{"id":324,"date":"2026-06-08T16:12:45","date_gmt":"2026-06-08T19:12:45","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/?page_id=324"},"modified":"2026-06-30T10:52:03","modified_gmt":"2026-06-30T13:52:03","slug":"referencias","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/referencias-bibliograficas\/referencias\/","title":{"rendered":"Refer\u00eancias"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]<strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-136\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/REFERENCIAS-BIBLIOGRAFICAS-300x18.png\" alt=\"\" width=\"582\" height=\"35\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/REFERENCIAS-BIBLIOGRAFICAS-300x18.png 300w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/REFERENCIAS-BIBLIOGRAFICAS-1024x62.png 1024w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/REFERENCIAS-BIBLIOGRAFICAS-768x46.png 768w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/REFERENCIAS-BIBLIOGRAFICAS-1536x92.png 1536w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/REFERENCIAS-BIBLIOGRAFICAS.png 1778w\" sizes=\"auto, (max-width: 582px) 100vw, 582px\" \/><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #000080;\">Para instigar<\/span> <\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentre as in\u00fameras p\u00e9rolas recolhidas no trabalho de pesquisa da Comiss\u00e3o de Refer\u00eancias, destacamos algumas para uma pequena interven\u00e7\u00e3o em forma de coment\u00e1rio acerca de algumas passagens cruciais em Freud, Lacan e Miller que remetem ao tema da nossa Jornada. Entregamos a primeira delas, para instigar outras elabora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Cassandra Dias<br \/>\n<\/strong>Coordenadora da Comiss\u00e3o de Refer\u00eancias<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"vcex-module vcex-divider vcex-divider-solid vcex-divider-center wpex-mx-auto wpex-block wpex-h-0 wpex-border-b wpex-border-solid wpex-border-main\" style=\"border-bottom-width:3px;border-color:var(--wpex-accent-alt);\"><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Rosemarie Mooneyhan<\/strong><\/em><br \/>\n<em>Comiss\u00e3o de Refer\u00eancias\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Freud, em \u2018Recomenda\u00e7\u00f5es ao m\u00e9dicos que praticam a psican\u00e1lise\u2019 (1912) nos presenteia com uma cita\u00e7\u00e3o brilhante e atual: \u201cO m\u00e9dico deve ser opaco para o analisando, e, tal como um espelho, n\u00e3o mostrar sen\u00e3o o que lhe \u00e9 mostrado.\u201d \u00b9 Nesse texto, ele oferece regras t\u00e9cnicas, baseadas em sua trajet\u00f3ria de longos anos de experi\u00eancia. Especificamente com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cita\u00e7\u00e3o destacada, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 a de que o analista evite oferecer ao analisante sugest\u00f5es ou respostas que venham tamponar as constru\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio analisante. \u00c9 importante que o analista sustente uma presen\u00e7a com a escuta atenta aos ditos e forma\u00e7\u00f5es do analisante. \u201cSer opaco\u201d, n\u00e3o significa estar ausente, e sim, uma maneira de se abster de ocupar o lugar de saber sobre o<em> falasser, <\/em>sustentando o lugar de objeto <em>a<\/em> causa do desejo, para que o mesmo possa produzir algo de singular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A recomenda\u00e7\u00e3o de Freud de que o analista seja \u201copaco\u201d e funcione como um espelho adquire um relevo particular ao pensarmos a quest\u00e3o da interpreta\u00e7\u00e3o. Ao n\u00e3o oferecermos um saber pronto ao analisante, o analista evita que a interpreta\u00e7\u00e3o se degrade em sugest\u00e3o ou em imposi\u00e7\u00e3o de sentido. Essa posi\u00e7\u00e3o \u00e9 decisiva sobretudo diante do del\u00edrio, tal como Freud o aborda no caso Schreber: \u201co que consideramos produto da doen\u00e7a, a forma\u00e7\u00e3o delirante, \u00e9 na realidade tentativa de cura, reconstru\u00e7\u00e3o.\u201d \u00b2 Se o analista abandona a opacidade e se coloca como aquele que sabe, corre o risco de entrar na l\u00f3gica delirante, seja confirmando-a, seja combatendo-a, em ambos os casos, dando consist\u00eancia. A opacidade recomendada por Freud, ao contr\u00e1rio, sustenta um lugar onde a palavra do analisante pode se desdobrar sem ser capturada, permitindo que a interpreta\u00e7\u00e3o incida n\u00e3o como explica\u00e7\u00e3o, mas como corte, deslocamento ou pontua\u00e7\u00e3o. A interpreta\u00e7\u00e3o n\u00e3o visa revelar um sentido oculto, mas operar sobre o gozo.<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">Refer\u00eancias<br \/>\n1.FREUD, Sigmund. (1912) Recomenda\u00e7\u00f5es ao m\u00e9dico que pratica a psican\u00e1lise. Obras completas, volume 10: Observa\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas sobre um caso de paranoia relatado em autobiografia: (\u201cO caso Schreber\u201d) artigos sobre t\u00e9cnica e outros textos (1911-1913). Tradu\u00e7\u00e3o Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. Ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2016. P. 159<br \/>\n2. FREUD, Sigmund. (1912) Observa\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas sobre um caso de paranoia (dementia paranoides) relatado em autobiografia. Obras completas, volume 10: Observa\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas sobre um caso de paranoia relatado em autobiografia: (\u201cO caso Schreber\u201d) artigos sobre t\u00e9cnica e outros textos (1911-1913). Tradu\u00e7\u00e3o Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. Ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2016. P. 94<\/h6>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][vc_tta_accordion title_tag=&#8221;h1&#8243; section_title_tag=&#8221;h3&#8243; style=&#8221;modern&#8221; active_section=&#8221;-999&#8243; collapsible_all=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section title=&#8221;FREUD&#8221; tab_id=&#8221;1781893270011-2ac8ccda-2974&#8243;][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Comunica\u00e7\u00e3o Preliminar [1893]. In: BREUER, J; FREUD, S. <strong>Estudos sobre a histeria.<\/strong> Edi\u00e7\u00e3o standard das obras psicol\u00f3gicas completas de Sigmund Freud. v. II. Rio de Janeiro: Imago, 1974. p. 41-59.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. II Casos cl\u00ednicos (5) Fra\u00fclein Elizabeth von R [1893-1895]. In: BREUER, J; FREUD, S. <strong>Estudos sobre a histeria.<\/strong> Edi\u00e7\u00e3o standard das obras psicol\u00f3gicas completas de Sigmund Freud. v. II. Rio de Janeiro: Imago, 1974. p. 184-231.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. A psicoterapia da histeria [1893-1895]. In: BREUER, J; FREUD, S. <strong>Estudos sobre a histeria<\/strong>. Edi\u00e7\u00e3o standard brasileira das obras psicol\u00f3gicas completas de Sigmund Freud. v. II. Rio de Janeiro: Imago, 1974. p. 309-367.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Carta 52 [1896]. In: ______. <strong>A correspond\u00eancia completa de Sigmund Freud para Wilhelm Fliess<\/strong>. Editado por J. M. Masson. Rio de Janeiro: Imago, 1986. p. 208-216.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Etiologia da histeria [1896]. In: ______. <strong>Edi\u00e7\u00e3o standard das obras psicol\u00f3gicas completas de Sigmund Freud<\/strong>. v. III. Rio de Janeiro: Imago, 1974. p. 215-249.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. <strong>A interpreta\u00e7\u00e3o dos sonhos [1900]<\/strong>. In: ______. Obras completas. v. IV. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 13-678.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Sobre os sonhos (1901). In: ______. <strong>A interpreta\u00e7\u00e3o dos sonhos (II) e Sobre os sonhos (1900-1901).<\/strong> Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud. v. V. Tradu\u00e7\u00e3o de Jayme Salom\u00e3o. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p. 651-699.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. <strong>Psicopatologia da vida cotidiana<\/strong> [1901]<strong>.<\/strong> In: ______. Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud. v. VI. Tradu\u00e7\u00e3o de Jayme Salom\u00e3o. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p. 13-279.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. O m\u00e9todo psicanal\u00edtico freudiano (1904[1905]). In: ______. <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2019. p. 51-61.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. An\u00e1lise fragment\u00e1ria de uma histeria [1905]. In: ______. <strong>Tr\u00eas ensaios sobre a teoria da sexualidade, an\u00e1lise fragment\u00e1ria de uma histeria (\u201cO caso Dora\u201d) e outros textos (1901-1905). <\/strong>Obras completas. v. VI. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2016. p.173-320.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Sobre a psicoterapia [1905]. In: ______. <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Tradu\u00e7\u00e3o de Claudia Dornbusch. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017. p. 63-77.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. \u2018Gradiva\u2019 de Jensen e outros trabalhos [1907]<strong>.<\/strong> In: ______. <strong>Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das obras completas de Sigmund Freud<\/strong>. v. IX (1906-1908). Tradu\u00e7\u00e3o de Jayme Salom\u00e3o. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p. 19-85.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Cinco li\u00e7\u00f5es de psican\u00e1lise [1910]. In: ______. <strong>Cinco li\u00e7\u00f5es de psican\u00e1lise, Leonardo da Vinci e outros trabalhos (1910).<\/strong> Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud, v. XI. Tradu\u00e7\u00e3o de Jayme Salom\u00e3o. Rio de Janeiro: Imago, 1996. p. 17-66.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Sobre psican\u00e1lise &#8220;selvagem&#8221; [1910]. In: _______. <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Tradu\u00e7\u00e3o de Claudia Dornbusch. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017. p. 81-91.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Observa\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas sobre um caso de paranoia (dementia paranoides) relatado em autobiografia [1911]. In: ______. <strong>Observa\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas sobre um caso de paranoia relatado em autobiografia: (\u201cO caso Schreber\u201d): artigos sobre t\u00e9cnica e outros textos (1911-1913). <\/strong>Obras completas. v. X. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 21-86.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. O uso da interpreta\u00e7\u00e3o dos sonhos na psican\u00e1lise [1911]. In: ______. <strong>Observa\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas sobre um caso de paranoia relatado em autobiografia (\u201cO caso Schreber\u201d): artigos sobre t\u00e9cnica e outros textos (19 11-1913).<\/strong> Obras completas. v. X: Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 122-132.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. A din\u00e2mica da transfer\u00eancia [1912]<strong>.<\/strong>\u00a0 In: ______. <strong>Artigos sobre a t\u00e9cnica (1911-1915 [1914])<\/strong>. Edi\u00e7\u00e3o Standard das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud, v. XII. Rio de Janeiro: Imago, 1976. p. 131-143.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Recomenda\u00e7\u00f5es ao m\u00e9dico que pratica a psican\u00e1lise [1912]. In: ______. <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Tradu\u00e7\u00e3o de Claudia Dornbusch. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017. p.93-106.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Sobre o in\u00edcio do tratamento [1913]. In: ______. <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Tradu\u00e7\u00e3o de Claudia Dornbusch. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017. p.121-149.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Contribui\u00e7\u00f5es \u00e0 hist\u00f3ria do movimento psicanal\u00edtico [1914]. In: ______. T<strong>otem e tabu, contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 hist\u00f3ria do movimento psicanal\u00edtico e outros textos (1912-1914).<\/strong> Obras completas. v. XI. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 245-327.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Recordar, repetir e elaborar [1914]. In: ______. <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Tradu\u00e7\u00e3o de Claudia Dornbusch. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017. p.151-164.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Observa\u00e7\u00f5es sobre o amor transferencial [1914]. In: ______. <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Tradu\u00e7\u00e3o de Claudia Dornbusch. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017. p.165-182.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. A Repress\u00e3o [1915]. In: <strong>______. Introdu\u00e7\u00e3o ao narcisismo: ensaios de metapsicologia e outros textos (1914-1916)<\/strong>. <strong>Obras completas. <\/strong>v. XII<strong>.<\/strong> Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2010. p. 82-98.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Artigos sobre a metapsicologia [1915]. In: ______. <strong>Edi\u00e7\u00e3o Standard das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud<\/strong>. v. XIV. Rio de Janeiro: Imago, 1974. p. 123-245.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. <strong>Confer\u00eancias introdut\u00f3rias \u00e0 psican\u00e1lise [1916-1917]<\/strong>. In:______. Obras completas. v. XIII. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1.\u00a0 ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2014. p. 14-613.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Al\u00e9m do princ\u00edpio de prazer [1920]. In: _____. <strong>Hist\u00f3ria de uma neurose infantil (\u201cO homem dos lobos\u201d): al\u00e9m do princ\u00edpio do prazer e outros textos (1917-1920).\u00a0 Obras completas. <\/strong>v. XIV. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2010. p. 161-239.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Psicologia das massas e an\u00e1lise do eu [1921]. In: ______. <strong>Cultura, sociedade e religi\u00e3o. O mal-estar na cultura e outros escritos.<\/strong> Tradu\u00e7\u00e3o de Maria Rita Salzano Moraes. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2020. p.137-232.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. O Eu e o Id [1923]. In: ______. <strong>O eu e o id, \u201cautobiografia\u201d e outros textos (1923-1925). Obras completas. v. XVI<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 13-74.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Neurose e Psicose [1924]. In: ______. <strong>O eu e o id, \u201cautobiografia\u201d e outros textos (1923-1925). Obras completas. v. XVI<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011. p.176-183.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. A perda da realidade na neurose e na psicose [1924]. In: ______. <strong>O eu e o id, \u201cautobiografia\u201d e outros textos (1923-1925). Obras completas. v. XVI<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011. p.214-221.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. O problema econ\u00f4mico do masoquismo [1924]. In: ______. <strong>Neurose, psicose e pervers\u00e3o.<\/strong>\u00a0 Tradu\u00e7\u00e3o de Maria Rita Salzano Moraes. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2024. p.287-304.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Autobiografia [1925]. In: ______. <strong>O eu e o id, \u201cautobiografia\u201d e outros textos (1923-1925). Obras completas. v. XVI<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011. p.75-167.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. (1925b). A nega\u00e7\u00e3o [1925]. In: ______. <strong>Neurose, psicose e pervers\u00e3o.<\/strong> Tradu\u00e7\u00e3o de Maria Rita Salzano Moraes. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2024. p.305-314.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Inibi\u00e7\u00f5es, sintomas e ansiedade (1926 [1925]). In: ______. <strong>Um estudo autobiogr\u00e1fico inibi\u00e7\u00f5es, sintomas e ansiedade, a quest\u00e3o da an\u00e1lise leiga e outros trabalhos.<\/strong> Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud. v. XX. Rio de Janeiro: Imago, 1976. p. 95-201.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. (1926) A quest\u00e3o da an\u00e1lise leiga: conversas com um interlocutor imparcial [1926]. In: ______. <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Tradu\u00e7\u00e3o de Claudia Dornbusch. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017. p. 205-289.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. <strong>O mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o [1929]<\/strong>. Edi\u00e7\u00e3o standard das obras psicol\u00f3gicas completas de Sigmund Freud, v. XXI. Rio de Janeiro: Imago, 1974. p. 75-254.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Por que a guerra? [1933]. In: ______.<strong> O mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o, novas confer\u00eancias introdut\u00f3rias \u00e0 psican\u00e1lise e outros textos (1930-1936)<\/strong>. Obras completas. v. XVIII. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011. p.417-435.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. An\u00e1lise finita e infinita [1937]. In: ______. <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Tradu\u00e7\u00e3o de Claudia Dornbusch. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017. p.361-364.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Constru\u00e7\u00f5es na an\u00e1lise [1937]. In: ______. <strong>Mois\u00e9s e o monote\u00edsmo, Comp\u00eandio de psican\u00e1lise e outros textos (1937-1939)<\/strong>. <strong>Obras completas. <\/strong>v. XIX<strong>. <\/strong>Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 327-344.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. Mois\u00e9s e o monote\u00edsmo [1937]. In: ______. <strong>Mois\u00e9s e o monote\u00edsmo, Comp\u00eandio de psican\u00e1lise e outros textos (1937-1939)<\/strong>. <strong>Obras completas. <\/strong>v. XIX<strong>. <\/strong>Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011. p-13-188.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FREUD, Sigmund. (1940) Comp\u00eandio de psican\u00e1lise [1940]. In: ______. <strong>Mois\u00e9s e o monote\u00edsmo, Comp\u00eandio de psican\u00e1lise e outros textos (1937-1939)<\/strong>. <strong>Obras completas. <\/strong>v. XIX<strong>. <\/strong>Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 189-273.<\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"vcex-module vcex-divider vcex-divider-solid vcex-divider-center wpex-mx-auto wpex-block wpex-h-0 wpex-border-b wpex-border-solid wpex-border-main\" style=\"border-bottom-width:3px;border-color:var(--wpex-accent-alt);\"><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<em><strong>Liana Feldman<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&#8220;Com a oferta, criei a demanda&#8221;, diz Lacan ao concluir o item 7 do texto <em>A dire\u00e7\u00e3o do tratamento e os princ\u00edpios de seu poder<\/em>, nos Escritos. Com a oferta de falar, o sujeito demanda a cura, o conhecimento da psican\u00e1lise, &#8220;mas ele sabe muito bem que isso seriam apenas palavras&#8221;. P. 623<\/p>\n<p>Lacan se op\u00f5e \u00e0s inser\u00e7\u00f5es de sentido numa an\u00e1lise. N\u00e3o atender\u00e1 \u00e0 essa demanda imagin\u00e1ria curativa. Prescinde da tradi\u00e7\u00e3o da psicologia com os jogos de palavras e protocolos, e sugere que a escuta do analista seja para-al\u00e9m do discurso, podendo ouvir o indiz\u00edvel. A interpreta\u00e7\u00e3o reside nisso que surge sem-sentido, apontando com o corte o n\u00facleo do gozo, em vez de dissertar supostas elucida\u00e7\u00f5es a respeito do sujeito.<\/p>\n<p>Assim, Lacan difere o caminho de ouvir e de auscultar. Essa ausculta que tenta traduzir, com base no imagin\u00e1rio do analista, somente d\u00e1 for\u00e7a ao eu do analisante, e no que confirmamos em nossa pr\u00e1tica atual, tamb\u00e9m ao sintoma. Para explicar a escuta do indiz\u00edvel, ele sintetiza: &#8220;o que escuto \u00e9 por ouvir&#8221;, P. 622. E logo em seguida lan\u00e7a: &#8220;ouvir n\u00e3o me for\u00e7a a compreender.&#8221; P. 623.<\/p>\n<p>A frase soa enigm\u00e1tica. \u00c9 uma redu\u00e7\u00e3o que se faz aforismo, e Lacan explica: o que se ouve \u00e9 um discurso, mesmo que seja uma interjei\u00e7\u00e3o ou qualquer outra parte com efeitos de sintaxe numa l\u00edngua determinada. Dessa maneira, as sutilezas s\u00e3o ouvidas numa an\u00e1lise, ainda que indiz\u00edveis ou incompreendidas. Um barulho da l\u00edngua, um ponto de real.<\/p>\n<p>Lacan acrescenta que, se compreende algo, tem a certeza de estar enganado. Por qu\u00ea? Como ele se afasta da interpreta\u00e7\u00e3o enquanto tradu\u00e7\u00e3o ou sentido, prescindindo do imagin\u00e1rio do analista, abre o campo da escuta para o que ressoa do real. O para-al\u00e9m do discurso que aproxima o sujeito da verdade e provoca as nossas reflex\u00f5es: &#8220;ser\u00e1 esse o procedimento da an\u00e1lise, um progresso da verdade?&#8221; P. 622. Uma an\u00e1lise que preserva o indiz\u00edvel.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h6><strong>Refer\u00eancia:<br \/>\n<\/strong>LACAN, Jacques. A dire\u00e7\u00e3o do tratamento e os princ\u00edpios de seu poder [1958]. In: ______. <strong>Escritos<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o de Vera Ribeiro. 1. ed. Rio de Janeiro: Schwarcz, 2020. p. 591-652.<\/h6>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][vc_tta_accordion title_tag=&#8221;h1&#8243; section_title_tag=&#8221;h3&#8243; style=&#8221;modern&#8221; active_section=&#8221;-999&#8243; collapsible_all=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section title=&#8221;LACAN&#8221; tab_id=&#8221;1782827273559-24bbf659-1697&#8243;][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]LACAN, Jacques. Carta a Francis Ponge, 11 de dezembro de 1972. <strong>La Cause du d\u00e9sir<\/strong>, Paris, n. 106, p. 14, jun. 2020.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Rumo a um significante novo. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. <strong>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana &#8211; Revista Brasileira e Internacional de Psican\u00e1lise<\/strong>, n\u00ba 22, ago.\u00a0 S\u00e3o Paulo, 1998. P. 5-16<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Confer\u00eancia em Genebra sobre o sintoma. In:\u00a0<strong>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/strong>\u00a0\u2013 <strong>Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise<\/strong>, n\u00ba 23 S\u00e3o Paulo: Edi\u00e7\u00f5es Eolia, 1998. P. 6 -16.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Vers un signifiant nouveau. <em>In<\/em>:\u00a0<strong>Ornicar?<\/strong><em>.<\/em>\u00a0n\u00ba. 17, 1979. P. 7\u201324.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. O triunfo da religi\u00e3o. In: <strong>O triunfo da religi\u00e3o: precedido de Discurso aos cat\u00f3licos.<\/strong> Rio de Janeiro: Zahar, 2005.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Transfer\u00eancia para Saint-Denis? Lacan a favor de Vincennes! <em>In<\/em>: <strong>Correio: Revista da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise<\/strong>, n. 65, abr. 2010.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Confer\u00eancias e entrevistas em universidades norte-americanas. Yale University, 1975. <strong>Silicet<\/strong>, Paris, n. 6\/7, p. 35, 1976.<\/p>\n<p>LACAN, Jaques. Fun\u00e7\u00e3o e campo da fala [1953]. <em>In<\/em>: ______. <strong>Escritos<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o Vera Ribeiro. 1\u00aa ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. p. 238-324.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Variantes do tratamento-padr\u00e3o [1955]. <em>In<\/em>: _______. <strong>Escritos. <\/strong>\u00a0Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. P. 325-364.<\/p>\n<p>LACAN, Jaques. A inst\u00e2ncia da letra no inconsciente ou a raz\u00e3o desde Freud. <em>In<\/em>: ______. <strong>Escritos<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o Vera Ribeiro. 1\u00aa ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. p. 496-536.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. A dire\u00e7\u00e3o do tratamento e os princ\u00edpios do seu poder [1958]. <em>In<\/em>: _______. <strong>Escritos. <\/strong>Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. P. 591\u2013652.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Subvers\u00e3o do sujeito e dial\u00e9tica do desejo no inconsciente freudiano (1960). <em>In<\/em>: _______. <strong>Escritos. <\/strong>Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. P. 807-842.<\/p>\n<p>LACAN, Jaques. Posi\u00e7\u00e3o do inconsciente. <em>In<\/em>: ______. <strong>Escritos<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o Vera Ribeiro. 1\u00aa ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. p. 843-864.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Lituraterra. <em>In<\/em>: ______. <strong>Outros Escritos<\/strong>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. P. 15-25.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. \u201cTalvez em Vincennes&#8230;\u201d. <em>In<\/em>: ______. \u00a0<strong>Outros Escritos<\/strong><em>. <\/em>Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. P. 316 &#8211; 318.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o das psicoses: A significa\u00e7\u00e3o do del\u00edrio [1955]. In: ______. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 3: As psicoses [1955-1956]<\/strong>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 1985. p. 09 &#8211; 69.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Tem\u00e1tica e estrutura do fen\u00f4meno psic\u00f3tico: O fen\u00f4meno do psic\u00f3tico e seu mecanismo [1956]. In: ______.\u00a0 <strong>O Semin\u00e1rio, livro 3: As psicoses [1955-1956]<\/strong>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 1985. p.71-181.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Do significante e do significado: Met\u00e1fora e meton\u00edmia (I) \u201cAs gerbe n\u2019\u00e9tait point avare, ni haineuse\u201d [1956].\u00a0 In: ______.\u00a0 <strong>O Semin\u00e1rio, livro 3: As psicoses [1955-1956]<\/strong>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 1985. p.183-277<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Introdu\u00e7\u00e3o: Explica\u00e7\u00e3o fundamental [1958]. In: ______.\u00a0 <strong>O Semin\u00e1rio, livro 6: O desejo e sua interpreta\u00e7\u00e3o [1958-1959]<\/strong>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 2016. p.09-51.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques:\u00a0 Sobre um sonho analisado por Ella Sharpe: A mensagem da tossezinha [1959]. In: ______.\u00a0 <strong>O Semin\u00e1rio, livro 6: O desejo e sua interpreta\u00e7\u00e3o [1958-1959]<\/strong>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 2016. p.149-251.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques: Conclus\u00e3o e Abertura: Rumo \u00e0 sublima\u00e7\u00e3o [1959]. In: ______. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 6: O desejo e sua interpreta\u00e7\u00e3o [1958-1959]<\/strong>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 2016. p.501-520.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Da interpreta\u00e7\u00e3o \u00e0 transfer\u00eancia.\u00a0<strong>O Semin\u00e1rio livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise [1964].\u00a0 <\/strong>In. ________; texto estabelecido por Jacques Alain Miller; tradu\u00e7\u00e3o M. D. Magno. 2\u00ba ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. P. 237-254.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Babaquice da verdade (1967). <em>In:______. <\/em><strong>O Semin\u00e1rio: livro 15, o ato psicanal\u00edtico.<\/strong> Rio de Janeiro: Zahar, 2025. P. 27-44.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques.\u00a0Introdu\u00e7\u00e3o ao t\u00edtulo deste semin\u00e1rio. <em>In<\/em>: ________. <strong>O Semin\u00e1rio livro 18: de um discurso que n\u00e3o fosse semblante [1971].\u00a0 <\/strong>Texto estabelecido por Jacques Alain Miller; vers\u00e3o final Nora Pessoa Gon\u00e7alves; prepara\u00e7\u00e3o de texto Andr\u00e9 Telles; tradu\u00e7\u00e3o Vera Ribeiro. 1\u00ba ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. P. 9-21<\/p>\n<p>LACAN, Jaques.<strong>\u00a0<\/strong>Li\u00e7\u00f5es sobre <em>lituraterra.<\/em> I<em>n:<\/em> ________. <strong>O Semin\u00e1rio livro 18: de um discurso que n\u00e3o fosse semblante (1971).\u00a0 <\/strong>Texto estabelecido por Jacques Alain Miller; vers\u00e3o final Nora Pessoa Gon\u00e7alves; prepara\u00e7\u00e3o de texto Andr\u00e9 Telles; tradu\u00e7\u00e3o Vera Ribeiro. 1\u00ba ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. P. 105-119.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. No campo do Uniano. <em>In:<\/em> ________. <strong>O semin\u00e1rio, livro 19: \u2026 ou pior [1971-1972].<\/strong> Texto estabelecido por Jacques Alain Miller; Tradu\u00e7\u00e3o de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2012. p. 121-131.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>O semin\u00e1rio, livro 20: Mais, ainda<\/strong> [1972-1973]. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>LACAN, Jacques. A fun\u00e7\u00e3o do inscrito. <strong>O Semin\u00e1rio Livro 20: Mais, ainda [1972-1973]<\/strong>. In. ________; texto estabelecido por Jacques Alain Miller; vers\u00e3o brasileira de m. D. Magno. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. p. 32-43.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Li\u00e7\u00e3o de 11 de fevereiro de 1975. O semin\u00e1rio, livro 22: R.S.I. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. <em>In:<\/em> <strong>Ornicar?,<\/strong> Paris, n. 4, 1975. P. 95-96.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>O semin\u00e1rio, livro 23: Le sinthome<\/strong>. Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Paris: Seuil, 2005.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Do uso l\u00f3gico do sinthoma ou Freud com Joyce. <em>In: _______.<\/em> <strong>O Semin\u00e1rio: livro 23: O sinthoma <\/strong><strong>[1975-1976]<\/strong><strong>. <\/strong>Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. P. 11-26.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques.\u00a0Do inconsciente ao real. <em>In:<\/em> ________. <strong>O semin\u00e1rio livro 23: O Sinthoma [1975-1976]<\/strong>. Texto estabelecido por Jacques Alain Miller; Trad. S\u00e9rgio Laia. Rio de Janeiro; revis\u00e3o Andr\u00e9 Telles. 1\u00aa ed. Zahar, 2007. p 125-138.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Li\u00e7\u00e3o IV de 11 jan. 1977. <em>In:<\/em> ________. <strong>Le S\u00e9minaire livre 24: L&#8217;insu que sait de l&#8217;une-b\u00e9vue s&#8217;aile \u00e0 mourre [1976-1977]<\/strong>. Texto in\u00e9dito.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Prefacio a la edici\u00f3n inglesa del Seminario XI [1976]. <strong>Escuela de la Orientaci\u00f3n Lacaniana &#8211; EOL<\/strong>. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/entrelibroseol.com\/entretextos\/politicos\/lacan-jacques_prefacio-a-la-edicion-inglesa-del-seminario.pdf\">https:\/\/entrelibroseol.com\/entretextos\/politicos\/lacan-jacques_prefacio-a-la-edicion-inglesa-del-seminario.pdf<\/a>&gt; Acessado em: 10\/06\/2026.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] &nbsp; [\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;] Para instigar Dentre as in\u00fameras p\u00e9rolas recolhidas no trabalho de pesquisa da Comiss\u00e3o de Refer\u00eancias, destacamos algumas para uma pequena interven\u00e7\u00e3o em forma de coment\u00e1rio acerca de algumas passagens cruciais em Freud, Lacan e Miller que remetem ao tema da nossa Jornada. Entregamos a primeira delas, para instigar outras elabora\u00e7\u00f5es. Cassandra&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":135,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-324","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/324","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=324"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/324\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":390,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/324\/revisions\/390"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/135"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=324"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}