprecis\u00e3o no trato ou na experi\u00eancia do corpo, que pode ser entendido como algo que faz fronteira entre o sujeito e a carne. \u00c9 ali\u00e1s por essa imprecis\u00e3o no seu estatuto que os males do corpo puderam ser interpretados.<\/p>\n<p>Lembro de um antigo analisante que me dizia, depois de testemunhar durante alguns dias na UTI de um hospital o sofrimento dos pacientes vizinhos e o seu pr\u00f3prio (ele lembraria para sempre, com uma nitidez quase alucinat\u00f3ria, dos gemidos que vinham de todo os lados durante as noites):<\/p>\n<p>\u201cSabe o que eu descobri nesses dias? Descobri que a carne d\u00f3i&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>Na cl\u00ednica anal\u00edtica de outros tempos, a certeza do corpo, como um estado mais ou menos permanente, indicava basicamente uma psicose, como recorda Fran\u00e7ois Ansermet referindo-se ao semin\u00e1rio de Lacan sobre as psicoses. O que ter\u00e1 mudado, a ponto do corpo e de sua certeza serem objetos de abordagens t\u00e3o diversas e amplas como as que\u00a0 s\u00e3o expostas neste n\u00famero de <em>Latusa<\/em>&#8230;?<\/p>\n<p>Um corpo \u00e9 igualmente relativo no sentido literal, isto \u00e9, dependente de rela\u00e7\u00f5es: na experi\u00eancia especular, assim como nas sucessivas inscri\u00e7\u00f5es que se fazem ao longo da vida, ele depende de um consentimento do Outro, que ao mesmo tempo em que legaliza nossos lugares no mundo, nos d\u00e1 uma identidade imagin\u00e1ria, fundada no corpo.<\/p>\n<p>Um corpo, tal como o definia Lacan no semin\u00e1rio <em>RSI<\/em><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>,<\/p>\n<p>&#8230;\u00e9 alguma coisa que presumimos que tem fun\u00e7\u00f5es especificadas nos \u00f3rg\u00e3os, de tal modo que um autom\u00f3vel, e mesmo um computador (&#8230;), tamb\u00e9m \u00e9 um corpo.<\/p>\n<p>O corpo \u00e9, portanto, objeto de presun\u00e7\u00e3o, no sentido que tem esta palavra, por exemplo, no jarg\u00e3o jur\u00eddico: presume-se um corpo, desde que algo se manifeste como articula\u00e7\u00e3o entre \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<p><strong>O corpo se transforma<\/strong><\/p>\n<p>Mas, como a pr\u00f3pria psican\u00e1lise, o corpo sofre transforma\u00e7\u00f5es. O corpo das hist\u00e9ricas que levaram Freud a inventar o seu m\u00e9todo in\u00e9dito n\u00e3o \u00e9 o mesmo da anor\u00e9xica ou bul\u00edmica dos nossos tempos, e isso exige do psicanalista respostas novas. H\u00e1 uma forma in\u00e9dita de certeza, que n\u00e3o \u00e9 a mesma que parecia circunscrita \u00e0 loucura.<\/p>\n<p>Domenico Cosenza ilustra um dos aspectos dessa transforma\u00e7\u00e3o, apresentando-nos a anor\u00e9xica como algu\u00e9m perfeitamente adequado a certas exig\u00eancias do seu tempo, como, por exemplo, \u00e0 da quantifica\u00e7\u00e3o. Para fugir do aumento de peso:<\/p>\n<p>\u201c&#8230; a anor\u00e9xica coloca em campo sua obsess\u00e3o pela medida. Na quantifica\u00e7\u00e3o, trata-se da tradu\u00e7\u00e3o quantitativa de seu estado corporal em peso e em rela\u00e7\u00f5es num\u00e9ricas.\u201d<\/p>\n<p>E mais adiante,<\/p>\n<p>\u201cA anorexia contempor\u00e2nea, t\u00e3o engajada em quantificar <em>more matematico<\/em> os efeitos da priva\u00e7\u00e3o no corpo, \u00e9 irredut\u00edvel \u00e0 anorexia santa, e sua radicalidade encontra terreno f\u00e9rtil n\u00e3o no campo da religi\u00e3o, como para esta \u00faltima, mas frequentemente no enquadre cientificista do discurso social contempor\u00e2neo, no qual tem valor o que \u00e9 quantific\u00e1vel, redut\u00edvel ao n\u00famero.\u201d<\/p>\n<p>Na nossa comunidade da Associa\u00e7\u00e3o Mundial de Psican\u00e1lise, temos usado uma express\u00e3o que procura dar conta de um novo estatuto para o corpo nos seus novos desafios feitos \u00e0 nossa pr\u00e1tica, desde que Jacques-Alain Miller a prop\u00f4s como parte do tema do pr\u00f3ximo Congresso da AMP: o <em>corpo falante<\/em>, que, juntamente com o <em>inconsciente no s\u00e9culo XXI<\/em>, est\u00e1 mobilizando os esfor\u00e7os que nos levar\u00e3o ao Rio de Janeiro em abril de 2016, tal como nos explica neste n\u00famero Marcus Andr\u00e9 Vieira, diretor do Congresso.<\/p>\n<p>M\u00e1rcia Zucchi lembra um ponto fundamental da retomada da express\u00e3o: \u201cNa formula\u00e7\u00e3o \u2018corpo falante\u2019, por\u00e9m, h\u00e1 algo diverso, algo de mist\u00e9rio, afirma Lacan no semin\u00e1rio 20<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>.\u201d<\/p>\n<p>\u00c9 bem interessante pensar que, ao inv\u00e9s de dispormos de uma nova defini\u00e7\u00e3o, exigida por uma mudan\u00e7a no objeto, ou mesmo de um novo campo de atua\u00e7\u00e3o poss\u00edvel de ser inclu\u00eddo em algum protocolo cient\u00edfico, os nossos tempos nos conduzem \u00e0 fronteira do real como \u201cmist\u00e9rio\u201d, termo forte que Lacan, que sabia do que falava, nos deixou\u00a0 como um vi\u00e1tico &#8211; para usar um outro termo da religi\u00e3o empregado \u00e0s vezes por Lacan.<\/p>\n<p>Ou seja, n\u00e3o se trata exatamente de uma evolu\u00e7\u00e3o, que levaria, digamos por comodidade, do corpo hist\u00e9rico ao corpo falante, mas de uma rela\u00e7\u00e3o in\u00e9dita com o real, que ser\u00e1 sempre discrepante daquilo que transcorre como hist\u00f3ria ou sucess\u00e3o. Algo novo surgiu nos nossos tempos. Ao inv\u00e9s de um encadeamento conduzindo ao necess\u00e1rio, algo irrompe como acaso e conting\u00eancia, e isso acarreta efeitos radicais para a pr\u00e1tica anal\u00edtica, que sempre teve por base o transcurso, a sucess\u00e3o, a repeti\u00e7\u00e3o: por exemplo, a pr\u00f3pria ideia de que o tratamento se faz por meio de sess\u00f5es, e de que a fala do analisante se d\u00e1, pelo menos idealmente, como associa\u00e7\u00e3o livre. Certamente ainda n\u00e3o extra\u00edmos todas as consequ\u00eancias dessa mudan\u00e7a. Como disse Jacques-Alain Miller, n\u00f3s j\u00e1 estamos analisando o falasser, que Lacan sugeriu como substituto do inconsciente, mas ainda n\u00e3o sabemos como diz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>O corpo muda, e, como n\u00e3o poderia deixar de ser, muda o sexo. Mudam suas pr\u00e1ticas,\u00a0 claro, mas muda igualmente a pr\u00f3pria rela\u00e7\u00e3o que h\u00e1 entre o sexo, suas consequ\u00eancias biol\u00f3gicas e suas fun\u00e7\u00f5es sociais. O que est\u00e1 em torno do fen\u00f4meno complexo da procria\u00e7\u00e3o ilustra bem esse verdadeiro desafio.<\/p>\n<p><strong>Dois testemunhos dos dois lados da quest\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os respons\u00e1veis por <em>Latusa<\/em>\u00a0 conseguiram uma bela fa\u00e7anha neste n\u00famero 20 da revista. Puseram no mesmo n\u00famero duas vozes autorizadas para falarem do sexo contempor\u00e2neo. Figuras bem conhecidas quando se trata do assunto, e partindo de posi\u00e7\u00f5es bem diversas, deram ao encontro nas p\u00e1ginas de <em>Latusa<\/em> o car\u00e1ter de um di\u00e1logo, ou seja, de uma conversa onde se podem encontrar consequ\u00eancias do que disse o primeiro na fala do segundo.<\/p>\n<p>O primeiro \u00e9 nosso amigo Fran\u00e7ois Ansermet, de Lausanne, que h\u00e1 bastante tempo se destaca entre n\u00f3s como uma autoridade no estudo das transforma\u00e7\u00f5es\u00a0 e das incertezas sexuais, e da cl\u00ednica que elas implicam.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio t\u00edtulo dado por Ansermet ao seu artigo \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o de dois elementos que tradicionalmente, na l\u00f3gica do \u201canatomia \u00e9 o destino\u201d freudiano, se excluem: escolha e diferen\u00e7as sexuais.<\/p>\n<p>O outro, Laerte, desde muito conhecido pelo seu trabalho de cartunista \u2013 quem n\u00e3o conhece <em>Os Piratas do Tiet\u00ea<\/em>&#8230;? -, resolve em 2004, aos 53 anos, passar a vestir-se de mulher, como informa na entrevista que concedeu \u00e0s nossas colegas Cristina Duba, atual editora da revista, e Maria In\u00eas Lamy. N\u00e3o s\u00f3 na intimidade, como ocorre com alguns homens, e tampouco como par\u00f3dia, como vemos nos carnavais, mas publicamente, reunindo em si pr\u00f3prio \u2013 quase diria, em um s\u00f3 corpo&#8230; &#8211; aspectos que em geral est\u00e3o separados: uma apar\u00eancia, uma pr\u00e1tica sexual e um reconhecimento p\u00fablico.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 no entanto um simples travestismo, como praticam outros \u2013 o exemplo de Rog\u00e9ria \u00e9 inevit\u00e1vel -, mas a tentativa de assun\u00e7\u00e3o de uma pr\u00e1tica de mulher, o que tem por prova o uso que passou a fazer do feminino ao falar de si mesmo. Aqui mesmo na entrevista, Laerte parece ter adquirido uma tal <em>aisance<\/em> no feminino que n\u00e3o se espera da parte dela \u2013 o feminino aqui \u00e9 imperativo &#8211; nenhuma d\u00favida ou titubeio.<\/p>\n<p>A sua fama de cartunista, naturalmente, ampliou a repercuss\u00e3o do seu ato, e o tem levado a entrevistas em in\u00fameras emissoras de televis\u00e3o, r\u00e1dios, jornais, revistas (como <em>Latusa<\/em>&#8230;). Em todas essas interven\u00e7\u00f5es reafirma a sua escolha como um sinal de que as barreiras culturais entre o masculino e o feminino podem ser dissolvidas; mantendo-se, no entanto, as diferen\u00e7as que s\u00e3o irredut\u00edveis. Umas das suas frases durante a entrevista me parece definitiva:<\/p>\n<p>\u201cPois \u00e9, estou chegando \u00e0 conclus\u00e3o de que todo sexo \u00e9 diferente.\u201d<\/p>\n<p>\u00c9 a vers\u00e3o \u201claertiana\u201d, ali\u00e1s bastante justa, para o aforismo fundamental de Lacan \u201cn\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual\u201d.<\/p>\n<p>No di\u00e1logo que estou supondo, o tema central seria provavelmente a certeza.<\/p>\n<p>O cl\u00ednico Ansermet situaria na certeza o ponto de incid\u00eancia da interven\u00e7\u00e3o do analista: cabe a este, sem contestar a escolha, questionar a certeza, o que refor\u00e7ar\u00e1 a dignidade e a responsabilidade da escolha, sem prejulgar qual deveria ser.<\/p>\n<p>O transexual ou transg\u00eanero Laerte, por sua vez, sem reivindicar ter nascido em um corpo errado \u2013 no que difere de boa parte dos transexuais, talvez da maioria -, p\u00f5e sua certeza no campo, digamos, pol\u00edtico: cada um tem o direito de escolher um g\u00eanero, seja qual for o aparato com que o dotou a natureza. \u00c9 preciso dizer que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, a partir da leitura da entrevista de Laerte, saber com seguran\u00e7a que parte se deve \u00e0 ironia, que, como nos mostra a experi\u00eancia corrente, \u00e9 inimiga da certeza. Aqui e ali, talvez como restos, al\u00e9m do seu presente de humorista, do seu passado de militante, despontam ind\u00edcios de uma rebeldia que, no seu caso de militante do p\u00f3s-estalinismo, s\u00f3 pode ser chamada de ir\u00f4nica.<\/p>\n<p>Todos os textos que comp\u00f5em este n\u00famero de Latusa \u2013 e s\u00e3o muitos &#8211; tratam direta ou indiretamente do corpo. Cada um \u00e0 sua maneira, os autores, partindo de horizontes diversos e de experi\u00eancias singulares, procuram enquadrar a quest\u00e3o do corpo (n\u00e3o o corpo, mas sua quest\u00e3o) dentro de um espa\u00e7o que tem em um dos seus extremos o corpo marcado pela inscri\u00e7\u00e3o no Outro, que \u00e9 \u201csexualizante\u201d, e no outro extremo, esse corpo que tem aparecido diante de n\u00f3s, e que falam de um gozo sem a atribui\u00e7\u00e3o que inaugura uma an\u00e1lise freudiana.<\/p>\n<p>Acho que uma frase extra\u00edda do artigo &#8211; na verdade uma confer\u00eancia \u2013 de Heloisa Caldas pode exprimir bem uma das ambi\u00e7\u00f5es da revista:<\/p>\n<p>\u00c9 preciso situar no corpo o avesso dos semblantes, mesmo quando os semblantes de mulher gozam de relativa liberdade, como no mundo ocidental globalizado. No avesso dos semblantes, h\u00e1 o que chamamos real do corpo e que, <em>grosso modo<\/em>, equivale a apontar que a linguagem tem limites para tratar do sexo e da morte.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Aula de 10 de dezembro de 1974.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> \u201cO real, eu diria, \u00e9 o mist\u00e9rio do corpo falante, \u00e9 o mist\u00e9rio do inconsciente\u201d. Lacan,J.\u00a0 <em>O Semin\u00e1rio livro 20: mais, ainda.<\/em> (1972-1973). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 1985. P. 178<\/h6>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_separator][vc_column_text]<a name=\"sumario\"><\/a><\/p>\n<h2>SUM\u00c1RIO<\/h2>\n<h3>Editorial<\/h3>\n<p>ROMILDO DO R\u00caGO BARROS<\/p>\n<h3>RUMO A 2016 \u2013 O INCONSCIENTE E O CORPO FALANTE<\/h3>\n<p>O corpo falante.\u00a0 Sobre o inconsciente no s\u00e9culo XXI<br \/>\nMARCUS\u00a0 ANDR\u00c9 VIEIRA<\/p>\n<h3>CI\u00caNCIA E CORPO FALANTE<\/h3>\n<p>Escolher seu sexo: usos contempor\u00e2neos da diferen\u00e7a dos sexos<br \/>\nFRAN\u00c7OIS ANSERMET<\/p>\n<p>O higienismo anor\u00e9xico<br \/>\nDOMENICO COSENZA<\/p>\n<p>Um corpo goza: marcas gen\u00e9ticas cifradas pela linguagem<br \/>\nMIRTA ZBRUN<\/p>\n<p>Os n\u00e3o nascidos por natureza se apressam<br \/>\nM\u00d4NICA ROLO<\/p>\n<p>Do que se fala com o corpo<br \/>\nMARCIA ZUCCHI<\/p>\n<p>Alguns passos<br \/>\nSANDRA VIOLA<\/p>\n<h2>CORPO, MULHER E CRIAN\u00c7A<\/h2>\n<p>Um corpo de mulher: da imagem ao gozo<br \/>\nHELOISA CALDAS<\/p>\n<p>O rapto do corpo de Lol V. Stein<br \/>\nARACELI \u00a0FUENTES<\/p>\n<p>A <em>sadominadora<br \/>\n<\/em>JACQUELINE DH\u00c9RET<\/p>\n<p>A mulher que diz n\u00e3o<br \/>\nPIERRE NAVEAU<\/p>\n<p>Um algo a mais<br \/>\nVERBENA DIAS<\/p>\n<p>Entre a vida e a morte:um corpo nasce pelo vi\u00e9s do brincar<br \/>\nRUTH\u00a0 HELENA\u00a0 PINTO COHEN<\/p>\n<p>A confec\u00e7\u00e3o de um corpo na neurose: obeso para a m\u00e3e, seco para o outro sexo<br \/>\nANA CRISTINA FIGUEIREDO MANOELA NUNES DE FREITAS<\/p>\n<p>Medos e inven\u00e7\u00f5es de um menino diante de um corpo modificado<br \/>\nFL\u00c1VIA HASKY<\/p>\n<p>O corpo e a paix\u00e3o pelos objetos no autismo<br \/>\nANA\u00a0 MARTHA\u00a0 WILSON MAIA<br \/>\nVANESSA CARRILHO DOS ANJOS \u00a0BRAND\u00c3O<\/p>\n<h3>CORPO E SEGREGA\u00c7\u00c3O<\/h3>\n<p>Sobre ruas e litorais: o corpo da biopol\u00edtica ao n\u00f3<br \/>\nPAULA LEGEY<\/p>\n<p>Organismos de ferro<br \/>\nVIVIANE\u00a0 TINOCO MARTINS<\/p>\n<p>Que corpo para o \u201ccriminoso\u201d?<br \/>\nCARLOS ALBERTO RIBEIRO COSTA<\/p>\n<h3>ARTE, PORNOGRAFIA E HORROR<\/h3>\n<p>O corpo, esse estranho<br \/>\nSTELLA \u00a0JIMENEZ<\/p>\n<p>A pele que habito<br \/>\nMARIA\u00a0 IN\u00caS LAMY<\/p>\n<p>H\u00e9lio Oiticica: arte e acontecimento de corpo<br \/>\nMARIA\u00a0 F\u00c1TIMA \u00a0PINHEIRO<\/p>\n<p>O Outro artista est\u00e1 presente<br \/>\nGISELLE FALBO<\/p>\n<p>A pornografia da vida cotidiana<br \/>\nMARCELO VERAS<\/p>\n<h2>INSTITUTO\u00a0 DE\u00a0 CL\u00cdNICA PSICANAL\u00cdTICA<\/h2>\n<p>O direito de ter um filho. Notas sobre as maternidades e paternidades contempor\u00e2neas<br \/>\nCRISTINA \u00a0DUBA<\/p>\n<h2>PASSE<\/h2>\n<p><em>Apr\u00e8s coup<br \/>\n<\/em>GRACIELA BRODSKY<\/p>\n<h3>ENTREVISTA<\/h3>\n<p>Conversa com Laerte<br \/>\nCRISTINA DUBA MARIA IN\u00caS LAMY<\/p>\n<h3>RESUMOS \/ ABSTRACTS<\/h3>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;5650170&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text] 20 UM CORPO QUE NASCE 2015 Ver o sum\u00e1rio&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":5650101,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650124"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5650124"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650124\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5650299,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650124\/revisions\/5650299"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5650101"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/rj\/latusa\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5650124"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}