{"id":669,"date":"2025-10-02T16:07:08","date_gmt":"2025-10-02T19:07:08","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/?page_id=669"},"modified":"2025-10-20T16:24:46","modified_gmt":"2025-10-20T19:24:46","slug":"referencias-bibliograficas-eixo-1","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/referencias-bibliograficas-eixo-1\/","title":{"rendered":"Eixo 1"},"content":{"rendered":"<h3><strong>\u201c A tela da fantasia\u201d <\/strong><\/h3>\n<h3><strong><span style=\"color: #993300;\">Sigmund Freud<\/span> <\/strong><\/h3>\n<p>\u201cChamamos traumas a essas impress\u00f5es de precoce viv\u00eancia, logo esquecidas, \u00e0s quais atribu\u00edmos t\u00e3o grande significa\u00e7\u00e3o para a etiologia das neuroses.\u201d (p. 70)<\/p>\n<p>FREUD, S. Mois\u00e9s e o monote\u00edsmo: esbo\u00e7o de psican\u00e1lise e outros trabalhos. In: FREUD, S. <strong>Obras psicol\u00f3gicas completas, vol. 23 (1937-1939)<\/strong>. Rio de Janeiro: Imago, 1996.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) n\u00e3o houve nenhuma lembran\u00e7a infantil, apenas uma fantasia recolocada na inf\u00e2ncia. No entanto, sinto que a cena \u00e9 aut\u00eantica. Como se explica isso?\u201d\u00a0 (p.\u00a0 298)<\/p>\n<p>FREUD, D. Primeiros escritos psicanal\u00edticos: estudos de caso e ensaios iniciais. In: FREUD, S.<strong> Obras completas \u2013 Primeiros escritos psicanal\u00edticos:<\/strong> estudos de caso e ensaios iniciais. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2023.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) o hist\u00e9rico sofre sobretudo de reminisc\u00eancias. Mas se este \u00e9 o caso, se a lembran\u00e7a do trauma ps\u00edquico, \u00e0 maneira de um corpo estranho, continua atuando como agente efetivo muito tempo ap\u00f3s sua intromiss\u00e3o e ainda assim o doente n\u00e3o tem consci\u00eancia nenhuma dessas lembran\u00e7as e de sua emerg\u00eancia, ent\u00e3o devemos admitir que ideias inconscientes existem e atuam\u201d (p. 221)<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>FREUD, S.<strong> Estudos sobre a histeria. <\/strong>S\u00e3o Paulo: Imago, 1996.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c<em>Unheimlich<\/em> \u00e9 tudo o que deveria ter permanecido secreto e oculto mas veio \u00e0 luz.\u201d (p. 241)<\/p>\n<p>FREUD, S. O Estranho (<em>Das Unheimliche<\/em>). 1919. In: FREUD, S. <strong>Obras completas<\/strong>. Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira. Rio de Janeiro: Imago, v. XVII, 1974.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cApesar de toda a emo\u00e7\u00e3o com que a crian\u00e7a catexiza seu mundo de brinquedo, ela o distingue perfeitamente da realidade, e gosta de ligar seus objetos e situa\u00e7\u00f5es imaginados \u00e0s coisas vis\u00edveis e tang\u00edveis do mundo real. Essa conex\u00e3o \u00e9 tudo o que diferencia o \u2018brincar\u2019 infantil do \u2018fantasiar\u2019.\u201d (p. 147-148)<\/p>\n<p>FREUD, S. Escritores criativos e devaneios. In: FREUD, S. <strong>Obras Psicol\u00f3gicas Completas. <\/strong>Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira, vol. IX. Rio de Janeiro: Imago, 1996.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cRepito, no entanto, que a fantasia, via de regra, permanece inconsciente e s\u00f3 pode ser reconstru\u00edda no decorrer da an\u00e1lise\u201d (p. 203)<\/p>\n<p>FREUD, S. \u2018Uma crian\u00e7a \u00e9 espancada\u2019 &#8211; Uma contribui\u00e7\u00e3o ao estudo das origens das pervers\u00f5es sexuais. In: FREUD, S. <strong>Obras Psicol\u00f3gicas Completas. <\/strong>Edi\u00e7\u00e3o Standard Brasileira, vol. IX. Rio de Janeiro: Imago, 1996.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Jacques Lacan<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>\u201cA f\u00f3rmula simb\u00f3lica ($ \u25ca a) d\u00e1 sua forma ao que chamo de fantasia fundamental. Isso \u00e9 a forma verdadeira da pretensa rela\u00e7\u00e3o de objeto (\u2026) Nela voc\u00eas encontram dois termos, cuja dupla rela\u00e7\u00e3o entre um e outro constitui a fantasia. Essa rela\u00e7\u00e3o se complexifica na medida em que \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o terceira com a fantasia que o sujeito se constitui como desejo\u201d (p. 393)<\/p>\n<p>LACAN, J. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 6: O desejo e sua interpreta\u00e7\u00e3o<\/strong>. Rio de Janeiro: Zahar, 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 sujeito a partir do momento em que fazemos l\u00f3gica, ou seja, quando temos que lidar com significantes\u201d (p. 14)<\/p>\n<p>LACAN, J. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 14: <\/strong>A l\u00f3gica do fantasma. Rio de Janeiro: Zahar, 2024.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cTudo j\u00e1 est\u00e1 suficientemente lan\u00e7ado na indica\u00e7\u00e3o de que \u00e9 do imagin\u00e1rio da m\u00e3e que vai depender a estrutura subjetiva da crian\u00e7a\u201d (p. 15)<\/p>\n<p>LACAN, J. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 14: <\/strong>A l\u00f3gica do fantasma. Rio de Janeiro: Zahar, 2024.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO sujeito come\u00e7a com o corte\u201d (p. 17)<\/p>\n<p>LACAN, J. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 14: <\/strong>A l\u00f3gica do fantasma. Rio de Janeiro: Zahar, 2024.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cVeremos ent\u00e3o que a realidade, toda a realidade humana, n\u00e3o passa de uma montagem entre simb\u00f3lico e imagin\u00e1rio\u201d (p. 19)<\/p>\n<p>LACAN, J. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 14: <\/strong>A l\u00f3gica do fantasma. Rio de Janeiro: Zahar, 2024.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO real \u00e9 importante distingui-lo da realidade humana. Ele nunca \u00e9 mais que vislumbrado \u2014 vislumbrado quando a m\u00e1scara, que \u00e9 a do fantasma, vacila\u201d (p. 19)<\/p>\n<p>LACAN, J. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 14: <\/strong>A l\u00f3gica do fantasma. Rio de Janeiro: Zahar, 2024.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO significante n\u00e3o designa o que n\u00e3o est\u00e1 ali, ele o engrendra. O que n\u00e3o est\u00e1 ali, na origem, \u00e9 o pr\u00f3prio sujeito\u201d p. 21<\/p>\n<p>LACAN, J. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 14: <\/strong>A l\u00f3gica do fantasma. Rio de Janeiro: Zahar, 2024.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><strong><span style=\"color: #993300;\">Jacques-Alain Miller<\/span> <\/strong><\/h3>\n<p>\u201cDe forma muito simples, tratei de obter, para a f\u00f3rmula da travessia da fantasia no final de an\u00e1lise, uma f\u00f3rmula correlativa do sintoma no seu in\u00edcio\u201d (p. 133)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. <strong>Percurso de Lacan: <\/strong>uma introdu\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Zahar, 1988.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA fantasia \u00e9 uma m\u00e1quina que se p\u00f5e em a\u00e7\u00e3o quando se manifesta no desejo do Outro\u201d (p. 144)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. <strong>Percurso de Lacan: <\/strong>uma introdu\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Zahar, 1988.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA fantasia fundamental n\u00e3o \u00e9 objeto de interpreta\u00e7\u00e3o por parte do analista, \u00e9 um objeto de constru\u00e7\u00e3o\u201d (p. 144)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. <strong>Percurso de Lacan: <\/strong>uma introdu\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Zahar, 1988.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) pode falar de \u2018fantasias\u2019 ou de \u2018fantasmatiza\u00e7\u00e3o\u2019 com uma variada riqueza de personagens. Mas, precisamente, a decanta\u00e7\u00e3o dessas fantasias \u00e9 um efeito de constru\u00e7\u00e3o pr\u00f3prio da an\u00e1lise.\u201d (p. 146)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. <strong>Percurso de Lacan: <\/strong>uma introdu\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Zahar, 1988.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA fantasia fundamental \u00e9 um ponto limite da an\u00e1lise, e pode-se haver feito uma an\u00e1lise sem chegar a se colocar frente \u00e0 mesma\u201d (p. 147)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. <strong>Percurso de Lacan: <\/strong>uma introdu\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Zahar, 1988.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) a fantasia fundamental corresponde-me, parece-me, \u00e0 <em>Urverdr\u00e4ngung<\/em>. \u00c9 correlativo ao que nunca poderia vir \u00e0 luz no recalcado\u201d (p.147)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. <strong>Percurso de Lacan: <\/strong>uma introdu\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Zahar, 1988.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA fantasia fundamental corresponde ao recalque origin\u00e1rio\u201d (p. 147)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. <strong>Percurso de Lacan: <\/strong>uma introdu\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Zahar, 1988.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c<em>Fic\u00e7\u00e3o<\/em>, o que isso quer dizer? Que se trata de uma fabrica\u00e7\u00e3o, que isso n\u00e3o pertence \u00e0 ordem da natureza, \u00e0 <em>physis<\/em> dos gregos, e sim \u00e0 ordem da <em>poiesis<\/em>, da produ\u00e7\u00e3o, do fazer.\u201d (grifo do autor, p. 97)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. Uma psican\u00e1lise tem estrutura de fic\u00e7\u00e3o. In. MILLER, J.-A. et al. <strong>Aposta no passe: <\/strong>seguido de 15 testemunhos de Analistas da Escola, membros da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2018.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNa an\u00e1lise, a fic\u00e7\u00e3o \u00e9 um fazer que repousa em um dizer\u201d (p. 97)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. Uma psican\u00e1lise tem estrutura de fic\u00e7\u00e3o. In. MILLER, J.-A. et al. <strong>Aposta no passe: <\/strong>seguido de 15 testemunhos de Analistas da Escola, membros da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2018.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO inconsciente real \u00e9 o lugar do gozo opaco ao sentido, e em que se pode, <em>pela fic\u00e7\u00e3o,<\/em> come\u00e7ar a torn\u00e1-lo falador\u201d (p. 101)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. Uma psican\u00e1lise tem estrutura de fic\u00e7\u00e3o. In. MILLER, J.-A. et al. <strong>Aposta no passe: <\/strong>seguido de 15 testemunhos de Analistas da Escola, membros da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2018.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO inconsciente transferencial tem um nome, um nome lacaniano, que \u00e9 <em>verdade mentirosa<\/em>\u201d (grifo do autor, p. 101)<\/p>\n<p>MILLER, J.-A. Uma psican\u00e1lise tem estrutura de fic\u00e7\u00e3o. In. MILLER, J.-A. et al. <strong>Aposta no passe: <\/strong>seguido de 15 testemunhos de Analistas da Escola, membros da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2018.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>\u00c9ric Laurent<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>\u201cN\u00e3o se reaprende a viver com um Outro perdido dessa forma. Inventa-se um caminho novo causado pelo traumatismo. \u00c9 sobretudo pela via do insensato do fantasma e do sintoma que essa via se tra\u00e7a\u201d (p. 26)<\/p>\n<p>LAURENT, \u00c9.<strong> O trauma ao avesso.<\/strong> Pap\u00e9is de Psican\u00e1lise, 1(1), 21-28, 2004.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Fran\u00e7ois Leguil<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>\u201c(&#8230;) a psicoterapia promete uma cura, enquanto que a psican\u00e1lise promete um traumatismo. O ponto mais delicado do assunto \u00e9 que este traumatismo n\u00e3o seja traum\u00e1tico, e a cura anal\u00edtica consiste em preparar lenta e prudentemente o sujeito para isso\u201d (p. 13)<\/p>\n<p>LEGUIL, F.<strong> A entrada em an\u00e1lise e sua articula\u00e7\u00e3o com a sa\u00edda.<\/strong> Salvador: F\u00f3rum Iniciativa Escola, Bahia; Campo Freudiano no Brasil, 1993.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) o traumatismo, como travessia do fantasma, p\u00f5e o sujeito frente a causa, pois esta travessia \u00e9 a revela\u00e7\u00e3o do gozo na puls\u00e3o\u201d (p. 14)<\/p>\n<p>LEGUIL, F.<strong> A entrada em an\u00e1lise e sua articula\u00e7\u00e3o com a sa\u00edda.<\/strong> Salvador: F\u00f3rum Iniciativa Escola, Bahia; Campo Freudiano no Brasil, 1993.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>In\u00eas Seabra<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>\u201cTrata-se de saber o que do sexual poder\u00e1 ser abordado pela linguagem e como isso se processa. Assim, n\u00e3o existe uma boa hora para o encontro com o sexual; algo resta fora deste encontro sempre traum\u00e1tico.\u201d (p. 119)<\/p>\n<p>SEABRA, I. <strong>O tempo e o objeto na cl\u00ednica psicanal\u00edtica com crian\u00e7as.<\/strong> Belo Horizonte: Editora Scriptum, 2019.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Marie-H\u00e9l\u00e8ne Brousse<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>\u201cQuanto ao trauma, ele resulta de um encontro com o real, dificilmente qualific\u00e1vel pelo sujeito no momento em que ele \u00e9 vivido. Deve ent\u00e3o ser abordado como um real\u201d (p. 74)<\/p>\n<p>BROUSSE, M-H. <strong>Trauma e ex\u00edlio, o lado das mulheres.<\/strong> Correio, n.83. S\u00e3o Paulo: Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, abril, 2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) o que traumatiza os sujeitos humanos de maneira dur\u00e1vel s\u00e3o sempre as falas. Quando digo as falas, isso pode ser um sil\u00eancio, uma aus\u00eancia de fala.\u201d (p. 77)<\/p>\n<p>BROUSSE, M-H. <strong>Trauma e ex\u00edlio, o lado das mulheres.<\/strong> Correio, n.83. S\u00e3o Paulo: Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, abril, 2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO traumatismo, decorrente do surgimento de um real cujo rastro se apagou, torna-se, para o sujeito, uma quest\u00e3o de nomear. Nomear o inomin\u00e1vel com suas pr\u00f3prias palavras, com os elementos do discurso no qual ele foi banhado, j\u00e1 tem um efeito terap\u00eautico\u201d (p. 78)<\/p>\n<p>BROUSSE, M-H. <strong>Trauma e ex\u00edlio, o lado das mulheres.<\/strong> Correio, n.83. S\u00e3o Paulo: Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, abril, 2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Philipe La Sagna<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>\u201cTodo mundo \u00e9 traumatizado pelo sexual, ou seja, por suas fantasias.\u201d (p. 2)<\/p>\n<p>LA SAGNA, P.<strong> Os mal-entendidos do trauma. <\/strong>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana Online, nova s\u00e9rie, v. 6, n. 16, p. 3, 2015.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO s\u00f3 depois atua tamb\u00e9m no n\u00edvel do real. Mas esse real n\u00e3o \u00e9 bruto, ele n\u00e3o ocorre sem uma articula\u00e7\u00e3o com as marcas, as lembran\u00e7as e os s\u00edmbolos. Ele n\u00e3o deixa de ter liga\u00e7\u00e3o com o significante.\u201d (p. 3)<\/p>\n<p>LA SAGNA, P.<strong> Os mal-entendidos do trauma. <\/strong>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana Online, nova s\u00e9rie, v. 6, n. 16, p. 3, 2015.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>Patr\u00edcio Alvarez Bay\u00f3n<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>\u201c<em>El autista intenta aferrarse a la letra como impresi\u00f3n, como igual a s\u00ed misma, y eso es lo que la mantiene en estado inequ\u00edvoco. El equ\u00edvoco de la letra es lo que no soporta, por razones de estructura: el agujero que permite extraer una letra de lalangue, que es condici\u00f3n de producci\u00f3n de su goce opaco, est\u00e1 forcluido. Por esa raz\u00f3n, el autista logra inscribir una letra, pero a costa de que esa letra deba ser inequ\u00edvoca, deba ser siempre la misma<\/em>\u201d (p. 105)<\/p>\n<p>BAYON, P.<strong> El autismo, entre la lengua y la letra<\/strong>. 1a ed.-Olivos: Grama Ediciones, 2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><strong>Comiss\u00e3o de Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Coordena\u00e7\u00e3o: Jos\u00e9 Carlos Lapenda Figueiroa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Eliene Rodrigues de Lima, Erick Leonardo Pereira, Jos\u00e9 Ronaldo de Paulo, Liana Feldman, Marina Vasconcelos, Romero Ouriques<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201c A tela da fantasia\u201d Sigmund Freud \u201cChamamos traumas a essas impress\u00f5es de precoce viv\u00eancia, logo esquecidas, \u00e0s quais atribu\u00edmos t\u00e3o grande significa\u00e7\u00e3o para a etiologia das neuroses.\u201d (p. 70) FREUD, S. Mois\u00e9s e o monote\u00edsmo: esbo\u00e7o de psican\u00e1lise e outros trabalhos. In: FREUD, S. Obras psicol\u00f3gicas completas, vol. 23 (1937-1939). Rio de Janeiro: Imago,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-669","page","type-page","status-publish","hentry","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/669","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=669"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/669\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":713,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/669\/revisions\/713"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=669"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}