{"id":2817,"date":"2022-03-18T17:45:12","date_gmt":"2022-03-18T20:45:12","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/?p=2817"},"modified":"2022-03-18T17:45:12","modified_gmt":"2022-03-18T20:45:12","slug":"o-novo-no-amor-modalidades-contemporaneas-dos-lacos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/o-novo-no-amor-modalidades-contemporaneas-dos-lacos\/","title":{"rendered":"O Novo no Amor: Modalidades contempor\u00e2neas dos la\u00e7os"},"content":{"rendered":"<h6><strong>Maria Wilma S. de Faria<\/strong><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><strong>[1]<\/strong><\/a><\/h6>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-2802\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Boletim-03.png\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/>Gostaria de come\u00e7ar falando da alegria em estar ao lado das coordenadoras Li\u00e8ge Uch\u00f4a e Margarida Assad, duas colegas, companheiras de um percurso de uma vida de trabalho. Agradecer tamb\u00e9m a Ana Eliza, que acabo de conhecer e \u00e0 Cassandra, por me permitir trazer algo da minha experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Gostei muito do cartaz da atividade dessa noite que ilustra um band-aid com seus furinhos jogado entre pedras, nos remetendo a pensar sobre o quanto \u00e9 \u00e1rdua a cl\u00ednica das toxicomanias, e de como cada sujeito vai sendo convocado a inventar sua maneira de lidar com a inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual, com ang\u00fastia, com sintoma, com a devasta\u00e7\u00e3o, com o amor, e mesmo \u00e0s vezes, tamponando, como fazem os toxic\u00f4manos, com o objeto-droga.<\/p>\n<p>Nem sempre poder\u00edamos pensar no Toxic\u00f4mano em sua rela\u00e7\u00e3o com o amor, a partir do aforismo proposto por Lacan: \u201cS\u00f3 o amor permite ao gozo condescender ao desejo<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>\u201d. Porqu\u00ea aqui, o amor introduz a dimens\u00e3o da falta e a possibilidade de um la\u00e7o. \u00c9 uma abordagem do amor em sua fun\u00e7\u00e3o de v\u00e9u, fazendo supl\u00eancia \u00e0 inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual. O imposs\u00edvel da rela\u00e7\u00e3o sexual encontra seu limite e sua resposta, na ilus\u00e3o de que essa rela\u00e7\u00e3o existe pelo encontro amoroso, ilus\u00e3o de que \u00e9 poss\u00edvel fazer Um, de que \u00e9 poss\u00edvel alguma complementariedade. Sabemos que h\u00e1 dois dizeres que n\u00e3o se recobrem, h\u00e1 dois que n\u00e3o se compreendem, algo que faz parte do mal entendido entre os sexos. Eis por que Lacan\u00a0\u00a0 diz \u00e9 o &#8220;encontro, no parceiro, dos sintomas e dos afetos de tudo que marca em cada um o rastro de seu ex\u00edlio da rela\u00e7\u00e3o sexual<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>&#8221; o que provoca o amor, o que permite vestir o mais-de-gozar com uma pessoa.<\/p>\n<p>Em oposto \u00e0 essa concep\u00e7\u00e3o, lidamos na cl\u00ednica das toxicomanias, com sujeitos nada af\u00e1veis \u00e0 rela\u00e7\u00e3o amorosa. Do amor, eles nada querem saber! Pelo contr\u00e1rio t\u00eam como marca enquanto sujeitos, o movimento de separa\u00e7\u00e3o, de recha\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o ao social, ao Outro, incluindo a\u00ed o sexual, rompendo assim os la\u00e7os. Geralmente ficam \u201ccasados\u201d com a subst\u00e2ncia, solit\u00e1rios, muitas vezes em uma dimens\u00e3o de resto, que se sustenta no excesso. H\u00e1 a presen\u00e7a da dimens\u00e3o autoer\u00f3tica do gozo, que afasta o toxic\u00f4mano n\u00e3o s\u00f3 da linguagem como da dimens\u00e3o do amor. \u00c9 dessa maneira que Miller<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>\u00a0\u00a0 adverte-nos do estatuto da droga como um objeto n\u00e3o causa de desejo, mas como causa de gozo. A droga \u201cn\u00e3o \u00e9 uma experi\u00eancia de linguagem, mas ao contr\u00e1rio o que permite um curto-circuito sem media\u00e7\u00e3o, uma modifica\u00e7\u00e3o dos estados de consci\u00eancia, a percep\u00e7\u00e3o de sensa\u00e7\u00f5es novas, a perturba\u00e7\u00e3o de significa\u00e7\u00f5es vividas do corpo e do mundo.\u00a0 (&#8230;) a experi\u00eancia toxicoman\u00edaca justifica que se introduza o termo gozo para qualificar o que, nesse caso, se situa mais al\u00e9m do princ\u00edpio do prazer, o que n\u00e3o est\u00e1 ligado a um temperamento da satisfa\u00e7\u00e3o, mas, ao contr\u00e1rio, a um excesso, a uma exacerba\u00e7\u00e3o da satisfa\u00e7\u00e3o que conflui com a puls\u00e3o de morte\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-2838\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/unnamed.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"600\" \/>Assim podemos deduzir o toxic\u00f4mano como o paradigma de nossa \u00e9poca, algu\u00e9m inserido n\u00e3o na l\u00f3gica do amor com sua divis\u00e3o, mas fazendo da droga seu parceiro exclusivo, seu objeto mais-de-gozar. Miller<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a> afirma que vivemos sob a \u00e9gide \u201cda ditadura do mais-de-gozar\u201d, onde se tem a \u201clibera\u00e7\u00e3o do gozo\u201d e onde o um-sozinho seria <em>o standard<\/em> p\u00f3s-humano. \u00c9 da\u00ed que Miller<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>\u00a0 prop\u00f5e a toxicomania como um anti-amor. \u201cA toxicomania (&#8230;) \u00e9 um anti-amor, pois prescinde do parceiro sexual e se concentra, se dedica ao parceiro (a)-sexuado do mais-de-gozar\u201d. Eis a doutrina do amor onde o corpo sexuado \u00e9 dispensado.<\/p>\n<p>Uma vez isto posto, trago a vinheta de um caso cl\u00ednico, onde podemos conversar sobre a quest\u00e3o do amor na toxicomania, o ex\u00edlio na linguagem, e indagar quem \u00e9 o parceiro do sujeito? Com quem o sujeito joga sua partida? A partir deste caso, investigamos como o analista pode fazer parceria com o ser falante marcado por uma impuls\u00e3o, fazendo atos desvairados, passagens ao ato, numa vertente de excesso sem controle com o beber. Sintomas mudos que apontam a dimens\u00e3o do \u201cn\u00e3o penso\u201d colocando o corpo em evid\u00eancia e risco.<\/p>\n<p>Joana me procura dizendo que sua vida mudou completamente ap\u00f3s uma histerectomia: <em>Nunca mais fui a mesma<\/em>. A m\u00e9dica sem nunca a ter advertido, ap\u00f3s a cirurgia para retirada de um cisto, lhe comunicou ter sido preciso extrair o \u00fatero e tamb\u00e9m seus dois ov\u00e1rios. Chora muito dizendo: <em>Tiraram meu \u00fatero e ov\u00e1rios! Passei a n\u00e3o me sentir mais mulher. H\u00e1 um vazio, um oco. Passei a ser um nada, um resto! Sempre fomos muito fogosas, sempre fomos muito femininas (se refere \u00e0s mulheres da fam\u00edlia). Menstruar fazia parte disso. Hoje tenho que tomar horm\u00f4nio duas vezes por dia, e ainda por cima, \u00e0s vezes, esque\u00e7o-me de tomar!<\/em>\u201d A partir desse fato, rompeu com o namorado, foi se afastando das pessoas, se isolando, entregue ao que chama uma <em>depress\u00e3o horr\u00edvel: n\u00e3o tinha \u00e2nimo para mais nada<\/em>.\u00a0 Pois n\u00e3o entendia ter-lhe sido tirado <em>tudo o que faz uma mulher existir.<\/em><\/p>\n<p>O h\u00e1bito de beber, que era comum em sua vida, foi desde ent\u00e3o, se tornando constante, primeiro <em>nos finais de semanas<\/em>, depois tamb\u00e9m durante a semana. Isso passou a comprometer sua rela\u00e7\u00e3o no trabalho, atrasos constantes, faltas, perdas de promo\u00e7\u00e3o. Passava os fins de semana no sof\u00e1 da sala, assistindo TV, entrando em sites de relacionamento onde buscava desesperada uma parceria amorosa e bebendo at\u00e9 <em>apagar (a- pagar)<\/em>. Passou a se sentir velha, indesej\u00e1vel e desprezada. Beber tornou-se ent\u00e3o um <em>consolo, um al\u00edvio<\/em> e foi a forma encontrada tamb\u00e9m para tratar de uma ins\u00f4nia constante. N\u00e3o havia rem\u00e9dios, p\u00edlulas que dessem conta de sua ins\u00f4nia, bebia para adormecer.<\/p>\n<p>Na busca desenfreada por algu\u00e9m passou a sair para a noite, ficando com qualquer um, indo parar na casa de homens que desconhecia, <em>agradecida<\/em> por algu\u00e9m <em>desej\u00e1-la<\/em>. Colocava-se em situa\u00e7\u00e3o de risco, pois n\u00e3o se lembrava de como ou quando chegava em casa, dirigindo alcoolizada.<\/p>\n<p>No que diz \u00e0 fam\u00edlia, ela tinha a mesma profiss\u00e3o do pai. Com a m\u00e3e, uma rela\u00e7\u00e3o conturbada. E assim a define: <em>dona da verdade; me criticava e condenava em tudo. N\u00e3o gosto dela, tem um papo ruim<\/em>; <em>nada era suficiente para apaziguar suas cobran\u00e7as e seu olhar reprovado<\/em>r. Quando pequena, tinha certeza que a m\u00e3e tinha encontros clandestinos no consult\u00f3rio do dentista da fam\u00edlia, uma vez que sozinha na sala de espera, escutava barulhos&#8230; \u00a0Em que pese isso, vale lembrar que <em>fogosa, <\/em>S1 que a define, \u00e9 um tra\u00e7o que <em>herda<\/em> de sua m\u00e3e. Aqui, poder\u00edamos indagar se n\u00e3o haveria um apelo, um endere\u00e7amento de Joana ao Outro, uma busca de se fazer existir enquanto mulher, tanto no campo do Outro familiar, quanto na busca insensata por uma parceria amorosa, o que, paradoxalmente terminava por deixa-la sozinha, apagada, \u00a0com a garrafa.<\/p>\n<p>Assim proponho abrir o campo para uma conversa a partir de alguns pontos envolvendo o feminino, o uso de subst\u00e2ncias e o amor:<\/p>\n<p>\u201cA devasta\u00e7\u00e3o, estruturalmente feminina, decorre da inexist\u00eancia do significante d\u2019A mulher e pode tomar a forma de um gozo sem limites, na vertente da puls\u00e3o de morte, ou do arrebatamento, \u00eaxtase, como o demonstram as m\u00edsticas. Diante desse postulado, cabe a cada mulher encontrar o seu modo, singular, de fazer com a aus\u00eancia do significante que a nomearia<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>\u201c .<\/p>\n<p>O uso de drogas, nas mulheres, pode ser mais ou menos devastador dependendo da articula\u00e7\u00e3o que ocorre com a inscri\u00e7\u00e3o f\u00e1lica. Para a mulher, como n\u00e3o h\u00e1 o falo que localiza o gozo em rela\u00e7\u00e3o a um \u00f3rg\u00e3o espec\u00edfico no corpo, ela lan\u00e7a m\u00e3o do amor como uma forma de localizar esse gozo. No caso de Joana estar\u00edamos diante de um sujeito que tentava fazer existir A mulher toda, completa? A representa\u00e7\u00e3o que ela tinha da mulher era um \u00fatero e dois ov\u00e1rios, representa\u00e7\u00e3o cujo luto parece n\u00e3o ter sido elaborado. Ao mesmo tempo estava situada na identifica\u00e7\u00e3o com a m\u00e3e \u201cfogosa\u201d. A devasta\u00e7\u00e3o aparece quando, ao se deparar com a extra\u00e7\u00e3o daquilo que imaginariamente, faz<em> uma mulher existir<\/em>, se entrega ao desvario do gozo lan\u00e7ando m\u00e3o do \u00e1lcool e da busca desenfreada por um parceiro.<\/p>\n<p>Recorro a Miller quando afirma: \u201c&#8230; O amor \u00e9 o que poderia fazer media\u00e7\u00e3o entre os um-sozinho.\u00a0 (&#8230;) Quer dizer que o inconsciente n\u00e3o existe. O inconsciente prim\u00e1rio n\u00e3o existe como saber. E para que se torne um saber, para faz\u00ea-lo existir como saber, \u00e9 preciso o amor. Por essa raz\u00e3o, ao final de seu Semin\u00e1rio: Os Nomes do Pai, Lacan p\u00f4de dizer: uma psican\u00e1lise demanda amar o seu inconsciente<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>\u201d<\/p>\n<p>Como tocar o gozo do corpo pela palavra? Como possibilitar que Joana ame seu inconsciente? Este parece o desafio com que deparam aqueles que lidam com a cl\u00ednica das Toxicomanias, uma vez que, temos sujeitos cuja libido encontra-se fixada ao objeto droga e onde uma ader\u00eancia pulsional \u00e0 subst\u00e2ncia, tampona a inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual. H\u00e1 um real em jogo na rela\u00e7\u00e3o que cada toxic\u00f4mano estabelece com a subst\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Miller<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a> , ensina que tanto a arte do bem-dizer como o saber ler o sintoma, est\u00e3o do lado do analista, e \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o! Por\u00e9m, ao longo da experi\u00eancia anal\u00edtica, trata de que ambos (tanto o bem-dizer como o saber ler) sejam transferidos para o campo do analisante. Para ele, o desejo do analista \u00e9 o que move a opera\u00e7\u00e3o anal\u00edtica uma vez que \u201cvisa conduzir ao inconsciente\u201d o que \u00e9 uma experi\u00eancia de linguagem! \u00c9 tamb\u00e9m o desejo do analista que tenta inspirar o analisante a assumir a tarefa desse desejo.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Membro da AMP e da EBP<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Lacan, J. O Semin\u00e1rio, livro 10, a ang\u00fastia. Rio de Janeiro. Zahar Ed, 2005. P. 197.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Lacan, J, O Semin\u00e1rio, livro 20 mais, ainda. Rio de Janeiro. Zahar Ed,1985.p.198.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Miller, J.-A. Para uma investiga\u00e7\u00e3o sobre o gozo autoer\u00f3tico. Dispon\u00edvel em: http:\/\/pharmakondigital.com\/para-uma-investigacao-sobre-o-gozo-autoerotico\/<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> MILLER, J. A. \u201cUma fantasia\u201d In Op\u00e7\u00e3o Lacaniana \u2013 Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise. Edi\u00e7\u00f5es E\u00f3lia, S\u00e3o Paulo, n.42, fevereiro, 2005.p.13<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> MILLER, J-A. (1997). \u201cA teoria do parceiro\u201d, In: Os circuitos do desejo na vida e na an\u00e1lise. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2000, p. 172.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a>BESSA, Graciela. Feminino: um conjunto aberto ao infinito. Belo Horizonte. Scriptum Livros, 2012.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> MILLER, J. A. \u201cUma fantasia\u201d In Op\u00e7\u00e3o Lacaniana \u2013 Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise. Edi\u00e7\u00f5es E\u00f3lia, S\u00e3o Paulo, n.42, fevereiro, 2005. P.18<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> MILLER, J-A. Ler um sintoma. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.lacan21.com\/sitio\/2016\/04\/16\/ler-um-sintoma\/?lang=pt-br<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Wilma S. de Faria[1] Gostaria de come\u00e7ar falando da alegria em estar ao lado das coordenadoras Li\u00e8ge Uch\u00f4a e Margarida Assad, duas colegas, companheiras de um percurso de uma vida de trabalho. Agradecer tamb\u00e9m a Ana Eliza, que acabo de conhecer e \u00e0 Cassandra, por me permitir trazer algo da minha experi\u00eancia. 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