{"id":4540,"date":"2025-03-21T07:10:44","date_gmt":"2025-03-21T10:10:44","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/?p=4540"},"modified":"2025-03-21T07:10:44","modified_gmt":"2025-03-21T10:10:44","slug":"ressonancias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/ressonancias\/","title":{"rendered":"Resson\u00e2ncias"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-4532\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-03-Ressonancias-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"334\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-03-Ressonancias-300x200.jpg 300w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-03-Ressonancias-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-03-Ressonancias-768x513.jpg 768w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-03-Ressonancias-391x260.jpg 391w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-03-Ressonancias-1536x1025.jpg 1536w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Imagem-03-Ressonancias-2048x1367.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><em>Jos\u00e9 Ronaldo de Paulo (NPJ)<\/em><\/span><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em>Gostaria de agradecer \u00e0 Diretoria e \u00e0 Cleide Pereira (EBP\/AMP), Diretora de Biblioteca, pelo convite para compor este n\u00famero do Boletim Litor\u00e2neo. Tr\u00eas momentos na IV Jornada da EBP Se\u00e7\u00e3o Nordeste, <em>Respostas do Real &#8211; Conting\u00eancias na Cl\u00ednica<\/em>, tiveram em mim resson\u00e2ncias e efeitos de forma\u00e7\u00e3o. O primeiro foi o relato apresentado pela convidada da Bahia, S\u00f4nia Vicente (AME da EBP\/AMP), no qual o real \u00e9 surpreendido. Nesse caso, ela transmitiu, de maneira v\u00edvida, as inven\u00e7\u00f5es surgidas de um saber-fazer com o imposs\u00edvel, a conting\u00eancia e a eleg\u00e2ncia da pr\u00e1tica cl\u00ednica. Um material profundo e desafiador, como S\u00f4nia destacou, ainda em <em>work in progress<\/em>, mas extremamente ensinante pela marca de sua singularidade, em que o desejo do analista presente busca, de forma eficaz, a diferen\u00e7a absoluta. Escutei-o como algo novo, que nunca havia encontrado antes, portanto, surpreendente. Se, conforme nos lembra \u00c9ric Laurent, \u201co caso \u00e9 uma po\u00e9tica que ultrapassa o analista e o analisante\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>, eu acrescentaria, em consequ\u00eancia disso, que essa ultrapassagem repercute na rea\u00e7\u00e3o de quem o escuta.<\/p>\n<p>Um segundo momento, foi o caso cl\u00ednico que apresentei. Inicialmente transmitido no N\u00facleo de Pesquisa sobre o Feminino pelo Instituto de Psican\u00e1lise do Nordeste (IPSIN) e sob supervis\u00e3o que permitiu uma escrita mais fluida. Segundo Silvia Baudini:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 80px;\">A supervis\u00e3o pode possibilitar uma s\u00fabita ilumina\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 da ordem da verdade religiosa, uma escans\u00e3o temporal do instante de ver e a produ\u00e7\u00e3o de efeitos de forma\u00e7\u00e3o. O efeito de forma\u00e7\u00e3o e a pr\u00e1tica da supervis\u00e3o, como modo de combater os res\u00edduos da fantasia e o af\u00e3 religioso, permitem reduzir um excesso, incluindo o \u00eaxtimo que libera o sinthoma, ou seja, refaz o modo de amarra\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas registros RSI<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>Lan\u00e7ar esse trabalho supervisionado na IV Jornada foi mais uma tor\u00e7\u00e3o ao pincelar elementos novos. As perguntas dirigidas ao analista sobre o caso tiveram importantes pontos candentes na condu\u00e7\u00e3o a posteriori, fazendo com que avan\u00e7os significativos fossem notados na articula\u00e7\u00e3o do sujeito em um novo dizer, fora de uma posi\u00e7\u00e3o de gozo mort\u00edfero, mais enraizado no sujeito. No quesito do conte\u00fado apresentado, foi uma surpresa ao encontrar as refer\u00eancia da Escola Una na mesa <em>Parceria amorosas e devasta\u00e7\u00e3o<\/em> coordenada pela Lourdes Arag\u00e3o, que tiveram pontos e refer\u00eancias em comum com o caso que apresentei e onde obtivemos uma importante troca tamb\u00e9m nos bastidores.<\/p>\n<p>Um terceiro momento foi a conversa\u00e7\u00e3o entre Ricardo Seldes (AME da EOL\/AMP) e Romildo do R\u00eago Barros (AME da EBP\/AMP), onde ficou mais evidente a especificidade da cl\u00ednica lacaniana, que \u00e9 a orienta\u00e7\u00e3o pelo real. Como disse Lacan, no real n\u00e3o h\u00e1 classes, apenas pe\u00e7as soltas e esparsas. A afinidade da conversa entre os dois foi leve, divertida, e me fez sair da Jornada de maneira mais desembara\u00e7ada de alguns enigmas. Algo se soltou como um grande desafio a inven\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> REINOSO, Alejandro. A transfer\u00eancia na constru\u00e7\u00e3o do caso. Revista Varidade, n. 3, dez. 2023. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/www.varidade.com.br\/index.php\/a-transferencia-na-construcao-do-caso\"> https:\/\/www.varidade.com.br\/index.php\/a-transferencia-na-construcao-do-caso<\/a>. Acesso em: 26 jan. 2025.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> BALDINI, Silvia.\u00a0 Dois momentos de supervis\u00e3o. Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, n. 8, [s.d.]. Dispon\u00edvel em:<a href=\"http:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/pdf\/numero_8\/Dois_momentos.pdf\"> http:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/pdf\/numero_8\/Dois_momentos.pdf<\/a>. Acesso em: 26 jan. 2025.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><em>Nelson Matheus Silva (NPJ)<\/em><\/span><\/p>\n<p>Em sua confer\u00eancia <em>Lugar, origem e fim do meu ensino<\/em><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><em><sup><strong>[1]<\/strong><\/sup><\/em><\/a>, em Lyon, Lacan enfatizou que \u00e9 o lugar o que est\u00e1 no princ\u00edpio, e n\u00e3o a origem. A origem, ao que me parece, esbo\u00e7aria uma l\u00f3gica de progresso continuado, remetida a um ponto zero, a um <em>big-bang<\/em>, a uma hereditariedade assegurada numa l\u00f3gica linear, a um <em>curriculum<\/em>. O lugar, por sua vez, \u00e9 um recorte, como um acidente, uma precipita\u00e7\u00e3o, \u00e9 o que atravessa a l\u00f3gica da origem. \u00c9 um princ\u00edpio de inspira\u00e7\u00e3o nietzschiana, em que o lugar, quantas vezes ele for demarcado, inaugura um come\u00e7o.<\/p>\n<p>Imposs\u00edvel n\u00e3o dizer que houve algo dessa experi\u00eancia na IV Jornada da Se\u00e7\u00e3o Nordeste, ocorrida em Jo\u00e3o Pessoa. Mais al\u00e9m da oferta de um lugar, cuja import\u00e2ncia desse ato quero ressaltar, o que como participante da Nova Pol\u00edtica da Juventude da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise enfatiza a convocat\u00f3ria ao trabalho de Escola, esse lugar recorta uma linha de continuidade e inaugura o novo em minha forma\u00e7\u00e3o. Um lugar que inaugura um come\u00e7o, <em>apr<\/em><em>\u00e8<\/em><em>s-coup<\/em>. H\u00e1 algo que inspira a renova\u00e7\u00e3o aqui, e que \u00e9 preciso insistir; renovar para seguir: dar a palavra, express\u00e3o comum em nossa l\u00edngua portuguesa, real\u00e7a o que quero frisar; foi uma Jornada que <em>deu a palavra<\/em>, especial aos mais jovens, que a fez circular e se vivificar.<\/p>\n<p>Foram dias de sol nessa Para\u00edba que recebe e que abra\u00e7a quem chega! A Se\u00e7\u00e3o Nordeste de nossa Escola n\u00e3o seria a mesma sem o enlace com essa terra, e n\u00e3o o \u00e9. A solid\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 causa, este Real em torno do qual nos reunimos como Escola, n\u00e3o deixa de fora a rela\u00e7\u00e3o do sujeito com um Ideal, o que nos permite fazer dessa Escola uma comunidade. Deste modo, se cada um est\u00e1 s\u00f3 na rela\u00e7\u00e3o com aquilo que de uma causa o move e o atravessa, n\u00e3o \u00e9 sozinho jamais que se colocar\u00e1 essa causa em cena e lan\u00e7ada ao futuro, lugar dela; enquanto que o nosso \u00e9 no presente.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><em><sup><strong>[1]<\/strong><\/sup><\/em><\/a> \u00a0LACAN, J. Lugar, origem e fim do meu ensino. In: <em>Meu Ensino<\/em>. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, p. 12.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><em>Marina Fragoso (NPJ)<\/em><\/span><\/p>\n<p>Afinal, quais resson\u00e2ncias ficam da nossa Jornada? Uma vez que como pontua Lacan o interessante desses encontros \u00e9 que produzam consequ\u00eancias. As jornadas t\u00eam uma fun\u00e7\u00e3o fundamental para a forma\u00e7\u00e3o, a qual se oferta uma oportunidade de dar algum contorno \u00e0 solid\u00e3o da cl\u00ednica. Mas qual seria a fun\u00e7\u00e3o da escola no contorno dessa solid\u00e3o? Sobre isso, Tarrab pontua: \u201c&#8230;o paradoxo da forma\u00e7\u00e3o anal\u00edtica \u00e9 que a mesma se d\u00e1 em m\u00faltiplos la\u00e7os, nessa imers\u00e3o na Escola e em outros la\u00e7os transferenciais, o paradoxo \u00e9 que cada um fica entregue a sua pr\u00f3pria solid\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>. A meu ver, a jornada \u00e9 um saber-fazer com esse impasse, \u00e9 o momento de dar materialidade ao trabalho cl\u00ednico, exerc\u00edcio que possibilita que se possa retirar consequ\u00eancias de sua pr\u00f3pria pr\u00e1tica a partir de uma posi\u00e7\u00e3o analisante.<\/p>\n<p>Dando provas que a fun\u00e7\u00e3o de um analista n\u00e3o se d\u00e1 sem a possibilidade de permuta\u00e7\u00e3o com os pares, diria tamb\u00e9m que n\u00e3o se d\u00e1 sem a troca com os \u00edmpares. Como pontua Miller: \u201cUma sociedade de psican\u00e1lise est\u00e1 estabelecida na cren\u00e7a, no axioma, de que se sabe o que \u00e9 um analista. Que ningu\u00e9m entre aqui se n\u00e3o for analista! A Escola se estabelece por um dado completamente contr\u00e1rio: que isso n\u00e3o se sabe, mas que se pode apreender isso, caso por caso\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>. Nesse sentido seguimos a orienta\u00e7\u00e3o de Miller, na qual a pergunta: \u201co que \u00e9 ser um analista?\u201d pode se colocar em aberto e a trabalho.<\/p>\n<p>A IV Jornada da Se\u00e7\u00e3o Nordeste foi uma jornada viva que nos permitiu testemunhar os efeitos da institui\u00e7\u00e3o e da sua imers\u00e3o no vibrar dos corpos, experimentados desde a riqueza das Jornadas Cl\u00ednicas, que foram celebradas vivamente com o coco de roda que deu destino \u00e0s vibra\u00e7\u00f5es anal\u00edticas produzidas durante o dia de trabalho, at\u00e9 as plen\u00e1rias que trouxeram uma caracteriza\u00e7\u00e3o in\u00e9dita, composta por membros de outras se\u00e7\u00f5es da EBP, participantes da Nova Pol\u00edtica da Juventude, Membros da Se\u00e7\u00e3o Nordeste e Membros da EOL, que nos permitiu recolher um produto de uma jornada de trabalho a partir do m\u00faltiplo que comp\u00f5e a Escola una. Para finalizar, comemoramos o produto de uma longa jornada de trabalho anal\u00edtico, movimentando o corpo no compasso da dan\u00e7a da festa REALce.<\/p>\n<p>Os convidados puderam compor uma parte importante desse encontro, uma vez que pudemos ouvir algo da l\u00edngua materna mas tamb\u00e9m se aventurar pela l\u00edngua do outro, algo que na pr\u00e1tica cl\u00ednica \u00e9 imprescind\u00edvel. Nesse sentido, em meio aos desafios da l\u00edngua do Outro, fomos orientados por uma l\u00edngua em comum: a causa anal\u00edtica. Uma causa em comum e que move as comiss\u00f5es que est\u00e3o por tr\u00e1s de cada jornada: que a psican\u00e1lise continue sendo causa de desejo, e que sua transmiss\u00e3o possa se dar nesse encontro anual que d\u00e1 cor aos esbo\u00e7os e linhas de trabalho delineadas durante o ano. Por fim, diria que a melhor resson\u00e2ncia da nossa jornada foi o gostinho de quero mais. Ufa! Ainda bem!<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> TARRAB; Mauricio. <em>El decir y lo real<\/em><strong>:<\/strong> hacer escuchar lo que est\u00e1 escrito. Buenos Aires: Grama Ediciones, 2023. p. 50.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> MILLER; Jacques-Alain. <em>El nascimento del campo freudiano<\/em>. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2023. p.124.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jos\u00e9 Ronaldo de Paulo (NPJ) \u00a0Gostaria de agradecer \u00e0 Diretoria e \u00e0 Cleide Pereira (EBP\/AMP), Diretora de Biblioteca, pelo convite para compor este n\u00famero do Boletim Litor\u00e2neo. Tr\u00eas momentos na IV Jornada da EBP Se\u00e7\u00e3o Nordeste, Respostas do Real &#8211; Conting\u00eancias na Cl\u00ednica, tiveram em mim resson\u00e2ncias e efeitos de forma\u00e7\u00e3o. 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