{"id":320,"date":"2026-06-08T16:07:42","date_gmt":"2026-06-08T19:07:42","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/?page_id=320"},"modified":"2026-06-30T10:47:47","modified_gmt":"2026-06-30T13:47:47","slug":"citacoes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/referencias-bibliograficas\/citacoes\/","title":{"rendered":"Cita\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-328\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/nome_citacoes-300x18.png\" alt=\"\" width=\"584\" height=\"35\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/nome_citacoes-300x18.png 300w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/nome_citacoes.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 584px) 100vw, 584px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Dizeres de Freud em relampejos<\/strong><\/h2>\n<p><strong>Del\u00edrio e Interpreta\u00e7\u00e3o<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>\u201c<em>A terapia anal\u00edtica, por sua vez, n\u00e3o quer aplicar nada, n\u00e3o quer introduzir algo novo, mas quer tirar, extrair, e para esse fim ela se ocupa da g\u00eanese dos sintomas da doen\u00e7a e do contexto ps\u00edquico da id\u00e9ia patog\u00eanica, cuja elimina\u00e7\u00e3o \u00e9 o seu objetivo\u201d.<\/em><\/p>\n<p>(FREUD, S. (1905) Sobre a psicoterapia. In: FREUD, Sigmund. Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica. Tradu\u00e7\u00e3o de Claudia Dornbusch. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017. p.47. (Obras Incompletas de Sigmund Freud).<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><em>\u201cO m\u00e9dico deve ser opaco aos seus pacientes e, como um espelho, n\u00e3o mostrar-lhes nada, exceto o que lhe \u00e9 mostrado.\u201d (p.157)<\/em><\/p>\n<p>FREUD, Sigmund. (1912) RECOMENDA\u00c7\u00d5ES AOS M\u00c9DICOS QUE EXERCEM A PSICAN\u00c1LISE. In: FREUD, Sigmund. Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1975.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><em>\u201cO del\u00edrio se apresenta como um remendo colocado onde originariamente havia surgido uma fissura na rela\u00e7\u00e3o do Eu com o mundo exterior.\u201d<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #464646;\">FREUD, S. (1924). \u201cNeurose e psicose\u201d. In: Neurose, psicose e pervers\u00e3o. (Obras Incompletas de Sigmund Freud). BH: Aut\u00eantica, 2024. p. 273<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>\u00a0\u201cOs sonhos e os del\u00edrios surgem de uma mesma fonte \u2013 do que \u00e9 reprimido. Poder\u00edamos dizer que os sonhos s\u00e3o os del\u00edrios fisiol\u00f3gicos das pessoas normais.\u201d p. 61<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #464646;\">FREUD, S. (1905b) Sobre a psicoterapia. <\/span><strong style=\"color: #464646;\">Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong><span style=\"color: #464646;\">. Tradu\u00e7\u00e3o de Claudia Dornbusch. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2017. p.47. (Obras Incompletas de Sigmund Freud, v. \u00a0 \u00a0 ).<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>\u00a0\u201cMesmo nos est\u00e1dios posteriores da an\u00e1lise, tem-se de ter cuidado em n\u00e3o fornecer ao paciente a solu\u00e7\u00e3o de um sintoma ou a tradu\u00e7\u00e3o de um desejo at\u00e9 que ele esteja t\u00e3o pr\u00f3ximo delas que s\u00f3 tenha de dar mais um passo para conseguir a explica\u00e7\u00e3o por si pr\u00f3prio.\u201d\u00a0 (p.183)<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #464646;\">FREUD, Sigmund. (1913) <\/span><strong style=\"color: #464646;\">Sobre o in\u00edcio de tratamento (Novas recomenda\u00e7\u00f5es sobre a t\u00e9cnica da psican\u00e1lise I).<\/strong><span style=\"color: #464646;\"> In: FREUD, Sigmund. Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira das Obras Psicol\u00f3gicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1975.<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<blockquote><p><em>\u201cSe considerarmos a humanidade como um todo e a pusermos no lugar do indiv\u00edduo humano, veremos que tamb\u00e9m ela desenvolveu forma\u00e7\u00f5es delirantes inacess\u00edveis \u00e0 cr\u00edtica l\u00f3gica e contr\u00e1rias \u00e0 realidade.\u201d p<\/em>. 343<\/p>\n<p><span style=\"color: #464646;\">FREUD, S. (1937b) Constru\u00e7\u00f5es na an\u00e1lise. In: FREUD, S. <\/span><strong style=\"color: #464646;\">Obras completas, volume 19 : Mois\u00e9s e o monote\u00edsmo, Comp\u00eandio de psican\u00e1lise e outros textos (1937-1939)<\/strong><span style=\"color: #464646;\">. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011.<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>\u201cNa interpreta\u00e7\u00e3o, tomamos a liberdade de ignorar a nega\u00e7\u00e3o e extrair o conte\u00fado puro da ideia que ocorreu.\u201d (p. 305)<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #464646;\">FREUD, S. (1925b). A nega\u00e7\u00e3o. In: FREUD, S. <\/span><strong style=\"color: #464646;\">Neurose, psicose e pervers\u00e3o.<\/strong><span style=\"color: #464646;\"> (Obras Incompletas de Sigmund Freud). BH: Aut\u00eantica, 2024.<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>\u201cSe, nas exposi\u00e7\u00f5es sobre a t\u00e9cnica anal\u00edtica, escuta-se pouco a palavra \u2018constru\u00e7\u00f5es\u2019 [&#8230;]\u00a0 em vez dela, fala-se de \u2018interpreta\u00e7\u00f5es\u2019 e de seus efeitos. Mas penso que constru\u00e7\u00e3o \u00e9 a denomina\u00e7\u00e3o mais adequada. Interpreta\u00e7\u00e3o diz respeito \u00e0quilo que se faz com um elemento do material, com uma associa\u00e7\u00e3o, um lapso etc.\u201d (p. 333)<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #464646;\">FREUD, S. (1937b) Constru\u00e7\u00f5es na an\u00e1lise. In: FREUD, S. <\/span><strong style=\"color: #464646;\">Obras completas, volume 19 : Mois\u00e9s e o monote\u00edsmo, Comp\u00eandio de psican\u00e1lise e outros textos (1937-1939)<\/strong><span style=\"color: #464646;\">. Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011.<\/span><\/p><\/blockquote>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\"><\/div><div class=\"vcex-module vcex-divider vcex-divider-solid vcex-divider-center wpex-mx-auto wpex-block wpex-h-0 wpex-border-b wpex-border-solid wpex-border-main\" style=\"border-bottom-width:3px;border-color:var(--wpex-accent-alt);\"><\/div><div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\"><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]\n<h2><strong>Dizeres de Lacan em relampejos<\/strong><\/h2>\n<p><strong>Del\u00edrio e Interpreta\u00e7\u00e3o<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<blockquote><p>A interpreta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 aberta a todos os sentidos. [&#8230;]. \u00c9 uma interpreta\u00e7\u00e3o significativa, e que n\u00e3o deve faltar. Isso n\u00e3o impede que n\u00e3o seja essa significa\u00e7\u00e3o que \u00e9, para o advento do sujeito, essencial. O que \u00e9 essencial \u00e9 que ele veja, para al\u00e9m dessa significa\u00e7\u00e3o, a qual significante \u2013 n\u00e3o-senso, irredut\u00edvel, traum\u00e1tico \u2013 ele est\u00e1, como sujeito, assujeitado. (243)<\/p><\/blockquote>\n<p>LACAN, Jacques. Da interpreta\u00e7\u00e3o \u00e0 transfer\u00eancia.\u00a0<strong>O Semin\u00e1rio livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise (1964).\u00a0 <\/strong>In. ________; texto estabelecido por Jacques Alain Miller; tradu\u00e7\u00e3o M. D. Magno. 2\u00ba ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. P. 237-254.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>A interpreta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 submetida \u00e0 prova de uma verdade\u00a0\u00a0 que se decida po um sim ou n\u00e3o, mas desencadeia a verdade como tal. S\u00f3 \u00e9 verdadeira na medida em que \u00e9 verdadeiramente seguida. (13)<\/p><\/blockquote>\n<p>LACAN, Jacques.\u00a0Introdu\u00e7\u00e3o ao t\u00edtulo deste semin\u00e1rio. <strong>O Semin\u00e1rio livro 18: de um discurso que n\u00e3o fosse semblante (1971).\u00a0 <\/strong>In. ________; texto estabelecido por Jacques Alain Miller; vers\u00e3o final Nora Pessoa Gon\u00e7alves; prepara\u00e7\u00e3o de texto Andr\u00e9 Telles; tradu\u00e7\u00e3o Vera Ribeiro. 1\u00ba ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. P. 9-21<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>\u00c9 com o aparecimento da linguagem que emerge a dimens\u00e3o da verdade. (529)<\/p><\/blockquote>\n<p>LACAN, Jaques. A inst\u00e2ncia da letra no inconsciente ou a raz\u00e3o desde Freud. In: LACAN. <strong>Escritos<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o Vera Ribeiro. 1\u00aa ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. p. 496-536.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Nossa doutrina do significante \u00e9, para come\u00e7ar, disciplina na aqueles a quem formamos se exercitam nos modos de efeito de significante no advento do significado, \u00fanica via para conceber que, ao se inscrever a\u00ed, a interpreta\u00e7\u00e3o possa produzir algo novo. (600)<\/p><\/blockquote>\n<p>LACAN, Jaques. A dire\u00e7\u00e3o do tratamento e os princ\u00edpios de seu poder. <strong>Escritos<\/strong>. In: ______. Tradu\u00e7\u00e3o Vera Ribeiro. 1\u00aa ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1998. p. 591-652.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Cuando el esp de un laps, o sea, dado que s\u00f3lo escribo en franc\u00e9s [es tambi\u00e9n v\u00e1lido para el castellano]: el espacio de un lapsus, ya no tiene ning\u00fan alcance de sentido (o interpretaci\u00f3n), tan s\u00f3lo entonces puede uno estar seguro de que est\u00e1 en el inconsciente. Uno lo sabe, uno mismo [soi]. (01)<\/p><\/blockquote>\n<p>LACAN, Jacques. Prefacio a la edici\u00f3n inglesa del Seminario XI [1976]. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/entrelibroseol.com\/entretextos\/politicos\/lacan-jacques_prefacio-a-la-edicion-inglesa-del-seminario.pdf\">https:\/\/entrelibroseol.com\/entretextos\/politicos\/lacan-jacques_prefacio-a-la-edicion-inglesa-del-seminario.pdf<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>\u201d\u00c9 na medida em que o analista faz silenciar em si o discurso intermedi\u00e1rio, para se abrir para a cadeia das falas verdadeiras, que ele pode instaurar sua interpreta\u00e7\u00e3o reveladora.\u201d P.355.<\/p><\/blockquote>\n<p>LACAN, Jacques. Variantes do tratamento-padr\u00e3o (1955). <em>In<\/em>: _______. <strong>Escritos. <\/strong>\u00a0Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. P. 325-364.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. Do inconsciente ao real (1976). <em>In: _______. <\/em><strong>O Semin\u00e1rio: livro 23, o sintoma. <\/strong>Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. P. 125-135.<\/p>\n<blockquote><p>\u201do que significa que uma interpreta\u00e7\u00e3o s\u00f3 pode ser exata se for\u2026 uma interpreta\u00e7\u00e3o.\u201dp.607<\/p>\n<p>\u201dOuvir n\u00e3o me for\u00e7a a compreender.\u201dp.623<\/p>\n<p><span style=\"color: #464646;\">\u201dO inconsciente \u00e9 inteiramente redut\u00edvel a um saber. \u00c9 o m\u00ednimo que sup\u00f5e o fato de ele poder ser interpretado.\u201d P.127<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>\u201dCom efeito, \u00e9 unicamente pelo equ\u00edvoco que a interpreta\u00e7\u00e3o opera.\u201d P.18<\/p><\/blockquote>\n<p>LACAN, Jacques. Do uso l\u00f3gico do sinthoma ou Freud com Joyce. <em>In: _______.<\/em> <strong>O Semin\u00e1rio: livro 23, o sinthoma. <\/strong>Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007. P. 11-26.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cadeia do del\u00edrio, se assim se pode dizer, o sujeito nos parece ao mesmo tempo agente e paciente. O del\u00edrio \u00e9 tanto mais sofrido por ele quanto mais ele n\u00e3o o organiza.\u201d (p. 249)<\/p><\/blockquote>\n<p>LACAN, Jacques. Met\u00e1fora e meton\u00edmia (I): \u201cAs gerbe n\u2019\u00e9tait point avare, ni haineuse\u201d. In: Do significante e do significado. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 3: As psicoses [1955-1956]<\/strong>. Vers\u00e3o brasileira de Alu\u00edsio de Menezes. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 1985. P.183-277<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>\u201cO del\u00edrio n\u00e3o \u00e9 deduzido, ele reproduz a sua pr\u00f3pria for\u00e7a constituinte, \u00e9, ele tamb\u00e9m, um fen\u00f4meno elementar. Isso quer dizer que a no\u00e7\u00e3o de elemento n\u00e3o deve ser tomada a\u00ed de modo diferente da de estrutura, estrutura diferenciada, irredut\u00edvel a outra coisa que n\u00e3o ela mesma.\u201d (p.28)<\/p><\/blockquote>\n<p>LACAN, Jacques. A significa\u00e7\u00e3o do del\u00edrio [1955]. In: Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o das psicoses. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 3: As psicoses [1955-1956]<\/strong>. Vers\u00e3o brasileira de Alu\u00edsio de Menezes. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 1985. p. 09-69.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEu homologo o <em>acting-out <\/em>como equivalente a um fen\u00f4meno alucinat\u00f3rio do tipo delirante que se produz quando voc\u00eas simbolizam prematuramente, quando abordam alguma coisa na ordem da realidade e n\u00e3o no interior do registro simb\u00f3lico.\u201d (p.96)<\/p><\/blockquote>\n<p>LACAN, Jacques. O fen\u00f4meno do psic\u00f3tico e seu mecanismo [1956].\u00a0 In: Tem\u00e1tica e estrutura do fen\u00f4meno psic\u00f3tico.\u00a0 <strong>O Semin\u00e1rio, livro 3: As psicoses [1955-1956]<\/strong>. Vers\u00e3o brasileira de Alu\u00edsio de Menezes. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 1985. p.71-181.<\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;] &nbsp; &nbsp; Dizeres de Freud em relampejos Del\u00edrio e Interpreta\u00e7\u00e3o\u00a0 \u00a0 \u201cA terapia anal\u00edtica, por sua vez, n\u00e3o quer aplicar nada, n\u00e3o quer introduzir algo novo, mas quer tirar, extrair, e para esse fim ela se ocupa da g\u00eanese dos sintomas da doen\u00e7a e do contexto ps\u00edquico da id\u00e9ia patog\u00eanica, cuja elimina\u00e7\u00e3o \u00e9&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":135,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-320","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/320","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=320"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/320\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":388,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/320\/revisions\/388"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/135"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2026\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=320"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}