{"id":617,"date":"2025-09-26T06:22:10","date_gmt":"2025-09-26T09:22:10","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/?p=617"},"modified":"2025-10-02T05:13:11","modified_gmt":"2025-10-02T08:13:11","slug":"eixo-2-o-horizonte-do-ato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/eixo-2-o-horizonte-do-ato\/","title":{"rendered":"EIXO 2: O HORIZONTE DO ATO"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">Relator: Cleyton Andrade (EBP\/AMP).\u00a0<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px;\">Cartel: Carlange de Castro, Cleyton Andrade (EBP\/AMP), V\u00e2nia Ferreira, Wilson Lima. Mais-um: Fl\u00e1via Cera (EBP\/AMP).<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ser\u00e1 que ainda precisamos definir a viol\u00eancia? Ela j\u00e1 n\u00e3o seria suficientemente \u00f3bvia, nos restando apenas apont\u00e1-la e, com isso, diz\u00ea-la com todas as letras, caras e formas?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ou ela ainda, e, apesar de tudo, exige, novamente, incansavelmente, uma nova tradu\u00e7\u00e3o? Seria a viol\u00eancia um dos intraduz\u00edveis?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Afinal, onde ela se faz presente? No soco desferido em meio a uma discuss\u00e3o acalorada? No discurso de \u00f3dio monetizado pelas\u00a0bigtechs? Na crueldade e covardia do feminic\u00eddio, na viol\u00eancia transf\u00f3bica, racista, na LGBTQIAPN+ fobia? Na viol\u00eancia contra pessoas de classe social mais baixa? Na viol\u00eancia colonial? Na viol\u00eancia de uma tentativa de golpe que insiste em n\u00e3o recuar com a participa\u00e7\u00e3o hip\u00f3crita de quem est\u00e1 ao seu lado, e tamb\u00e9m na imprensa, no Congresso ou na porta dos quarteis digitais? Na viol\u00eancia de ouvir o hino brasileiro traduzido para um ingl\u00eas tosco e brega com a bandeira norte americana tentando tremular a nossa soberania?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ou podemos nos resumir \u00e0 figura do soco, \u00e0 essa est\u00e9tica liberal de uma viol\u00eancia despolitizada, reduzindo a uma mera conting\u00eancia de um embate entre semelhantes, desconsiderando, supostamente em nome da cl\u00ednica, que estruturas, sistemas sociais e econ\u00f4micos portam o DNA da viol\u00eancia? Essa quest\u00e3o coloca sob foco, a rela\u00e7\u00e3o entre ato, comportamento e discurso.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">No\u00a0Semin\u00e1rio 5, Lacan [1] vai fazer uma oposi\u00e7\u00e3o entre agressividade e viol\u00eancia. A agressividade surge na rela\u00e7\u00e3o com o semelhante, ligada \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o narc\u00edsica e \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o do sujeito, enquanto a viol\u00eancia \u00e9 vista como um excesso pulsional, um gozo que vai al\u00e9m da agressividade como mera fun\u00e7\u00e3o defensiva, sendo um \u201ca mais\u201d que pode romper os la\u00e7os sociais constitu\u00eddos pela cultura.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Frente \u00e0 inconsist\u00eancia do Outro, \u00e0 banaliza\u00e7\u00e3o de tudo e a generaliza\u00e7\u00e3o do trauma, a quest\u00e3o da viol\u00eancia passa a estar presente tanto no corpo do outro quanto no pr\u00f3prio corpo. Isto quando retorna atrav\u00e9s de mutila\u00e7\u00f5es, ou nas passagens ao ato de jovens homossexuais, aquela de Freud ou, absurdamente, daquelas que, at\u00e9 hoje traduzem no pr\u00f3prio corpo a viol\u00eancia f\u00f3bica do Outro social.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Como podemos tratar com Lacan, das rela\u00e7\u00f5es entre a fala e a viol\u00eancia? Por um lado, Lacan [2] vai enfatizar que na rela\u00e7\u00e3o inter-humana o que pode se manifestar \u00e9 a viol\u00eancia ou a fala, n\u00e3o uma combina\u00e7\u00e3o das duas. A fala, situada no simb\u00f3lico, atuaria como forma de conter o excesso do gozo que pode se manifestar como viol\u00eancia, que est\u00e1 mais ligada ao real. Nesse momento, ele situa a viol\u00eancia no limite da fala, sendo muitas vezes considerada seu posto. Contudo, j\u00e1 no\u00a0Semin\u00e1rio 20, Lacan [3]\u00a0situa duas modalidades de gozo: o gozo f\u00e1lico, male\u00e1vel aos semblantes e um gozo a mais, suplementar ao limite. Os semblantes se organizam em fun\u00e7\u00e3o do gozo f\u00e1lico, mas tamb\u00e9m vacilam diante do excesso de gozo. Aqui ele j\u00e1 passa a articular a viol\u00eancia como um excesso pulsional e a l\u00f3gica do gozo sem sentido, que escapa ao simb\u00f3lico e retorna no real como viol\u00eancia. A palavra, que \u00e9 simb\u00f3lica e pacificadora, pode tamb\u00e9m ser violenta quando atua para romper o pacto com Outro da linguagem. O que ainda ter\u00edamos a dizer sobre as rela\u00e7\u00f5es entre a fala, a linguagem e a viol\u00eancia?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Lacan resumiu o essencial das estruturas cl\u00ednicas na sua teoria dos discursos. Ou seja, fez dos discursos, dos la\u00e7os sociais, da inclus\u00e3o de fen\u00f4menos sociais, o elemento fundamental do que estava em quest\u00e3o nas estruturas cl\u00ednicas. Isto \u00e9 quase um convite expl\u00edcito a desdobrar discuss\u00f5es nesse ponto entre social e cl\u00ednica. Citamos Miller: \u201c\u00e9 fato que, apurando assim o conceito de estrutura, Lacan aparentemente o estende para fora dos limites da cl\u00ednica em sentido estrito, j\u00e1 que com ela ordenou quatro discursos nos quais entram forma\u00e7\u00f5es sociais. No entanto, \u00e9 sobre o conceito de discurso que converge toda a sua elabora\u00e7\u00e3o estrutural da cl\u00ednica\u201d [4].<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Freud j\u00e1 havia chamado a aten\u00e7\u00e3o sobre um jogo de for\u00e7as entre la\u00e7os sociais e a destrui\u00e7\u00e3o. Os la\u00e7os evitam a destrui\u00e7\u00e3o, enquanto a destrui\u00e7\u00e3o visa aniquilar os la\u00e7os. Sua cl\u00ednica da virada do s\u00e9culo, destacou o real do sexo, enquanto a Primeira Grande Guerra destacou o real da morte. O trauma sob duas inscri\u00e7\u00f5es: o sexual e a morte. Em ambos os casos, vemos sua cl\u00ednica n\u00e3o sendo d\u00f3cil a uma separa\u00e7\u00e3o entre cl\u00ednica e debate social. N\u00e3o \u00e9 em torno de uma topologia de psicologia individual e social que Freud se situa. Ele sempre deixou claro que o sujeito paga com o pr\u00f3prio corpo o real que se imp\u00f5e nas contradi\u00e7\u00f5es sociais, nomeando seja como sexual ou como morte. Como esse impasse tem chegado na sua cl\u00ednica?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A guerra n\u00e3o nos tornou mais cru\u00e9is e violentos. A tecnologia n\u00e3o nos embruteceu, apenas permitiu que a destrui\u00e7\u00e3o atingisse escalas cada vez maiores. N\u00e3o estamos mais cru\u00e9is pelo genoc\u00eddio em Gaza, ou pela indiferen\u00e7a diante de mais de setecentas mil mortes sem vacinas. A destrui\u00e7\u00e3o assume formas novas e \u00e9 historicamente vari\u00e1vel. Mas a crueldade continua a mesma. A tecnologia, seja em armamento ou nas redes sociais, n\u00e3o nos transformou em pessoas m\u00e1s. Apenas forneceram e fornecem modos de express\u00e3o de um anseio pela destrui\u00e7\u00e3o, um anseio humano\u2026 infelizmente, demasiadamente humano.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Freud teve o cuidado de chamar a aten\u00e7\u00e3o para a tarefa de fortalecer a capacidade cr\u00edtica de inibir. Contudo, o desdobramento que d\u00e1 a essa capacidade cr\u00edtica desemboca na sua teoriza\u00e7\u00e3o sobre o supereu. Capacidade cr\u00edtica \u2013 autocontrole \u2013 supereu. O problema disso \u00e9 que ser\u00e1 creditado ao supereu a gest\u00e3o de impulsos destrutivos. Se tomamos como refer\u00eancia a passagem ao ato,\u00a0 o sujeito prescindiria do Outro, dizendo um n\u00e3o radical, estando, justamente por isso, absolutamente suprimido e submerso pelo imperativo supereg\u00f3ico. \u00c9 ineg\u00e1vel uma rela\u00e7\u00e3o entre viol\u00eancia e passagem ao ato, exatamente por demarcar uma irrup\u00e7\u00e3o que transgrida os limites e os recursos da fala e do la\u00e7o, endere\u00e7ados ao Outro.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O efeito colateral de uma opera\u00e7\u00e3o que visa a manuten\u00e7\u00e3o da cultura resulta em um imperativo implac\u00e1vel que pode chegar ao suic\u00eddio. Ent\u00e3o n\u00e3o temos sa\u00edda? Ou nossos impulsos estilha\u00e7am os la\u00e7os sociais ou nossa defesa se encarrega disso? Resta definir que recursos temos, cl\u00ednicos e pol\u00edticos, para responder \u00e0 viol\u00eancia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">H\u00e1 uma viol\u00eancia n\u00e3o dita nos nossos casos que se queixam de jornadas de trabalho excessivas com remunera\u00e7\u00e3o incondizente, vista na incapacidade de concorrer em situa\u00e7\u00f5es de igualdade pelo mercado de trabalho ou nas desigualdades sociais dilu\u00eddas pelos sintomas de cada um. Temos a\u00ed n\u00e3o uma an\u00e1lise sociol\u00f3gica a ser feita, mas, sim, uma interroga\u00e7\u00e3o no m\u00ednimo topol\u00f3gica, esperando para ser devidamente elaborada e formalizada pelos psicanalistas. Freud n\u00e3o reduziu os soldados da neurose de guerra \u00e0s suas meras individualidades, nem os reduziu a soldados de um ex\u00e9rcito, forcluindo sua condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a guerra nem s\u00f3 a neurose, mas uma topologia sob o nome de neuroses de guerra.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Sendo assim, como o trauma se imiscui na viol\u00eancia? N\u00e3o tanto se o trauma \u00e9 violento. Afinal, se h\u00e1 uma est\u00e9tica do trauma, esta n\u00e3o precisa ser cenicamente violenta. Ao contr\u00e1rio da cena liter\u00e1ria e gramaticalmente composta da fantasia em Freud. Nela, sim, h\u00e1 uma crian\u00e7a espancada. Mas o trauma prescindiu do elemento c\u00eanico, j\u00e1 em Freud, antes mesmo de Lacan. Ent\u00e3o, se o trauma n\u00e3o precisa da liturgia da viol\u00eancia, por outro lado, o trauma ainda assim, pode se imiscuir na viol\u00eancia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os relatos cl\u00ednicos entrecortados, fragmentados, sem forma definida, uma discursividade sincopada, comumente apontam para acontecimentos cotidianos, sociais, p\u00fablicos, que elevam esses acontecimentos a circunst\u00e2ncias marcantes de um esquecimento que insistem em serem lembrados. A irregularidade da forma significante que confere uma chancela de traumatismo ao relato. A cl\u00ednica seria aqui pensada como um condensador do mal-estar social e pol\u00edtico de uma subjetividade tr\u00e1gica? Qual o lugar de uma cl\u00ednica que n\u00e3o se inibe diante dessas quest\u00f5es?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em um texto publicado no Brasil em 2004, Eric Laurent [5] diz, claramente, sobre um traumatismo na vida pol\u00edtica francesa:\u00a0 o resultado do primeiro turno das elei\u00e7\u00f5es presidenciais, nas quais um representante da extrema-direita venceu o representante da esquerda. Ele ainda indica que qualificar um tal fato de &#8220;traum\u00e1tico&#8221; pode ser feito num sentido cl\u00ednico, e n\u00e3o apenas metaf\u00f3rico.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O trauma \u00e9 aquilo que escapa a toda programa\u00e7\u00e3o, sendo um dos nomes daquilo que n\u00e3o \u00e9 program\u00e1vel. Um exemplo claro \u00e9 a sexua\u00e7\u00e3o, resistente \u00e0s tentativas de escrita. A sexua\u00e7\u00e3o \u00e9 uma dif\u00edcil rea\u00e7\u00e3o ao trauma, um esfor\u00e7o para absorver a descri\u00e7\u00e3o do funcionamento do corpo e da mente.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O trauma deve ser pensado como uma rela\u00e7\u00e3o entre interior e exterior. O toro demonstra como indicar um interior que tamb\u00e9m est\u00e1 no exterior. O que nos autoriza a pensar em acontecimentos coletivos, da cultura, das sociedades, dos Estados, da pol\u00edtica, como pertinentes para a cl\u00ednica, que possam resistir a uma depura\u00e7\u00e3o higienizada e intimista. Se o toro \u00e9 um espa\u00e7o que inclui um buraco, ele nos permite pensar as diversas manifesta\u00e7\u00f5es de furo na sociedade e nos la\u00e7os sociais. Ou seja, de um lado, o trauma \u00e9 o furo no simb\u00f3lico, para que possamos discutir as formas de \u201cexclus\u00e3o interna ao simb\u00f3lico\u201d. Se o sujeito n\u00e3o pode responder ao real a n\u00e3o ser pela via do sintoma, ele, de um modo ou de outro, \u00e9 instado a responder com sua cota aos impasses que a vida pol\u00edtica e dos la\u00e7os sociais o enredam. H\u00e1 um fora de sentido quantitativo com o qual se deve fazer alguma coisa. Deve-se restituir a trama de sentido na trama inconsciente do sujeito, ou seja, em rela\u00e7\u00e3o ao sintoma e ao fantasma. Isso n\u00e3o nos colocaria diante de uma quest\u00e3o paradoxal? A de vermos o discurso do mestre como uma alternativa inclu\u00edda dentro do percurso de trabalho da psican\u00e1lise. Afinal, em alguma medida, diante de la\u00e7os desfeitos com a vida, para seguir em frente, n\u00e3o poderia ser necess\u00e1rio, uma reconcilia\u00e7\u00e3o mesmo que seja com a desordem do mundo?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mas h\u00e1 um outro lado\u2026 n\u00e3o aquele em que se restitui um sentido e recomp\u00f5e um la\u00e7o com o Outro. Mas um em que ser\u00e1 preciso reinventar um Outro que j\u00e1 n\u00e3o existe mais. Nessa via a ser reinventada, n\u00e3o h\u00e1 como fazer uma inclus\u00e3o na trama do sentido no fantasma e no sintoma; mas, sim, pela via da insensatez do fantasma e do sintoma. O excesso quantitativo fora do sentido, do Freud do Projeto de 1895 retorna aqui, em Lacan, como um traumatismo fundamentalmente sexual. Aquele no qual a rela\u00e7\u00e3o sexual n\u00e3o se inscreve. A linguagem n\u00e3o socorre mais, uma vez que ela pr\u00f3pria \u00e9 traum\u00e1tica, e \u00e9 nesse lugar que o analista opera, no lugar do trauma, um analista traum\u00e1tico\u2026 que convida a falar. Como assim? Depois de tantas quest\u00f5es sobre viol\u00eancia, fantasma, trauma, ainda seria poss\u00edvel falar de um analista traum\u00e1tico?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As pr\u00f3ximas p\u00e1ginas ser\u00e3o as suas&#8230;.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">NOTAS<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">[1]\u00a0\u00a0LACAN, J.\u00a0Semin\u00e1rio 5:\u00a0As forma\u00e7\u00f5es do inconsciente. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.\u00a0<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">[2] LACAN, J.\u00a0Semin\u00e1rio 11:\u00a0Os quatros conceitos fundamentais da psican\u00e1lise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">[3] LACAN, J.\u00a0Semin\u00e1rio 20:\u00a0Mais, ainda. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">[4] MILLER, J-A.\u00a0Perspectivas dos Escritos e Outros Escritos de Lacan \u2013 Entre desejo e gozo.\u00a0Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2011, p. 79-80.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">[5] LAURENT, E.\u00a0O trauma pelo avesso.\u00a0Pap\u00e9is de psican\u00e1lise. Vol 1, n\u00ba 1. Belo Horizonte: IPSMMG, abril de 2004.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">LACAN, J.\u00a0Semin\u00e1rio 5:\u00a0As forma\u00e7\u00f5es do inconsciente. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.\u00a0<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">_____.\u00a0Semin\u00e1rio 11:\u00a0Os quatros conceitos fundamentais da psican\u00e1lise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">_____.\u00a0Semin\u00e1rio 20:\u00a0Mais, ainda. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">LAURENT, E.\u00a0O trauma pelo avesso.\u00a0Pap\u00e9is de psican\u00e1lise. Vol 1, n\u00ba 1. Belo Horizonte: IPSMMG, abril de 2004.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">MILLER, J-A.\u00a0Perspectivas dos Escritos e Outros Escritos de Lacan \u2013 Entre desejo e gozo.\u00a0Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2011, p. 79-80.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relator: Cleyton Andrade (EBP\/AMP).\u00a0 Cartel: Carlange de Castro, Cleyton Andrade (EBP\/AMP), V\u00e2nia Ferreira, Wilson Lima. Mais-um: Fl\u00e1via Cera (EBP\/AMP). Ser\u00e1 que ainda precisamos definir a viol\u00eancia? Ela j\u00e1 n\u00e3o seria suficientemente \u00f3bvia, nos restando apenas apont\u00e1-la e, com isso, diz\u00ea-la com todas as letras, caras e formas? Ou ela ainda, e, apesar de tudo, exige,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[],"post_series":[],"class_list":["post-617","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-textos-de-orientacao","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/617","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=617"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/617\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":666,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/617\/revisions\/666"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=617"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=617"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=617"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=617"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}