{"id":729,"date":"2025-10-24T05:36:41","date_gmt":"2025-10-24T08:36:41","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/?page_id=729"},"modified":"2025-10-24T05:37:02","modified_gmt":"2025-10-24T08:37:02","slug":"eixos-tematicos-eixo-3-analista-trauma","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/a-jornada\/eixos-tematicos\/eixos-tematicos-eixo-3-analista-trauma\/","title":{"rendered":"Eixos Tem\u00e1ticos &#8211; Eixo 3: ANALISTA TRAUMA"},"content":{"rendered":"<h3><strong><span style=\"color: #993300;\">ANALISTA TRAUMA<\/span><\/strong><\/h3>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">Cartel respons\u00e1vel: Cleide Monteiro (EBP\/AMP), S\u00edlvia Gusm\u00e3o, Roberta Gusm\u00e3o, Rosemarie Mooneyham.\u00a0<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">Mais-Um: Luc\u00edola Macedo (EBP\/AMP \u2013 Se\u00e7\u00e3o Minas).<\/span><\/p>\n<div dir=\"ltr\">\n<div>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">Luc\u00edola Macedo (EBP\/AMP)<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os produtos aqui apresentados abordam o caminho percorrido por cada uma das cartelizantes em torno de tr\u00eas proposi\u00e7\u00f5es, extra\u00eddas do trabalho em cartel: 1) o analista-trauma perturba o discurso comum, para autorizar o discurso do inconsciente; 2) o analista-trauma perturba as defesas erigidas \u201ccontra o real sem lei\u201d, permitindo, com o ato anal\u00edtico, a passagem do inconsciente transferencial ao inconsciente real; 3) o analista-trauma opera como testemunha de uma perda, lugar \u201cdaquilo que, no sujeito, fala de um gozo inomin\u00e1vel\u201d, como aponta Cleide \u00e0 prop\u00f3sito de Minna, Roberta com o testemunho de Alejando Reinoso e Rose com o testemunho de Marcus A. Vieira.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Isso se presentifica desde a instaura\u00e7\u00e3o da transfer\u00eancia, como motor do trabalho anal\u00edtico. \u00c9 por isso que Lacan, no\u00a0Semin\u00e1rio 11,\u00a0Os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise, afirma que a presen\u00e7a do analista deve ser inclu\u00edda no conceito de inconsciente, e que a sua presen\u00e7a n\u00e3o se d\u00e1\u00a0 de\u00a0ego\u00a0a\u00a0ego, mas como\u00a0caput mortuum\u00a0da descoberta do inconsciente, o que se articula com a causa perdida, com o encontro faltoso, e, mais amplamente, com aquilo que, por sua natureza, se perde: \u00e9 uma zona de perda porque n\u00e3o opera via identifica\u00e7\u00e3o ou refor\u00e7o do\u00a0ego. Onde o inconsciente n\u00e3o tem nenhuma esp\u00e9cie de subst\u00e2ncia, mas se constitui como \u201ca soma dos efeitos da fala sobre um sujeito\u201d. Ele diz: \u201cparadoxalmente, a diferen\u00e7a que garante a mais segura subsist\u00eancia do campo de Freud \u00e9, por sua natureza, um campo que se perde. \u00c9 aqui que a presen\u00e7a do psicanalista \u00e9 irredut\u00edvel como testemunha dessa perda: \u00e9 uma perda seca\u201d26. Trata-se de uma zona de sombras que se declina, no tratamento em opacidade do gozo; assim como a \u201cperda seca\u201d se declina em hiato, deslocaliza\u00e7\u00e3o, efra\u00e7\u00e3o, disrup\u00e7\u00e3o. Essa passagem do\u00a0Semin\u00e1rio 11\u00a0remete a uma passagem do\u00a0Semin\u00e1rio 19 \u2026 ou pior: \u201cpara nos acostumarmos com esse des-ser (o de ser o suporte, o dejeto, a abje\u00e7\u00e3o a que pode agarrar-se aquilo que gra\u00e7as a n\u00f3s, vai nascer de um dizer que interprete), convido o analista a ser digno da transfer\u00eancia\u201d27.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Achados: Cleide, com Ricardo Seldes \u2013 fazer do trauma algo vivificante! \u201ccombatendo a puls\u00e3o de morte com o mesmo trauma\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Nessa mesma dire\u00e7\u00e3o, a dos achados, destacaria, no caso Minna: ao considerar o trauma como processo, como aponta Laurent em\u00a0O trauma ao avesso, escutamos o hiato entre o trauma social e o trauma singular (diante do real do trauma, do real sem lei, o recurso ao pai todo amor, \u00e0 lei do pai, fracassam); o hiato entre os fatos e os ditos parece se realizar no equ\u00edvoco, na passagem de uma l\u00edngua a outra, do romeno ao espanhol e vice-versa, no trabalho de an\u00e1lise conduzido atrav\u00e9s do trabalho dos sonhos. O relato do caso traz sete sonhos! Podemos dizer que o trabalho do sonho conduziu a passagem do horror\/terror ao trauma, nesse tensionamento e tor\u00e7\u00e3o entre o trauma como acontecimento social ao trauma como processo, singular?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Seguimos com o fio da investiga\u00e7\u00e3o de Silvia: como o analista-trauma opera? De que maneira a opera\u00e7\u00e3o anal\u00edtica perturba o discurso comum para autorizar o discurso anal\u00edtico? Gostaria de destacar o seu achado: o analista n\u00e3o opera apagando o trauma, mas sustentando-o como real. Pediria que nos diga um pouco mais sobre esse seu achado.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O achado de Roberta: o analista-trauma aceita riscos calculados, cifra mais que decifra, atento ao equ\u00edvoco, isola o significante assem\u00e2ntico, as homofonias, equ\u00edvocos, jacula\u00e7\u00f5es de lal\u00edngua, com seu efeito vivificante, a percutir no corpo. O analista-trauma como aquele que perturba a defesa n\u00e3o opera pela via do sentido. Poderia nos falar sobre a fun\u00e7\u00e3o dos sonhos em an\u00e1lise como um operador do analista-trauma?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Rose, o seu achado: \u00e9 preciso encontrar um gozo inclu\u00eddo no trauma \u2014 \u201ca chave de bra\u00e7o que apertava a garganta podia ser abra\u00e7o\u201d. Mas \u201co gozo do objeto nos mant\u00e9m, por\u00e9m, no plano do trauma e de sua subjetiva\u00e7\u00e3o (que Lacan chamou de fantasia\/fantasma). O decisivo em termos de conclus\u00e3o envolve uma abertura para um espa\u00e7o fora da fantasia\u2026 o gozo condensado no objeto encerra apenas uma fra\u00e7\u00e3o da vida que levamos em n\u00f3s. Minha agita\u00e7\u00e3o viril num extremo, e a docilidade do agarrar e ser agarrado noutro, formavam o leque das paix\u00f5es ditados pela fantasia. Mas h\u00e1 vida fora da fantasia\u201d28. Pergunto: uma tor\u00e7\u00e3o que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 agita\u00e7\u00e3o nem abra\u00e7o, e que \u00e9 tudo isso tamb\u00e9m, \u201cem lugar nenhum e em toda parte\u201d, deslocalizado, que n\u00e3o cabe em si: \u201co abra\u00e7o me ensinou a n\u00e3o caber em mim\u201d. A vida que h\u00e1 fora da fantasia seria uma abertura ao outro gozo, ao gozo dito feminino?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">* * *<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Sobre a fun\u00e7\u00e3o dos sonhos em an\u00e1lise como um operador do analista-trauma: \u201co tecido do inconsciente \u00e9 feito de sonho, afirma Freud, \u00e0 prop\u00f3sito do umbigo do sonho. Este \u00faltimo \u00e9 a cicatriz do trauma. Nesse ponto, esbarra-se com o ininterpret\u00e1vel, com o limite onde todo e qualquer sentido se det\u00e9m, a indicar presen\u00e7a do real nos sonhos. O trabalho do sonho poder\u00e1 operar, nessa perspectiva, como um modo de tangenciar o real traum\u00e1tico atrav\u00e9s das imagens on\u00edricas, favorecendo a que no lugar do furo do trauma, daquilo que n\u00e3o se liga a nada, se imagine o real. \u00c9 Lacan quem o diz: n\u00e3o h\u00e1 nada mais dif\u00edcil que imaginar o real.\u00a0 Recorremos ao imagin\u00e1rio para termos uma ideia do real, e assim, o que n\u00e3o pode ser dito, poder\u00e1 ser mostrado. Assim, o sonho poder\u00e1 se tornar uma via de acesso ao real\u201d29.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<\/div>\n<\/div>\n<hr \/>\n<div dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">NOTAS\u00a0<\/span><\/p>\n<div>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">1\u00a0LAURENT, \u00c9. O trauma ao avesso.\u00a0Pap\u00e9is de Psican\u00e1lise, Belo Horizonte, v. 1, n. 1, p. 21-28, abr. 2004.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">2\u00a0\u00a0MILLER, Jacques-Alain.\u00a0Efeitos Terap\u00eauticos R\u00e1pidos em Psican\u00e1lise: conversa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica com Jacques-Alain Miller em Barcelona. Belo Horizonte: Escola Brasileira de Psican\u00e1lise \u2013 Scriptum, 2008. p. 15-46.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">3\u00a0Ibid, p 41.\u00a0<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">4\u00a0LAURENT,\u00a0op. cit., p. 26.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">5\u00a0 SELDES, Ricardo.\u00a0La urgencia dicha. Buenos Aires: Editorial Diva Freud, 2019. p. 69.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">6\u00a0\u00a0LAURENT,\u00a0op. cit., p. 26.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">7\u00a0LACAN, J. (1901-1981).\u00a0Semin\u00e1rio, livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise 1964. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.\u00a0<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">8.\u00a0\u00a0R\u00caGO BARROS, M. R.C.\u00a0\u00a0Trauma, uma nova perspectiva sobre o real. Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online, ano 6, n\u00famero 16, mar\u00e7o de 2015.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">9\u00a0\u00a0MILLER, J-A.\u00a0O Ultim\u00edssimo Lacan, aula de 13 de janeiro de 1988 do Curso de Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">10\u00a0\u00a0Idem.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">11\u00a0 LAURENT, E.\u00a0O trauma ao avesso\u00a0\u2013 Pap\u00e9is de Psican\u00e1lise, v. 1, n. 1, abril, 2024. Instituto de Psican\u00e1lise e Sa\u00fade Mental de Minas Gerais.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">12\u00a0 Idem.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">13\u00a0\u00a0VIEIRA, M. A. \u201cO Trauma subjetivo\u201d. Psico (PUCRS), v.39, p.509-513, 2008.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">14\u00a0\u00a0MILLER, J. A. \u201cLer um sintoma\u201d. In\u00a0Afreudite-Ano VII, 2011- n. 13\/14. Pp.1-30.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">15\u00a0 MILLER, J. A. \u201cA palavra que fere\u201d.\u00a0Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise, S\u00e3o Paulo, n. 52, p.69. julho, 2010.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">16\u00a0\u00a0LAURENT, \u00c9. \u201cA ordem simb\u00f3lica no s\u00e9culo XXI. Consequ\u00eancias para o tratamento\u201d\u00a0Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise, S\u00e3o Paulo, n.62, p.88 dezembro, 2011.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">17\u00a0\u00a0LACAN, J. Le S\u00e9minaire, Livre XXIV, L\u2019insu que sait de l\u2019une-b\u00e9vue s\u2019aile \u00e0 mourre, aula de 11 de janeiro de 1977.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">18\u00a0\u00a0VIEIRA, M. A. \u201cO grito, o abra\u00e7o e o risco\u201d. Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise, S\u00e3o Paulo, n. 70, p. 94. junho, 2015.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">19\u00a0\u00a0Ibid.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">20\u00a0\u00a0VIEIRA, M. A. Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online nova s\u00e9rie. Ano 4. N\u00famero 11, p.4, julho 2013.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">21\u00a0 VIEIRA, M. A. \u201cO grito, o abra\u00e7o e o risco\u201d.\u00a0Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise, S\u00e3o Paulo, n. 70, p. 95. junho 2015.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">22\u00a0\u00a0Ibid.\u00a0<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">23\u00a0\u00a0MILLER, J. A. Interven\u00e7\u00e3o de encerramento do VIII Congresso da AMP, apresentando o IX Congresso da AMP. 2012.\u00a0<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">24\u00a0LAURENT, \u00c9. A ordem simb\u00f3lica no s\u00e9culo XXI. Consequ\u00eancias para o tratamento. Op\u00e7\u00e3o Lacaniana n\u00b0 62.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">25\u00a0\u00a0REINOSO, A. \u201cUm despertar po\u00e9tico para o riso\u201d. Papers+Um: Freud-a-la-Lacan, 2020b, p. 45-46. Dispon\u00edvel em\u00a0<a href=\"https:\/\/congresoamp2020.com\/pt\/el-tema\/papers\/01_papers_trad.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/congresoamp2020.com\/pt\/el-tema\/papers\/01_papers_trad.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1761379948373000&amp;usg=AOvVaw0tvF3PDwVe13GjXgjWqTGa\">https:\/\/congresoamp2020.<wbr \/>com\/pt\/el-tema\/papers\/01_<wbr \/>papers_trad.pdf<\/a>.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">26\u00a0 LACAN, J.\u00a0Semin\u00e1rio 11, Os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise. Rio de Janeiro: JZE, 1988, p. 122.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">27\u00a0\u00a0LACAN,\u00a0J.\u00a0Semin\u00e1rio 19\u2026 ou pior. Rio de Janeiro: JZE, 2012, p. 226.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">28\u00a0 VIEIRA, M.A. O grito, o abra\u00e7o e o risco.\u00a0Op\u00e7\u00e3o lacaniana,\u00a0n.70, junho 2015, p.95.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"font-size: 13px;\">29\u00a0 MAC\u00caDO, L. Pr\u00f3logo. In:\u00a0Sonhos e testemunhos: pol\u00edticas do inconsciente e discurso jur\u00eddico. S\u00e3o Paulo: INM Editora, 2025, p.17-18.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ANALISTA TRAUMA Cartel respons\u00e1vel: Cleide Monteiro (EBP\/AMP), S\u00edlvia Gusm\u00e3o, Roberta Gusm\u00e3o, Rosemarie Mooneyham.\u00a0 Mais-Um: Luc\u00edola Macedo (EBP\/AMP \u2013 Se\u00e7\u00e3o Minas). Luc\u00edola Macedo (EBP\/AMP) Os produtos aqui apresentados abordam o caminho percorrido por cada uma das cartelizantes em torno de tr\u00eas proposi\u00e7\u00f5es, extra\u00eddas do trabalho em cartel: 1) o analista-trauma perturba o discurso comum, para autorizar&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":366,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-729","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/729","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=729"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/729\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":731,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/729\/revisions\/731"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/366"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=729"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}